História Besteiras do Cotidiano - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Suga, V
Tags Sugahope, Sugakook, Sugamin, Taegi, Yoonhyung, Yoonkook, Yoonmin, Yoonseok
Exibições 210
Palavras 2.230
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpe a demora, é que eu entrei em Hiatus. Tomei a decisão de ir pro semi-hiatus somente para finalizar as shortfics e pretendo finalizar essa ainda hoje ou amanhã - vou começar a escrever o capítulo agora - e em seguida voltarei para o hiatus. Provavelmente em Novembro ou quem sabe após o dia 22 eu saía desse hiatus e como estarei livre (dois projetos finalizados) darei início a novas histórias e atualizarei outras <3

Enfim, vale constar que esse capítulo é um pouco mais sério que os demais.
Não é que seja sério, ele é mais "emocionante" e menos safadeza, humor pesadão entendem? Eu julguei necessário, mas calma que tem os seus momentos para rir <3 afinal isso é uma comédia e óbvio, os momentos para shippar <3

Irá ser abordado Yoonmin novamente, mas é por conta de [SPOILER] ser o lance mais forte do Yoongi [SPOILER], mas o "casal" é TaeGi <3 tenham uma boa leitura, viu?

Capítulo 3 - Momentos Tensos Durante as Férias.


Fanfic / Fanfiction Besteiras do Cotidiano - Capítulo 3 - Momentos Tensos Durante as Férias.

Chapter Three — Momentos Tensos Durante as Férias.

"Férias é o período de descanso anual, que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano, ou seja, por um período de 12 meses, período este denominado "aquisitivo". As férias devem ser concedidas dentro dos 12 meses subsequentes à aquisição do direito, período este chamado de "concessivo"".

Resumindo em outras palavras — ou na santa palavra de Min Yoongi, cuja pessoa sou eu — é aquele glorioso período em que você não precisa se importar com rotina e horários.  Quando você trabalha tudo o que deseja além de ser recompensado por isso são férias, aquele descanso, que faz com que você retorne renovado ao serviço. É quando você pode acordar tarde; fazer de coçar o saco na TV seu hobbie; quando você tem tempo para fazer uma refeição decente, porém opta pelo delicioso e mais prático Cup Noodle. 

O que eu mais desejava era tirar férias — principalmente após pagar tanto micão no serviço — e então, após um período complicado para bater metas no serviço,     fui agraciado — mentira que era o mínimo — com férias.      Obrigado chefe, sempre soube que aquele boquete que te paguei meses antes viria a calhar uma hora, naquela hora. 

Eu tinha planos, fiz questão de listá-los em uma folha de papel — fatos comprovam que essa foi à última vez em que fui organizado antes de entrar de cabeça nas férias. 

    1.   Dormir 14 horas por dia. 
              2.     Maratona de séries quando eu não estiver dormindo. 
              3.    Revezar entre as séries e a preparação de cup noodles, alguns intervalos de soneca (dormir é tudo). 
              4.   Em caso de dificuldade para manter-se acordado; dormir sem hesitar. 
              5. Tirar uma foto na praça para dizer aos colegas do trabalho que eu não fiquei somente em casa.  

PS; Aproveitar e tirar um cochilo de baixo das árvores.

Parecem ótimos?   Com certeza haveriam de ter sido ainda melhores caso eu os tivesse concretizados.      Infelizmente a vida não foi nada bacana quando em uma manhã de segunda-feira (meu primeiro dia em casa) recebi uma ligação do Senhor Park convidando-me passar as férias em sua ilha particular.     Sim, a família dos Park's além de da genética perfeita tinha grana no bolso e bota dinheiro nessa caralha.  

Se fosse outro a me convidar — um de seus filhos — eu recusaria de imediato. Mas como negar ao Senhor Park?   Com uma voz gostosa daquela por telefone somando com a educação, o carisma, a doçura, a simpatia e a etiqueta de sobra — eu deixaria de ser ativo só pra ter esse homem me fodendo, desculpe Senhora Park — não teve como negar o convite.   

Teria de aturar dia e noite Jimin que entrou de férias junto comigo, Hoseok que devia ter pagado um boquete para conseguir tirar essas férias antes do previsto, Jungkook que por conta do braço machucado tirou um tipo de licença da faculdade — aparentemente para curtir o braço não faria diferença, espertinho — e Taehyung que era sustentado pelos pais e não fazia faculdade por motivo de: sem vocação alguma; envergonharia o nome da família; era melhor não ter controle da própria vida se não cagaria com ela.    Em compensação:

Eu ia foder pra caralho naquelas férias. 

Aí como a vida é bela.

—X—

Verdade seja dita.    Ninguém se escapou do Yooniezinho que esteve muito arteiro naqueles dias, na primeira oportunidade que houvesse ou na primeira provocação de Jimin ou Jungkook não importasse o ambiente em que se encontrassem — naquele caso, qualquer pedaço da ilha — ele garantia uma boa diversão; vulgo foda

Eu me surpreendia como os pais dos garotos não percebiam que eu estava passando a mão em cada um deles, e isso desde o ensino médio em que eu encaixei no pequeno Jimin coisas que eu não deveria encaixar num ambiente de escola.    Até os dias de hoje não sei se se faziam de cegos ou somente não tocavam no assunto porque eles não terem sacado era praticamente impossível. 

— Você quer um pouco de refrigerante?

Eu assenti com a cabeça, em questão de segundos o copo com coca-cola foi entregue em minhas mãos. 

— Obrigada.  Realmente, é um belo lugar.   — Comentei com a mulher.  A senhora Park era digna de uma beleza esplêndido e vendo seus filhos, estava mais que na cara que a genética "bonita" não viera somente do Senhor Park que cá entre nós era puta gostoso.

— Jimin que escolheu esse lugar.    Haviam outros opções, mas ele ficou bastante intrigado com essa ilha...   Quando ele viu as imagens ficou todo saltitante, disse que a paisagem meio enigmática o lembrava dum conhecido; quem gostaria de conhecer muito mais a fundo e desvendar seus mistérios.    Ele não é bobo?  — Ela riu do mais novo.    Não consegui evitar o rubor em meu semblante, havia sentido totalmente aquela indireta — bastante direta — dei um sorriso meio sem graça em resposta. 

Porra Jimin.  

Fomos interrompidos pelo pai do mesmo que apareceu diante nós bastante entusiasmado.   Cumprimentou-me com um aceno e um sorriso de orelha a orelha mostrando seus dentes que além de brancos eram retos,     em seguida despejou um selinho nos lábios da esposa que corou com a ação.     Como era fofa.    Seus olhos se fixaram em mim como se tivesse algo a me dizer, devo dizer que fiquei excitado.

— Pode vir comigo? 

Instantaneamente eu levantei-me sem deixá-lo terminar, eu iria com ele até os confins do inferno.   Então, para minha decepção ele completou a frase. 

— Os garotos pediram para que eu te levasse até aquela pedra alta lá na frente.    Parece que vão dar alguns saltos, enfim, pediram sua presença.    — Explicou-se. Eu concordei com a cabeça escondendo o desapontamento, olhei para sua esposa olhando-me com ternura e pela primeira vez, senti-me sujo por pensar em seu marido de outra maneira.  

Tratei de acompanhá-lo enquanto tentava esquecer o acontecimento de antes.   Embora tenha sido meio difícil isso devido a um acontecimento inesperado, poucos minutos após eu ter saído de baixo do guarda-sol onde estava com sua esposa.  Houve um momento em que eu por saber o caminho resolvi andar um pouco mais a frente, nisso tropecei em uma pedra no caminho, não caí, mas senti o membro do Senhor Park roçar em minha bunda.   Isso porque ele estava andando atrás de mim e quando tropecei acabei fazendo-o parar. 

— "Está tudo bem? — Ele perguntou atencioso". 

Juro que naquele instante queria ter-lhe tascado um beijo por ser tão perfeito — uma pena que quinhentos anos mais velho — porém o rosto de sua esposa e de seus filhos com quem eu me envolvia com alguns e a outra metade, é, tava quase lá, veio em mente.   Não fiz nada do que queria, mas, deixei de querer algo.    Não demorou em que chegássemos à pedra, que mais se assemelhava a um penhasco beira-mar. O pai de Jimin deixou-me e foi ao encontro de sua mulher. Pude ver os garotos e acenei conforme corria na direção dos quatro. 

— Até que enfim chegou Yoongie!  — Taehyung assim que me viu acenou com os olhos cintilantes.    Ele parecia estar lendo um mangá de One Piece — um de seus favoritos na época — e saber que o deixou de lado para cumprimentar-me, alegrou-me um pouco. 

Jimin acenou de longe, parecia estar resolvendo algo importante com Jungkook.  Em compensação Hoseok gritou para mim. 

— Suga!!!!

O ignorei e fui ao encontro de Taehyung que voltara a se concentrar em sua leitura.     Sentei-me no chão, ao seu lado, pude sentir a brisa fresca bater em meu rosto.     Quase que em seguida senti outra coisa, daquela vez, ruim. 

Jimin encarando-me como se fosse me matar.  

— Quanto ciúmes.    — Disse para mim mesmo, contudo, Taehyung conseguiu ouvir e gargalhou baixo.  Acabei virando meu rosto em sua direção, encarei seu rosto por alguns minutos até ele começar a ficar vermelho. 

Cai no riso.     Levei um tapa. 

— Não ria de mim, tch.   — Mostrou-me a língua completamente infantil.    Sorri de canto e me levantei, deixando-o para trás e indo até os demais. 

Jimin virou a cara de imediato para qualquer direção em que os nossos olhares não se cruzassem.   Ciúmes?   Era exatamente isso. 

— Climão hein?   

Para dizer algo tão idiota só poderia Park Hoseok, ao contrário de Jungkook que tinha plena certeza que eu não chovia somente na horta dele e na do irmão — Jimin — também e a mais tempo do quê nele, com Hoseok era diferente.    Além de até o momento não ter rolado nada entre nós, ele também não sabia nada de mim com os outros. 

Jungkook riu. 

— Vamos saltar meu povo!   — Hoseok sugeriu quebrando o gelo entre nós.    Soltei um riso alto e me aproximei de Jimin,     ficando logo atrás de si,     inevitavelmente levei uma pisada do mesmo, doeu só que valeu a pena porque quando minha mão direita apalpou sua bunda com força ele ficou tão sem jeito que não reagiu e somente tentou disfarçar a situação que não era visível para os demais.

— Hoseok vai primeiro.     — Sugeri animado. 

Ele olhou-me frustrado.

— Por que eu? 

— Porque se tu morrer não faz diferença, precisamos de alguém pra ver se pular dessa altura no mar é seguro.  Já pensou se o futuro médico da família de vocês, Park Jungkook morre?    Você por a caso tem noção do quão abençoadas são as mãos desse rapaz?   — Comentei em deboche. Jimin me encarou com raiva, sua boca fazia um perfeito "o", pelo visto ele assim como Jungkook havia entendido a referência. 

Hoseok pareceu pensar. 

— É. Tá certo vou primeiro!   — Assentiu todo empolgante.     Começou a tirar a camiseta enquanto todos começaram a urrar seu nome, para que pulasse logo.    Apesar do medo que eu percebi que ele estava — altura não era seu forte — ele não demorou em se atirar daquela pedra no mar.     Em questão de segundos seu corpo caiu de encontro ao mar que por sorte, estava calmo naquele dia, demorou um pouco para que ele nadasse para cima e nos desse a certeza que estava bem.  Quando tirou sua cabeça da água foi um sinal que era de boas pular. 

Jungkook desviou-me um olhar que decifrei em minutos: Encontre-me mais tarde.  Depois disso ele pulou da pedra, surpreendeu-me o fato de quê ele conseguia nadar mesmo com um dos braços machucados.     Questiono-me se não era mentira para perder aula. 

Era a vez de Jimin e ele não queria pular, parecia receoso. 

— Então?

— Não quero pular.

Gargalhei. 

— Eu sei e nem quero que pule isso.    Tenho uma ideia melhor para você; para nós.  — Encarei-o com malícia e desejo.   Dentre os irmãos Park,     Jimin com toda certeza era quem me cativara mais.   Era errado dizer que o amava, e embora eu estivesse com tesão por ele naquele instante, o meu sentimento por ele não se resumia a isso. 

Eu também queria que toda aquela birra e o ciúmes de Taehyung que eu considerava a toa fosse embora.   Eu queria que ele visse que não há necessidade de ter ciúmes, mas era errado, porque embora não tivéssemos um relacionamento; eu me envolvia com seu irmão; tinha tesão por seu pai; pegava o nosso chefe e tinha certeza de que em algum momento essa lista de peguetes iria aumentar.   Então, se ele estava desenvolvendo sentimentos por mim e o nosso lance era TOTALMENTE mais forte e único, havia motivos para ele sentir ciúmes só que infelizmente eu era um canalha e não deixaria de ser um tão cedo.     E sabe o pior disso?  É que nem vontade de deixar de ser um canalha eu tinha. 

— Parece uma boa ideia.    — Ele sorriu para mim, um sorriso sujo, quase como se estivesse pedindo, não, implorando para ser fodido por mim naquele mesmo lugar.  Eu o foderia em outra situação, sem hesitar, mas não estávamos a sós.  Taehyung estava conosco.

Quando me toquei disso,     tomei distância.   

— Pule.  

Senti a raiva em seu olhar.    

— Você é um idiota Min Yoongi!    — Olhou-me emburrado e virou às costas, daquela vez, sem medo de pular.   Obtive a certeza naquele momento, que iria tardar para eu conseguir conquistá-lo novamente.      Ele percebeu, percebeu que eu ao notar que havia outra pessoa conosco não quis beijá-lo, não quis assumir que houvesse algo entre nós por mais "simples" que fosse. 

— Aaaaah, você é mesmo um idiota Yoongie.   — Taehyung fitou-me fingindo um desapontamento.    Ri de sua cara e fui sentar-me com ele. 

— Eu acho que não tem como piorar, sabia?   — Resmunguei e deitei a cabeça em seu ombro.    Soltei um suspirou pesado, por que eu ainda me importava? 

A partir daquele momento, nada mais fez sentido. 

— Não diga isso. 

Eu tirei minha cabeça de seu ombro para mirá-lo confuso. 

— O quê?  — Arqueei as sobrancelhas.   

Taehyung

me

beijou.

Nada intenso, nada agressivo, nada selvagem.  Um beijo suave, tranquilo e um pouco atrapalhado devido à confusão que tomou conta de meu ser.     Quando sua boca descolou da minha, ele soltou uma risada fraca; fofa.   Foi olhando em meus olhos com um sorriso debochado em seu rosto e a mão em meu ombro que ele proferiu aquelas malditas palavras:

— Que não há como ficar pior hyung. Eu estou passando a ser mais um problema para você a partir de agora, então sim, há sempre como piorar.   

Taehyung partiu, despedindo-se com um breve aceno.  

Demorou cerca de meia hora para que eu tomasse uma atitude; isso porque meu celular vibrou.    Apesar de ter achado que eu houvesse o guardado, ele estava no bolso da minha bermuda desde o início, e realmente, eu queria muito ter guardado-o inicialmente, porque a notícia que obtive não foi nada boa. 

Min Namjoon está morto.  


Notas Finais


Quem gostou >> Favorite e deixe um comentário expondo sua opinião e/ou critica construtiva. Se puder e quiser. Ninguém é obrigado a nada, mas isso incentiva a continuar escrevendo.

Espero que tenham pegado a indireta. O primeiro capítulo foi narrado no presente, e os demais estão sendo escritos no passado... Isso tem uma razão sim, vocês irão entender melhor no próximo e último capítulo que eu prometo que será bom <3 eu espero, ashjiahjsai.

Até mais.


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