História Best Mistake – Second Season - Capítulo 22


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber
Visualizações 284
Palavras 1.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Tradução: "Nunca"

Perdoem a minha demora. Juro que não queria passar tanto tempo afastada. Estamos chegando ao fim e vou me esforçar muito para postar o mais rápido possível. Me perdoem mesmo. Eu sinto muito!

Boa leitura!!!📖💕

Capítulo 22 - Never


Fanfic / Fanfiction Best Mistake – Second Season - Capítulo 22 - Never

Maya Larsson's Point Of View:

Dois meses haviam se passado. Dois meses sem que eu tivesse nenhuma notícia a respeito do meu filho. A vida nunca me pareceu tão difícil quanto parecia agora. Cada dia aquilo se tornava mais difícil. Era terrível ter que suportar o fato de continuar vivendo sem o meu pequenino. Doía demais olhar as fotografias e até mesmo pronunciar o nome dele.

A dor era tanta que na maioria das vezes eu não podia suportar e simplesmente tentava dar um fim a tudo aquilo. Perdi as contas de quantas vezes tentei me matar, mas sabia que já tinha tentado todas as maneiras possíveis. Meus pulsos tinham marcas de cortes e aquilo doía muito mais em Justin que em mim. Lembro-me perfeitamente bem do dia em que fiz aquilo. Eu já tinha tentado colocar fogo na casa comigo dentro, tinha tentado me jogar de um prédio, bater o carro e até mesmo tomar veneno, mas Justin sempre chegava a tempo e me impedia. Da última vez, tranquei-me no banheiro. Me despi, peguei a lâmina e entrei na banheira que já começava a encher. Deslizei a lâmina pelos meus pulsos diversas vezes, fazendo cortes profundos. Minhas lágrimas caíam sem controle e quando a banheira finalmente encheu, soltei a lâmina e me afundei na banheira, vendo meu sangue se misturar a água. Novamente Justin apareceu para me deter. Ele arrombou a porta e me tirou da banheira. Meu corpo estava mole e eu mal conseguia falar. Se ele tivesse demorado ao menos mais um minuto eu teria finalmente morrido. Não que eu me orgulhassem daquilo. Foi horrível quando Justin começou a chorar desesperadamente. Até hoje me lembro de suas palavras.

"Não posso perder você, anjo! Não posso viver em um mundo no qual você não exista. Eu simplesmente não consigo. Não me deixe, por favor. Juro que não aguento se você se for também."

Também.

Naquele dia minha ficha finalmente caiu. Antes eu achava que meu filho estava vivo e que provavelmente havia sido despachado para sabe Deus onde, mas quando Justin disse aquilo, pela primeira vez me perguntei se meu filho estava realmente vivo.

Depois daquele dia eu basicamente fui obrigada a voltar a viver com Justin. Ele não queria ficar nem mesmo um minuto longe de mim por pura precaução. Achava que se virasse as costas eu me mataria, e talvez eu fizesse.mesmo isso. Dormíamos no mesmo quarto. A noite ele me abraçava, prendendo-me ao seu corpo para ter certeza de que eu não tentaria escapar. Não éramos um casal como antes. Ele me beijava, cuidava de mim, dizia que me amava e sempre tentava conversar. Não tínhamos sexo no nosso cotidiano. Era difícil, mas ele aprendeu a lidar com a ideia de dar se receber. Ele falava e eu simplesmente ouvia, ele me beijava e eu apenas aceitava, ele me acariciava e eu ficava paralisada como se estivesse morta. Queria voltar a ser aquela Maya que o deixava feliz, que satisfazia seus desejos e todo o resto, mas achava que aquilo não seria possível.

Até hoje.

Quando atingimos o ponto máximo de prazer, Justin me abraçou enquanto gozávamos e eu beijei seus lábios com todo o desejo que não havia demonstrado desde que nosso menino foi levado de nós. Me joguei ao seu lado e encarei o teto enquanto ele fazia o mesmo. Olhei para o relógio na mesinha de cabeceira vendo que eram sete da manhã. Não tínhamos dormido nada. Nossa noite havia sido de puro sexo. Um round após o outro.

—Senti tanto a sua falta. – ele sussurrou.

Me virei de lado e o encarei.

—Digo, senti falta disso. De fazer amor com você.

—Sinto muito por não ter sido a mulher que você merece durante esse tempo.

—Eu te entendo. Também me sinto incompleto sem ele.

—Agora eu vejo que ter ficado naquele estado não ajudou em nada.

—Não quero que se sinta culpada.

Nem eu quero me sentir culpada, amor. Eu quero me sentir vingada.

—Prometo não desistir das buscas enquanto eu viver.

—Eu vou ajudar de verdade daqui em diante.

—Não precisa fazer isso, anjo. Sei que ainda se sente mal e...

—Eu quero ajudar! Não vou ficar parada enquanto levam nosso filho sabe Deus para onde.

—Tudo bem. – respirou fundo, dando-me um selinho – Te amo muito, anjo!

—Eu amo você, Justin! Não quero que se sinta sozinho outra vez. – ele sorriu. Seu sorriso fez meu coração se aquecer uma vez mais.

Me levantei da cama e tomei um banho junto a Justin. Ele saiu antes de mim, dizendo que ligaria para os meninos e os mandaria vir para cá. Vesti uma lingerie simples e uma blusa de Justin que mais parecia um vestido em mim. Deixei meus cabelos soltos e desci para tomar café. Pattie ficou surpresa ao me ver, já que eu quase nunca saía do quarto, mas não disse nada a respeito. Eu podia ver seu sorriso de felicidade por me ver sem que eu esteja chorando compulsivamente ou submersa na banheira enquanto Justin me resgata. Quando terminei o café, enchi Pattie de beijos e abraços. Me desculpei por tudo o que tinha feito e então ela chorou, quase caindo de joelhos aos meus pés. Assim que consegui fazer com que ela se recuperasse daquele momento, fui para o escritório, onde os meninos estavam reunidos.

Chaz, Chris e Ryan ficaram extremamente chocados ao me ver ali. Justin abriu um pequeno sorriso enquanto eu abraçava nossos amigos. Fui até ele e me sentei em seu colo, sentindo-o envolver minha cintura.

—Estamos tentando encontrar alguma pista. – Chaz disse cauteloso.

Fazia meses que eles tentavam encontrar pistas e não achavam nada. Da última vez que Chaz me disse essa frase, dei um tiro que pegou de raspão em seu braço.

—Tudo bem. Sei que vamos encontrar algo logo logo. – abri um sorriso tranquilo para ele, que respirou aliviado.

E então estávamos todos trabalhando. Chaz e Ryan estavam em poltronas lado a lado, Chris estava sentado no chão escorado na estante de livros, Justin estava sentado ao meu lado no chão, com as costas encostadas no sofá, assim como eu. Todos estávamos concentrados em nossos notebooks quando o telefone começou a tocar. Ryan fez menção de levantar para atender, mas eu o impedi com um mero aceno. Me levantei sentindo os olhares de todos em mim. Fui até a mesa de Justin e peguei o telefone. Meu coração estava apertado e eu sabia que só podia ser sobre meu James. Levei o telefone a orelha e falei:

Alô?

—Ora, se não é minha doce e quase filha Maya. – aquela voz me fez queimar de ódio.

Lembrei do momento em que ele surgiu em minha vida. O dia em que matou meu paizinho.

—É sempre um desprazer terrível ouvir sua voz, Phillip.

—Imagino. Deveria ser mais educada, Larsson. Que tipo de palavreado seu filho poderia aprender estando aí em Atlanta? Você e Justin têm bocas terrivelmente sujas. Deviam ser péssimos pais.

—Somos pais excelentes.

—Ah é? Então me diga onde estão o pequeno Bieber agora? Ah você não sabe. É mesmo uma pena.

—Diga o que quer de uma vez.

—Não é óbvio, querida? Quero que Justin perca absolutamente tudo. Quero vê-lo na miséria. E, é claro, a quero comigo. Deixarei até que fique com James, mesmo odiando o fato de ele ser fruto do seu amor patético por Justin.

—Isso nunca acontecerá!

—Então só haverá uma maneira de recuperar seu amado filho. Ou melhor, de tentar recuperá-lo.

—O que temos que fazer?

—Não serei eu a dar-lhe as instruções, querida.

O telefone chiou um pouco, como se estivesse sendo passado para outra pessoa. Não demorou muito para que uma voz muito conhecida ecoasse.

—Eu sinto muito, Maya!

—Ashley?

—Me perdoe. Eu juro que não tive escolha...

—Onde está meu filho?

—Ele está bem! Estou cuidando dele. Juro que nada de mau aconteceu para o seu menininho. Estou protegendo ele como se fosse... meu.

—Mas ele não é seu! Ele é meu filho! Meu e de Justin!

—Eu sei! – sua voz era de pura amargura – Você não tem ideia do quanto é difícil quando me lembro disso.

—Me diga para onde levaram o meu bebê.

—Estamos na Rússia. Phillip tem o comando de boa parte do país. Você precisa vir para cá se quiser seu menino de volta.

—Mas é claro que eu vou. Só me dê a localização exata.

—Ainda não posso. Phillip entrará em contato novamente quando souber que estão em território russo. Me perdoe, Maya. Juro que vou cuidar dele até que você acabe com isso.

—Ashley...

—Preciso desligar. Lembre-se, Maya, você deve estar disposta a tudo para tê-lo de volta. Há muita coisa em jogo e você precisa saber exatamente que peça mover se quiser ganhar.

A linha ficou muda, fazendo com que meu corpo esquentasse de raiva. Arremessei o telefone na parede, fazendo-o se quebrar. Justin correu até mim.

—O que eles disseram?

—Temos que fazer as malas e ir para a Rússia o mais rápido possível, Justin. Nós vamos resgatar o nosso garotinho.

—Me explique isso direito.

—Eu explico, mas não agora. Façam as malas e reúnam o máximo de homens que puderem levar conosco para a Rússia. No avião explicarei tudo, mas agora não temos tempo. Justin, juro por Deus que vou trazer nosso filho para casa. Não importa quantas cabeças eu tenha que estourar, eu vou trazê-lo para casa!



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