História Believe In Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Debrah, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya, Viktor Chavalier
Tags Believe, Love, Romance
Exibições 46
Palavras 1.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oe Oe Oe :D

Capítulo 1 - Lembranças


"Fique tranquilo! Amanhã você vai achar um jeito de sorrir daquilo que te fez chorar."
- CBJr

 

Olá eu me chamo Alexis Chavalier, tenho 17 anos, tenho cabelo curto e loiro e olhos azuis. Moro com meu irmão mais velho, Viktor, no estado da Califórnia nos Estados Unidos, meus pais e minha irmã gêmea morreram em um acidente de carro a três anos atrás, quando ainda morávamos na França. No momento eu estou arrumando minhas malas, vou voltar para Paris amanhã, eu mudei muito nesses anos, não sou mais aquela garota indefesa e tímida de antes.

Enquanto guardava minhas coisas nas malas, encontrei uma foto minha e de Castiel, na foto estávamos abraçados e felizes, dei um sorriso triste ao lembrar de como parecíamos que éramos feitos um para o outro e de como ele mudou desde que a Debrah, ou melhor dizendo, a oitava monstrinho, entrou em Sweet Amoris, porém não foi só ele que mudou, mas sim todos os meus amigos e as únicas pessoas que ficaram do meu lado foram o Ken, a Rosalya e a Alicia.

 

~ Lembrança on ~

 

            - Você vai confiar numa garota que acabou de chegar à escola ou em sua namorada que você conhece desde a infância? – Falei para Castiel.

            Eu tinha acabado de descobrir quem a Debrah é de verdade, ela só quer se aproveitar de todos ali e eu não deixaria isso quieto, mas o pior era que ninguém acreditava em mim a não ser o Ken, minha irmã e a Rosa, eles eram as únicas pessoas que estavam me apoiando naquele momento.

            - Nela é claro! Você só está com ciúmes e está agindo sem pensar. – Não aguentei mais e dei um tapa em sua face, ele me olhou incrédulo.

            - Você é um idiota! Não só você, mas todos aqui! Se preferem acreditar nela e não em mim, não me responsabilizarei por vocês quebrarem a cara depois! – Gritei. – E Castiel, está tudo acabado entre a gente – Falei um pouco mais calma.

Todos na escola já estavam nos observando, pude ver de longe a Diabrah com um sorriso cínico, não aguentava ficar mais naquele lugar, meus olhos já começavam a ficar marejados. Eu peguei minhas coisas e fui para casa, bolei aula mesmo, não tinha condições de continuar lá.

 

***

 

No outro dia, que para minha sorte era sábado, eu ia sair com meus pais e com a Alicia, íamos para o parque de diversões, disseram que eu precisava me divertir e tentar não pensar em todos esses problemas. Eu fui me arrumar, tomei um banho e coloquei uma blusa preta, short jeans, uma camisa flanela quadriculada vermelha e meu vans preto (link notas finais), penteei meus cabelos e o prendi em um coque com alguns fios soltos, fiz uma maquiagem básica e passei somente pó, lápis de olho, rímel e um gloss rosa claro.

Depois de pronta desci as escadas e fui para a sala, todos já estavam arrumados e só me esperavam, fomos para o carro e durante o caminho ficamos ouvindo as músicas do Guns N’ Roses. Tudo estava ótimo aquele dia, e como eu tenho muita “sorte”, um carro vinha na contramão e em alta velocidade, meu pai não teve tempo de frear ou desviar e os carros acabaram por se colidirem, a única coisa que me lembro era de ouvir o som de uma ambulância e depois tudo ficou escuro.

 

Acordei com muita dor de cabeça, quando fui abrir meus olhos vi tudo embaçado e demorou um pouco para minha visão voltar ao normal, quando voltou, pude ver uma pessoa que não via a alguns anos, era meu irmão mais velhos Viktor Chavalier, ele dormia tranquilamente em uma poltrona. Eu reparei melhor o lugar onde eu estava e pelo que vi aquilo era um quarto de hospital, queria saber o que tinha acontecido então eu acordei Viktor.

- Vik-Viktor acorda – Disse com a voz fraca e balançando-o.

- O que foi?... – Disse com uma voz de sono, mas ficou estático quando viu que fui eu que o acordei – Alexis! Que bom que finalmente acordou! Eu estava tão preocupado com você. – Disse e me abraçou.

- O que houve? – Perguntei e percebi que ele ficou triste.

- Um carro vinha na contramão em alta velocidade e acabou colidindo com o carro em que vocês estavam, infelizmente nossos pais morreram na hora e a Alicia chegou a ser internada aqui no hospital, mas ela não resistiu e faleceu a dois dias...  – Não pude conter minhas lágrimas, só queria que aquilo fosse um pesadelo e eu iria acordar em meu quarto, mas infelizmente era realidade.

- Há quantos dias eu estou aqui? – Perguntei me acalmando um pouco.

 - Já fazem 5 dias.

Viktor me atualizou sobre o que havia ocorrido nesse tempo, falou também, que agora eu iria morar com ele nos Estados Unidos já que não tinha nenhum parente por perto. Por mais que eu estive despedaçada tinha que seguir em frente, iria recomeçar minha vida do zero, não seria mais a garotinha indefesa.

 

~ Lembrança off ~

 

Sai to transe quando ouvi batidas na porta, só falei um entre e vi Ken entrar. Depois que eu me mudei para cá ele me seguiu até aqui, já sabia que ele era apaixonado por mim e ele sabia que não era correspondido, mas mesmo assim ele era um ótimo amigo. Muitas das pessoas o zuavam por ele ser nerd, baixinho, ter um cabelo tigelinha e usar aqueles óculos, mas eu não ligava para isso, o que importava mesmo era que toda vez que eu estava precisando de alguém ele estava disposto a me ajudar no que fosse preciso.

- Vou sentir saudades – Falou e me abraçou.

- Também vou Ken. Não vai comigo dessa vez? – Perguntei e desfiz o abraço.

- Não, meu pai ficou sabendo o que acontece na escola e me mandou para uma escola militar – Disse em um tom de melancolia.

- Não se preocupe, vai dar tudo certo dessa vez – Falei mais para mim, do que para ele.

Ficamos conversando e vendo alguns filmes por um tempo até anoitecer, nos despedimos e eu fui jantar e depois fui dormir, amanhã seria um longo dia. Só quero que tudo seja diferente, eu só quero acreditar em mim.

 

Continua...


Notas Finais




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