História Beloved. - Capítulo 1


Escrita por: ~, ~puppyeoI e ~KgFanfics

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, D.O, Lay, Sehun
Tags Alguma Coisa Ai Shot, Exo, Kg!fanfics, Layhun, Long-fic, One-shot, Sexing, Short Fic, Trishot, Two-shot, Zyx2
Visualizações 21
Palavras 2.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Leonardo precisa tomar vergonha e terminar as longs, mas isso foi de projeto. Eu fiquei ansioso, é isso ai LKSADJLKSDF
não me bate -q
amo vocês
Boa leitura!
eu não corrigi porque eu postei correndo demais, só isso.

Capítulo 1 - I


Mais um dia se fazia. Mais um dia se abria a seus olhos e tudo adiante de si parecia ainda escuro por demais. Mais um dia em que Zhang Yixing se sentia tudo, menos feliz. Sim, sim. Aquela tristeza imensa que lavrava como chamas descontroladas dentro de peito provocavam em si até calafrios de tanta agonia. Yixing estava triste. Yixing estava deprimido, completamente deprimido e entregue a caminhos que até ele não sabia que eram possíveis de existir. Zhang estava partido por dentro. Questionava-se diariamente porque é que existia, qual a sua razão de estar vivo e, acima de tudo, qual a sua maior motivação para assim continuar.

Cheio de problemas de adolescente, que na verdade não eram assim tão complicados ou sequer difíceis, a vida do chinês se ia passando assim conforme os dias naquele maldito internato iam avançando. Não sabia à quantos anos havia sido largado lá, onde, grande parte das vezes era quase forçado a fazer trabalhos pesados, com um psicólogo que somente se importava com as notas que recebia no final do mês e, assim, praticamente falar com ele iria dar ao mesmo que nada. Realmente sentia-se sozinho demais, e, infelizmente, não se conseguia encontrar nem a si mesmo, quando mais a sua vontade de viver.

Contudo alguma coisa iria mudar naquele mesmo dia. Mal Zhang sabia que, finalmente iria ter alguém a seu lado… Bom, mais ou menos. Três vezes por semana, o jovem de agora 18 anos iria ter encontros com o seu psicólogo, que por acaso era quase da sua idade. Oh Sehun, segundo o que lhe havia sido dito, tinha 22 anos e ainda não havia sequer tido qualquer experiência com jovens mais novos que ele, e sequer com tantos problemas como Zhang.

O seu corpo doía já, e mal havia sequer levantado as costas da cama. Detestava sentir-se assim, daquela forma, completamente destruído, mas desde que havia sido deixado lá, o tempo para descansar era na verdade, pouco. Muito pouco. Parecia até que não havia tido sequer tempo para tal coisa. Respirou então fundo, tomando a coragem que precisava para se levantar por final, ouvindo logo naquele mesmo momento aquela pessoa irritante que, infelizmente, era funcionária daquele internato lhe surgiu à porta, berrando quase descontrolada ao pobre jovem que havia somente acordado agora.

— Aish, demônio, eu já estou a ir, coisa chata do caralho. — Yixing não estava de todo satisfeito com a situação em geral. — Puta que pariu.

A mulher torceu o nariz ao jovem, deixando aquele sentimento de insegurança no ar. A depressão do chinês em pouco ajudava, na verdade,mas ainda assim não era algo que este conseguisse controlar de todo. Simplesmente se sentia triste, aborrecido ou qualquer outra coisa sem qualquer motivo. Isso estava a deixar o outro demasiado cansado. Cansado até de viver, por algumas vezes.

Levantou-se finalmente assim da cama, indo até ao pequeno quarto de banho do local, onde rapidamente se começou a preparar para mais um dia de trabalho árduo e imenso naquele internato meio merda onde estava. Se as condições eram boas? Eram, realmente, estas eram, mas nada que se comparasse a uma casa, uma família, coisa que este não tinha fazia anos. Sim, anos mesmo.

— Quanto tempo vais tu demorar, porra? Aish, ao menos poderíamos ter arranjado alguém mais útil que tu, coisa chata.

E as lágrimas que queria chorar foram seguras na sua garganta. Felizmente também, naquele dia, iria ter algum tempo para si próprio, longe do local onde vivia e de todo o stress do dia que era obrigado a viver, dia após dia, exposto até demais a tal coisa. Passou o rosto por água, deixando que o salgado das lágrimas se misturasse com o doce da água da torneira em si. A derme encharcada escondia na perfeição todo e qualquer tipo de réstia de tristeza que ainda restasse em sua face. Zhang respirou então fundo e pegou na toalha, limpando a sua pele em seguida.

As roupas eram algo pouco cuidado, algo prático e rápido de vestir conforme fosse preciso durante o dia de as mudar, coisa que, era muito frequente e recorrente no dia à dia do chinês. Não era algo que quisesse de todo fazer, mas aqueles trabalhos eram precisos para poder garantir que iria permanecer, pelo menos, num local como aquele e teria um teto, no mínimo dos mínimos.

Mas isso não era o bastante para quem nunca havia tido qualquer outro tipo de sentimento como amor, carinho, alguém que se preocupasse consigo. Sempre havia sido o esquecido, o deixado. Precisava de uma pausa, uma enorme pausa na sua vida, uma pausa de tudo, e de nada. Uma pausa. Só uma pausa. Coisa que provavelmente, não iria chegar nunca, fosse em que altura fosse. Ele nunca teria direito a essa tão desejada pausa que tanta falta lhe fazia.

— Hoje não era dia de folga, Miss? — perguntou, baixando o olhar na altura em que saíra do quarto com a toalha enrolada em torno de suas pernas, ao nível de sua cintura. — O meu era ontem, mas eu fiz o dia inteiro de trabalho…

— Ah? Sério? — o tom de desprezo da mulher e seu olhar cerrado em direção às dezenas de papéis eram enjoativos. — Verdade. Eh, parece que eu tenho que te dar o dia livre.

Tais palavras foram música para os ouvidos do chinês, que estava então tentado a sair daquele local pelo dia inteiro. E nada verdade, podia. Todos podiam fazer o que queriam quando estavam na posse de todo o tempo que queriam. Por sorte, Baekhyun e Kyungsoo tinham também o mesmo tempo livre, mas, enfim. Provavelmente iriam ficar enrolados num qualquer canto do bar e nem sequer se iriam chegar perto do chinês, como metade das vezes, pois na outra metade, um deles não tinha o mesmo dia de folga que os outros dois. Resumindo: Yixing era sempre deixado sozinho.

Curvou-se ligeiramente à senhora mais velha, em sinal de respeito falso perante a mais velha e pegou então as roupas, esperando que esta, em passo calmo e até agoniante saísse de seu quarto para que se pudesse despachar assim. Parecia que fazia já meses desde a última brecha que havia tido para si mesmo, e realmente, se haviam passado mesmo meses desde quando pode sair do internato para ter tempo para si.

Baekhyun e Do já esperavam na entrada daquele enorme edifício, teria que se apressar assim e precipitar-se para a entrada: não que soubesse que iria ter companhia, mas porque se encontrava triste demais e queria esquecer tudo o que tinha na sua mente, e nada melhor do que isso mesmo, álcool. Talvez encontrasse alguém interessante para passar uma noite somente, mas, ainda assim, queria perder completamente a noção de tudo a seu redor e esquecer aquela dor que o queimava por dentro como fogo ardente do inferno. Aquela chama era dolorosa demais, e Yixing não estava pronto para a albergar dentro de si.

Com passos apressados foi então até à entrada, onde os dois já lá estavam assim. Baekhyun continuava como sempre, sorridente, calmo e completamente longe da realidade triste vivida pela maioria dos que ali estavam. Kyungsoo? Bom, esse lá permanecia, quieto, segurando a cintura de Byun que sorria largamente ao outro.

— Hey, hey; é hoje que vais finalmente vir connosco e divertir-te? — a voz fina do mais velho preencheu o local e os ouvidos de Zhang. — Ya, ya, Yixing-ah!

— Aish, o que foi tu também? Cacete,está tudo ‘pra me chatear hoje? Ugh.

— Ya, calma. Ele não quer chatear ninguém, ele só quer que andes mais connosco e coisa do tipo. Ele diz que tu acabas sempre sozinho e isolado, no teu próprio canto.

Ele simplesmente revirou os olhos, tomando assim a dianteira do grupo até ao bar mais próximo. Estava cansado até dos seus amigos, que lhe pareciam mais falsos do que qualquer outra coisa naquele momento, coisa que, como seria de esperar, não o deixava de todo, nem um pouco feliz. Sentia-se triste e descartável, sentia que não fazia falta a ninguém e se este acabasse por morrer, ninguém iria sequer notar a sua falta, coisa que não era de todo verdade, mas Yixing estava completamente cego pela depressão imensa que habitava em si.

Não fazia a mínima ideia de onde, mas felizmente um bar parecia ter aberto ali fazia pouco tempo, e este poderia finalmente afogar as mágoas que sentia dentro de si. Olhou para trás, procurando ambos os outros com seus olhos mas nada, não havia sequer sinal destes já. Teriam provavelmente já desaparecido, e assim, se enrolado? Era o que provavelmente havia acontecido, não que este estivesse de todo interessado na vida privada dos amigos.

Sentou-se num dos bancos perto do balcão e levantou a mão, pedindo assim a bebida mais forte que estes lá tivessem… Bom, seguida dessa fora outra… E outra… E mais outra… E antes de sequer conseguir ver, estava completamente bêbado e sem noção de qualquer tipo de coisa que fosse fazer ali. Um outro rapaz de cabelos escuros se sentou perto do chinês. Seus olhos desviaram na atenção do outro, encarando-o com uma cara feia de “que porra tu queres?”. Felizmente, o homem recém chegado possuía uma calma imensa e sequer deu qualquer tipo de importância ao chinês, que continuava assim com suas palavras de ódio entre dentes e provavelmente faladas numa língua que nem este mesmo conhecia, pois por muito diferente que fosse, aquele idiota não se parecia nem um pouco com chinês.

— Ah, sr.Oh, o que vai desejar por hoje? — Zhang captou aquela palavra quase que como por força magnética, parecia-lhe já ter ouvido num outro qualquer lugar, mas não estava contudo certo disso, e, para além do mais, estava embriagado demais para poder pensar direito. — O mesmo de sempre? O clássico da casa?

— Sim, sim, por favor.

— Ya, tu ai. — a voz do chinÊs fez-se ouvir então. — Quem és tu?

— Desculpe? Eu acabei de chegar… — Oh não conseguia compreender o que se estava a passar naquela situação, e, muito menos o que o outro queria que este fizesse. — Você está com algum tipo de problema comigo, jovem?

— Parece bonito, vamos beijar ali?

A pele rosada de Yixing foi quase que a queda final para que Sehun se começasse então a rir da figura idiota do outro. Quem era ele, para si afinal? Não sabia, não fazia a menor ideia, mas ainda assim queria imenso saber se iria ficar tudo bem com ele. Estava instável, ao mesmo tempo que parecia completamente enlouquecido por causa do álcool imenso que tinha dentro do seu organismo. O moreno riu da situação imensa que havia acontecido.

— Quer que o tiremos daqui, senhor Sehun? — a moça que servia normalmente as bebidas ao balcão indagou assim viu todo aquele cenário.

— Hm? Ah, não é preciso, eu tomo conta dele… — no final, este achava até piada à situação em si, vendo que Yixing se debatia para conseguir palrar algumas das palavras que iam escapando de seus lábios.

Tal coisa havia animado demais o dia do coreano, que ia sorrindo conforme o outro fazia as mais idiotas figuras perante os seus olhos. Também Sehun tendia a ter dias complicados por se ligar demais com os seus pacientes, sim, este era psicólogo e não podia evitar de se ligar demasiado com as histórias dos que lhe pediam ajuda. Era, no final, um anjo sem asas que guardava consigo todas as histórias de milhares que já lhe haviam passado pelas mãos.

“Parece que, eu tenho que te trazer comigo para um local mais seguro que isto.”

———※※※———

O dia seguinte raiou por final, e o corpo do chinês estava a doer mais do que muito. Parecia ter tomado uma sova no dia anterior, por causa de todas as sensações estranhas que o seu corpo saíam assim. O que tinha acontecido no dia anterior? Nem ele sabia, mas, no entanto, teria que se despachar porque hoje mesmo seria o novo dia com seu psicólogo novo. Quem era ele? Bom, incógnita que ele havia tido tempo para pensar durante todo o tempo que tomou para se preparar e ir até ao local onde iria ocorrer a primeira consulta.

— Bom dia, senhor Zhang.

“Puta que pariu, aquela voz…”


Notas Finais


correndo.


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