História Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 6


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Categorias Lee Taemin, SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Drama, Lee Taemin, Lemon, Romance, Shinee, Yaoi
Exibições 51
Palavras 1.009
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Telefone


Retornei para minha casa mais cedo que o costume naquele dia, com a barriga cheia e fazendo o possível para não esquecer-me dos traços fortes do rosto de Choi MinHo. No chão da porta de entrada, em cima do tapete escrito "Welcome", encontravam-se cobranças de água, luz e uma carta branca com a letra inconfundível de meu melhor amigo, Jinki, vinda de Seoul. Peguei-as, colocando-as sobre a pequena mesa quadrada da cozinha e sentei-me, deixando minha mochila com meus itens de trabalho aos meus pés. Senti o envelope e o relevo de sua letra sobre o papel antes de abri-la e lê-la.

Caro Taemin;
Odeio seguir padrões chatos criados para escrever cartas, então não estranhe o fato de que tudo isso foi escrito em um só parágrafo. Foi difícil conseguir o seu endereço, mas nada que dinheiro não resolva. Como está sendo sua estabilidade na cidade? Sinto-me vivendo há 250 anos atrás, onde não existia internet ou mensagens instantâneas para falar com você... As coisas continuam complicadas por aqui, principalmente com sua mãe, que apareceu-me ontem questionando se eu sabia onde você estava. Ela está preocupada, por favor, dê um sinal de vida para ela. 

Espero que saiba o que está fazendo. 

Amo você.

Suspirei profundamente assim que terminei de lê-la, colocando-a sobre a mesa, levantei-me e comecei a tirar os sapatos, deixando-os ali mesmo. Não sabia se realmente devia retorna-lo com uma carta, ou se compraria um celular novo para poder comunicar-me melhor com ele, mas, de qualquer maneira, preferi esperar e não preocupar-me com aquilo no momento. 

Banhei-me novamente, vesti roupas limpas e deitei-me no sofá, lembrando-me do número de telefone que havia recebido de Choi, que não me era útil de maneira alguma. Questionava-me o fato de ele ter pagado-me um almoço e um café, pois, cai entre nós, não era todos os dias que aquilo acontecia. Sua presença havia tornado-se intrigante, fazendo com que eu mal dormisse e acabasse acordando de madrugada. Sem conseguir pregar os olhos, decidi então preparar o que eu havia-lhe prometido. Forcei minha mente bagunçada a recordar de tudo e usei o primeiro esboço como base. Em algumas horas, quando o céu tomou um tom roxo, encontrava-me finalizando-o com últimos detalhes. Não sabia se estava 100% parecido com ele, mas, assim que comparei um traço com o outro, vi que eu realmente havia dado meu melhor.

Apareci à aquela praça, cansado de trabalhar, - sensação provocada por ter passado horas desenhando Choi e não ter dormido -, pois, de alguma maneira ou outra, desenhar gastava-me de dentro para fora. Não irei entedia-lo com o meu trabalho e pequenos resumos sobre o que eu fiz, só saiba que a carta que havia recebido havia mexido um tanto com o meu psicológico à ponto de distrair-me com extrema facilidade. Ah, além disso, admito que qualquer homem que aproximava-se um tanto de mim, imaginava logo ser Choi MinHo.

Esperei-o o dia todo, talvez até um tanto a mais, depois de escurecer, mas ele não apareceu para receber o desenho e, talvez o motivo disso seja o fato de eu não ter enviado-o uma mensagem, como havia me pedido, mas, de um jeito ou outro, fiquei perguntando-me se ele poderia ter esquecido. Levei minhas coisas para a floricultura, onde a senhora Jung olhou-me e, como sempre, com o seu copo de chá gelado, disse-me:

— Estava esperando por alguém? Você parecia estar esperando, pelo menos quando te vi parado olhando para o além. 

—  Eu estava pensando... —  menti em partes. —  Nada de interessante. Preciso ir... Estou esgotado. —  sussurrei passando a mão no cabelo e entreolhando o chão. 

—  Você acabou de sujar sua testa de preto. —  ela comentou aproximando-se de mim e passou a mão onde provavelmente estava manchado. Olhou-me nos olhos e sorriu. —  Estava esperando por ele, não estava? 

Pego em uma bala perdida, franzi o cenho, confuso e questionei-a:

—  Ele quem?

—  MinHo. —  ela sussurrou como se fosse um segredo. —  É uma pena que ele não venha hoje, e havia separado as flores que ele havia pedido ontem... —  disse em um tom tristonho. 

—  Conhece-o? —  eu ainda tinha um tom surpreso na voz. Jung afirmou com a cabeça e se afastou, sentando-na na cadeira de balanço branca. 

—  Ele é um bom homem. Perguntou sobre você... Hm... Perguntou o seu nome... —  aparentemente, ela forçava a mente a recorda-se. —  ...E disse que você parecia um tanto perdido, pelo o que ele havia observado. Sentou-se aqui, olhe... —  ela bateu com a palma de sua mão livre no braço da cadeira duas vezes. —  ...E te observou ali... —  agora apontou para a porta. — ...Aqui dá para vê-lo. E elogiou o desenho de meu netinho querido. —  sorriu olhando para o quadro na parede. Talvez amanhã ele venha. É muito aleatório: as vezes sim... outras não, jovem.

Riu então de minha face, onde, via perfeitamente que eu não entendera nada do que ela falava. 

—  Você não ia para casa, Lee? 

Com alguns trocados, eu peguei um ônibus e voltei para casa, onde a primeira coisa que fiz foi procurar por um celular para comprar online, - o mais barato -, e dar entrada nele. Anunciei que meu notebook estava à venda e talvez tentaria penhorar minha câmera se conseguisse faze-la pegar novamente. Verifiquei se ainda tinha o número recebido por ele no guardanapo e assim que achei-o, guardei-o dentro de um dicionário de inglês. 

Então Jung conhecia-lo e ele observava-me há um bom tempo..., pensava enquanto preparava algo para comer, sem tirar aquilo da cabeça. Lavei as mãos, encostei no balcão que separava a cozinha da sala e fechei os olhos. Sentia que poderia dormir a qualquer momento e por horas inteiras. Faltavam ainda dois dias para o final de semana, onde eu não poderia esquecer-me de ajudar Jung a podar suas flores. Fui para o quarto, onde peguei o livro e olhei para a sequência de números escritas no frágil papel por alguns minutos, antes de coloca-lo no bolso, sair de casa e ir até meu vizinho. Toquei a campainha e, assim que ele atendeu-a, disse rapidamente:

—  Poderia emprestar-me seu telefone por um momento?



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