História Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 2


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Categorias Lee Taemin, SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Drama, Lee Taemin, Lemon, Romance, Shinee, Yaoi
Exibições 61
Palavras 708
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Floricultura


  Eu era novo na cidade de Cheongju, originalmente de Seoul, admito que mapas e lembretes referentes à restaurantes locais, linhas de metrô e hotéis razoáveis para passar a noite estavam sempre comigo, em minha mochila. Ah, e é claro, eu tinha também uma câmera fotográfica, cujo havia parado de funcionar como deveria depois que eu, acidentalmente, derrubei nela um copo de café ao tentar tirar o cartucho. A mochila que eu levava era grande à ponto de receber frequentemente perguntas como "Você vai acampar?" de pessoas cujo eu pedia informação, nela, além de ter tudo o que citei, um bloco de notas, lápis comum sem ponta e uma borracha eram meus itens salva-vidas.

Deve estar perguntando-se o motivo pelo qual eu estava em Cheongju. Bom, para ser breve, digamos que afastar-me da minha família seria a melhor coisa à fazer no momento, - pelo menos por pouco tempo, até que eles desistam de tentar arrancar o meu fígado para vender no mercado negro -, portanto, lá estava eu: 21 anos, com o coração de uma pessoa de 12 e com o juízo e responsabilidade de uma criança de 3. É claro que eu já havia arrependido-me dessa ideia, mas uma vez iniciada, eu não podia voltar à trás, ou teria que aguentar mais coisas do que aguentava semanas atrás. 

Eu estava tentando, amargamente, arranjar um emprego. Passava horas preenchendo currículos e procurando dicas na internet entre um site de hotel e casas para alugar, mas eu não havia encontrando a sorte ainda. Talvez o fato de que eu nunca ter me interessado por faculdades ou cursos complementares ajudasse-me a não perceber que estava perdendo totalmente o meu tempo. Todavia, eu não tinha outra coisa para fazer além disso, então, serei honesto em dizer que era um ótimo passa-tempo. 

— Já pensou em vender o seu trabalho? — questionou uma senhora assim de recusar-me um emprego em sua floricultura. — Você tem mãos talentosas... — ela deu uma pausa, talvez por conta da fadiga que consumia-lhe. — ...Admito que vi você distraído alguns dias atrás, sentado em meio às minhas flores, amassando-as completame... — ela tossiu sem preocupar-se em cobrir a boca com a palma da mão. — ...completamente. — olhou-me, enquanto eu analisava o seu rosto e linhas de expressões muito bem marcadas, a pele murcha e olhos cansados. 

Foi bem assim, depois de ficar sabendo que eu devia uma boa quantia à uma senhora que tinha cheiro de tabaco por ter amassado com a minha bunda as flores que ela vendia, que eu tive me toquei que a frase "vender minha arte" seria apropriado para a minha pessoa por um certo tempo - talvez até eu conseguir um lugar para morar, mesmo que seja de dois cômodos e que eu tenha que viver de comida enlatada -. Eu não sabia se o que que eu produzia era digno de se vender, mas eu já havia ouvido críticas positivas sobre meu hobby algumas vezes - não o suficiente para tornar-me auto-confiante, mas eu não podia exigir nada no momento. 

Dias depois, eu resolvi então ajudar a limpar as mesas de um restaurante perto de onde eu estava em troca de 6968,20 wons por três dias. Trabalhei 6 à 8 horas por dia com um pano úmido na mão e então tinha o que queria. É claro que eu nunca mais apareci naquele restaurante, mas com o dinheiro que ganhei consegui comprar um bloco de notas A4, - uma vez que o bloco que eu tinha era pequenino demais -, um lápis 6B e 8B. Eram tudo o que eu tinha, sem falar na borracha e um apontador cego. 

Revi aquela senhora quando revolvi voltar à aquele lugar. Ela alugou-me por um pequeno preço uma cadeira, onde eu coloquei perto da sua venda e segurei com as mãos o bloco de notas branco, vendo pessoas passarem por mim em diversas direções e algumas borboletas intrusas pousarem nas flores e depois tentarem partir para cima de mim. Não sabia o que falar, se devia parar e perguntar se alguém queria me pagar para que eu riscasse uma folha de papel para ela, então acabei ficando horas debaixo do sol, recebendo olhares confusos e com a risada daquela senhora na cabeça, em deboche. "Você é realmente lerdo", ela disse.

 

 



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