História Bells of Notre-Dame - Capítulo 5


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Palavras 2.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Musical (Songfic), Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente! Estou de volta! Este capítulo ficou curto, mas não faria sentido estendê-lo muito, já que é uma finalização do anterior. Tomara que gostem! E o próximo vai trazer tretaaa!

Capítulo 5 - O Festival dos Tolos - parte dois


Fanfic / Fanfiction Bells of Notre-Dame - Capítulo 5 - O Festival dos Tolos - parte dois

Aaron se desvencilhou da multidão, indo na direção da Catedral, a pequena margarida branca segura em suas mãos que a retinham com firmeza e delicadeza, enquanto os olhos se deleitavam na alvura das pérolas e ouro do miolo... E no verde da haste, quase tão puro quanto o olhar da adorável cigana. Ah, por que ela fizera aquilo? Ele ainda sentia o calor das mãos pequeninas, nos breves instantes em que as tocara... Revivia o tremor que o percorrera ao encarar o oceano profundo dos olhos verdes... Sentia o delicado cheiro de jasmim dela... Ainda via seus lábios pintados de rubro entreabertos num leve arquejo, os ombros delicados subindo e descendo ao ritmo da respiração, envoltos na echarpe cor de arco-íris...

Afastou-se da multidão, procurou um lugar mais isolado... Finalmente, num esquina vazia, recostou-se à parede de uma casa e suspirou ao acariciar a flor: ah, santa Mãe de Deus... Estava apaixonado! Perdidamente apaixonado, por uma mulher que jamais seria sua. O que fazer, além de sentir a alegria pelo breve instante que ela lhe dera, e sofrer por saber que jamais seria correspondido realmente, por seu rosto horrível e “ofício” apavorante?

Parecia antes um adolescente apaixonado do que um homem cujos olhos já haviam visto tantos horrores, enquanto fitava a margarida, meditando sobre toda a beleza que havia na simplicidade daquela flor comum. Tão imerso em sensações estava, que sequer percebeu a aproximação de um vulto; foi só quando a voz ríspida soou que ele, de repente, saiu de seu transe:

- Olá, Quasímodo. – o coração do moço deu um salto e acelerou descompassadamente ao reconhecer a voz de seu padrinho. Virando-se lentamente, encarou o juiz numa tentativa de não parecer um menino pego em uma arte.

- Mestre. – saudou, um tom de naturalidade forçado à própria voz – teve um bom dia?

- infelizmente não, meu caro, mas você parece estar tendo um dia... Proveitoso.

O mascarado baixou o rosto e cerrou o maxilar antes de se explicar:

- Sair às ruas não é errado, mestre.

- E o que me diz de atraiçoar aquele que o criou como a um filho? E quanto a desobedecer minhas ordens?

- não sou obrigado a permanecer escondido, padrinho. – disse o mais jovem – sei que não devo ser visto nas ruas como uma pessoa comum, sem os paramentos de inquisidor, mas ninguém me reconheceria. Sou apenas mais um na multidão, hoje.

- Sim, de fato – concordou Frollo – apenas mais um bufão em trajes ridículos, entorpecido de álcool, afogando-se na gula, nos pecados... – e com tom malicioso na voz – na luxúria.

Aaron levou um susto: luxúria? Mas do que... Estaria seu tutor falando de Esmeralda? Mas que absurdos eram aqueles? Não era luxúria! Jamais fora! Ou teria sido?! Não, não! Não havia nada de luxúria em seus sentimentos pela cigana!

- Luxúria, senhor? Do que está falando?

- De sua pequena conversa com a cigana que dançou, hoje. – o juiz parecia mais frio e colérico do que jamais estivera – aquela bruxa que o enfeitiçou ainda outro dia, e retornou hoje para completar seu trabalho.

- Enfeitiçar-me? Nos falamos por menos de um minuto! – protestou o mascarado, sem conseguir tirar de sua mente o leve sorriso no rosto da jovem, ao presenteá-lo com a flor  – não estou enfeitiçado!

- Então por que ainda segura a flor que ela lhe deu? – somente nesse instante o organista percebeu ainda segurar a delicada flor entre os dedos. A expressão de espanto do jovem fez o ancião esboçar um esgar cruel em seus lábios – Perdido de amores, Quasímodo? – ele avançou e arrancou a margarida da mão do afilhado – Uma vida de correção, e vai deixar que uma vadia das ruas o desencaminhe?! Seja homem, Quasímodo!

Indignação e raiva despertaram no coração do moreno, que fitou duramente seu mentor. Por que ele não tinha o direito de ser feliz? Por que um simples ato de gentileza tinha de ser um feitiço?! Ele a protegera, e ela retribuíra com uma simples delicadea; pois que mal havia em uma simples flor?! Estava com raiva, farto de viver sob as ordens de Frollo, para o qual o mundo parecia antes ter sido criado por Satã do que pelo Senhor!

- Por que, para o senhor, tudo neste mundo é pecado e danação?! Sua própria vida é tão amarga que qualquer doçura na vida dos outros é um pecado?! Quem dita o que é pecado, afinal, Mestre? Deus ou o senhor? – suas palavras foram interrompidas pelo tapa de Claudius em seu rosto; ele podia ser idoso, mas tinha a mão dura, e o golpe não apenas arrancou a máscara de seu afilhado, como o anel do sacerdote abriu um corte raso em sua bochecha esquerda.

Perplexo, com o rosto ardendo, Aaron percebeu o que fizera, chocado: não apenas questionara seu padrinho, o presidente do tribunal eclesiástico – algo que poderia levar qualquer outro à forca - como questionara o próprio conceito de pecado, as ordens de Deus! Com um calafrio a percorrer sua espinha, percebeu que, de fato, estivera enfeitiçado: sempre fora um homem virtuoso, um artista que compreendia a própria condição de ser deformado e buscava servir a Deus do modo mais humilde e correto que podia... Desde que vira a cigana, porém, seus pensamentos se haviam desviado dos céus e passado à terra. Ele experimentara o desejo de ser “normal”, mesmo sabendo da impossibilidade de tal sonhos, quisera se misturar à turba desordeira e licenciosa... Tudo apenas para ver outra vez aquela cigana! Se Frollo já não houvesse arrancado a flor de suas mãos, ele a teria esmagado de raiva e frustração! Feiticeira maldita! Bruxa que o fizera voltar-se contra o homem que o criara, contra a Igreja que o acolhera, contra Jesus e sua sagrada Mãe! Víbora de olhos hipnóticos que ousara ir à própria casa do Senhor para tenta-lo e desviá-lo da virtude!

- Aquela feiticeira licenciosa... Dalila traiçoeira... – murmurou com ódio, lembrando-se do calafrio que o percorrera quando seus dedos se tocaram... Pensara ser amor, mas era apenas a reação de seu ser ao feitiço que ela lhe lançara!  A expressão do homem de rosto deformado satisfez o juiz: seu afilhado compreendia, enfim. Ótimo, pois precisaria da virtude e honra dele para conseguir livrar a si próprio das chamas que a bruxa cigana fizera acender! Ah, aquela prostituta sinuosa como uma serpente, com olhos tão atrevidos, com curvas tão tentadoras... Claudius tentava refrear os próprios pensamentos, castigava-se na própria mente, mas não conseguia esquecer o modo como ela dançara, tão intensa, tão atrevida... O modo como o encarara fixamente, lançando seu encanto de sereia...

Mas não podia continuar pensando na cigana, oras! Cada segundo pensando nela era um instante a mais no inferno, e um passo para longe do Paraíso! Estendendo a mão para seu protegido, o sacerdote declarou:

- Cometeu muitos pecados hoje, rapaz. – não podia confessar ao afilhado que ele próprio caíra em tentação, ou a fé do moço falharia. Ela não era muito forte, de fato...

- Perdoe-me, mestre! – implorou Aaron, caindo de joelhos, erguendo o rosto deformado para Frollo, que torceu os lábios com certo asco: não gostava de encarar a deformidade do afilhado, a qual piorara com o passar do tempo. Ainda assim, pousou a mão na cabeça de seu fiel seguidor e respondeu:

- Eu o perdoo, meu filho, mas é a Deus que precisa pedir perdão. Um filho da Igreja, que foi criado na própria casa do Senhor, é o último dentre os seres que poderia cair em tentação: deve se redimir por tantos pecados... Luxúria pela bruxa cigana, vaidade em andar pelas ruas como um folião, gula, inveja nutrida pela ida dos que nasceram sem marca... Creio que, em um único dia, você pecou mais do que em toda a sua vida anterior!

Aquelas palavras desesperaram o moço: ele, um pecador?! Ele, que sempre se fustigara à menor ideia de pecado, um libertino que quebrara as leis de Deus?! Não! Não! Como podia ter feito isso?! Ah, aquela maldita cigana! Frollo tinha razão: era uma filha do Demônio, talvez uma encarnação do mesmo, vinda para desvirtuá-lo e condenar sua alma para o Inferno! E pensar que caíra naquela rede, como se fosse um menino inocente conquistado por um doce! Acreditara naquele rosto bonito, naquele ar puro, mas não assumia o Diabo as mais diversas formas – até mesmo as mais belas e inocentes – para corromper os homens?! Com chamas de ódio no olhar, ele ergueu o rosto para o mestre:

- Irei atrás dela, senhor. Eu a trarei ao palácio da Justiça, e ela confessará seus crimes, todo eles!

Claudius sorriu internamente: seu caro afilhado, tão previsível! Ele soubera desde o primeiro instante que ele reagiria assim, ao perceber ter sido enfeitiçado pela bela Esmeralda... Aquela Salomé insinuante e dissimulada! Mas ela não perdia por esperar: Quasímodo era ótimo em seu ofício, e a mulher pagaria por sua ousadia de enfeitiçar dois homens da Igreja! E no final, quando houvesse confessado, ou teria de abraçar a Fé, ou queimaria, tanto na Terra quanto no Inferno!

- Faça-o, Aaron. Traga-a: com seu testemunho e acusação, poderemos iniciar um processo; faremos com que confesse e poremos fim a sua vida de vícios e pecados, seja pela misericórdia de Maria, ou pelo fogo purificador. De um modo ou de outro, ela o libertará deste feitiço. – o idoso franziu o cenho – mas não falhe. Ela tentará encantá-lo outra vez: não o permita.

- Por minha vida, prometo que não o farei, mestre!

- Ótimo, meu filho, ótimo... Agora, volte à Catedral, e vista trajes decentes. Quando a noite cair, poderá ir atrás da cigana. – Seu protegido se curvou humildemente e, puxando o capuz para esconder melhor o rosto, esgueirou-se na direção de Notre-Dame.

Enquanto via Quasímodo desaparecer pelas ruas, o ancião franziu o cenho: preocupava-se com o poder de sedução da feiticeira – se ele próprio via-se tomado pela tentação, o que não ocorreria a sua pupilo, tão mais fraco em sua fé? – e, por precaução, ele sabia que precisava alimentar o ódio do moço contra a bruxa. Precisava fazer com que ele visse o quão pérfida e matreira ela era, tinha de arrancar totalmente a máscara de bondade que ela vestia e mostra-la a Aaron!

Meditativo, começou a elaborar seu plano: precisaria contratar um bom ladino, que pudesse seguir Aaron sem se deixar ver... Uma pequena armadilha, uma emboscada na qual a cigana seria a isca. Pouco lhe importava que ela passasse mais um ou dois dias livre, conquanto isso significasse garantir a salvação de seu afilhado. Seria cruel, sim, mas necessário à retidão moral do jovem, a fim de evitar que outra vez ele caísse em amores por Esmeralda.

Imerso em seus planos, Frollo retornou à tribuna, mas já não prestava atenção ao festival, ocupado que estava com as ideias sobre a lição que daria a seu afilhado. Não havia nada melhor do que o ódio pelo pecado para manter na retidão a alma de um homem, e o padre estava determinado a garantir isso. Ah, cigana... Viera enfrentar o homem errado. Podia esperar, pois não tardaria o dia em que a pendurariam numa corda, ou lançariam à fogueira.

 

*

 

Aaron não despiu as vestes de folião: arrancou-as, rasgando-as com fúria, em enorme aversão por todo o que fizera, pelos pecados que cometera, pela própria tolice! Odiando a si mesmo, à cigana, à plebe licenciosa que quase o arrastara à perdição, ele se livrou dos trajes impuros do festival. Sem ter ali um chicote, pegou uma corda grossa e prostrou-se de joelhos, desferindo golpes contínuos contra as próprias costas, até que estas doíam demais para conseguir mover os ombros. Foi só neste momento, com a pele do torso esfolada pelo cabo áspero, que se levantou, pegou as vestes e foi até seu quarto, onde recuperou sob a cama o desenho da cigana.

Lágrimas de ódio queimaram seu rosto: ele a amara! Ele confiara na falsa bondade daquele olhar, na pureza fingida do rosto de menina, e se deixara envolver e enfeitiçar por aquela víbora que se aproveitara de sua boa-fé! Mas ele se vingaria! Arrastaria a cigana até os calabouços do Santo Ofício e faria uma acusação contra ela; seria a primeira vez em que teria prazer ao assistir a um interrogatório!

Enquanto queimava as veste e as roupas impuras, lágrimas escorriam por seu rosto: por que doía tanto aquela decepção? Devia sentir apenas raiva, indignação... Mas havia um sentimento maior: a sensação de ter sido traído, uma dor parecida com o estraçalhar-se de seu coração... Sentia vontade de chorar desesperadamente, e só conseguia pensar em como desejava de todo o coração jamais ter posto os olhos sobre a cigana. Sim, porque apesar de ela não ser mais do que uma feiticeira pérfida, Aaron sentia que a amava... Ah, certamente obra dos feitiços dela... Mas poderia um feitiço criar aquele sentimento? Aquela mágoa tão grande, por não ter sido mais do que trapaça e ilusão...

Raiva e tristeza se misturaram em seu peito e, depois de queimar os trajes e o desenho, o organista se encolheu em sua cama, vestindo apenas uma túnica, completamente quebrado. Sua dor era algo jamais experimentado: a de um coração partido. 

*

 

- Esmeralda, o que foi? – perguntou Miro, vendo o olhar perdido da amiga, enquanto se lavavam à beira do regato. Vestida apenas em camisa e anágua, ela se sentara na grama e fitava o nada, os cabelos molhados caindo em cachos grandes pelos ombros, o semblante contemplativo... Foi tirada de seu transe pela pergunta do amigo e, distraída, perguntou:

- O que disse?

- Perguntei o que houve – riu-se o jovem, vestindo a camisa sobre o corpo molhado. Ele e a amiga tinham o hábito de ir até aquele regato afastado dos muros (portanto livre das imundícies da cidade e das habitações circundantes), coisa que faiam sempre juntos, por não ser seguro ir só. Mas hoje, ter Esmeralda consigo ou não fazia pouca diferença, dada a distração da garota – está distraída como um cãozinho!

- Ah, perdoe-me... Não sei o que há comigo... – ela suspirou: nunca poderia dizê-lo a Miro, mas não conseguia parar de pensar naqueles olhos dourados, na doce surpresa estampada neles, quando oferecera a margarida À Sombra. Ou melhor, a Aaron. Aaron... Que belo nome! E que belos olhos, por mais ameaçadores que fossem! Seu coração acelerava ao pensar naquele olhar que parecia guardar as chamas de mil labaredas em si, e até sua respiração se descompassava! Como queria vê-lo de novo! Havia em si uma vontade irracional, perigosa, passível mesmo de causar sua morte e, ainda assim, ela não conseguia esquecê-lo, ou ignorar a vontade de revê-lo!

- Esmeralda, você ouviu alguma palavra do que eu falei? – insistiu o cigano, agora já preocupado. Ante o olhar surpreso dela, deu de ombros – ah, desisto! Você está impossível, hoje! Vamos embora, antes que alguma coisa nos aconteça.

- Perdoe-me, Miro – disse a jovem, envergando seu vestido verde, já gasto e remendado, mas ainda útil e gracioso em seu corpo – estou me sentindo tão estranha...

- Eu sei como se chama isso – o moço moreno cruzou os braços, sério – está apaixonada.

- O QUÊ?! – ela foi pega de surpresa, atônita mesmo... Apaixonada?! Como... Não! Não era possível! Ela não poderia estar apaixonada! Ainda mais por... Não! Não! Não, jamais! A simples ideia era inconcebível, a ela!

- Você está distraída, não comeu nada durante o festival, fica suspirando com o olhar perdido... E já faz algumas noites que a ouço gemer durante a noite, sendo que você nunca antes foi de sonhar ou ter pesadelos.

A cigana ficou tão vermelha que parecia uma maçã madura; a expressão confusa, indignada e surpresa dela teria feito o jovem rir, não fosse  preocupação:

- Quem é ele, Esmeralda?

- Ninguém – respondeu ela, mais do que depressa.

- Pode mentir para mim, mas Clopin vai perceber logo. – ele segurou o rosto da amiga com ambas as mãos – só estou preocupado com você, minha amiga. Preocupado que tal distração a exponha a pessoas mal intencionadas. E mais preocupado ainda em relação a quem pode ser o alvo deste seu amor: sabe que o mundo é perigoso para o nosso povo.

- Não precisa me lembrar disso, Miro! – protesto ela, abaixando o decote do vestido e mostrando a cicatriz que ficara em seu ombro, após uma pedrada levada de um transeunte, quando tinha doze anos – eu sei como somos vistos. E não sou uma menininha para se perder em paixonites.

- Certo... – o jovem não parecia nem um pouco convencido, mas não iria discutir com a amiga – vamos logo: hoje o jantar será ótimo!

A ideia de um jantar decente fez roncar o estômago da garota: ao fim do Festival dos Tolo, banqueteavam-se com tudo o que sobrara da folia, e haveria carnes, frutas, doces, bebida! Era muito raro conseguirem se alimentar tão bem assim! E a moça, como fazia sempre que a comida abundava, usaria um xale como bolsa para levar alimento aos que tinham menos sorte do que ela... Ah, Esmeralda! Um doce anjo que os céus haviam posto na vida do Pátio dos Milagres. Mas todos se preocupavam, pois o mundo era um lugar duro, que buscava destruir toda a beleza e pureza encontradas; haveria muitos dispostos a cortar sua lindas asas, mas tudo o que aqueles que a amavam podiam fazer era observar, protege-la como possível e, acima de tudo, torcer para que jamais alguém cruel pusesse seus olhos sobre aquela doce criatura!


Notas Finais


No próximo capítulo, as tretas estão garantidas! Espero que estejam gostando, flores do meu jardim!
Alguém imagina o que Frollo está tramando? Alguma ideia sobre como será o encontro entre Aaron e Esmeralda, e que armadilha o juiz terá preparado? E será que esta funcionará? Suspenseeeee!!!


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