História Believe in yourself - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Believe, Drama, Romance
Exibições 9
Palavras 980
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais um capitulo. espero que gostem

Capítulo 2 - Ela se foi


Fanfic / Fanfiction Believe in yourself - Capítulo 2 - Ela se foi

Dou uma passada no quarto de Liss como tinha prometido, mas ela já esta dormindo. Deixo uma carta com algumas informações importante (porque sei que mamãe já se esqueceu de tudo e Liss é uma menina organizada, vai saber o que fazer caso aconteça algo errado), junto com seu doce favorito em cima de sua cama, pouso um beijo na sua testa e saio do quarto. Desço as escadas e encontro mamãe e Nate conversando, ela sorri e começa a chorar. 
- Ai Senhor! Mãe, nem começa vai – digo revirando os olhos, Nate pega as malas e leva para o carro. 
- Para de ser chata menina – ela diz me dando uma abraço
- Nossa, ate parece que eu estou indo de encontro a morte certa. Que exagero mãe, se controla mulher. – digo sorrindo pra ela. 
- Tudo bem – ela diz enquanto seca o rosto com as mãos – esta tudo ai? Tudo pronto? Não esta esquecendo nada? Escova de dentes? Chinelo? Remédios? 
- Mãe, já conferi tudo mais de vinte vezes, relaxa, esta tudo aqui. Agora, respira e inspira – digo rindo do modo como ela esta reagindo a situação. Ela bate no me braço enquanto me chama de palhaça.
- Então vão logo, não vai perder o voo – ela diz voltando a chorar. Eu reviro os olhos 
- Se acalma mulher, quando eu estiver para embarcar te mando mensagem e assim que chegar la te aviso também. – ela balança a cabeça positivamente, incapaz de dizer qualquer coisa. – vamos Nate – digo enquanto me liberto dos braços da minha mãe. – Te amo mãe. E não se preocupa, vou ficar bem. - Digo enquanto caminho em direção a porta da garagem.
- Também te amo filha – ela diz enquanto ainda chora. 
Entramos no carro e vamos em direção ao aeroporto. 

Chegamos la com duas horas de antecedência, é terça feira de madrugada e o aeroporto esta quase vazio, despacho as malas e decidimos comer algo. Vamos ate o Starbucks, eu me sento tremendo de frio enquanto Nate faz o pedido, logo ele se junta a mim. Ele me encara com uma ar de divertimento. 
- Que foi? Coloquei a camisa do avesso de novo? – pergunto tentando checar se estava tudo em ordem. Ele ri.
- Você está ótima e sua camisa não esta do avesso – ele faz uma pequena pausa – tenho algo pra você. 
Ele tira a jaqueta de couro que esta usando.
- Nossa, não acredito que vai me dar sua jaqueta favorita – digo dando risada
- Não exatamante – ele diz sorrindo, se levanta e coloca a jaqueta sobre meus ombros – porque vocês mulheres nunca usam blusa de frio? 
- É pra ver se o cara se toca e nos empresta a dele. – digo dando uma piscadela. Ele ri. 
- Vou querer devolta 
- Sonha – digo sorrindo para ele. – Então, o que você tem pra mim? 
A atendente chega com o pedido, chocochip Venti, croissant de frango e um copo de aguá para mim, Cappuccino e um pão de queijo para Nate, pergunta se precisamos de algo mais, agradecemos e ela volta para o balcão. 
Nate tira uma pequena caixa de veludo vermelho do bolso. 
- É só um presente, pra você se lembrar de mim. – ele diz e me entrega a caixa.
- Você realmente acha que eu vou precisa de algo para lembra de você? – pergunto sorrindo, ele apenas me olha - Você é extremamente bobo – digo colocando a caixa encima da mesa. 
- Não vai abrir? 
- Não
- Relaxa, não é uma anel de noivado – ele brinca
- Poxa vida, como não? – digo fazendo beicinho. Ele ri – tudo bem.
Abro a pequena caixa e encontro dentro dela uma delicada pulseira de ouro com pequenas pedras azuis. 
- Lápis Lazúli – ele diz enquanto me encara, esperando uma reação. 
- Uau. É a coisa mais linda que já vi – digo 
- Posso? – ele pergunta, eu entrego a pulseira para ele e estendo o braço esquerdo, ele a coloca e segura minha mão. – pronto. – diz sorrindo – combina perfeitamente contigo pequena. 
- obrigado Nate, não precisava de presente pra lembrar de você, mas sendo uma coisa tao linda assim eu aceito. – digo sorrindo, ele ri. 
- Vamos comer pequena. 

As próximas duas horas passam voando, conversamos sobre coisas aleatórias tentando evitar o inevitável ate que ouvimos a chamada para o meu voo. 
- Então, acho que é isso né – ele me olha, esta mais tranquilo, ate mesmo alegre posso dizer. 
- Uau, pela sua cara parece ate feliz com a minha partida – brinco com ele
- Nem em um milhão de anos estaria – ele diz e me puxa para um abraço. Me deixo ficar ali por alguns minutos, segura nos braços dele, sentido sua colonia, o calor do seu corpo, me sinto triste, meus olhos começam a se encher de lagrimas e eu não as impeço de cair, ele limpa o meu rosto – Me liga quando pousar, vou te visitar semana que vem – ele diz enquanto segura meu rosto, eu murmuro um ok, ele continua fitando meus olhos – Te amo pequena – ele pousa um beijo na minha testa
- Também te amo estranho – digo e dou um ultimo abraço nele, um abraço tao apertado que quase sinto nossas almas se fundirem. Contrariando cada celula do meu corpo me obrigo a pegar a mala de mão e andar ate a fila de embarque. Dou uma ultima olhada para Nate que sorri para mim, sopro um beijo para ele, entrego a passagem na mão da funcionaria que me devolve logo em seguida me desejando um bom voo e sigo em frente, não olho para trás porque sei que se fizer tal coisa irei desistir de embarcar. Acho minha poltrona no avião e me sento, ainda sinto o cheiro da colonia dele e me lembro que não devolvi sua jaqueta de couro, sorrio ao imaginar a reação dele a sair do aeroporto nessa noite gelada. 




 


Notas Finais


Pergunta... voces querem descriçao dos personagens? deixem nos comentarios se voces querer que eu faço no proximo capitulo.


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