História Bella - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya, Violette
Visualizações 11
Palavras 1.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Biblioteca


Fanfic / Fanfiction Bella - Capítulo 4 - Biblioteca

Quando cheguei em casa com o meu vaso de Amor-Perfeito meu pai e meu irmão começaram a perguntar um monte de coisas. Como por exemplo: "Foi seu namorado que te deu isso?", "Quem é ele?", "Desde quando vocês se conhecem?" E meu irmão foi um pouco longe falando:
- Posso congelar ele? 
Eu respirei fundo depois que eles acabaram de fazer as perguntas.
- Eu já falei que não tenho namorado, o Jade me deu as flores em agradecimento em eu ter lhe ajudado. E mesmo que tivesse um namorado eu não deixaria você congelar ele! - acabo de falar olhando com um olhar raivoso para Max. - Mas alguma pergunta? - pergunto e vem um silêncio. 
- Você namora o Jade? - Max pergunta com uma cara de quem está tirando sarro.
- Não, ele é meu amigo. Eu conheço ele desde pequena. Ele é como um irmão. - eu falo tentando manter a calma e não esmurrar a cara dele.
Depois disso veio um silêncio constrangedor. Então minha mãe entra na sala de jantar trazendo uma panela. Quando ela vê a sala em silêncio fica espantada.
- O que aconteceu? - ela pergunta incrédula.
- Nada, mãe! Todo mundo está achando que a Bel tem um namorado! - Lauren fala calmamente indo até a cozinha para ajudar mamãe trazer o almoço. 
Eu fui logo atrás. Quando cheguei na cozinha peguei uma travessa com a salada, e me aproximo de Lauren que está levando uma panela com frango.
- Lauren você pode dar uma passadinha lá no meu quarto hoje? - pergunto.
- Claro! - ela fala sorrindo e dando uma piscadela.
O almoço foi o mesmo de sempre. Max enchendo meu saco com acompanhamento de gritos de insatisfação e comida voando de um lado para o outro.
Minha mãe tenta não dar outro castigo para Max, mas parece impossível. Ele tinha acabado de congelar o suco da minha irmã quando ela estava bebendo. Suas mãos começam a queimar de nervoso e ela explode o copo. Meu pai tenta congelar os cacos no tempo, conseguiu. Minha mãe os pegou dando outro castigo para Max.
Quando o desastre do almoço acabou fui para meu quarto terminar de ler o livro que eu peguei uma semana atrás. Eu devo levar ainda hoje. Mas como Lysandre é esquecido ele nem se lembra que eu peguei o livro, com toda certeza. Sorte que ele tem um elfo muito esperto para ajudar ele.
O livro que eu havia pegado era um clássico, "A Bela e a Fera". Como eu já estava bem no fim só demorei meia hora para acabar o livro. Como acabei rápido fui ajudar minha mãe com as tarefas domésticas. 
Ao varrer o corredor dos quartos ouvi uma música de rock absurdamente alta saindo pela porta do meu irmão. Toda vez que ele fica de castigo acontece isso.
Ainda eram 15:00h quando terminei tudo. Dava tempo de ficar na biblioteca procurando vários temas de livros.
- Mãe, posso ir na biblioteca? - pergunto para ela.
- Claro, querida. Mas pegue um livro de receitas mágicas para mim. Estou querendo fazer um bolo de chocolate dos deuses. - ela fala tentando ajeitar o meu cabelo frisado. Quando acabei de almoçar eu tinha soltado ele.
- Com toda certeza! - falo sorrindo para ela.
Pego um chapéu no meu quarto para disfarça a bagunça que estava meu cabelo. 
Dessa vez pego uma bolha mágica para ir na biblioteca. Chegando lá, Lysandre estava em uma prateleira checando os livros com o elfo ao seu lado com uma lista. Me aproximo deles.
- Oi! - falo dando um aceno alegre.
- Olá, Bel. - Lys fala dando um sorriso.
- Vim devolver o livro. - estendo o livro para ele.
- Oh! Sabia que estava faltando um livro na seção Contos de Fadas. Só não me recordava qual. - ele fala pegando o livro.
- Então... tem algo para me recomendar hoje? - pergunto. 
- Hoje acabou de chegar uma entrega de livros e entre eles veio os clássicos de Shakespeare. Dê uma olhada. Você já sabe onde fica. - ele fala e dá uma piscada.
Subo as escadas para chegar na seção de clássicos. Quando chego lá vejo a mesa, onde sempre está lotada. Mas hoje só tinha uma pessoa. Parecia que eu a conhecia, me aproximei e vi que era Nathaniel.
Fica boquiaberta e a imagem de ele me beijando no sonho vem em minha cabeça e começo a corar. Ele levanta o olhar do livro que estava lendo e me vê. Ele dá um aceno alegre e faz um sinal para me aproximar.Me sentei ao seu lado.
- Olá. - falo sorrindo.
- Oi! - ele fala entusiasmado. -  Se bem me recordo você não falou o seu nome na primeiro vez que nos encontramos. - ele fala dando um olhar curioso.
- Ah! Meu nome é Bella. - falo sorrindo.
- Um lindo nome! - ele fala. E isso foi o bastante para eu sentir minhas bochechas ficarem vermelhas.
- O que você está lendo? - pergunto tentando parecer natural, e dando um tempo para minhas bochechas.
- Estou lendo "Um Sonho de uma Noite de Verão". - ele fala me mostrando o livro.
- Já li esse! É muito bom! Para mim é a segunda obra mais bonita de Shakespeare. - falo olhando para o livro.
- Qual é a primeira? - ele pergunta.
- Claro que é Romeu e Julieta. - falo olhando para ele com um ar de óbvio.
- Não me admira, quase todas as meninas gostam desse. - ele fala com um sorriso irônico. 
Eu dou um tapa em seu braço.
- Você sua alteza me respeite, pois sou uma dama que sonha com amor verdadeiro e sacrifícios românticos. - falo fazendo um ar dramático.
Nós dois caímos na risada.
- É. Pelo que eu saiba você é muito diferente das outras garotas. - ele fala tentando parar de rir.
- Em questão da cor do cabelo ou de eu não ter poderes. - falo enxugando uma lágrima de riso.
- Nenhum dos dois. Você é diferente. Pois todo mundo me trata como um príncipe e quando veem que estou magoado me deixam só. Você não faz isso. - ele fala olhando fundo nos meus olhos.
- Ninguém deve ficar sozinho quando está triste. - falo segurando a tentação de por as mãos em seus cabelos. - Além de Shakespeare, vossa alteza tem outra preferência? - pergunto fazendo voz de um entrevistador.
- Gosto de romances policiais são meus favoritos! - ele fala com um brilho no olhar. - E você? 
- Não gosto de um típico específico, gosto de todos, pois cada um ensina algo diferente. - falo olhando para os livros ao nosso redor.
- Impressionante. - ele fala olhando para mim.
Olhei para seus lábios que a vista pareciam tão macios. A vontade de toca-los era enorme. Me segurei e lembrei que basicamente ele é um homem comprometido, ainda não mas já está tudo arranjado.
- E a questão de seu casamento? - eu pergunto ao lembrar do assunto.
- Por causa do seu conselho estou aceitando melhor e pensando positivo. Tipo, talvez ela possa me amar e eu amar a ela, termos um casamento feliz. - ele fala isso com um sorriso, mas percebo em seu olhar que ainda está confuso.
- Parece que ainda tem um problema. - falo com seriedade.
- Tenho medo de me apaixonar por outra pessoa. - ele fala olhando para baixo.
Coloco minha mão sobre a sua que estava segurando o livro.
- Não precisa ter esse medo tão bobo. É bom se apaixonar não era você a pessoa que acreditava em amor verdadeiro. - falo olhando para ele com ternura.
Ele me olha de volta, com um sorriso nos lábios e segurança nos olhos.
- Você é uma amiga incrível! - então fui elevada a amiga de um príncipe. Isso é inacreditável.
Ele segura minha mão também. Ouvi as badaladas das 16:00h. Ele bate com a outra mão na testa.
- Estou atrasado. - ele se levanta daí percebe que ainda estamos de mãos dadas.
Minhas faces ficam rubras na hora. Ele aproxima minha mão de seus lábios com delicadeza e a beija.
- Tomara que nos vejamos novamente. - ele fala indo em direção as escadas.
- Não vejo a hora! - falo antes de ele sumir escada abaixo.



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