História Bella - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya, Violette
Visualizações 7
Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Encontro


Fanfic / Fanfiction Bella - Capítulo 2 - Encontro

Tantos lugares para ir e eu decidi ir para lá. Poderia estar indo até para a biblioteca, com certeza o Lysandre ia me ajudar. Ele sempre foi tão gentil comigo. Mas escolhi ir lá.

No caminho para a Floresta das Fadas, lembrei que a magia do reino estava sumindo, e não só a mágica as criaturas mágicas também, assim não ia demorar muito para tudo sumir. nosso rei Francis preocupado com uma guerra iminente tentou procurar aliados para o nosso reino (Angeluz), e conseguiu achar, o rei Henri do reino Kantica, onde possuí muitos soldados. Eles fizeram um acordo para unir os dois reinos, mas com um acordo o príncipe Nathaniel de Angeluz e a princesa Melody de Kantica deverão se casar daqui a três meses. Essa notícia estava sendo transmitida ao vivo na televisão antes dos meus irmãos brigarem.

Os reis só tinham conversado entre si, então ficaram sabendo disso hoje os dois reinos e seus filhos. Pela cara da rainha Clarice de Angeluz, ela não estava contente com essa informação. Ela sempre apoiou a ideia de amor verdadeiro. Tanto que quando a rainha Adélaide faleceu deixando o rei Francis viúvo ela foi a única a mostrar gostar verdadeiramente do rei, pois todas as outras princesas da época estavam interessadas no poder.

                             *****

Então quando cheguei na floresta com aparência horripilante que ficou depois que as fadas sumiram misteriosamente. Muitos tinha medo da floresta alegando que ela era amaldiçoada. Eu não tinha medo, pois quando eu entrava lá via a floresta que um dia foi e tinha esperança que ia voltar ao normal. Por isso eu também acreditava que eu ia ter meus poderes um dia.

Fui me aprofundando ainda mais na floresta até chegar onde eu queria. No balanço que eu montei no meio da floresta com flores, cordas e madeiras soltas que achei por lá.
Fui até lá e achei o meu livro de capa azul, que ganhei da minha mãe biológica, eu acho, pois segundo minha mãe adotiva estava comigo quando fui deixada em sua porta.
O livro era de vários contos de fadas, mas não esses como branca de neve e cinderela, era contos falando de criaturas mágicas: fadas, gnomos, dríades, poderes de reis, soldados e falando de criaturas que existiram antigamente. 
Segurei o livro e deitei na grama. Olhei para o céu entre as folhas das árvores que lutavam para não cair sem mágica. Elas não desistem tão fácil, olho para suas folhas e desejo ser forte como elas.
Fecho meus olhos para sentir melhor o vento com pólen das fadas pelo meu rosto, o cheiro de várias espécies de plantas e a melodia dos pássaros e outras criaturas mágicas. Até que sinto uma presença. Abro meus olhos e sento rapidamente batendo a cabeça em algo.
Passo a mão onde bateu. Olho para cima para ver o que me acertou ou o que eu acertei. Me dei de cara com um rapaz loiro, de olhos dourados, pele branca, vestido com uma blusa azul. Sua mão estava na cabeça. Olhei melhor para ele eu conheço ele de algum lugar...
Ah! É o príncipe! Levanto rápido para dar desculpas para ele. Mas como toda vez que levanto rápido me deu uma tontura que eu quase caí.
- Tudo bem com a senhorita? - o príncipe Nathaniel me pergunta me segurando pela cintura.
Eu fico vermelha no ato, mas eu me recomponho.
- Não eu estou bem, mas e vossa alteza, meio que antes disso eu te dei uma cabeçada. - falo sorrindo pensando em como seria engraçado ter visto essa cena. Uma camponesa qualquer dando uma cabeçada em um príncipe.
- Não eu estou bem. - ele responde.
Depois disso veio um minuto de silêncio, daí me pergunto, o que ele está fazendo aqui. 
- O que vossa majestade faz aqui? - pergunto pois sou muito curiosa.
- Queria ir para um lugar onde não tinha ninguém para pensar um pouco. - ele fala olhando para mim, sem nenhuma demonstração de sentimento. Olho para seus olhos e percebo que ele está confuso.
- O que você quer fazer em um lugar vazio? - pergunto ainda curiosa.
Ele fica quieto depois olha para meus olhos.
- O que a senhorita faz aqui? - ele pergunta, desviando de minha pergunta.
Quando ele faz essa pergunta percebo que ele não vai me falar o porquê de ter vindo aqui.
- Eu venho aqui toda vez em que preciso ficar sozinha e para pensar um pouco. - falo tentando não falar de mais.
Ele olha para mim, reflexivo.
- Pensar em quê? - ele pergunta novamente.
Como eu ainda estava nervosa e minha cabeça decidiu doer minha resposta foi meio grossa.
- Por que isso ia lhe interessar? - pergunto.
Ele fica quieto, daí percebo que fui grossa com o príncipe.
- Eu vim aqui refletir sobre o meu casamento inesperado. - ele fala me olhando com sinceridade.
Olho para ele e me pergunto "Por que será que ele veio refletir sobre isso?". Mas a pergunta que saiu da minha boca foi outra.
- Você não quer se casar com a princesa Melody? - pergunto.
Ele fica quieto e olha para mim tão profundamente que fico vermelha.
- Em toda minha infância minha mãe, a rainha Clarice, me contou histórias de amor verdadeiro. Eu ainda não conheço Melody, mas tenho medo de não gostar dela e ter que ser forçado a casar com alguém que nunca poderei amar. Ou as consequências que poderão acontecer se ela não gostar de mim. - ele coloca tudo para fora. Quando ele fala isso eu percebo que ele precisa de ajuda, de um conselho. E eu sei bem de como o precisar de um amigo nessas horas.
Ele se senta no balanço colocando a cabeça entre as mãos e com o cotovelo nos joelhos. Sento ao seu lado e coloco minha mão em sua cabeça. Com uma coragem que veio do além.
- Se você ficar pensando no pior vai espantar toda a esperança. Não precisa temer algo que ainda não aconteceu. Eu sei que você tem o peso de uma nação em suas costas. Mas você deve mostrar esperança para um reino que está caindo, pois se o príncipe não tem esperança quem vai ter. 
"Eu sempre fui zoada por causa do meu cabelo rosa e por não ter nada de mágico. Mas ainda tenho esperança que um dia vou ganhar um poder, algo em que me orgulhar, onde minha família vai se orgulhar. E posso te dizer que este dia pode estar longe, nas eu acredito que ele vai chegar." - não sei o porquê, mas queria falar tudo para ele. Como se algo me dissesse que eu poderia confiar nele.
Ele me olha com um olhar fascinado, agradecido e percebo que ele estava mais leve.
Ele pegou minha mão e deu um beijo, fiquei vermelha.
- Muito obrigado! - ela deu um sorriso bem grande, de alívio.
- Eu não fiz nada, alteza! - falo fazendo cara de pouco caso.
- Fez sim. E pode me chamar de Nathaniel se quiser. - ele fala.
- Claro, alt... Nathaniel... - falo sentindo minhas bochechas esquentando.
Ele acena para mim com um sorriso e vai embora com seu cavalo branco.
Fiquei ali no balanço por mais um tempinho, pensando. Mas o que não saiu da minha cabeça foi a sensação dos lábios de Nathaniel em minha mão.



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