História Best Way - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Jane Levy, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Best Way, Colegial, Drama, Romance
Exibições 12
Palavras 1.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi, anjos.
muito obrigada por dar favorito espero que estejam gostando.

Capítulo 2 - Olympia


Eu não podia acreditar no que tinha acontecido, meu próprio pai estava me mandando embora de casa. Não acreditava naquela história de despesas e contas, com certeza Elizabeth armou tudo isso, com o discurso que querer o melhor para mim. Naquela noite ela me tentou me “consolar” com esse discurso. Depois do meu pai ter dito aquilo, me tranquei no quarto e chorei. Mais uma vez destino estava me mostrando que as coisas podiam mudar. Eu teria de me adaptar de novo a tudo, eu odiava isso.

A viagem para Olympia em Washington seria de avião, tio Vicent pagou a viagem, papai ou Elizabeth não teria dinheiro para isso. Acredito que se fosse por ela, eu iria de ônibus. Tio Vicent  é o irmão caçula do meu pai, eu me lembro muito dele nas festas de família, já faziam acho que uns dois anos que eu o via, a última vez que o vi foi em seu casamento. A sua esposa Helen parecia ser bem amigável, eu espero que minha convivência com ela não seja como, a minha com Elizabeth. Eles tiveram um bebê a um ano atrás, se não me engano.

Eu amo viver em San Diego, mesmo com todas as mudanças. Deixar de viver aqui não vai ser nada fácil, ainda mais para se mudar para Olympia uma cidade mais afastado centro de Washington seria bem pior do que eu pensava. A escola lá deve ser bem pior que aqui já imagino todos aqueles caipiras me olhando estranho, e pior está no meio do ano, serei mais do que excluída. Depois do “comunicado” do meu pai, eu tinha três dias para organizar tudo. Faltando dois para a viagem pedia transferência da escola, eu não tinha amigos para me despedir, então me poupou lagrimas. Eu que imaginava até no ano passado que sairia daqui direto para a faculdade, eu estava redondamente errada. Escolhi recolher as coisas do meu armário na hora do intervalo para me poupar do olhar das pessoas e principalmente as piadinhas. No último dia eu tive que arrumar todas as minhas coisas, não eram muitas mas tenho que arrumar tudo bem direito para caber nas malas.

Eu não estava aceitando tudo isso muito bem mas era o que eu teria de fazer, Elizabeth coagiu muito bem meu pai. Ele não estava nenhum pouco feliz mas acreditava que isso era a melhor opção para mim.

— Lexi. — meu pai me chamou perto da porta do meu quarto. Eu estava terminando de fechar as malas. Ele entrou e se sentou na minha cama e apontou para eu sentar também. — Eu te amo tanto, filha. Não está sendo nenhum pouco fácil para mim, acredite isso é melhor.

— Eu também te amo, pai. — o abracei ficamos assim alguns minutos, percebi que ele chorava e eu também.

Naquela noite acredito que só tirei um cochilo, fiquei me revirando na cama a noite toda. Eram sete horas quando meu despertador tocou e logo o fiz parar. Eu não tinha vontade alguma de me preparar para ir embora. Tomei uma ducha, me vesti e penteei os cabelos, deixando os soltos. Eu já estava pronta, meu voo sairia as nove. Logo, Elizabeth bateu a minha porta com um sorriso de orelha a orelha me chamando para tomar café da manhã. Depois do café, papai colocou as malas no carro e eu peguei minha mochila, sairíamos logo. No caminho para o aeroporto passamos pela escola, fiz questão de olhar para o outro lado, não queria ver e não queria que me vissem. O trafego está bom para uma manhã de segunda-feira, chegamos no aeroporto e fiz o chek-in, já era hora de despedir. Abracei meu pai como toda a minha força e ele também, me deu um beijo testa. Eu já estava chorando.

— Me desculpe, querido mas tenho que ir trabalhar e você logo estará bem, querida. — ela falou num tom como se importasse comigo. Até a despedida do meu pai, ela atrapalhou.

— Cuide-se pai, eu te amo. — Dei o ultimo abraço nele e fui para o portão de embarque.

A chamada para o meu voo já tinha começado, mas decidi esperar um pouco porque a fila estava grande. Assim que fila diminui eu entrei. Entrei no avião e procurei meu lugar por sorte fiquei na janelinha, eu gosto de olhar. Logo as pessoas que sentariam ao meu lago chegaram, é um casal de idosos e eles me pareciam bem felizes.

— Olá, Docinho. — a senhora que havia sentado ao meu lado, cumprimentou. Não pude me conter de pensar nos meu avos, ambos tinham falecido. Será que se algum deles estivesse vivo, eu não estaria nessa situação?

O avião logo decolou, ao longo do voo o casal de idosos puxou conversa comigo. Tenho muito respeito pelos mais velhos e os escutei, porque afinal eu não queria passar quatro direto só ouvindo música e reclusa aos meus pensamentos. Eles estavam muito felizes pois estavam indo para o casamento do filho, o brilho nos olhos do casal era enorme. Entre as conversa as quatro horas pareceram não ser nem trinta minutos. O avião pousou e logo o piloto comunicou que tínhamos chegado em segurança. O casal se despediu e foi em direção a saída, eu esperei novamente a maioria das pessoas saírem para poder sair. Assim que cheguei no saguão vi pela janela panorâmica a cidade de Seattle. Vi em algum das telas que na cidade marcava baixas temperaturas e eu não estava acostumada a nada disso, em San Diego cidade típica de praia não fazia tanto frio e nem nevava. Antes de sair de casa eu havia colocado uma touca e um casaco na mochila, eu sabia que podia estar frio aqui. Fui ao banheiro e pus o casaco e a touca, logo depois peguei minhas malas no desembarque e fui em direção ao portão. Eu não sabia se teria alguém me esperando ou teria que ligar para ele. Eu não sabia de nada e isso me dava um pouco de medo. Assim que sai vi as pessoas sendo recebidas pela família, eu evitei olhar, porque sabia que ninguém podia estar me esperando.

— Alexia. — olhei para onde me chamavam. Era tio Vicent , ele estava lá com sua esposa e o bebê. 


Notas Finais


Deixem comentários , me digam o que acharam do capitulo.
Até o próximo ;)


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