História Beloved MinHo (2Min) - Capítulo 8


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Categorias Lee Taemin, SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Minho Choi, Taemin Lee
Tags 2min, Choi Minho, Drama, Lee Taemin, Romance, Shinee
Exibições 32
Palavras 987
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite! Primeiro de tudo: muito obrigada aos que estão acompanhando Beloved MinHo! 😘 Amo vocês!
Bom, para tentar recompensa-los por não postar um capítulo novo ontem, irei divulgar dois hoje. Gostaria de saber se o título da fanfic como Beloved MinHo (2Min) iria ficar estranho no ponto de vista de vocês. Pensei em adicionar 2Min para ficar mais fácil em acha-la quando jogarem no search. ✨ Espero que gostem desse novo capítulo!

Capítulo 8 - Hospital


O jeito que o clima havia mudado da água para o frio surpreendera-me, pois eu não estava pronto para comprar roupas quentes. Enquanto não podia gastar uma moeda sequer que pertencia-me, usava mais de três casacos enquanto assistia a neve cair fazendo com que a cidade tornar-se branca. Eu não havia lucrado exatamente nada em três dias seguidos: só estava gastando o meu tempo de sono para levantar de manhã, pegar um ônibus e passar maior parte do meu tempo tremendo de frio. Estava pronto para pedir um emprego pelas redondezas e cansado de ver baratas e pó na minha caixa de entrada. 

Peguei tudo o que precisava e fui para o centro da cidade, atrás de algo para fazer-me ganhar dinheiro. O frio matava-me, congelando meus lábios e a ponta de meus dedos das mãos, - eu tinha nos pés 4 meias diferentes -, mas eu tentava manter-me forte entre um espirro e outro. Olhei as placas, com um mapa em minhas mãos e meus óculos de grau. Ajeitei a touca na cabeça quando o vento bateu em mim e respirei fundo, pois estava esgotado e com fome. AhLee TaeMin, como podia ser tão idiota?

Assustei-me quando ouvi a voz inconfundível de MinHo atrás de mim, coloquei a mão no peito, sentindo o coração disparar e amassando o papel. 

— Meu coração... — eu sussurrei para mim mesmo e olhei-o. — ...Está me seguindo? Estou começando achar que você é um maníaco. — admiti em baixo tom e ainda um tanto surpreso. 

Eu o assisti rir de mim. Ele tinha mas mãos no bolso e, de máscara no rosto, disse-me baixo:

— E se eu for? — disparou ele erguendo uma sobrancelha. Eu não sabia se ele tinha um bom brincalhão nos lábios os não, o que me fez ter que pensar por alguns segundos antes de falar: 

— Hmmm... — eu ignorei o que ele disse olhando em volta. — ...Como achou-me? Pensei que fosse mandar uma mensagem quando fosse encontrar-me par... — MinHo interrompeu-me.

— Eu estava por perto. — murmurou. — Até que te vi e decidi falar com você. — ele começara a tirar a máscara que usava do rosto e fungou. — Pegue, coloque-a. Não é muito higiênico, mas os seus lábios estão começando a sangrar. — o assisti levar o polegar esquerdo ao meu lábio inferior e mostrar-me a ponta, com uma pequenina mancha de sangue. — O que faz nesse frio? 

Sem graça, eu respondi pegando a máscara: 

— Procurando por um emprego. — sussurrei passando as costas da mão nos lábio e ver que realmente estava sangrando. Ajeitei a máscara no rosto e reverenciei-me. — Obrigado...

Olhei seu sorriso, onde o mesmo ajeitou o sobretudo que usava e suspirou antes que eu perguntasse-o:

— Onde você estava? Só há o hospital e o banco aberto hoje. A neve está interditando tudo... — eu olhava em volta tentando achar algo aberto, tentando adivinhar de onde ele viera. O ouvi rir.

— Largue de ser curioso, TaeMin. — disse normalmente. — Pelo visto o trabalho de desenhista não deu muito certo. — comentou. 

Eu balancei a cabeça negativamente, atravessávamos a rua naquele momento. 

— Acabei acumulando contas. — assumi olhando meus sapatos e ergui o olhar para encontrar o seu. — Mas, isso não vem ao caso. — naquele momento recordei-me do que Jung havia contado-me sobre ele. — Ah... — eu tinha a face de quem acabara de lembrar de algo, literalmente. — ...Jung falou comigo e... Disse-me que você me observou... ou observa... Isso é verdade? 

Ele, de cabeça baixa, acabou sorrindo, no qual suas maças do rosto ficaram marcadas e sutilmente ele corou. Manteve as mãos no bolso e umedeceu os lábios. 

— Sim, eu te observei desenhar. — admitiu. — Um dia antes de ir falar com você. Espero não ter te deixado acanhado. — olhou-me, esperando minha reação. 

— Não... Não acanhou-me. — menti. — Só ajudou na minha teoria de que você pode ser um maníaco. — ele riu alto. Eu surpreendi-me no fato de como ele era bem-humorado. — Eu estou te devendo dinheiro...?

— Não! Não está. — fungou, ainda com uma expressão de alegria. — Só gosto de assisti-lo desenhar. Você se concentra de um jeito único. Seus olhos não param quietos. — sussurrou e eu passei a mão no cabelo. Ri. 

— Agora acanhou-me. 

— Desculpe. — eu o seguia conforme ele andava, mesmo não sabendo para onde ele ia. — Bom... Quando posso ir buscar a minha encomenda? — nós paramos em frente ao hospital, olhei para a porta do local e depois para ele, confuso. 

— Você estava aqui? — era nítido que que eu estava surpreso. — Está tudo bem? — aquela pergunta saiu sem querer. Peguei-me preocupado com ele por um momento, até tentar disfarçar, mas já era tarde demais. 

— Tenho um amigo internado aqui. — falou e eu assenti, mais tranquilo. 

— Mande lembranças à ele. — sussurrei e ele afirmou positivamente com a cabeça. Tirou as mãos do bolso e aproximou-se, olhou o topo de minha cabeça e ajeitou uma mexa de meu cabelo. — Ainda iremos nos falar hoje...?

— Até a hora que quiser. — ele sorriu abertamente. — Independente da hora. Sobre qualquer coisa.

Ele entrou então no hospital, indo até a recepção. A porta automática fechou-se à minha frente e eu acenei, mas ele não viu. Afastei-me então, indo para o sul, até que, vi logo à frente, uma loja de penhores. Fiquei grato ao saber que minha câmera estava comigo e fui até o mesmo, onde perguntei quando ela poderia valer.

"Não compramos sucata, moleque. Tente em outro lugar", foi o que disse o homem gordo e de bigode sujo que atendeu-me. Novamente, fui para casa sem sucesso, tendo como a unica gratificação do dia ter visto MinHo. Fiz um copo de chá, onde sentei no sofá, enrolado em uma coberta e contando os dias em que meu notebook ainda pertenceria-me, - embora ninguém tivesse entrado em contato comigo ainda -. Vi meu celular, decidi então mandar uma mensagem à MinHo. 

[09:23AM] TaeMin: Como está o seu amigo?

Ele não recebeu a mensagem e havia horas que havia ficado online. Eu então suspirei, entediado e voltei minha atenção à currículos.



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