História Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Lee Taemin, SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Drama, Lee Taemin, Lemon, Romance, Shinee, Yaoi
Exibições 50
Palavras 1.012
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Lamento muitíssimo não ter postado esse capítulo ontem, como estava previsto. Tentarei fazer o possível para divulgar um capítulo por dia, prometo.

Capítulo 7 - Tenha bons sonhos


Com alguns trocados, eu peguei um ônibus e voltei para casa, onde a primeira coisa que fiz foi procurar por um celular para comprar online, - o mais barato -, e dar entrada nele. Anunciei que meu notebook estava à venda e talvez tentaria penhorar minha câmera se conseguisse faze-la pegar novamente. Verifiquei se ainda tinha o número recebido por ele no guardanapo e assim que achei-o, guardei-o dentro de um dicionário de inglês. 

Então Jung conhecia-lo e ele observava-me há um bom tempo..., pensava enquanto preparava algo para comer, sem tirar aquilo da cabeça. Lavei as mãos, encostei no balcão que separava a cozinha da sala e fechei os olhos. Sentia que poderia dormir a qualquer momento e por horas inteiras. Faltavam ainda dois dias para o final de semana, onde eu não poderia esquecer-me de ajudar Jung a podar suas flores. Fui para o quarto, onde peguei o livro e olhei para a sequência de números escritas no frágil papel por alguns minutos, antes de coloca-lo no bolso, sair de casa e ir até meu vizinho. Toquei a campainha e, assim que ele atendeu-a, disse rapidamente:

—  Poderia emprestar-me seu telefone por um momento?

Confuso, olhou-me de cima à baixo e fechou a porta como se não houvesse ninguém ali. Novamente, quase ajoelhando ali mesmo, naquele carpete sujo, bati na mesma, onde ouvi-o gritar "Vá embora!" e logo em seguida xingar-me. 

Passei frustadamente a mão no rosto e respirei fundo, tentando acalmar-me. Admito tê-lo xingado mentalmente antes de afastar-me e ir para casa. Recordei-me assim que passei pela porta de entrada que tinha deixado comida, agora queimada, sendo feita no fogão aceso. Desesperei-me para conseguir salvar algo entre o preto carvão e o cinza, mas, infelizmente, acabei jantando três barras de cereal prestes a vencer.

Eu não sei o que você já pôde ter descobrido à meu respeito, acompanhando-me palavra por palavra, gastando o seu tempo e forçando a sua visão. Talvez, mostrei-me um tanto responsável demais, mas não engane-se em aspecto nenhum. Lembre-se que todos têm faces que criamos para impressionar os outros. Todavia, não se preocupe, pois eu nunca fui esse tipo de pessoa.

No dia seguinte, Choi MinHo não compareceu para receber sua encomenda, assim como no seguinte. Jung  não falou mais nada à respeito e eu também não questionei-a. O final de semana chegou e lá estava eu, sentado no chão da sala, com óculos de grau arredondados, fazendo as contas do que eu ainda devia naquele mês além do aluguei: água, luz, internet, fatura do celular, a senhora Jung e o aluguel do mês seguinte. Cosei os olhos por debaixo dos olhos e cheguei à conclusão que, provavelmente, eu teria que voltar à limpar as mesas daquele restaurante novamente. Estava tudo fora do meu controle.

Jinki não escreveu-me mais, o que deixava-me agoniado em não ter notícias de minha mãe. Talvez ele ainda esperasse por minha resposta, confirmando que eu havia recebido sua primeira carta. Eu não sabia exatamente o que escrever à ele, talvez pediria um pequeno empréstimo se fosse pego na oportunidade.

Era um dia chuvoso e gelado, onde as pessoas procuravam não sair de casa para não molhar os pés. Típica e famosa segunda-feira. Porém, lá estava eu, sentado, desenhando e vendo uma ou duas pessoas passarem por mim, Jung, pela primeira vez aproximou-se e sentou-se à minha frente. 

— Não vou cobra-la pelo serviço. — sussurrei sem ânimo para ela, que rui do dito por mim. 

— Como está sua vida, Lee? — disse curiosa.

— Está tudo bem. — menti. — Coisas normais acontecem, sabe? Como todos têm. 

Assistia-a afirmar com a cabeça, compreendendo-me. Voltei a abaixar a cabeça, larguei a lapiseira, frustado e espirrei. 

—  Saúde. —  disse. —  Quer chá? 

Meu celular chegou naquele dia, mas sem o chip,  - o que me fez ter que sair e ir comprar um novo, uma vez em que, mesmo estando com o meu antigo, não queria usa-lo. -. A primeira coisa que fiz foi ligar para Jinki, que jurou guardar segredo à meu respeito e minha ligação. Conversamos por horas, até a madrugada chegar, onde disse-me visitar-me no final de semana e entregar-me uma pequena quantia em dinheiro para o que eu precisasse. 

Estava deitado, esperando vagarosamente o sono chegar, coberto com um lençol fino e usando dois suéteres para aquecer-me, quando mandar uma mensagem para Choi veio-me à tona. Hesitei inicialmente pelo horário, mas depois de vasculhar os bolsos de meus jeans e decifrar os números borrados, digitei simplesmente: Seu desenho está pronto. Direto demais? Apaguei-o e recomecei: Aqui é TaeMin..., ou Aqui é Lee TaeMin e seu desenho está pronto. Ou melhor: Olá, aqui é Lee TaeMin... Boa noite, aqui é Lee T..., já  irritado, sem paciência para aquilo, acabei enviando uma frase totalmente sem nexo e, indubitavelmente, entrei em desespero. Enquanto surtava, ele visualizou a mensagem e enviou-me:

[04:12AM] Choi MinHo: Olá Lee. Tudo bem?

E foi ali, que sem grava e provavelmente corado, respirei fundo e digitei o mais calmamente possível para não fazer besteira:

[04:14AM] TaeMin: Desculpe-me pela primeira mensagem... Eu só gostaria de avisa-lo que sua encomenda está pronta. 
[04:15AM] TaeMin: Estou bem, obrigado por perguntar e obrigado pelo café.

[04:17AM] Choi MinHo: Disponha. Espero não tê-lo feito esperar-me. 

[04:17AM] TaeMin: Não fez - menti.

[04:18AM] Choi MinHo: Busco-o assim que possível. 

Nossa conversa finalizou-se ali mesmo e, mais tranquilo, consegui em alguns minutos pegar no sono. 

Não foi no dia seguinte que ele foi buscar o pedido, embora estivesse com em minha bolsa. Em casa, já de noite, recebi uma mensagem sua, que dizia: Boa noite. Não espere por mim, avisarei quando for vê-lo. Avise à Jung, por favor, que não pegarei as flores no momento. Sentado no balcão, enviei-lhe somente um Tudo bem, Choi. Espero que esteja bem. Logo, recebi uma mensagem em que dizia que eu podia chama-lo de MinHo e, é claro que acabamos conversando um pouco a mais do que o dia anterior, com intervalos medianos entre uma resposta e outra. 

[00:04AM] Choi MinHo: TaeMin? Está acordado...?

[00:04AM] TaeMin: Estou.

[00:05AM] Choi MinHo: Tenha bons sonhos. 

[00:07AM] TaeMin: Você também.



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