História Believe In The Shield - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias WWE
Personagens Dean Ambrose, Jeff Hardy, Paige, Personagens Originais, Roman Reigns, Seth Rollins, Stephanie McMahon, Triple H (Hunter Hearst Helmsley)
Tags Chloe Bennet, Cobie Smulders, Dean Ambrose, Roman Reigns, Seth Rollins
Exibições 82
Palavras 5.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, everyone!

Desculpem a demora! Capítulo acabou de sair do “forno”, espero que gostem.

ATENÇÃO ANTES DE LEREM O CAPÍTULO!
Apesar de estar muito óbvio pelo nome do capítulo, eu gostaria de explicar sobre o mesmo; é um capítulo bônus do dia do casamento com POV's especiais e explicativos de duas pessoas (se olharem a capa, saberão quem são) e tem hentai no final (não preciso nem falar de quem, neh?) hehe

Recadinho de sempre:
Quero agradecer primeiramente a todos que leram, comentaram e favoritaram a BITS! ^.^
Dúvidas, críticas e elogios nos comentários! É bom saber o que estão achando da fic! ;)

Eu espero que gostem do capítulo!
Leiam as notas finais!

Acabei de terminar o capítulo, então não pude revisá-lo! Se houver algum erro grave, me comuniquem, por favor, okay?

Sem mais delongas, já que está tarde e eu tenho que acordar cedo, vamos ao capítulo!
Boa leitura!

Bring It!

Capítulo 27 - Marriage - Capítulo Bônus


Fanfic / Fanfiction Believe In The Shield - Capítulo 27 - Marriage - Capítulo Bônus

Sábado, 19 de Dezembro de 2015 (momentos antes do casamento). 

 

Seth POV

 

Têm dias que a gente nem deveria levantar da cama, pois tudo dá errado. Hoje era um dia assim, para mim. 

Para minha irritação, essa tarde minha irmãzinha iria ter o sobrenome daquele lunático maldito! Se eu ainda não aceitei isso? É óbvio que não! Pelo visto, de nós três, eu fui o único que nasceu esperto o suficiente, já que a Lize também concorda com essa baderna e ainda namora o imprestável do Reigns. 

Como se isso não bastasse, eu havia esquecido de fazer as compras semanais de mantimentos e agora eu estava com a geladeira praticamente vazia! Foda foi ir ao mercado com um bando de gente chata me perturbando e ainda tive que me virar para comprar as coisas. Tive que ir e voltar de táxi, já que eu não podia dirigir, e o motorista era um completo arrogante, que dirigia mais devagar que um velhinho de setenta e cinco anos. 

Nesse momento, eu me encontrava parado em frente a minha casa – na calçada, há uns sete metros da porta, para ser mais exato. Estava com cerca de cinco sacolas ao meu redor e não seria problema carregá-las em nenhuma hora, exceto agora que eu estava usando muletas e dependia delas para andar. Eu não ia pedir ajuda para aquele taxista, afinal não fui com a cara do mesmo. Deixei que o mesmo fosse embora e fiquei pensando, logo em seguida, de que maneira eu levaria tudo isso para dentro. Frustrado, suspirei audivelmente e me abaixei para pegar as malditas sacolas. 

– Seth? – ouvi uma voz feminina atrás de mim. – Precisa de ajuda? Quer dizer, que pergunta idiota! É claro que precisa! – eu conhecia essa voz. Levantei-me e girei o corpo para encontrar com uma pessoa que parecia não saber o que é um dia ruim, pois estava sempre com um largo sorriso nos lábios. 

– Oi, Bayley. – cumprimentei e, se possível, seu sorriso se alargou mais ainda. – O que faz por aqui? – questionei, curioso. Percebi que ela estava com um traje esportivo. Provavelmente, corria por ali. 

– Bem, acho que somos vizinhos agora. Me mudei na semana passada, para a casa no final desta rua. 

– Sério? Seja bem vinda ao bairro! – falei sorrindo de lado. 

– Obrigada. A vizinhança é ótima, não tenho do que reclamar ainda. – nós rimos. – Ah, mas deixe-me ajudá-lo com isso! - falou, abaixando-se para pegar as sacolas. 

– Não, não, Bayley! Não precisa, sério...

– Claro que precisa! – pegou todas as sacolas. – Abre a porta. – apontou para mim. Suspirei vencido e caminhei com as muletas até a porta. Abri-a e dei espaço para que Bayley entrasse. Naquele momento eu estava me sentindo um completo inútil; já não podia carregar umas simples sacolas para dentro de casa! Eu mereço isso?

Entrei e fechei a porta atrás de mim. Vi Bayley entrar na cozinha, para deixar as sacolas lá, mas parou na entrada, surpresa. 

– Meu Deus! Passou um furacão nessa cozinha? – exclamou surpresa, olhando para os lados, onde a pia estava cheia de louça suja, as portas dos armários abertas e algumas panelas no chão. Eu havia as derrubado, enquanto procurava alguma coisa para comer, porém não achei, já que esqueci de comprar. 

– Eh... Não está tão ruim assim. – dei de ombros, passando a mão pela nuca e ela riu. 

– Tem certeza? – perguntou retoricamente. – Eu vou dar um jeito nisso. – apontou em volta. 

– Não, Bayley, não precisa...

– Tsc, tsc, tsc! Nem reclame! – estendeu o dedo no meu rosto. Suspirei derrotado e a deixei fazer as coisas, pois ela não ia desistir tão fácil e eu não estava em condições de negar essa ajuda, afinal não conseguia fazer muitas coisas sozinho. Por sorte, graças à fisioterapia, estava melhorando e em poucos meses, eu estaria de volta aos ringues e minha vida poderia, finalmente, voltar ao normal. 

 Fiquei sentado em um dos bancos da bancada da cozinha, e enquanto ela arrumava as coisas, iniciamos uma conversa amigável sobre diversos assuntos.  

–E então tudo corre bem com a fisioterapia?

– Sim, em poucos meses estarei pronto para voltar.  – falei sorrindo. Estávamos a falar sobre minha lesão. 

– Isso é ótimo! – ela pegou o saco que continha salgadinho e mais algumas besteiras. – Onde eu coloco isso?

- Nesse armário ao lado da geladeira. – nesse momento, meu celular começou a tocar. Peguei-o em meu bolso e olhei na tela. Era Lize. Eu sabia muito bem o que ela queria.

Desliguei a ligação, decidido a ignorar quantas fosse. Não entendia o porquê dela ainda insistir, sabendo que eu seria totalmente irrevogável. Mais uma vez meu celular tocou e eu rejeitei a ligação. 

– Merda! – resmunguei e larguei o celular em cima da bancada. 

– O que foi? – Bayley perguntou e eu a encarei um pouco confuso. Mal havia percebido que tinha resmungado em voz alta. 

– Não é nada...

– Não é o que parece. – ela me olhou tentando aparentar séria, mas o sorriso ainda estava presente. Deixar de sorrir, parecia ser impossível para ela. 

– Esqueça, não é nada demais.  – o celular voltou a tocar. Porra, como a Lize é insistente! Percebi que Bayley olhava para o aparelho. 

– Por que não atende sua irmã? – a olhei e, finalmente, a vi séria. Mesmo que um pouco, apenas. Aquele bom humor dela, já estava me assustando. 

– É uma longa história... – tentei desconversar. 

– Estou com tempo. – apontou para as sacolas, mostrando que ainda faltava coisas para guardar. – Além disso, eu posso ajudar. – balançou os ombros, sugestivamente. 

– Tudo bem. – suspirei. Comecei a contar sobre o envolvimento de minhas irmãs com Reigns e Ambrose e, quando me dei conta, percebi que havia contado praticamente todos os meus problemas familiares. 

 – Uau. – ela disse, assim que eu terminei de narrar toda a história. 

– Achei que você ia dizer algo mais do que “uau”... - comecei, antes de ser interrompido. 

– Eu devia era bater em você! Eu sabia que ia ter umas merdas por aí, mas não pensei que fossem tantas! – ela falou, irritada e eu arregalei levemente os olhos, surpreso com a reação dela. E, pela primeira vez, eu estava sem o quê dizer. – Você precisa ir a este casamento, Seth! 

– Isso eu não farei de jeito nenhum!  - bufei, irritado. 

– Eu não acredito que seu orgulho e o ódio que sente pelo Ambrose seja maior do que sua vontade de ver sua irmã feliz! – ela bateu o pé. – Achei que tinha me dito há alguns minutos atrás, que faria qualquer coisa por suas irmãs...

– E faria! Mas aceitar o casamento dela com aquele Lunático, está totalmente fora de questão! 

– Se fazer algo pequeno assim, você não está disposto, tenho minhas dúvidas sobre esse “qualquer coisa”... – balançou a cabeça negativamente e eu revirei os olhos. – Seth - continuou, fazendo-me olhá-la. –, você mesmo disse que vocês três, foram os que sobraram da família. Acha que ela não está sentindo a sua falta? – o pior, é que ela tinha razão. Respirei fundo. – Acho que sua família é mais importante do que seus problemas com Dean Ambrose. 

Nervoso, passei a mão pelos cabelos. Essa manhã eu estava decidido a não ir para aquele casamento, mas agora, já não tinha ideia do que fazer. Eu sei que se eu não for, Alice provavelmente nunca me perdoará por não estar ali com ela. Por mais que brigássemos ela sempre esteve comigo, quando precisava. 

 – Não acho que seja uma boa ideia. Ela deve estar com raiva de mim, por tudo o que eu disse sobre esse casamento. – joguei as costas contra o encosto da cadeira. 

– Bem, só você pode tomar uma decisão no final. – ela deu de ombros, mas parecia meio chateada comigo. Ela mal me conhecia, e agora já sabia parte de minha vida. Pelo menos, sobre meu relacionamento com minhas irmãs. – Onde eu guardo isso? – perguntou, após um longo período de silêncio, apontando para os talheres em sua mão. 

– Nessa gaveta aqui. – apontei para a gaveta ao meu lado. – Deixe-me ajudar. – pedi os talheres e ela me deu metade, caminhando para o meu lado em seguida com o resto. Abri a gaveta e lá havia um papel azul claro. Que eu conhecia bem, apesar de tê-lo visto só uma vez, antes de jogá-lo naquela gaveta. Bayley olhou para o papel e depois olhou para mim. 

– Ainda dá tempo. – disse simplesmente, referindo-se ao horário marcado. 

– Tem razão. – me levantei, com pressa, auxiliado pelas muletas, e me virei para ela, que sorria. – Você vem comigo. 

– Eu? – fez cara de surpresa. – Por quê? Eu não conheço sua irmã, nem fui convidada...

– Você vai comigo, não precisa de convite. – revirei os olhos. 

– Mas...

– Nada de “mas”. Preciso de alguém para ir comigo, caso eu acabe mudando de ideia no meio do caminho. – ela arqueou a sobrancelha esquerda, como de perguntasse de eu seria capaz disso. – Não duvide disso. – falei em tom de aviso. - Aliás, preciso também de alguém pra dirigir. – apontei para minha perna e ela seguiu com o olhar. 

– Fico pronta em vinte minutos. – falou após um longo suspiro e seguiu em direção à porta. 

Assim que ela saiu, eu fui, às pressas, tomar um banho. Depois que saí, vesti um terno preto. A camisa social, os sapatos e gravatas, da mesma cor. Deixei meus cabelos – ainda molhados – soltos e logo voltei para a cozinha. Peguei meu celular e minha carteira, colocando-os nos bolsos da calça. 

Minutos depois, batidas na porta ecoaram e eu andei até lá. Ao abrir, me deparei com Bayley usando um vestido azul marinho e saltos pretos. Usava uma maquiagem clara nos olhos, assim como o batom rosa em seus finos lábios. Os cabelos estavam soltos e levemente ondulados. Eu nunca havia a visto de vestido antes e me perguntava como ela conseguiu se arrumar daquele jeito em tão pouco tempo. Ela realmente estava linda e eu fiquei de queixo caído, olhando-a com cara de um perfeito babaca. 

– Acho que, se não andarmos rápido, corremos o risco de você não chegar a tempo... – ela falou desviando o olhar de mim. Provavelmente ela percebeu a maneira como eu a encarava, então tratei de pigarrear, antes de concordar com ela. Fechei e tranquei a porta de minha casa e caminhamos até seu carro, que estava estacionado alguns metros a frente.

Ela me ajudou a entrar no veículo, pois ainda me atrapalhava com aquelas muletas. Não havia conseguido me acostumar com elas e não via a hora de me livrar das mesmas. Lhe passei o endereço e seguimos o caminho todo praticamente em silêncio, trocando apenas algumas poucas palavras. Em um momento em que o silêncio de tornou mortal ali, resolvi fazer a pergunta que tanto martelava em minha mente. 

– Bayley, por que me ajudou? Por que se importou em ouvir toda a história com minhas irmãs e está indo comigo até o casamento?

– Porque eu gosto de ajudar as pessoas. – deu de ombros. 

– Não, não. Tem que haver outro motivo... Eu não sou um cara... “bonzinho”, por assim dizer. E depois de toda a história que ouviu, podia simplesmente ter indo embora. 

– Seth – ela suspirou. –, você não é... “malvado”. Acho que inseguro, seria a palavra certa. 

– Eu? Seth Rollins, inseguro? Não, mesmo! – neguei indignado. 

– Pessoas inseguras, se escondem atrás do orgulho; você quer ir ao casamento, percebi enquanto me contava a história. No entanto, não queria admitir, porque seu orgulho era maior e também estava, e ainda está, inseguro sobre a reação de Alice. Acha que ela estará irritada e lhe expulsará de lá. – ela me olhou. – Você está tenso. – fiquei surpreso com tudo o que ela disse. Realmente eu estava preocupado se Alice iria querer minha presença ali hoje, todavia, nem sequer havia pensado nisso desde que saí de casa, como ela  pôde adivinhar isso? Minha mente já estava a mil, tentando entender essa mulher. – Sabe – ela continuou perante ao meu silêncio –, às vezes, pode ser difícil encarar as coisas como realmente são. Mas se esconder atrás do ego, nunca é mais fácil, ainda mais quando quem sofre é outra pessoa. Pior ainda é quando você proporciona isso à alguém que você ama. – fiquei em silêncio outra vez. 

– Não vamos chegar a tempo. – mudei o assunto, olhando as horas. 

– Vamos sim. – ela suspirou e acelerou o carro. 

 

(...)

(Momentos antes do casamento). 

 

Dylan POV

 

– Merda! – reclamei pela milionésima vez, desde que entrara nesse maldito trânsito. Hoje, definitivamente, não era o meu dia. 

Desde cedo, tudo parecia estar dando errado. Virei a noite fazendo plantão, mas minha mente estava em outro lugar. Só pensava que a mulher por quem eu estava apaixonado, se casaria hoje e eu não podia fazer nada. 

Toda hora, eu falava para mim mesmo que isso ia passar, que era só questão de tempo até eu esquecê-la. Mas então eu me lembrava que eu ainda a veria no prédio que eu moro, na rua e até mesmo no hospital onde eu trabalho. 

Percebi que era inútil ficar repetindo isso, mas o que eu podia fazer? Não havia nada que eu pudesse fazer, e, talvez, as coisas não seriam tão estranhas, se eu não tivesse contado à ela o que sentia pela mesma. Mas acabei fazendo, em um momento de fraqueza. Não podeia simplesmente fingir, que nada aconteceu. Muito menos ela pode fingir isso. 

Eu não sei o que se passou por minha cabeça, quando eu disse para ela que estava apaixonado. Acho que tive uma pontada de esperança de que fosse recíproco o sentimento e ela desistisse desse casamento, mas ela ama Dean Ambrose. 

Finalmente o engarrafamento se desfez e eu consegui seguir para meu apartamento. Ao entrar no estacionamento, lembrei das vezes que me encontrei com ela ali e também quando entrei no elevador. Era inevitável não lembrar, por mais que eu me xingasse mentalmente por isso. 

Ao entrar no ap, segui direto para o banheiro, onde tomei um rápido banho e depois, apenas de cueca e bermuda, joguei-me na cama. Estava cansado. Realmente fazer plantão durante a noite, é cansativo, pois dormir durante o dia, é um desafio. 

Fechei os olhos e tentei dormir, mas os minutos passavam voando e eu não conseguia ao menos tirar um cochilo. Quase que instantaneamente, minha mente me levou a pensar em Alice novamente. 

Aquele casamento iria me perturbar até quando? Eu tinha que aceitar o que acontecia; ela ia se casar com quem ama. 

Então, acabei tendo a ideia mais maluca que eu poderia ter naquele momento; decidi que iria até o casamento, pois precisava aceitar logo isso e também queria desculpar-me por ter jogado essa história de estar apaixonado por ela, dias antes de seu casamento. 

Levantei da cama e comecei a procurar pelo convite, pois não sabia o endereço de onde acontecia o casamento, e muito menos o horário. 

Encontrei o papel azul, em meio as correspondências na sala. O local não era tão longe, e seria às dezesseis horas. 

Voltei para o quarto, onde vesti um terno escuro, com a camiseta de dentro branca. Os sapatos eram pretos e não coloquei gravata - sempre odiei usar isso. 

Peguei as chaves do carro e meu celular. Saí do apartamento faltando quinze minutos para começar a cerimônia. O trânsito já havia sido liberado, então conseguia andar tranquilamente pela pista. 

 

(...)

Seth POV 

 

Bayley e eu havíamos conseguido chegar a tempo do casamento e, felizmente, Alice não quis socar minha cara. Para minha surpresa, ela me abraçou e me deixou entrar com ela, até o altar. 

Quase comecei uma briga contra o Ambrose, mas relaxei minha mente, para não estragar a cerimônia. Sentei-me ao lado de minha irmã e assisti, enquanto os dois faziam seus votos. Confesso que a vontade de pular do pescoço do Ambrose e afastá-lo de minha irmã, ainda era grande. Mas mantive-me no meu lugar. 

Quando o juiz os declarou casados, os dois de beijaram. Todos levantaram em seguida, para parabenizar o casal. Após revirar os olhos, me levantei para parabenizar minha irmã também.

– Parabéns, maninha! - falei e a abracei. 

– Olha, sinceramente, você está muito estranho hoje! – revirei os olhos e ela riu. – Reclama tanto de mim, mas não para de revirar os olhos...

– Primeiramente, você revira os olhos todo o santo minuto! – ela riu novamente. – E segundo, devia parar de reclamar! Eu estou sendo bem legal hoje...

Estranho, é a palavra correta. Mas você disse que alguém o convenceu a vir. Quem foi esse santo milagroso?

– Se você olhar bem em volta, vai saber quem é. – ela olhou em volta e depois fez cara de surpresa. 

– Bayley? – concordei com a cabeça. – Meu Deus, Colby, você não está... Ficando com ela, está?

– Não! Ela só me ajudou mais cedo...

– Acho bom, porque se ela te convenceu a vir, ela é uma pessoa legal, então não merece ser tratada como você trata suas "peguetes"!

– Hey! Falando assim, parece até que eu sou um insensível que só ilude as mulheres! – reclamei. 

– E o que, exatamente, você faz? – ela arqueou a sobrancelha e eu fiquei quieto. Ela até podia estar certa, mas isso não significa que eu faça isso com todas que conversam comigo. – Estou de olho em você, maninho! 

– Não precisa! Não rola nada entre a Bayley e eu. Nem conversávamos, antes de hoje. 

– Se você diz...

– Alice! – Lize apareceu de repente. – Os convidados estão indo para o salão. Seth, vá para lá também. – apontou para mim. – E você – se voltou para Alice. – e Dean, vão para a pista de dança...

– Como é?! Lize, nem eu e muito menos o Dean sabe dançar! Odiamos isso, então não vai rolar. – negou decidida. 

– Não importa! Se balancem de um lado para o outro, sei lá! Agora vá! – Lize ordenou e eu comecei a rir da cara da minha irmã mais nova. 

Elas saíram e eu resolvi procurar por Bayley. A encontrei, minutos depois, sentada em uma das mesas do salão, ao lado de Becky Lynch. 

– Oi. Becky. – as cumprimentei ao me sentar à mesa. 

– Oi, Seth. – as duas responderam em unísuno. 

– Que bom que veio, Seth. – Becky comentou. – A Alice parecia bem chateada com isso mais cedo. 

– Estou aqui, graças a Bayley. 

– Sério? – indagou surpresa. – Essa eu estou surpresa de saber! Mas vou ter que deixar essa conversa para outro dia... – falou olhando alguém atrás de mim e depois se voltou a nós, outra vez. – Vou tentar falar com a noiva. Eu volto depois! – se levantou e saiu, se misturando com os outros convidados. 

– Bayley – comecei, fazendo-a me olhar. –, eu tenho que te agradecer por ter me convencido e por ter me trazido até aqui. Acho que minha irmã não me perdoaria, se eu não aparecesse. 

– Não precisa agradecer! – um garçom apareceu e deixou duas taças de champanhe na mesa, logo em seguida, retirou-se. – Gosto de ajudar as pessoas. 

– Ainda sim, vou ficar te devendo essa. 

– Seth, eu faço as coisas, sem esperar nada em troca. 

– Não disse que você espera algo em troca, mas se precisar de alguma coisa, conte comigo. 

– Tudo bem! Não vou nem discutir. – ela riu e eu sorri de lado. 

– Mas então – resolvi mudar o assunto. –, o que está achando da festa?

– Até que está legal, mesmo eu não conhecendo ninguém, intimamente, além da Becky, do Finn e você. E, aparentemente, a Becky não vai voltar tão cedo. – Olhei na direção que ela apontava com a cabeça e vi Becky conversando com minha irmã e com Dylan. 

– Faço companhia para você. – dei um sorriso. 

– Seth! – outra vez, Lize apareceu, não sei de onde, chamando por mim. – Hora das fotos, preciso de você! – olhei entediado para minha irmã e Bayley riu da minha cara. 

– Vai lá, Seth. Eu espero. – ela falou, ainda rindo. 

– Tudo bem. Volto logo. – saí junto com Lize e logo Alice apareceu ali também. Jeff começou a tirar as fotos e eu, claro, evitava ao máximo ficar perto do meu odiado "cunhado".

 

(...)

 

Dylan POV

 

 

Quando cheguei ao local do casamento, Alice e Dean estavam no momento de dizer "sim". Confesso que tive vontade de interromper aquele momento e também, por um segundo, desejei que ela disse "não" a ele. Mas no fim, eu já sabia que ela não iria fazer isso e eu também não fiz nada. 

Eles se beijaram e parte dos convidados se levantaram para parabenizá-los. A outra parte, seguiu para o salão, onde começava a festa e eu os segui. 

Não conhecia ninguém ali, então apenas fiquei sentado em um dos bancos do bar, olhando em volta com a maior cara de paisagem. 

Não sabia direito o que eu ainda fazia ali. Meu objetivo, era desculpar-me com Alice e lhe desejar felicidade. Talvez isso me ajudasse a superar mais facilmente, porém eu ainda não havia tomado iniciativa – e muito menos coragem – de me levantar e ir até ela. 

Os minutos passavam e ela sempre estava rodeada de alguém e, quando não, estava com o marido. Eu não iria chegar e falar de certas coisas na frente dele, pois, provavelmente, Alice não havia lhe contato sobre o que eu lhe dissera aquele dia no estacionamento. Ou pelo menos, era o que eu esperava. Não seria nada legal se ele resolvesse brigar comigo aqui, até porque ele era o lutador e estava cheios de amigos dele – também lutadores – ali. Então desconsiderei a ideia. 

Alice parecia nem sequer ter notado minha presença ali e quando resolvi ir embora, vi seu olhar sobre mim, enquanto Dean Ambrose ia a algum lugar com Roman Reigns e mais dois caras parecidos com esse último. 

Ela se aproximou e eu pedi desculpas, por ter dito aquelas coisas no estacionamento outro dia, e parabenizei-a. Ela agradeceu e disse que estava tudo bem. Logo em seguida, uma amiga dela, que se apresentou como Rebecca Quin, chegou. Alice teve que sair, pouco depois, deixando-me com sua amiga, após me convencer a ficar ali. 

Becky era um mulher que chamava bastante atenção; corpo atlético, sorriso bonito e cabelos longos, pintados de um laranja chamativo. Além de tudo, era uma pessoa bastante simpática e atenciosa. 

– Então... Gostei do cabelo, Becky. – falei, afim de puxar algum assunto. 

– Valeu. – ela se virou para pedir uma bebida para o barman. – Desculpe falar, mas você parece estar bem cansado... 

– É, eu fiz plantão no hospital de ontem para hoje. Não dormi ainda. 

–Isso é ruim. – concordei e ela riu. – Se você concorda com isso, por que ainda faz plantão?

– Eu troquei de horário com um colega. A esposa dele está com uma gravidez de risco e ele não queria deixá-la sozinha à noite. Mês que vem, voltamos aos nossos horários normais. – dei de ombros. 

– Isso é legal de sua parte. – ela sorriu. – Mas isso não te atrapalha?

– Não atrapalha muito. Não tenho família aqui, todos estão em North Carolina. Então nada para me preocupar. 

– Entendo. – falou com seu sotaque carregado. 

– Você é da Irlanda, certo?

– Sim, de Dublin. – bebeu de seu drink. 

– Por que decidiu virar wrestler?

– Sempre fui fã. – ela deu de ombros sorrindo, como se lembrasse da algo. – Eu assistia quando pequena e quando soube que o Devitt – apontou com a cabeça para um cara de cabelos curtos, que conversava com um casal um pouco distante dali. – e mais um amigo, Paul Tracey, iriam abrir uma escola de Wrestling, meu irmão e eu passamos a treinar. 

– Nunca pensou em fazer outra coisa? – questionei curioso. Ela bebeu outro drink antes de responder. 

– Houve um tempo que eu estudei filosofia, histórias e política, e até mesmo treinei basquete, mas isso não era para mim. Então apenas me concentrei na minha carteira como wrestler. – contou e eu assenti. – Mas e você? Por que decidiu ser médico? 

– Já é de família amar essa profissão. Meu avô foi médico e minha mãe e irmão são. – falei sorrindo e ela fez o mesmo. 

Continuamos conversando e percebi que ela era uma ótima companhia. Era extrovertida e sempre estava com um sorriso lindo no rosto. 

As horas passaram rapidamente e a festa já estava quase no fim. A maioria dos convidados já tinham ido e então caminhamos para a saída também. 

– Você está de carro? – perguntei e ela riu de leve. 

– Não, eu nem moro aqui em Stanford. Estou "hospedada" no apartamento da Lize, já que ela não me deixou ficar em um hotel. – ela falou sorridente. Se eu não estivesse com ela, praticamente, o tempo todo, diria que ela só estava alegre, mas eu vi o quanto ela bebeu. Estava claramente bêbada. 

– Ótimo, posso te dar uma carona então. – oforeci. 

– Não precisa, posso esperar a Lize. Não quero incomodar você. Deve estar cansado. 

– Não incomoda. Eu moro no mesmo prédio que a Lize. 

– Sério? – ela sorriu, surpresa. – Mas eu disse à ela que a esperaria...

– Mande uma mensagem. Eu não insistiria tanto, mas você não me parece muito bem. – parei de andar e ela fez o mesmo. 

– Do que está falando?

– Da bebida e, aparentemente, de algo que está te deixando mal. Pude perceber isso enquanto conversávamos. – ela abaixou o olhar, com minhas palavras. – Você vem comigo? 

– Tudo bem. 

Entramos no meu Corolla, eu segui para o apartamento onde morava e ela mandou uma mensagem para Lize, avisando que eu a levei embora. 

– Quer conversar? – perguntei, interrompendo o silêncio que havia se instalado. 

– Sobre o quê? – se fez de desentendida. 

– Sobre o que está lhe deixando mal. 

– E quem disse que eu estou mal?

– Sou um bom observador. Olha, eu sei que não nos conhecemos e nem nada, mas talvez eu posso lhe ajudar... Você não me parece o tipo de garota que bebe atoa. 

– Eu não deveria sequer ter bebido. – ela suspirou. – Tem a ver com meu trabalho, não é nada que queira saber...

– Talvez eu queira. – parei no sinal vermelho e a encarei. – Me fale o que houve. 

– É besteira... – continuei a encarando e ela suspirou. – Lá na WWE, existe apenas um Título Feminino, o Divas Championship, para todas as mulheres competirem. Acontece que, às vezes, fazemos alianças para conseguir o que queremos. Mas, aparentemente, eu só fico ao lado das pessoas erradas. E quando elas se cansam de mim, metem um chute no meu traseiro. As únicas que ainda não fizeram isso foram a Lize e a Brie[1]. 

– É isso o que te deixa mal? – perguntei e dei partida no carro, quando o sinal ficou verde novamente. 

– Eu disse que era besteira...

– Não, não é. Eu só acho que você não deveria se preocupar com isso. – entrei no estacionamento interno do prédio. – Sei que te conheci hoje, mas de cara te achei uma pessoa incrível. Talvez não seja você a perder uma amizade. São elas. Já pensou nisso? – desliguei o carro e me virei para ela. 

– Você não é a primeira pessoa a me dizer isso, mas... É meio inevitável. Toda vez que sou traída, fico pensando se eu fiz algo de errado, se eu sou a culpada disso. Não gosto de decepcionar as pessoas, isso me faz mal. Não fico bem comigo mesma. 

– Isso já mostra que você é uma garota de ouro e, claramente, o problema não é você. – falei e ela sorriu de lado. 

– Valeu, Dylan. Acho que, realmente, eu só precisava conversar com alguém. 

– Não é precioso me agradecer. – retribui o sorriso. – Vamos? – perguntei e ela concordou. 

Saímos do carro e caminhamos até o elevador. Quando chegamos ao andar desejado, saímos e caminhamos até o apartamento de Lize. 

– Bem, foi um perder conhecê-lo, Dylan. Desculpe ter o enchido com meus problemas. – ela riu e eu também. 

– Não se desculpe por isso, fico feliz por ter ajudado. E o prazer é todo meu. – lhe dei um beijo na bochecha e ela entrou no apartamento da amiga. 

Segui para o meu apartamento, que ficava no fim do corredor. Ao entrar, segui direto para o meu quarto, onde tirei a roupa e segui para o banheiro, tomar um rápido banho. Quando saí, vesti cueca e bermuda, coloquei o meu celular para carregar e me joguei, cansado, na cama. Ainda bem que essa noite, seria minha folga, então poderia dormir tranquilamente. 

Com a mente mais leve, dessa vez, rapidamente entreguei-me ao sono. 

 

(...)

 

Alice POV

 

Os convidados já estavam indo embora e Dean, que estava sem paciência de esperar todos de retirarem, me levou para sua – agora, nossa – casa, sem esperar ao menos, que eu trocasse de roupa. Lize ficaria uma fera conosco amanhã 

Infelizmente, não íamos conseguir viajar de lua de mel agora, por causa de nossos trabalhos. Amanhã à tarde iríamos viajar para Cincinnati, Ohaio, o lugar onde ele nascera, pois ele queria que eu conhecesse suas "raízes" e porque teríamos trabalho ali. À noite de domingo, eu teria que tirar as fotos do jogo que Futebol Americano, onde New England Patriots jogaria contra Cincinnati Bengals e o Raw da semana seria na cidade também. Dean estaria vendo o jogo na arquibancada, assim como eu estaria vendo o Monday Night Raw nos backstage. 

Assim que chegamos em casa, subimos para o segundo andar, onde ficava nosso quarto. 

– Hey, espera! – Dean me segurou, antes que eu entrasse no quarto. 

– Que foi? – o olhei confusa, mas ele não respondeu, apenas me pegou no colo e me encarou, em seguida. 

– Esquerda ou direita?

– O quê? – eu ainda estava confusa. 

– Tem que entrar primeiro com o pé esquerdo ou o direito? – perguntou calmo. 

– Você está de brincadeira, né? – falei rindo e ele deu aquele sorriso lindo que eu amava. – Eu acho que é o direito. 

– Direito então. – ele entrou com o pé direito primeiro e me carregou até a cama, enquanto eu ria. Ele começou a atacar meus lábios de maneira urgente. 

– Espera, Dean! – foi minha vez de interromper e ele me olhou. – Me ajuda a tirar esse bolo de vestido primeiro! – ele riu da maneira que eu falei do vestido. Me levantei e virei de costas. Ele abriu o zíper que ia até a cintura, enquanto seus dedos deslizavam por minhas costas, causando-me arrepios. Deixei o decido branco deslizar até meus pés e depois o recolhi, jogando-o no sofá. 

Me virei para Dean novamente e ele me encarava malicioso, já que eu estava apenas de lingerie branca, uma liga na coxa direita e os saltos. 

Sentei na cama e tirei os saltos, enquanto Dean retirava o paletó. Levantei-me e aproximei-me dele. Logo comecei a afrouxar sua gravata e ele a abrir os botões da camiseta e retirar os sapatos. 

Depois disso, ele voltou a me beijar. Voltamos para a cama, onde ele se posicionou em cima de mim. Seus beijos, tornaram-se chupões no pescoço, enquanto eu abria o cós de sua calça. 

Ele deslizou as mãos por minhas costas, logo encontrando o fecho de meu sutiã. Ele se livrou do mesmo e me ajudou a me livrar de sua calça. Fiquei mais excitada do que já estava, quando vi sua ereção, mesmo por dentro de sua cueca. 

Dean começou a mordiscar meus seios, arrancando gemidos de meus lábios, enquanto eu o puxava mais para mim, passando meus dedos por seus cabelos loiros. 

– Dean... Preciso de você... Dentro de mim... Agora... – falei entre gemidos. Ele sorriu malicioso e retirou a liga de minha coxa, com os dentes, fazendo-me ficar arrepiada novamente. Em seguida, retirou sua cueca e puxou minha calcinha com as mãos, rasgando-a e jogando-a longe. 

– Dean! – eu reclamei, apesar de não ter ligado. Muito pelo contrário. 

– Agora sou eu quem precisa estar dentro de você, baby. – falou antes de colocar minhas pernas sobre seus ombros e me penetrar de uma vez. 

Começou a fazer movimentos rápidos e urgentes, deixando me louca de prazer. Nossos gemidos saíam de maneira incontrolável. Nossos corpos suados, se uniam cada vez mais e eu já estava quase chegando no meu limite, quando Dean simplesmente parou o que fazia. 

– Por que... Diabos... Você parou? – questionei indignada, com a respiração descompassada. 

– Ainda é... Muito cedo. – ele riu. Revirei os olhos irritada e o empurrei para o lado, subindo em cima de seu corpo, na sequência. 

– Minha vez, então. – comecei a cavalgar em cima de seu membro e ele me ajuda, incentivando o meu corpo, puxando minha cintura para cima e para baixo. Ele apertava minhas nádegas, enquanto eu arranhava seu peitoral e jogava minha cabeça para trás, devido ao imenso prazer que sentia.

Não demorou muito para que nós dois chegássemos ao nosso ápice e eu tombasse meu corpo ao seu lado. Ele me puxou para seus braços e beijou meus lábios, dessa vez com calma e ternura. 

– Eu te amo, senhor Good. – falei com um sorriso nos lábios. 

– Também te amo, senhora Good. 


Notas Finais


[1] Lembrando que na fanfic não houve Team PCB, Team B.A.D e Team Bella.

Gostaram?? ^-^
Alguém esperava que fosse a Bayley?
O que acharam do capítulo?
Gostaram do hentai? Eu acabei de fazê-lo e nem consegui revisar, então desculpem-me se não ficou do jeito que queriam…
Mas hentai sempre tem, neh?? Hehe

*A fanfic abaixo não é minha, mas eu gostaria de divulgá-la, porque eu adoro ela! Então, quem puder, dê uma olhada, okay?*
- Crazy Shield Girl: http://crazyshieldgirl.blogspot.com.br

Por favor, deixem suas opiniões! Eles contam muito para a autora!

So long! ;*******


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