História Belo desastre. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Banda Fly (Fly Br)
Personagens Caíque Gama, Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Visualizações 171
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antes de tudo, por favor, me perdoem
Eu sei que disse que ia postar ontem, mas realmente não deu tempo
Tive um pequeno bloqueio de criatividade e precisei repensar algumas coisas
Outra coisa, houve um problema com o nome do namorado da Mariana. Ele se chama Caio e não Pedro.
Enfim, é isso, cá estou e tem mais um capitulo ai procês
Esse é mais chatinho porém é essencial para o andamento da historia.
Espero que gostem.
LEIAM AS NOTAS FINAIS, É IMPORTANTE.
Boa leitura.

Capítulo 5 - Capítulo 5.


Fanfic / Fanfiction Belo desastre. - Capítulo 5 - Capítulo 5.

Mariana: Dá pra acreditar que já se passaram três meses?

Lizz: É. Acabamos mais um semestre.

Mariana: Ainda não acabou, mas já podemos nos considerar de férias. – fez uma comemoraçãozinha estranha. – Pra onde vamos esse ano?

Lizz: Eu queria ir pra praia.

Mariana: Praia é uma boa. – sorriu. – Podemos chamar o Paulo pra ir com a gente. Vocês estão bem próximos nesses últimos dias.

Lizz: Sempre fomos próximos. – franzi a sobrancelha.

Mariana: Lizz, ele não fica com mais ninguém. Qual foi a última vez que você viu o Paulo pegando uma menina?

Lizz: Ah sei lá, isso não quer dizer nada.

Mariana: Se você diz. – deu de ombros. – Podemos ir pro Guarujá. – disse empolgada. – O Caio tem uma casa lá.

Lizz: Ainda tem tempo pra ver isso. Preciso ir pra faculdade. Tenho uma prova depois do almoço.

Mariana: Já comeu?

Lizz: Não estou com fome.

Mariana: Você nunca está.

Lizz: Como alguma coisa quando eu chegar lá. – disse pegando minha bolsa em cima do sofá. – Vou passar na casa do Paulo ainda e não quero me atrasar.

Mariana: Pega a sua chave, vou com o Caio pro supermercado comprar umas coisas que ele precisa pra terminar de montar o projeto de arquitetura. – rolou os olhos. – Não sei como ele consegue.

Lizz: Não julgue o curso do coleguinha. – falei em forma de reprovação. – Gastronomia não é lá essas coisas.

Mariana: Você não fala isso quando eu cozinho pra você. Falsa! – jogou uma almofada em mim e eu ri.

Lizz: Tenho que ir. Te vejo depois. – mandei um beijo no ar e sai.

Desci de elevador até o estacionamento. Olhei para a BMW parada ali na minha frente e suspirei. Meu pai como sempre achava que os presentes iriam mudar alguma merda da nossa péssima relação, por isso, o carro. Eu sequer sabia dirigir direito. Caio sempre tentou me ajudar com isso, mas eu parecia uma velha tentando aprender.

Com o trânsito, eu demorei o dobro do tempo que eu levaria para chegar até o apartamento do Paulo. Fazia uns três dias que não nos falávamos, eu tentava ligar para o seu celular, mas ele não me atendia.

Precisava pegar um livro que havia ficado na sua casa em uma das noites que eu pedi ajuda para estudar e acabei dormindo por lá.

Quando cheguei, o porteiro me recebeu com um sorriso. Eu sempre estava por ali, ele nem precisava mais pedir autorização para que eu subisse, por isso, fui direto.

Peguei o elevador e subi até o último andar. A porta, estranhamente estava aberta, meio encostada, mas não trancada.

Entrei de fininho e o vi ali no sofá. Pelado. Com uma loira peituda em cima dele rebolando como se estivesse possuída por algum demônio muito louco.

Por um minuto desejei ficar cega.

Eles estavam mesmo transando.

Paulo: Lizz. – ele empurrou a menina de cima dele e tratou de se enrolar numa coberta qualquer. – O que você tá fazendo aqui?

Lizz: Me desculpa, eu só... Eu só queria... – eu estava perplexa, mal conseguia formar uma frase – Eu já tô indo. – me virei para sair, mas ele me segurou pelo braço.

Paulo: Espera, não vai embora. – me olhou nos olhos, desesperado para saber se estava tudo bem.

A loira estava sentada ali no sofá, com cara de poucos amigos e enrolada num edredom.

Lizz: Tenho que ir, Paulo. Eu só vim pegar meu livro e... Tenho que fazer uma prova daqui a pouco.

Paulo: Eu vou pegar o livro pra você.

Lizz: Não. É melhor eu pegar depois. – me soltei. – Tchau. – sai correndo.

Eu não estava acreditando que tinha visto mesmo aquilo. Quer dizer, eu sabia que o Paulo era o típico garoto popular medito a pegador. A maioria das meninas da faculdade tinha certo interesse nele, por ser bonito, por ser músico e como dizia a lenda, ser bom de cama.  

Éramos melhores amigos. Tínhamos um tipo de relacionamento diferente. Ele nunca me tratou igual trata as outras. Ele fala de sentimentos para mim, mesmo sabendo que morre de medo de sentir alguma coisa por alguém, por isso, simplesmente decidia não sentir nada.

Era estranho, vê-lo desse jeito. Me incomodava. Todos os órgãos do meu corpo protestavam, mesmo sem saber o por quê.

Sem perceber, cheguei no campus da faculdade. Já estava atrasada para entrar para a prova então corri até a minha sala e mesmo com a cabeça em outro lugar, tentei me concentrar.

P.O.V Paulo Castagnoli.

- Tem certeza que você não quer continuar o que aquela menina atrapalhou? – perguntou quase me jogando pra cima de mim.

Paulo: Eu já mandei você ir embora. – me levantei do sofá e passei a mão no cabelo, irado.

- Porra, Paulo. Eu não quero ir embora.

Paulo: Acabou o clima, meu.

- Eu posso ajudar nisso. – ela vinha na minha direção para me beijar, mas eu desviei.

Paulo: Sai da minha casa.  Agora. – pedi num tom mais grosso, que a fez fazer um bico e pegar suas coisas.

- Posso te ver depois?

Paulo: Tchau. – apontei para a porta da rua e a acompanhei com o olhar até a mesma sair.

Sem conseguir pensar em nada concreto, agindo por total impulso, fui até o banheiro e tomei um banho rápido. Troquei de roupa, arrumei mais ou menos aquela bagunça que tínhamos feito em casa e achei o livro que Lizz havia esquecido aqui em casa um dia desses. Desci até o estacionamento, peguei meu carro e liguei o som no último volume, me proibindo imaginar o que Lizz estava pensando agora.

Dirigi até a faculdade e olhei no relógio. As provas geralmente duravam cerca de uma hora, uma hora e meia para acabar. Me sentei numa cadeira no refeitório, de frente para a sala dela e fiquei esperando.

Ela passaria por ali.

(...)

Brian: Perdido, Castagnoli? – olhei para o lado e o vi ali, se sentando numa cadeira na minha frente, com aquela cara de deboche.

Brian era um dos jogadores do time de basquete. Éramos amigos a um tempo e companheiros de tequila.  

Paulo: O que tu tá fazendo aqui?

Brian: Tive que resolver umas coisas. – rolou os olhos. – E tu? Tá um pouco longe da sua área, tá não?

Paulo: Estou esperando a Lizz sair da prova dela.

Brian: Ah, claro. A Lizz. – sorriu malicioso.

Paulo: Tira esse sorriso da cara pra falar dela.

Brian: Relaxa, mano. Ela não faz meu tipo. – riu. – Deve fazer o seu, né não?

Brian: Sai dessa, maluco.

Brian: Eu vejo o jeito que você olha pra ela.

Paulo: Que jeito que eu olho pra ela?

Brian: Com desejo. – riu. – Tudo bem, eu entendo. Ela é linda. Qualquer cara deve ficar babando naquele corpo.

Paulo: Tu devia calar a sua boca.

Brian: Fica de boa, eu prometo que não conto pra ninguém que você é caidinho pela Lizz.

Paulo: Eu não sou caidinho por ninguém, cara.

Brian: Paulo, qual é, somos amigos. Pode se abrir pra mim. – rolei os olhos. – Você só não investe porque sabe que dali tu não arranca nem um beijinho.

Paulo: Eu tenho ela na palma da minha mão, Brian.

Brian: Então porque nunca transou com ela?

Paulo: Porque ela é melhor do que isso. Somos amigos.

Brian: Ela te daria um fora na primeira oportunidade. – riu.

Paulo: Eu não contaria muito com isso.

Brian: Tu acha que consegue a gata?

Paulo: Eu consigo quem eu quiser, meu velho. – sim, eu estava mesmo sendo um babaca.

Brian: Proponho uma aposta. – ele me estendeu a mão. – O que tu acha?

Paulo: Quantos anos você acha que eu tenho?

Brian: Tá com medo? – me olhou desafiador e sem pensar duas vezes, apertei sua mão.

Paulo: O que eu vou ganhar quando conseguir ficar com a Lizz?

Brian: Ficar não. Transar. – riu se levantando da cadeira. – Te dou um tempo pra poder escolher bem o tu quiser.

Paulo: Eu pego pesado, hein?

Brian: As coisas ficam melhores assim, pô. – ele saiu dali e só então pude notar que a Lizz estava saindo da sala.

Me apressei para alcança-la e a segurei pelo braço.

Lizz: Puta que pariu, menino. Que susto. – ela colocou a mão no peito e suspirou.

Paulo: Tá devendo alguma coisa pra alguém? – ri.

Lizz: Babaca.

Paulo: A gente pode conversar?

Lizz: O que foi?

Paulo: Te trouxe isso. – lhe entreguei o livro.

Lizz: Obrigada. – ela sorriu. Sorriu do jeito que sempre sorria.

Paulo: Me desculpa pelo o que você viu hoje mais cedo.

Lizz: Talvez eu fique traumatizada pelo resto da minha vida, mas tá tranquilo.

Paulo: Sério. Eu deveria ter trancado a porta. Eu achava que tivesse trancado, mas é que a gente tava tão...

Lizz: Paulo, pelo amor de Deus, eu não quero saber. – ela fez uma cara de desesperada e eu ri.

Paulo: Eu só queria saber se você estava bem.

Lizz: Claro que eu tô bem.

Paulo: Vamo tomar um sorvete?

Lizz: De flocos com cobertura de chocolate? – me olhou com aqueles olhinhos pequeninhos brilhando.

Paulo: O que tu quiser, little. – sorrimos.

Lizz: Tu tá de carro? – concordei. – Eu vim com a BMW.

Paulo: Você dirigindo? – fomos andando até o estacionamento.

Lizz: Eu sei, é louco, né? Mas eu tenho que aprender de um jeito ou de outro. Já fui pior. – deu de ombros.

Paulo: Tem uma sorveteria aqui perto. A gente pode ir a pé e depois voltamos aqui pra pegar os carros. – ela concordou.

Fomos andando até a sorveteria que ficava na rua de cima. Lizz ia falando o tempo todo sobre um filme romântico que ela havia assistido e adorado. Eu tentava prestar atenção em alguma coisa mas minha cabeça só conseguia pensar na aposta que tinha feito a poucos minutos.

O quão babaca eu sou?

Como eu pude realmente aceitar essa merda? Isso pode acabar com tudo, com a nossa amizade.

A real é que todo mundo tinha razão.

Quando falavam que a gente daria um casal bonitinho.

Quando olhavam para mim e diziam que eu a olhava de um jeito diferente.

Eu sou louco por ela.

O sorriso dela é lindo. Como alguém conseguia transparecer tanta sinceridade existente no mundo só com um sorriso? O jeito que ela se movimenta, a maneira como ela me abraça, o modo como ela me olha nos olhos.

Porra, ela tem uma bunda maravilhosa. Mas, sério, eu gosto quando ela adormece no sofá e depois faz manha para ir deitar na cama. Ai eu a pego no colo, e sei lá, me sinto poderoso, acolhedor. Então Lizz pede que eu a abrace de conchinha, ao menos até pegar no sono. Cara, eu odeio dormir de conchinha, detesto aqueles fios soltos de cabelo pinicando meu nariz, mas adoro o cheiro que ele tem na nuca e ficar colado naquela bunda.

Eu sei, eu faço tudo errado. Eu fico com outras tentando não alimentar algo que eu sei que não vai dar em nada. Ela nunca me olharia desse jeito. Sempre fomos melhores amigos e só.

Não sei como resolver isso. 


Notas Finais


Ficou menorzinho, eu sei.
Enfim... Preciso muito saber de vocês, o que acham, o que seria melhor, o que querem que aconteça com tal situação:
Nathan Barone.
Ele é meu amorzinho mas não o coloquei como parte da historia até agora. Preciso que me digam se querem que ele entre, se querem ele como parte da banda que ainda irá se formar ou se preferem que fique só o Paulo e o Caíque mesmo.
POR FAVOR, COMENTEM ME DIZENDO A VONTADE DE VOCÊS.
É isso por hoje.
Volto o mais rápido que conseguir.
Beijinhos.


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