História Beta - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias No Game No Life, Pokémon
Personagens Ash Ketchum, Dawn Hikari, May, Mew, Misty, Serena, Tet
Tags Amourshipping, Ash, No Game No Life, Pokémon, Satosere, Serena, Tet
Visualizações 145
Palavras 2.703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo minna-san, como vão?

Bom, cá estou eu com mais um capítulo da Fanfic! Gostei muito de escreve-lo! No início pensei estar indo um pouco rápido demais, mas o resultado me agradou bastante!

E também, eu gostaria de lhes agradecer pelos - quase - 20 favoritos! Pode não parecer muito, mas para mim, com um capítulo, em três dias foi! Então Arigatō! (*^3^)/~☆

Agora, boa leitura! ^^

Capítulo 2 - Starting the Game: God’s Gift


Fanfic / Fanfiction Beta - Capítulo 2 - Starting the Game: God’s Gift

II

25 de novembro, Satoshi Ketchum

Elchea, Disboard

–Entendi! – disse para a mulher de cabelos rosas a minha frente.

Um tempo se passou desde que Tet me invocou neste mundo. Entrei no reino e vim logo a primeira pousada que chamou a minha atenção. Aqui, encontrei Jessie, que está me ajudando a mexer na Pokédex.

–E essas palavras abaixo dos ataques de seu Pokémon, é o tipo dele! – continuou. – O seu Pokémon tem um determinado tipo! Como por exemplo, o Pikachu é do tipo elétrico! Porém, ele possui ataques do tipo normal, elétrico e psíquico, como já te mostrei!

–E são esses ataques que podem me dar vantagem em uma batalha?

–Isso mesmo! – ela prosseguiu. – Sua pokédex mostra isso! Aqui!

Jessie apontou para uma pequena lista que me mostrava as vantagens, as desvantagens e os tipos os quais ataques do Pikachu seriam neutros ou zero.

–Como por exemplo, seu Pikachu tem vantagem contra os Pokémon do tipo voador e água e desvantagem apenas para o tipo terra! Contudo, os ataques do tipo elétrico não surtem efeitos contra esse tipo!

–Então se eu usar, por exemplo, o choque do trovão em um… Pokémon do tipo terra, ele não sairá com nenhum arranhão? – perguntei.

–Isso mesmo! Agora, tente usar sua pokédex com outros pokémon! Ali – ela apontou para os dois treinadores que batalhavam no campo de batalha da pousada, logo atrás dela.

–Tudo bem!

Apontei, primeiro, para o Pokémon semelhante a uma rocha, com braços em ambos os lados. Porém, ele não possuía pernas, apenas a pedra que deveria funcionar como sua cabeça. Sua expressão facial era de raiva, devido ao desgastamento de sua 'cabeça'.

"Geodude, o Pokémon rocha. Quanto mais velho um Geodude é, mais suas bordas ficam desgastadas, dando-lhe uma aparência mais arredondada! No entanto, o coração deste Pokémon permanece duro e áspero, não importa quanto tempo passe! Os ataques de Geodude são: Investida, Tempestade de Areia e Lançamento de Rocha!" a Pokédex disse, com uma voz computadorizada bastante estranha.

–Pika! – grunhiu Pikachu, em minha cabeça, estranhando aquela voz.

Apontei-a para o outro Pokémon. Ele se parecia com um lagarto alaranjado, com uma longa cauda e uma chama que queimava em sua ponta. Particularmente, achei-o bastante fofo.

"Charmander, o Pokemon lagarto! A chama que queima na ponta da cauda de Charmander, é um indicador de suas emoções! Ela muda quando ele está se divertindo ou triste, mas, quando está enfurecido, sua chama queima ardentemente! Os ataques de Charmander são: Arranhão, Brasas e Cortina de Fumaça!"

–Esses ataques, cortina de fumaça e tempestade de areia são de distração, não?

Ela assentiu.

–Como eu lhe disse, existem alguns ataques que são usados na defensiva e na ofensiva. O tempestade de areia, cria, como o nome diz, uma cortina de areia, o que dá vantagem aos Pokémon do tipo terra, já que conseguem visualizar, quase perfeitamente, todo o campo de batalha e, consequentemente, o adversário! Já o cortina de fumaça, cria uma fumaça preta e isso dá vantagem para o Pokémon que a usou! Se usados adequadamente, claro! – ela encostou nas costas cadeira, como se quisesse dizer que esses ataques não funcionam com ela. – Mas um ataque do tipo voador pode desabilitar de vez esses ataques!

Assenti. De repente, um pouco de areia voou para suas roupas. Ela resmungou e se pós a limpar seu vestido medieval, com certa raiva e delicadeza ao mesmo tempo. Aparentemente, ele não parecia ter sido barato, levando em conta os 'trapos' que as outras mulheres trajavam.

–Ei, seus pirralhos! – Jessie resmungou. – Vão se catar! Me sujaram toda!

–Não precisa mais se preocupar, Musashi, Jessie-chan! – disse um dos treinadores.

Ele trajava roupas estranhas, uma mistura de japonesas com as típicas medievais medievais. Para eles, deveriam ser normais. Seu cabelo era um pouco bagunçado e seus olhos estavam fechados. Sua pele era um pouco escura, porém seu cabelo era mais e certamente possuía uns dez a quinze centímetros maior que eu.

–Já acabamos aqui! – ele chamou seu Pokémon. – Não mostrou ser digna de minha Badge, Sora-sama! Mas não é por isso que é fraca! Pelo contrário, a coragem que teve ao me desafiar já diz o quão forte você é! Treine um pouco mais e volte depois para me desafiar! Já sabe onde me encontrar!

–Voltarei, Brock-kun! – ela fez uma curta reverência e sacou uma Poké Ball de sua cintura e apontou-a para seu Charmander nocauteado a sua frente. – Retorne Charmander! E descanse!

Logo, ela saiu correndo e Brock deixou o campo de batalha.

–Está livre para quem desejar batalhar! – disse ele ao sair dali.

–O que é uma Badge? – perguntei para Jessie. Quando observei a cadeira em minha frente, percebi que estava sozinho naquela mesa. Comecei a olhar para todos os lados, desesperado.

–Desculpe garoto, tenho coisas mais importantes para fazer! – disse ela, atrás de mim.

–Pika! – disse ele em minha cabeça, aparentemente irritado.

–É isso aí, Pikachu! – levantei da cadeira e apontei para Jessie. – Eu te desafio para uma batalha!

Todos nos olharam, atenciosos, pensando que aquilo era uma brincadeira. De repente, todos, com excessão de Brock, começaram a rir. Jessie virou-se e, com as mãos no estômago, como se estivesse engasgando de tanta risada, e disse-me:

–Não estou à fim de te dar uma surra, pirralho! – ela virou-se de costas, deixando de rir e caminhando um pouco mais.

–Mesmo? Acho que só não está a fim de perder em público para um cara que, há horas a trás, não sabia nem se quer o que era um Pokémon!

–Pika, Pika!

Todos lançaram um sussurro, como sinal de provocação, e ela me olhou nos olhos, irritada.

–Acho que você me interpretou mal! – disse ela. – Eu só batalho se houver alguma aposta! E acho que você não tem nada que eu queira! – ela me olhou de baixo para cima. Então, todos voltaram a repetir o mesmo sussurro. Mas não me afetou.

–Pelo contrário! Vejo que as roupas que usam são completamente diferentes das minhas! E, mesmo se houver algum humano que usa as mesmas roupas que eu, são a minoria! Suponho que conseguiria um bom valor por elas! – de repente ela parou. Pensou um pouco e enfim aceitou:

–Tudo bem! Mas o que quer caso ganhe? O que não irá acontecer.

–Eu acho que você sim tem algo que eu queira! – disse, olhando atentamente para sua cintura. Ela cobriu-a com as mãos e, antes que pudesse me chamar de pervertido ou tarado, continuei. – Quero todo o dinheiro que carrega consigo!

Ela ficou paralisada. Não me respondia e nem sei se respirava. Apenas me encarava, pensando.

–Vai amarelar, Musashi Jessie-chan? – disse um homem, já velho, dispersando a risada de todos ali.

–De modo nenhum! – ela gritou, furiosa. – As regras são simples: sem Antidotes, Potions ou Berrys! Apenas os ataques!

–Beleza! – disse. – Nem se quer sei o que é isso!

Dei as costas para ela e me posicionei no campo de batalha. Ela veio logo em seguida e também ficou em seu lugar.

–É com você, Pikachu! – disse. Ele logo saltou de minha cabeça e entrou em posição de combate, com as quatro patas no chão, a cauda para cima e as bochechas produzindo eletricidade.

–É com você, Arbok!

Ela arremessou uma Poké Ball no ar. Ela lançou um laser vermelho que se transfigurou em uma enorme cobra roxa, idêntica a uma naja, porém, dez vezes maior. Seu corpo possuía alguns desenhos, simbólicos, presumo, mas que me lembraram um rosto confiante, como se a batalha estivesse ganha. Apontei minha Pokédex para ela.

"Arbok, o Pokémon cobra. Esse Pokémon é extremamente forte, a fim de restringir seus oponentes com seu corpo. Uma vez que envolve seu corpo em torno de seus inimigos, escapar de seu abraço é quase impossível. Os ataques de Arbok são: Mordida, Embrulhar, Ácido e Tóxico!" disse ela. Assustei-me ao ouvir os nomes dos ataques, mas não deixei-a perceber.

Certo, como vi a alguns minutos atrás, os ataques do Pikachu são: cauda de ferro, esfera elétrica, ataque rápido e o choque do trovão. Preciso bolar uma estratégia.

Bom, sei que Arbok provavelmente tentará agarrar Pikachu para usar o Embrulhar. Seus ataques mais efetivos são corpo a corpo e o Tóxico funciona como distração. O Ácido pode ser mais perigoso para mim.

–Vamos nessa! – disse ela, sem nem me esperar. – Arbok, uso o Tóxico!

A cobra rapidamente abriu sua enorme boca e se preparava para executar o ataque, pouco a pouco gerando uma fumaça que estava começando a cobrir o campo de batalha.

–Pikachu, nunca te pedi nada! A única coisa que te peço agora: concentração! – pedi a ele.

–Pika! – ele respondeu. Mantendo a mesma posição, ele fechou os olhos e manteve-se calmo, o que, claramente, surpreendeu Jessie-chan.

–Agora, visualize o campo de batalha! Tudo está calmo, mas a fumaça se espalha! E agora, a boca de Arbok está logo a sua frente! Bem a sua frente! E agora… – suas bochechas não paravam de produzir energia e ele realmente aparentava estar furioso. – ESFERA ELÉTRICA!

Pikachu executou um salto duplo para frente e, em sua cauda, formou uma bola mesclada de amarela e preto, do tamanho de uma bola de basquete, talvez um pouco menor, e arremessou-a em direção a Arbok. A cobra, que continuava a executar o ataque ordenado pela treinadora, não teve tempo de desviar e recebeu a esfera goela abaixo. Logo, caiu no chão e começou a gemer de dor e o campo de batalha estava quase repleto daquela fumaça. Pikachu lutava para tentar se livrar dela.

–É isso aí, Pikachu! – comemorei.

–Pika!

–Isso não vai ficar assim, pirralho! Arbok, Embrulhar!

Arbok, furiosa, correu para cima de nós e logo envolveu Pikachu em seu corpo. Ele começou a se contorcer e a gemer, quase chorar, e estava me sentindo péssimo, pois não dera tempo de ordenar um novo ataque.

–Pika…

Minha ordem foi interrompida por um anjo. Ele passou ao meu lado, como um vulto negro em uma floresta escura. Seus olhos refletiam uma vasta alma, tão extensa como o oceano, da cor dos sete mares. Seus cabelos, eram como ouro, mas aparentavam ser tão macios como seda babilônica. Sua boca, com pequenos lábios carnudos, avermelhados, me lembravam de morangos silvestres ou cerejas recém colhidas. Seu corpo, com belas curvas, delicadas como cerâmica grega, apresentava seios pequenos como maçãs, mas daria de tudo para dar uma mordida naquelas maçã'. Seus glúteos, pareciam-se com melões, talvez um pouco menores. Mas, sempre ouvi e li em livros culinários da escola, que, para saber se um melão está maduro, basta pressiona-lo levemente. Tomara que eu encontre-a em uma feira algum dia para ver se realmente estão maduros.

De repente, ela passou e percebi que me desligara do mundo real por um certo tempo. Voltei meus olhos para o campo de batalha e via Pikachu sendo esmagado pelo ataque da Arbok.

–Pikachu! – gritei ao vê-lo naquele estado.

Arbok grunhiu, resmungou alguma coisa e depois jogou-o para longe. Ele caiu perto de Jessie-chan e esta tinha um sorriso confiante no rosto.

–Quer apanhar mais um pouco, pirralho? – ela perguntou, zombando de mim.

–Você tem muita confiança! – disse, tentando manter-me calmo. – E isso pode leva-la a ruína! Pikachu, ainda consegue lutar?

–Pi… – ele se levantou, ignorando os ferimentos artificiais. – Pika! – ele ficou sobre suas quatro patas. Sua cauda já não estava tão mais ereta, pelo contrário, estava um pouco caída ao lado e ele tinha dificuldade em lançar eletricidade por suas bochechas.

–Acabe com isso, Arbok! E mostre para eles! Mordida!

Arbok começou a investir contra Pikachu, em uma velocidade razoável. Sua boca estava completamente aberta e estava pronta pra morder o pequeno corpo de Pikachu.

–Pikachu, se ainda consegue lutar, use um choque do trovão! Não vamos deixar que nos subestimem! – engoli o orgulho por um momento e pedi a ele, o mais gentilmente que pude.

Ele, então, levantou sua cauda, lentamente passou a produzir ainda mais eletricidade em suas bochechas. Todos começaram a encara-lo, curiosos, e Arbok cessou os ataques, recuando alguns passos para trás. Por fim, Pikachu estava envolto por uma aura amarelada, gigante, que estava por todos os lados e raios saíam de seu corpo. Então, uma coluna, mais grossa do que eu imaginava, correu pelos ares em direção a oponente. Algumas luzes queimaram, ou melhor, estouraram e, quando a coluna de energia tocou Arbok, ergueu-se uma cortina de fumaça e areia que não nos permitia ver absolutamente nada.

Em questão de segundos, ela desapareceu tão rápido como veio e pudemos ver, claramente, Pikachu em pé, enquanto ela estava jogada em uma mesa, onde um velho e um homem mais novo, aparentemente seu filho, indagou, confuso:

–Mas o que?

–Que poder é esse? – perguntou outro.

–Pikachu nenhum tivera esse poder!

E muitas outras perguntas e afirmações vinham de vários homens, enquanto Jessie estava boquiaberta, perplexa, paralisada.

–Bom, acho que me deve algo! – disse eu, me aproximando dela e, consequentemente, de Pikachu.

–Ora – praguejou. – Seu pirralho maltrapilho! – ela sacou outras duas Poké Balls e estava pronta para lança-las ao ar, chamando mais dois Pokémon.

–Deixe-o em paz, Musashi Jessie-chan! – o tal de Brock interviu. – Pague o que deve a ele e se retire! Quanto aos gastos com as lâmpadas, a mesa e a mercadoria dos clientes, eu me encarregarei disso, não se preocupem! Agora, as moedas! – ele estendeu o braço, pedindo o dinheiro que ela me devia.

Jessie xingou, resmungou e entregou o dinheiro para Brock e logo deixou o local, após recolher Arbok. Brock se virou para mim e me entregou o saco de moedas.

–Valeu! – disse. Estendi o braço, com a mão aberta, esperando um "Toca aqui".

–Isso é algum tipo de ameaça? – ele perguntou.

–Isso é um cumprimento – sussurrei.

Acho que aqui eles não tem todos os costumes que temos no planeta Terra.

–Escute aqui, garoto. Se é novo aqui, tome cuidado! – ele advertiu-me. – Não sei de qual reino você veio, e se está pensando que todos os nossos treinadores são fracos, fique sabendo que alguns são muito perigosos! Isso é uma afronta para Elchea! – continuou. Suspirou e olhou para Pikachu, em minha perna. – Mas enfim, venceu justamente! Tome, merece isto!

Ele me entregou o saco de moedas e deu as costas.

–Passar bem!

Eu hein. Mas, enfim…

–Você foi muito bem Pikachu! – disse, pegando-o no colo.

–Pika! – ele se animou, erguendo ambos os braços.

–Vem, agora vamos ver se encontramos alguma recompensa para você e um lugar para dormirmos! – saímos dali, vagarosamente, com o dinheiro preso em meu colete. – Não sei se quero dividir a mesma pousada que aquele tal de Brock!

–Pika!

Após sairmos dali, demos uma volta pela cidade. Compramos algumas frutas por um preço muito bom e pegamos algumas sem que vissem. Comemos e, quando fui olhar, não tínhamos gasto nem se quer um sexto do valor ganho. Eram várias moedas e, ao que tudo indicava, tinham um alto valor.

Chegamos a uma estalagem, longe dos portões da cidade, ainda maior que a pousada que estávamos. Localizava-se em um bairro um pouco mais nobre, perto do centro, um lugar movimentado, repleto de vendas, feiras e lojas onde vários treinadores e seus Pokémon compravam. Não eram grandes nem ameaçadores, feito a serpente azul que vi quando cheguei aqui, pelo contrário, são fofos e adoráveis e nem um pouco intimidadores.

Entrei de vez na estalagem e estava pouco movimentada, com pessoas lendo livros por todos os lados. As mulheres, vestiam vestidos gigantes e chapéus de gala e os homens, ternos cor de canela com chapéus ou cartolas.

Fui aonde deveria ser a recepção e atrai vários olhares, acho que por conta de minhas roupas.

–Bom dia! – disse a recepcionista com um sorriso no rosto. – Em que posso ajuda-lo?

–Gostaria de um quarto! – disse eu, observando-a de pés a cabeça. Seus seios eram do tamanho de melões e, com todas as roupas, o casaco e o sutiã, ficavam ainda maiores.

–Para seu Pokémon também? – ela perguntou.

–Sim! – peguei três moedas de meu bolso. – Quanto eu consigo ficar com esse valor? Digamos que… Ainda estou me acostumando com o sistema monetário de Elchea!

Ela observou as moedas douradas.

–Três noites em um de nossos quartos! Posso lhe dizer que são bastante confortáveis! Com duas camas para Imanitys e uma para seu Pokémon! Ou duas noites em nossas suítes de luxo com…

–Duas noites então! – disse entregando-lhe as moedas. Ela pegou-as e foi, então, buscar alguns papéis importantes.

Comecei a olhar para o nada, prestando a atenção sabe se lá em que. Porém, quando vi, havia agarrado o braço da garota a qual vira mais cedo e ela me olhava, assustada…


Notas Finais


E então, minna, o que acharam? Estão gostando da Fanfic? O que será que acontecerá no próximo capítulo?

Bom fiquem ligados e não se esqueçam da regrinha dos três "C"! Curte, comenta e compartilha, kkk, brincadeira, mas deixar seu comentário pode ser bastante útil para sabermos de sua opinião sobre a Fanfic!

Sayounara, Arigatōu e até quarta! (#^.^#)


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