História Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Lee Taemin, SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Drama, Lee Taemin, Lemon, Romance, Shinee, Yaoi
Exibições 46
Palavras 1.057
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Antes de tudo: perdoem-me por publicar esse capítulo, (que é o ultimo), tão cedo. Eu acabei descobrindo que não conseguiria posta-lo amanhã, estão resolvi finalizar tudo hoje para, who knows, já começar a pensar em outra fanfic.

Capítulo 14 - Querido TaeMin


— TaeMin... O que você faria se amasse alguém, mas essa pessoa estivesse prestes a morrer? 

— Eu daria o máximo possível de amor e atenção à ela. — eu sussurrei. — Aproveitaria cada segundo, até fazê-la enjoar de mim. 

— E se ela viesse a falecer? 

— Eu tentaria ser forte. 

Querido TaeMin.

Se você está agora, lendo essa carta, você entrou em contato como Jung, como eu havia pedido-lhe. Por favor, diga à ela que entregue as flores que escolhi à você. Faça o que quiser com elas, pois agora são suas. Espero que goste de cravo rosa.

Admito não fazer ideia de como você está; não se se está triste, confuso ou até mesmo feliz. Todavia, como eu havia-lhe prometido, irei explicar-lhe todas as suas dúvidas. Peço, antes de tudo, para que não zangue-se comigo e, se possível, perdoe-me.

Vamos para o começo de tudo: como Jung havia dito-lhe, eu admito tê-lo observado por um certo tempo e questionado à seu respeito à ela, antes de sentar-me naquela cadeira à sua frente e convida-lo para um café. Eu vi sua personalidade em seu olhar, você cativou-me somente por sorrir e por não saber por onde começar sua nova vida. Eu tive vontade de estar perto de você, de terminar minha vida ao seu lado. 

Enrolei muito, muito mesmo, para receber minha encomenda (que ainda está com você), pois ela nunca fora minha. Inicialmente, eu tive medo de pega-la e ficar sem vê-lo, uma vez que ela era a unica coisa que ainda fazia com que estivéssemos ligados um ao outro. Logo depois, quando peguei-me de surpresa, fiz o impossível para dribla-lo e fazer com que ela nunca saísse de suas mãos, pois precisava que, de algum jeito, você ainda recordasse de mim. Fui aos poucos, desfazendo o que era meu, para que você não se sentisse sozinho e, não é à toa, que você tem muitos pertences que eram meus. 

Houve um tempo, no qual eu me ausentei de você. Preciso explicar o motivo pelo qual eu fiz isso e, Taemminie, desculpe. Naquele dia frio, no centro da cidade, eu já tinha uma breve noção que você apareceria por lá, por isso fui falar com você. Quando disse-lhe que iria visitar um amigo no hospital, eu não menti e, quando disse também que ele faleceu, eu também não menti. Em momento nenhum menti para você, você sabe de tudo, exatamente tudo, somente não percebe isso. Quando chorei em sua casa, quando abracei-lhe pela primeira vez e você acolheu-me timidamente, eu não chorava pela morte dele, mas sim pela minha. Eu sabia que isso aconteceria, eu tinha meses contados e, o fato de ele ter ido primeiro do que eu, me fez ter medo. Mas, o meu medo não era de morrer, mas sim de que você se apegasse ainda mais à mim e eu fizesse-lhe sofrer com a minha partida. Eu sei que você se incomodava com tantas as vezes em que eu sumia do mapa, mas todas elas foram pela minha saúde. A quimioterapia tornara-se árdua e estava corroendo-me de dentro para fora, eu não tinha vontade de sair de casa, de comer, tudo o que eu queria era ficar em um quarto escuro, pensando à seu respeito. Vou entregar-lhe meus atestados: Sumi por três semanas, pois fiquei internado depois de um dos meus pulmões parar de funcionar devidamente, outra vez, por que esqueci-me de tomar meus remédios, pois estava entretido com sua presença e o seu sorriso, outra, porque simplesmente minha pressão caiu fazendo-me ter que receber alguns litros de soro e sangue. Eu não podia contar-lhe nada disso, não com essas palavras, pois eu não queria que você visse-me como um doente, mas sim como alguém são, assim como você. Eu sabia que quando a minha hora chegasse, alguém teria que cuidar de mim e, se eu te contasse e você pedisse-me para tomar conta de mim em meus últimos dias, eu deixaria-o, porque simplesmente não sei dizer-lhe "não".

Obrigado, muito obrigado, por deixar-me amar-lhe naquela noite. Eu tinha medo de não poder tocar seu corpo com as mãos, de dizer nitidamente que amava-lhe profundamente. Não arrependo-me de uma palavra sequer ou de algo feito por mim debaixo daqueles lençóis. Obrigado pela sua timidez, pela sua doce voz e por fazer-me sentir-me perdidamente amado por você. Logo depois, quando repousou sua cabeça em meu peito e segurou em minha mão, eu tive vontade de terminar o nada que tinha com você, por isso, na manhã seguinte, eu tratei-lhe com desprezo, pois não conseguia entender o quão ingênuo você era. Nunca soube se nós realmente tivemos algo além de amizade, mas, de qualquer maneira, eu não queria faze-lo lamentar por mim. Desculpe-me por como você está agora, desculpe por mexer com o seu coração. Apaixonar-me nunca esteve em meus planos.

Peço, por favor, que volte para Seoul e para a sua família. Não fique na cidade, não fique na mesma casa ou vá para aquela praça. Volte a desenhar o mais breve possível, volte à sua vida antiga. Eu não quero, de maneira alguma, que algo meu faça-o chorar, portanto se puder, guarde nossas lembranças, mas não livre-se delas. Guarde-as à sete chaves e esqueça-se que guardou-as. Todavia, deixo-lhe, as vezes, dar uma espiada em suas memórias e lembrar-se de meus lábios nos seus. Entenderei perfeitamente se xingar-me, e não o culparei por isso. Como você disse, eu estou em um lugar melhor e eu não quero vê-lo chorar por mim.

Cuide-se e construa uma família. Veja seus filhos darem-lhe netos e aproveite sua juventude ao máximo. Eu vou sempre amar-lhe, não se preocupe se vier a amar alguém mais do que disse que amava-me, eu sei que tudo o que passamos não foi em vão.
Amo-lhe muito. Obrigado por deixar-me tornar-se seu amado MinHo.

PS: Tudo o que quiser saber, basta perguntar à Jung. Ela contará à você os mínimos detalhes à meu respeito, pois sempre soube de tudo, principalmente do meu amor por você. 

 

— Foi rápido? — perguntei em um fiapo de voz à Jung, que, tirando o cigarro da boca, disse-me com a voz rouca:

— Tão rápido que ele nem se quer notou quando dera seu ultimo suspiro. Não se preocupe, garoto. — ela deu uma pausa, assistindo-me passar as mãos nos olhos e soluçar. — Tudo ocorrera como planejado, até a parte em que você apareceu.


Notas Finais


Espero, do fundo do meu coração que:
1°: Não se zanguem comigo por publicar o capítulo hoje (como eu disse nas notas do começo, não poderei publica-lo amanhã).
2°: Não se zanguem comigo pelo final.
Obrigada por todos os seus comentários e por favoritarem a fanfic! Amo todos ocês. 🙈
Ah, outra coisinha: Deem muito apoio à SHINee! 2Min is real! (uhurheiur) 💖


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