História Believe - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Believe, Bieber, Drama, Justin, Romance
Visualizações 26
Palavras 4.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi meninas, essa semana eu não postei porque foi minha volta pra escola e esse sábado já tive teste, sim mal voltei pra escola e já começou os testes, deu pra perceber que não vai ser fácil né?! Enfim espero que gostem do capítulo <3

Capítulo 8 - Does my prince turned into a heartbreaker?


Segunda feira deveria ser proibido ter escola, acho uma falta de pica pra chupar, pra que escola na segunda? Enfim, sou obrigada a ir então tenho que me arrumar. Levantei tomei banho, comi e me arrumei (1). Escutei meu celular tocar e vi que era o Justin. 

- Oi amor. 

- To aqui na frente já.

- To saindo. 

Desliguei sem falar nada mesmo. Me olhei no espelho e sai de casa sem fazer barulho ja que minha mãe ainda dormia. Abri a porta do carro e cumprimentei Justin com um selinho. 

- Como você tá?

- To bem e você? 

- Eu também, semana que vem tem mais um jogo. Vai comigo?

- Acho que sim, tenho que ver com minha mãe faz tempo que eu não visito as crianças no hospital. 

- Tudo bem.

Chegamos na escola e fomos cada uma pra sua aula. Três aulas extremamente chatas e finalmente o intervalo. Cheguei no pátio da escola e tinha uma aglomeração bem no meio do pátio, e quando eu cheguei perto várias pessoas olharam pra mim e começaram a cochichar.. Tá legal o que eu tinha feito? Minha curiosidade foi tanta que sai empurrando as pessoas para conseguir ver o que estava acontecendo, o que não foi difícil faltando umas 3 fileiras de pessoas abriram caminho pra mim.

De play na música.

Achei estranho mas quando olhei pra frente meu coração se quebrou. Nunca achei que Justin um dia poderia fazer isso comigo. Senti que não seguraria minhas lágrimas e não daria o gostinho de vitória pra ele, se era o que pretendia. Virei minhas costas e apenas escutei.

- AMOOOR VOLTA AQUI! NÃO É O QUE VOCÊ TÁ PENSANDO. - Ele me alcançou e me segurou pelo braço. - Por favor me escuta. 

- Não da Justin, eu vi tudo, me solta e não me procure mais. - me soltei brutalmente de seus braços e me virei de costas pra ir embora.

- Mas eu te amo, não é o que você .. - Essa frase me fez dar meia volta, tendo que olhar em seus olhos novamente, o que me enfraquecia mais ainda, não deixei que ele terminasse a frase.

- ME AMA? SE AMASSE NÃO TERIA FEITO ISSO!! Nãe é o que eu to pensando? Você sabe o que eu to pensando? Eu vi, vi com meus olhos não tente negar o que você fez. - as lágrimas já rolavam nos olhos dos dois. A escola inteira olhava a briga do ''Casal do ano'' que não existia mais.

- Eu te amo de verdade. Por favor, me escuta. 

- Eu quero ficar sozinha agora, tá doendo, você me machucou. A última pessoa que eu pensasse que pudesse fazer isso comigo, fez. Agora eu vou confiar em quem ?

- ...

- Foi o que eu pensei. Você não se importa comigo.

- EU ME IMPORTO CARALHO ME ESCUTA. - Primeira vez que ele havia levantado a voz pra mim. Quando ele percebeu o que fez, que foi logo de imediato, me olhou com olhos assustados, eu nunca havia visto tanto medo no olhar dele. - Me desculpa não queria gritar. 

- Agora já fez, o que já está feito não pode ser revertido. Pense nisso. Licença. - Me virei pronta a ir embora, independente do que ele falasse agora.

- Mas a culpa não foi minha, eu te amo - pude ouvir ele falando muito baixo.

Meu coração agora estava quebrado. Justin tinha se tornado do meu príncipe a um HeartBreaker!

Como estava sem carro, corri pro banheiro, me tranquei em um dos box, e esperei até o sinal tocar. Chorei muito até mesmo o que não tinha pra chorar, e não me importava se tinha gente escutando eu só queria aliviar a dor que não queria passar. Escutei o sinal bater e esperei mais um pouco pra ter certeza de que todos já estariam em sala. Sai do banheiro e fui caminhando pra casa, mandei uma mensagem pro Chris, pedindo que levasse meu material pra mim. Sabendo que ele iria mandar milhões de mensagens, desliguei meu celular, não queria incomodo agora. No caminho pra casa só conseguia pensar na cena, do Justin beijando, SIM beijando a Megan, quase comendo na verdade. Ela pode ser bonita pra alguns, mas ela é uma puta, e se ele queria tanto ficar com ela, porque não terminou comigo primeiro, seria menos vergonhoso e doloroso que uma traição. Não tinha sentido, nada agora tinha sentido. Não posso dizer que deixei de ama-lo porque isso não é de uma hora pra outra. Vai ser difícil esquecer o que ele fez agora, mas ele quem escolheu assim. Essas lágrimas que teimam em correr no meu rosto, serão recompensadas. Tenho certeza. Estava chegando perto de casa, passando por um parque e sem querer esbarrei num garoto (2).

- Desculpa. Te machuquei? 

- Se tivesse machucado, não faria diferença - sussurrei - Não machucou não, me desculpa eu, sou uma desastrada.

- Não foi culpa sua. Desculpa a pergunta, mas porque está chorando ? 

- Problemas com meu namorado.. ou ex. To confusa.

- Ahm, pode parecer estranho, mas quer me contar o que aconteceu? 

- Não quero ser grossa, mas eu quero ir pra casa agora.

- Posso pelo menos pegar seu número ? 

- Aahm, não me leva a mal, mas eu nem te conheço, sabe dar meu número pra você seria bem estranho.

- É eu até entendo, mas te prometo que não sou um assassino. - rimos fraco.

- Você me parece ser legal, mas não rastreie meu número pra me matar. - rimos de novo.

Passei meu número pra ele.

- Te ligo mais tarde pra ve se você está melhor. 

- Obrigada ... 

- Lucas, prazer. - Ele estendeu a mão e eu apertei.  

- Prazer, Julie.

- Não chore mais você é linda de mais pra isso. - Ele secou as lágrimas que caíram.

Dei um sorriso tímido e segui meu caminho. Pensando o quanto isso foi estranho, mas fez me esquecer o Justin uns 5 minutos talvez. Agora é ir pra casa e torcer pra que ninguém esteja la.

Abri a porta de casa e chamei minha mãe, com a voz de choro ainda e rezando pra que ninguém respondesse. Não obtive resposta, felizmente. Subi pro meu quarto e logo ao entrar vi um porta retrato com minha foto e de Justin ao lado da cama. Minhas lágrimas não paravam de cair, abaixei o porta retrato (3) e deitei na minha cama pensando o que eu faria agora, como eu falaria com ele? Devia dar uma chance dele se explicar mesmo? Não acredito que ele fez isso comigo, as juras de amor que ele fez eram todas falsas?

''- AMOOOR VOLTA AQUI! NÃO É O QUE VOCÊ TÁ PENSANDO.'' - Como ele tem coragem de me chamar de amor, depois do que ele fez? Beija outra e logo em seguida quer vir me pedir desculpa me chamando de amor. - Sabe o quanto isso dói? Acho que ele não.

Pensei muito nisso e acabei tendo dor de cabeça de tanto choro e pensamentos ruins. Meu olho foi pesando e não me importei com mais nada, apenas cai num sonho profundo. Acordei com meu celular tocando, um numero desconhecido, logo me toquei que era o Lucas, não achei que ele ligaria de verdade.

- Alo?

- Oi Julie, é o Lucas se lembra?

- Claro.

- Liguei pra saber se tá tudo bem. 

- Está sim obrigada, não achei que iria liga mesmo. 

- Pois é, eu cumpro palavra. Vai parecer estranho, mas quer sair comigo hoje? 

- Aahm.. não me leve a mal, mas é que a gente se conheceu hoje. 

- Bom se sairmos podemos nos conhecer mais.

- Tá legal você é bom nisso. Onde iremos?

- Que tal a gente ir no parque e depois jantamos. 

- Ótima ideia. Então onde nos encontramos?

- Pode deixar que eu te pego. 

- Aaahm não sei.

- Eu não vou assaltar sua casa se me falar o endereço. - rimos juntos

- Olha só to confiando de mais em você, é melhor que não seja um assassino em série. - rimos de novo e passei meu endereço pra ele. 

- Tá, te pego as 19:30 pode ser ? 

Olhei no relógio e marcava 17:57 

- Pode sim. 

- Ta combinado então beijo.

- Beijo. 

Desliguei o telefone e fui tomar um banho. 

Terminei meu banho, enrolei meu cabelo numa toalha e peguei um roupão pra mim. Desci na cozinha e minha mãe estava lanchando. 

- Oi mãe - beijei sua bochecha. 

- Oi filha. Quer um lanche. 

- Não mãe, eu vou sair agora.

- Ok. Mais tarde eu vou ter que sair pra um jantar. Me liga quando chegar em casa. 

- Pode deixar. 

Peguei um copo e enchi de suco de laranja, tomei tudo, depois peguei minha garrafinha de água que tava na geladeira e subi pro meu quarto. Fiz uma maquiagem simples, um rímel e lápis de olho, gloss e um blush rosa. Coloquei minha roupa (4), com um vans preto simples, sequei meu cabelo e o arrumei (5) e fui mexer no computador até dar o horário dele chegar. Ouvi meu celular tocar e de novo era número desconhecido, ou seja lucas, tenho que salvar o número dele.

- Alo?

- Estou aqui na frente. 

- Ok estou indo.

Passei um perfume, peguei minha bolsa e desci. Antes de abri a porta apensa gritei pra minha mãe que estava saindo. Lucas (6) me esperava encostado em seu carro (7), que não era nada humilde. Quando eu fechei a porta de casa ele veio ao meu encontro. 

- Oi. - Ele beijou minha bochecha - você está linda. 

- Oi, brigada você também não está mal kkk, belo carro. 

- Obrigado. 

Ele abriu a porta pra mim e logo entrou no carro. 

- Gosta de carros assim ?

- Sou uma admiradora, não sei tudo sobre carro, mas sou apaixonada. 

- Meu pai é colecionador e amante de carros, então ele tem esses carros, mas os de coleção antiga ele não deixa eu andar, acho que na verdade eles nem devem ligar mais kkk 

- kkk então seu pai ganha a vida com isso. 

- Mais ou menos. Ele se formou como advogado mas faz uns 4 anos que ele parou para se dedicar somente aos carros. 

- Entendi. 

- E o seu pai?

- Na verdade ele sofreu um acidente e faleceu.

- Ai me desculpa. Meus pêsames 

- Não tem problema. Obrigada. E sua mãe? 

- Bom ela é médica. E a sua?

- Minha mãe meio que faz de tudo mas hoje ela é empresária e temos uma ONG aqui na cidade que fornece dinheiro pro hospital de menores com câncer. 

- Minha mãe trabalha nesse hospital. 

- Jura? Qual o nome dela ?

- Dra. Ashley 

- Ashley Johnson ?

- Ela mesma. 

- Eu conheço sua mãe, ela trabalha na área onde eu visito as crianças. Sua mãe é muito legal.

- Nossa que mundo pequeno, pena não termos nos conhecido antes. 

- Pois é haha. 

Passamos o caminho todo nos conhecendo e ele era uma pessoa legal. Chegamos no parque e fomos primeiro nos brinquedos de barraca. E ele acabou ganhando um urso de pelúcia gigante pra mim (8). Tipo aquilo tinha quase minha altura kkk Colocamos no carro e fomos na montanha russa e outros brinquedos assim, era 22:35 o parque iria fechar as 23:00 então fomos pra fila do último brinquedo, sim fomos em todos os brinquedos, a roda gigante. Chegou a nossa vez na fila, eram banquinhos de duas em duas pessoas, sentamos juntos e a roda começou a girar. 

- Então tá gostando? 

- Aham, muito obrigada. 

- Não foi nada, gosto de fazer as pessoas felizes. 

- Acho que podemos ser grandes amigos ainda. 

- Que ótimo. Bom o que vai querer jantar?

- Você escolhe. 

- Já que a nossa situação não é das melhores pra ir num restaurante kk temos duas opção. 

- Pode falar. 

- Primeiro: passamos no Mc, ou vamos pra minha casa pedimos pizza e vemos um filme.

- Já que minha mãe não está em casa e eu vou ficar com tédio, podemos ir pra sua casa.

- Ok, vamos alugar um filme então e pedimos pizza. 

A roda ja tinha completado uma volta e continuávamos subindo, e parou no ponto mais alto, onde víamos quase toda a cidade. 

- Hoje a noite está linda e de novo obrigada. 

- Não foi nada. 

Ele tinha os braços em volta do meu ombro, deitei minha cabeça no ombro dele e aproveitei a vista ficamos mais um minuto parados e a roda começou a descer. Saímos da roda e seguimos pra casa no caminho passamos na locadora. Chegamos em sua casa (9) e logo que entramos a mãe de Lucas estava na sala com visitas. Meio tarde pra visita não? 

- Oi mãe. Oi, boa noite

- Oi - cumprimentei a todos com vergonha. 

- Boa noite - a mãe de lucas respondeu a gente.

Ashley apresentou as visitas a nós. 

- Vamos pro meu quarto mãe, a gente alugou um filme, se precisar chama.

- Pode ir meu filho. 

Fiquei com mais vergonha ainda, mas as visitas estavam na sala não tinha como ver o filme com elas lá. Subimos pro quarto dele, que era bem organizado, não esperava isso, ele ligou pra pizzaria e fez o pedido enquanto eu observava cada detalhe do quarto dele.  

Justin.

Puta que pariu o que foi que eu fiz. Eu tenho problema, só pode, agora ela nunca mais vai querer me ver. Quer saber eu preciso falar com ela, eu vou ir na casa dela agora nos resolvemos e nada disso aconteceu, claro por que não? Ai seu idiota porque ela não vai te querer agora. Que que isso? to discutindo comigo mesmo? Que bobagem.

- Mãe to indo ver a Ju - Falei passando pela sala.

- Não vai não. Já te falei que ela não vai querer te ouvir deixa ela pensar um pouco, meninas são assim meu filho, você vai ter que ter calma. 

Já tinha contado tudo pra minha mãe, primeiro ela brigou muito comigo, depois entendeu e me aconselhou, enfim o conselho dela parece bom mas eu quero ela agora.

- Mãe não da eu preciso ir vê-la. 

- Você quem sabe Justin já lhe avisei o que se deve fazer.

- Tchau mãe. 

Peguei meu carro e segui até a casa da Julie. Toquei a campainha e a mãe dela atendeu. 

- Oi Justin, como está? 

Pelo visto ela não sabia de nada. 

- Oi, estou bem obrigada. Aahm a Ju está ai? 

- Não, ela me disse que ia sair, achei que fosse com você. 

- Aahm na verdade não nós meio que brigamos. 

- Entendo, bom ela não ta aqui, mas se quiser vir amanha. 

- Ok, obrigada.

Ia me virando pra voltar pro carro e ela me chamou. 

- Só porque brigaram parei de ser sua ''mãe'' ? Não ganho mais abraço ?

- Me desculpa mãe. kkk 

A abracei e fui embora, pelo menos tenho a confiança dela pra me ajudar com a Julie caso precise. Mas como assim ela saiuChris, certeza que ela foi pra lá. Ele é o melhor amigo dela, ela só pode estar com ele. Segui em direção pra casa de Chris, esperando que ela tivesse lá. Estacionei o carro na frente da casa e toquei a campainha desesperado. Chris atendeu. 

- Cade a Julie? Ela ta ai deixa eu falar com ela. 

- Mesmo se estivesse não deixaria, Caitlin me contou tudo, como po..

- Como assim mesmo se estivesse?

- Ela não tá aqui e não atende meus telefonemas. 

- Ai que droga. 

- Sabe onde ela está ? 

- Se ela me atendesse saberia. 

- Ta, valeu. Tchau.

Onde ela pode estar? Será que tá bem? Achei melhor voltar pra casa, eu não sabia onde nem com quem ela estava e não fazia nem ideia. 

Justin.

- AI MEU DEUS COMO ELE É IDIOTA KKKKKKKK 

- KKKKKKKKKKKKK ELE NÃO FEZ ISSO KKKKKK

Eu e Lucas riamos como loucos. O filme era de mais. Estava me divertindo muito com ele. 

- Aaah mas ja acabou? - Sequei as lágrimas que corriam de tanto rir.

- Né, muito bom esse filme. 

- Bom eu tenho que ir pra casa. Já são 1:30. 

- Ok, eu te levo. 

Pegamos o carro de Lucas e seguimos até em casa.

- Obrigada pela noite. 

- Eu que agradeço. 

Nos abraçamos e eu beijei sua bochecha. 

- Boa noite. 

- Boa noite. 

Entrei em casa e subi pro meu quarto. Ele conseguiu fazer eu me esquecer do Justin até agora, porque fui ligar o bendito do celular? Tinham várias chamadas perdidas do Chris e do Justin. Algumas mensagens da minha mãe e agora mesmo Justin estava me ligando. 

- não vou deixar ele estragar minha noite. 

Coloquei o celular no vibra e fui colocar um pijama. Me deitei e adormeci depois de uns 5 minutos, meu dia foi cansativo por mais que dormi a tarde toda praticamente. E acordei as 9 da manha no sábado com a minha mãe dizendo que eu tenho visita, PORRA VISITA ESSA HORA E NO SÁBADO? Ta de brincadeira. 

- Aaah mãe me deixa dormi. 

- Acho que você tem muito o que conversar com a pessoa lá e baixo. 

Parei pra pensar um pouco quem poderia ser e na mesmo hora veio na cabeça. 

- Justin - bufei com desanimo

- Vai logo se não eu volto com um balde de água fria.

- Ta ta to indo. 

Que aquele idiota queria comigo? Tomei um banho, me arrumei (10) e desci. Sim fiz ele esperar eu tomar banho, e meu banho nao é rápido nao u.u ninguém mandou vir esse horário. 

- Que veio fazer aqui? - Falei no entrada da sala.

- Quero conversar. 

- Vamos sair então e a gente conversa. 

Peguei a chave do carro que tava na mesinha e a minha bolsa que estava do lado. Justin me seguiu calado. Acionei o alarme do carro o destrancando. 

- Se quiser começar a se explicar. - falei assim que dei partida no carro.

- Tá legal. Se eu mentir tem a escola toda de prova. 

- Se apressa Justin, não gosto de falar nisso. 

- A Megan chegou e fechou meus olhos só que ela veio por trás, e ela usa um perfume parecido com o seu, e você sabe disso, então achando que era você eu simplesmente virei e antes que eu abrisse o olho ela me beijou então retribui achando que era você, mas percebi que o beijo não era igual então a soltei e você já tinha chego. 

- É difícil de acreditar nisso não sei porque. - falei com ironia 

- Eu não sei o que fazer pra você confiar em mim - senti que ele tava com uma voz de choro. PERA AI. QUE? 

Olhei rapidamente pro lado e os olhos deles estavam marejados. Ou tia Pattie ensinou as manhas do teatro pra ele ou ele ta me falando a verdade. Estacionei o carro na frente da praça e descemos, andamos em silêncio por uns 10 minutos. 

- Sabe que reconquistar minha confiança não vai ser fácil né ? 

- Sei, mas estou disposto a tentar. 

- Eu não consigo te perdoar, não é tão fácil assim. Você me machucou e muito. - Ele ficou quieto. - Sabe acho que o tempo pode melhorar isso. 

- Mas eu não quero tempo, quero você e agora.

- Se fosse eu que tivesse feito isso você não iria nem querer me ver pintada de ouro então vai com calma ai. - fui meio grossa, mas era a pura verdade.

- Desculpa. 

- Acabamos por aqui? 

- Aahm, vem aqui comigo. - Ele me puxou até o pier do parque e alugou um bote pra dois. 

- O que você ta fazendo ? kkk - ai droga odeio quando to brava e me fazem rir. 

- Veem kk quero fazer isso. 

- Você tem problema. 

- Todos ja sabem disso kkk 

Entramos no bote e fomos até quase a margem contrária. 

- O que você quer aqui Justin ? kkk

- Sei lá kk aqui você não pode fugir de mim. 

- Mas porque eu fugiria de você ? Cara você vive n.... - Nem terminei e Justin me beijou. 

Como eu amo esse beijo, o beijo que sincroniza tão perfeito que me faz soltar fogos e minha barriga gelar. 

- Porque fez isso? - Disse ainda com meu lábios próximos dele. 

- Queria ter certeza que você é a pessoa da minha vida. Seu beijo continua mágico. 

- Que coisa gay Justin kkk Só meninas pensam assim kkkkkkkkkkk

- Boba estragou o momento kkkkkkkkkk

- To brava com você. 

- Disso eu sei. 

- Não eu to brava ao dobro. Me fez rir. 

- Ué e nao pode ?

- Não. 

- Então tá vamos voltar que eu vou te levar pra almoçar. 

- Como assim?

- Para de frescura vamos almoçar. 

- Frescura de que meu filho?

- Sei lá mãe. 

- Besta. 

- Que te ama. 

Ficamos calados até chegarmos a margem. Esse silencio estava me matando. 

[...]

- Boa tarde - Que? mas já, o tempo passou muito rápido. - Tenho uma reserva no nome de Justin bieber. 

- Me sigam por favor. 

Justin olhou pra mim, depois pra minha mão e meio receoso estendeu a dele pra que eu pegasse. Não ia deixar o coitado no vácuo na frente de todo mundo. Entrelacei nossas mãos e seguimos o garçom até nossa mesa. 

- Como assim reserva Justin ? 

- Aah fiz hoje de manhã. 

- E como sabia se eu viria ou não? 

- Você tá aqui certo ? 

- Certo - Sorrimos um pro outro. 

Ai cara que ódio não consigo ficar brava com ele. O garçom trouxe o cardápio. Comecei a ver as comidas e o preço era absurdo.

- Justin não vamos comer aqui. 

- Oxe. Porque ? 

- Olha os preços. - disse sussurrando.

- Idai, escolhe logo vai.

- Não Justin é sério. 

- Eu também to falando sério. 

- Já escolheram ? - o garçom chegou.

- Eu quero um spaghetti a moda do chefe. 

- Sim senhor, e a senhora ? - Passei o olhar no cardápio rapidamente, tendo que fazer uma escolha meio que Deus me ajude.

- um Nhoque com molho vermelho. 

- Ok, e o que vão beber?

- Eu que...

- Um Torre Muga Rioja. Duas Taças. 

- Sim senhor, licença. 

- Vinho Justin? 

- Sim. Porque? 

- Pra que? 

- Ué comemorarmos. 

- O que? 

- Só um brinde. Vamos amor. - Olhei feio pra ele. Eu amo quando ele me chama assim, mas ainda não esqueci o que ele fez. - Desculpa. Vai por favor. 

- Tudo bem. 

- Não tem mais filmes? Ensaios? Esse tipo de coisa pra fazer? 

- Sim, mas vou focar no fim do ano agora pra poder passar de ano e seguir minha vida artística. 

- Então vai ser esse seu futuro ? 

- É o que pretendo. E você? Quando é o próximo jogo? 

- Minha vida é o hóquei. Semana que vem tem dois, se ganharmos o de terça, sexta tem mais. 

- Boa sorte. 

- Obrigada. 

- Me lembrei que tenho reunião com sua mãe amanha. 

- Mas amanha é domingo. 

- O trabalho não espera. Não tem dia pra isso. 

- Claro que tem, amanha é dia de descanso. 

- Justin vai ser rápido. 

- Ainda não gosto dessa ideia. 

- Oxe porque? O trabalho é meu. - Vi que ele ficou chateado pelo modo em que falei. 

- Nada não.

- Desculpa, nao queria ser grossa. 

- Está tudo bem. 

O garçom nos servia, enquanto nos encarávamos silenciosamente. 

- Jefrey, pode cancelar aquilo que combinamos por favor. 

- Sim senhor. Licença. 

- Só traga o vinho por favor. 

- Claro. 

O garçom, que segundo o Justin era Jefrey seu nome saiu pra buscar o vinho. 

- Se conhecem ? 

- Sim, sempre que venho aqui ele que me atende. 

- Aah bom. 

Fiquei curiosa pra saber o que ele tinha mandado cancelar. Jefrey serviu o vinho pra que Justin degustasse e Justin de permissão pra que ele servisse para que pudéssemos tomar. 

- Um brinde. - Justin levantou a taça e fiz o mesmo. - Para que tudo dê certo em nossos futuros. - brindamos as taças e tomamos um gole. - Bom apetite.

- Bom apetite. 

Justin ficou estranho depois que chegou a comida. 

[...] 

- Porque desviou o caminho? 

- Vamos em casa. 

- Porque ? 

- Porque sim. 

- Grosso. 

- Grosso - ele me imitou com uma voz fina extremamente irritante. 

Ele estacionou o carro e descemos. 

- Mãe cheguei. - Ele gritou um pouco alto de mais.

- Aqui na cozinha. - Seguimos pra cozinha. - Oi meu amores, como estão? 

- Bem e você tia? - dei uma abraço e um beijo em sua bochecha. 

- To bem também.

- Vamos subir mãe.

- Ta ok. 

Chegamos no quarto e eu não esperei ele nem fechar a porta.

- Ela sabe ? 

- Sabe. 

- Uhm. 

- Fica ai. 

- Meu, você tem problema, me trás pra sua casa e ainda manda eu esperar no seu quarto, que você quer eim Justin ? Que saco meu, eu não... - Ele nem esperou eu terminar de falar e bateu a porta do quarto. 

AAAAAA que saco de menino. 

Justin. 

- Mãe ? - Entrei na cozinha, falando meio baixo. 

- Então como foi meu filho ? O que ela achou ? 

- Eu não fiz.

- Mas meu filho, porque ? 

- Eu não sei mãe, as coisas não foram como eu queria.

- Aah meu amor, vem aqui. 


Notas Finais




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