História Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Lee Taemin, SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Drama, Lee Taemin, Romance, Shinee
Exibições 29
Palavras 1.362
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Respostas


Fora ele quem despiu-me cautelosamente, tocando minha pele com seus lábios e desenhando o meu corpo com as quentes e suaves mãos.

Eu não queria, inicialmente, mostrar meu corpo à ele, porque ele veria muito mais que anatomia humana, todos os meus defeitos estariam nítidos aos seus olhos. Tinha medo que ele debochasse de minhas características, que achasse-me desproporcional, que eu não conseguisse dar conta do recado, deixando-o frustrado. Acima de tudo, tinha medo que ele assumisse o papel do controlador eu o do controlado.

 Não fora assim que ocorrera.

Seus lábios moveram-se em sincronia com os meus, mordiscando-os hora ou outra, mas sem machucar-me, procurando somente tirar, mesmo que um pouquinho, um proveito. Admito ter tentado fazer o mesmo, mas acabei, acidentalmente, fazendo seu lábio inferior sangrar minimamente, porém, ele mostrou-se achar graça naquilo e disse ensinar-me como fazer, se eu quisesse.

Eu não sabia a sua idade ou até mesmo a sua cor ou comida favorita, mas lá estávamos: debaixo de um lençol branco e abafado, procurando calor humano e encontrando amor. Mal podia acreditar que, minha vontade de tê-lo estava sendo realizada. Era incrível como  nossos corpos alinhavam-se como peças de quebra-cabeça feitas para unirem-se com perfeição, sem dúvidas ou controvérsias, pois foram feitas uma para a outra.

Fora fofo como ele reagira à minha reação quando o que estávamos fazendo tornou-se quente, onde deixávamos levar pelo coração enquanto o cérebro gritava loucamente por respostas. Ele procurava, preocupado, fazer com que minha dor fosse amenizada, pois queria desesperadamente que eu aproveitasse tudo quanto ele. Sua mão quente deslizou precisamente por toda a extensão de meu pênis, da base à ponta, diversas e diversas vezes, enquanto assistia-me afogar-me em  prazer. 

A cada movimento que ele fazia, onde meu corpo acompanhava o seu, sentia que tornávamos um. Eu mal conseguia conter os abafados sons baixos que saíam de meus lábios sem a minha permissão enquanto sentia a pressão em meu corpo causada pelo seu. Ele também deixava, de vez em quando, que eu ouvisse seus gemidos manhosos que sua voz pronunciava e o vento levava não para muito longe.

Não havia pudor. 

Não havia pudor no jeito que ele beijava-me. Que escondia seu rosto no meu pescoço. Que procurava encostar, ao máximo possível, o meu corpo ao seu. Que ajeitava meus fios úmidos, - agora de suor -, que ficavam em meu rosto. E também, não havia pudor no som que o choque de seu corpo com o meu produzia. 

—  Eu amo você. —   ele sussurrou com a voz rouca para mim quando repousei a minha cabeça sobre seu peito, ouvindo os batimentos acelerados de seu coração. Com um sorriso bobo nos lábios e ofegante, fechei meus olhos e ele cobriu-nos com um lençol. O quarto estava quente. Segurei em sua mão e, assim como ele havia feito anteriormente, entrelacei nossos dedos e ele continuou: —   Amo-lhe perdidamente, de uma maneira inexplicável, mas... — ele deu uma pausa e eu esperei que ele continuasse, mas não o fez.

— Mas...? — eu queria que ele continuasse, mas eu já começara a acostumar-me com o fato de ele nunca terminar frases, mesmo que ele não soubesse o quanto aquilo incomodava-me.

— ...Sinto que vou acabar machucando você.... — sua voz havia falhado e eu percebera isso com toda a clareza. Senti sua mão livre começar a acariciar os meus fios de cabelo com carinho e, assim que eu percebera que sua não continuaria.  

— Eu confio em você... —  e eu realmente confiava. Não tinha medo disso, não conseguia sentir receio. A partir daquele momento em que entreguei-me à ele, eu sabia que tipo de sensação sentia, assim como ele, não estou certo? 

Adormeci então, no silêncio, sentindo o corpo doer, em um clima abaixo de zero com o calor do corpo de MinHo.

✖ 

Quando acordei no dia seguinte, o sol cegou-me os olhos, fazendo-me resmungar e logo recordar-me do ocorrido no dia anterior. Cobri-me a parte debaixo do corpo ao perceber que estava nu e procurei com os olhos por MinHo no quarto, mas não havia nada além de minhas roupas jogadas no chão. Sentei-me então e senti dor, gemi baixinho o suficiente para questionar-me se eu havia produzido algum tipo de som, mas logo levantei-me e procurei por roupas limpas. Não iria banhar-me agora, não antes de saber se havia alguém além de mim naquela casa. 

Enquanto colocava o casaco, indo para a cozinha, ouvi um barulho de um prato sendo colocado sobre a mesa e logo um enorme sorriso estava estampado em meu rosto ao vê-lo, - além da vergonha estar também estampada, claro. -. Aproximei-me dele, que estava de costas para mim e abracei-o por trás, encostando a cabeça em suas costas e respirei fundo, para sentir o cheiro de seu perfume que ainda estava no corpo. 

—  Bom dia... —  eu sussurrei, mas então percebi que ele não reagira ao que eu havia feito e simplesmente continuou a lavar alguns talheres. Soltei-o devagar, com receio de ter feito algo de errado ou compreendido tudo errado, entreolhei-o: —  ...MinHo...? 

Eu vi ele respirar fundo e começar a secar as mãos na roupa. Virou-se para mim, tendo a face séria e disse ríspido:

—  O que? 

Surpreendi-me com a sua bipolaridade e com o jeito que ele me olhava, o que me deixou envergonhado e acanhado. Desviei o olhar do seu algumas vezes antes de falar em meia-voz:

—  O que há de errado...? 

Bufou, passando por mim e pegando a sua jaqueta, colocando à aos ombros e simplesmente disse-me:

—  Até. —  ele ia embora, sem falar-me uma palavra sequer à respeito da noite passada. Fora tudo em vão? Fora tudo palavras jogadas ao vento? Eu ergui o rosto e já farto daquilo, gritei:

—  O que há de errado com você, Choi MinHo?! —  aparentemente ele não esperava por aquilo e voltou a olhar-me. O silêncio fez-se presente naquele lugar, mas mesmo assim, não obtive resposta suas. —  O que não pode me falar? O que você está escondendo de mim?! —  eu continuei sentindo os olhos encherem-se de lágrimas, cujo eu não sabia controlar. —  Você poderia me falar o que espera de mim? O que espera que eu faça ou como eu reaja a tudo isso?!

Sua face ainda era séria, mas agora, havia uma pequena pitada de dúvida. Passou então a palma das mãos no rosto, talvez reunindo pensamentos enquanto eu secava rapidamente as lágrimas com a manga da blusa. 

—  Isso não devia ter acontecido. —  ele disse rapidamente, o que me fez levantar o olhar para o mesmo e franzir o cenho. "O que aconteceu na noite passada fora um erro...?". —  Saiu do meu controle. Isso não devia ter acontecido. —  ele repetiu a última frase, fazendo-me sentir uma forte pontada no peito e mal conter o choro e agora, o nariz entupido e a garganta queimando. 

—  Por que você se arrependeu...? —  eu choraminguei com a voz falha. —  ...Por q-que...?

Ele balançou a cabeça negativamente, como se estivesse mais farto daquilo do que eu mesmo. Girou a maçaneta da porta, abrindo-a e voltou a olhar-me. 

—  É assim que vou recordar de você...? —  ele sussurrou. —  Afogado em lágrimas...?

Eu funguei alto, abracei meu próprio corpo disse:

—  Está terminando tudo, não está...? —  eu sabia que ele estava, mas nem se quer sabia se tínhamos algo. MinHo aproximou-se de mim e beijou-me a testa com os olhos fechados por alguns instantes e logo disse claramente:

—  Se quiser respostas... Procure Jung. Você irá encontra-las com ela. —  encontrei os seus olhos e ele passou a mão no meu rosto, contendo minhas lágrimas. —  ...Só peço por favor, que dei-me somente um  dia antes de ir até ela e não ouse em ir atrás de mim ou tentar encontrar um motivo para as respostas que receberá. 

—  O que é assim tão confidencial...? —  eu disse em baixo tom. —  O que não pode simplesmente falar para mim da boca para fora...?

Ele esboçou um sorriso falso no rosto.

—  Simplesmente eu não posso depender de você. — falou. —  Agora... pare de chorar... —  ele voltou a secar meu rosto com as mãos. Enquanto eu tentava loucamente compreender a sua primeira frase, perdido em cenas e palavras. 

—  Você vai sumir de novo, não vai...? —  ele afirmou com a cabeça. —  Vou voltar a vê-lo...? —  ele negou do mesmo jeito. 

 


Notas Finais


Esse é o penúltimo capítulo e eu realmente espero que vocês tenham gostado da história até aqui. Acredito que estejam confusos, mas espero esclarecer tudo no ultimo capítulo. Eu gostaria de saber o que vocês acham que vai acontecer, então, se puderem contar-me antes de eu divulgar o próximo, eu ficaria muito feliz <3


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