História Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 11


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Categorias Lee Taemin, SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Drama, Lee Taemin, Lemon, Romance, Shinee, Yaoi
Exibições 56
Palavras 780
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Cheiro


Fanfic / Fanfiction Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 11 - Cheiro

MinHo ficou, assim como prometera-me.

Pela primeira vez desde que mudei-me para Cheongju, meu dia fora produtivo: cheio de risadas e boas vibrações, todas causadas por MinHo. Surpreendeu-me sua facilidade em fazer-me rir e esquecer-me de meus problemas. Ele tinha um sorriso caloroso e acolhedor, - uma coisa fora do comum -, e cheguei a ficar orgulhoso por fazer-lhe esquecer-se, mesmo que somente por um momento, de suas lágrimas. Embora, enquanto assistia-o preparar-me ramen, reparei que havia um pequeno acúmulo de lágrimas no canto de seus olhos e, hesitando, aproximei-me do mesmo, secando-as antes que escorressem pelo seu rosto e provei de sua comida. Ele cozinhava bem.

Fui questionado sobre diversos assuntos por MinHo. Contei-lhe o motivo pelo qual estava na cidade, sobre Jinki, Jung, e falamos também sobre o clima. Admito que quem mais falou entre nós dois fora eu, mas ele aparentou não incomodar-se em tornar-se o meu ouvinte e perguntava sempre mais e mais, aparentemente curioso à meu respeito. Eu, por outro lado, não sabia exatamente nada além de seu nome e, mesmo querendo saber, minha principal pergunta seria: "Você amava o seu amigo que faleceu?", então, era, com certeza, melhor eu continuar com minhas dúvidas.

A companhia de MinHo era deliciosa, não importava-me se fosse por cinco minutos ou por duas horas: senta-me na vontade de vê-lo todos os dias. Mesmo não sabendo se ele sentia a mesma vontade absurda que eu, não cheguei a nota-lo entediado com a minha presença e, em momento nenhum falou sobre querer ir embora. Somente falou sobre como eu ficava em com aquele suéter que usava e elogiou o meu sorriso. Algo em mim florescia sempre que meus olhos encontravam os seus. Estou sendo bobo em comentar isso? Eu mal sabia o que aquelas sensações significavam, mas desejava perdidamente que ele sentisse-as também.

As horas passaram sem que eu percebesse-as. Quando dei por mim, escurecera quase que instantaneamente e eu só percebera isso quando ouvira MinHo comentar sobre a sua vontade de ver a lua naquela noite. "Hoje é dia de minguante", ele disse.

Deitado no sofá, eu mal ouvia-o, pois estava morrendo de sono e lutando para não adormecer com a sua presença, - eu tinha medo que ele pensasse que eu queria que ele fosse embora, pois essa era a ultima coisa em minha lista de desejos. Mas, eu havia dormido somente duas horas ou menos, porque estava preocupado com ele, como eu conseguiria manter meus olhos abertos?

✖❤✖

Ele praticamente dormira de bruços no sofá. Tentava manter um diálogo comigo, mas segundos depois, acabava esquecendo-se o tema da nossa conversa. Havia sentado-se, rolado e ficado de pé, tudo para tentar ficar acordado, mas não conseguira. Cobri-o com o lençol que havia ao canto e ele então, sonolento, ajeitou-o ao corpo. Sentei-me ao chão, perto do seu rosto, acariciando por seus fios claros e lisos, que cheiravam a shampoo. Como um felino, seu rosto acompanhou minha mão, fazendo-me sorrir achando graça naquilo.

Oh, Taemminie, o que eu estava fazendo? Queria poder acabar com tudo aquilo em um estalar de dedos, mas, depois de ter divertido-me e distraído-me cada vez que o via sorrir espontaneamente com algo boo que falava, eu simplesmente havia conseguido perder ainda mais a razão. Eu tinha noção de tudo o que fazia, de todas as minhas decisões tomadas até aquele momento, mas simplesmente não conseguia mais inventar uma desculpa para se pego olhando seu lábios rosados, (eu não sabia se ele havia notado meus olhares mas admito tê-lo pego fazendo o mesmo). Assim como antes, dessa vez não fora diferente.

Frustado, suspirei profundamente e verifiquei as horas no relógio de pulso, sem tirar minha mão de seu cabelo. Era hora de ir para casa, ou eu acabaria estendendo o meu compromisso no dia seguinte mais muito mais do que o previsto. Devagar, levantei-me, afastando-me o mais sutilmente dele. Peguei meu casaco e tirei dele todos os meus pertences, colocando-os nos bolsos da calça e, assim que vazio, ajeitei-o sobre TaeMin, uma vez que seu aquecedor não estava funcionando como deveria e a temperatura só iria esfriar mais e mais. Aproximei meus lábios de sua bochecha corada e de pele morna, encostei-os superficialmente, como se eu não tivesse nem sequer tocado-o e escrevi-lhe em seguida um bilhete e deixei-o sobre sua bancada da cozinha.

Abri sua porta de entrada o mais silenciosamente possível e assim que atravessei-a, parei, fechando-a. Em pé sobre seu carpete verde e úmido, funguei, passando a palma das mãos no rosto. Naquele instante, peguei-me desprevenido com um grande acúmulo de lágrimas em ambos os olhos que escorriam quentes pela minha face quando senti o cheiro doce de TaeMin em minha roupa.



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