História Better Call Sakura! - Capítulo 77


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Categorias Sakura Card Captors
Personagens Kerberos "Kero", Meiling Li, Sakura Kinomoto, Shaoran Li
Tags Bcs!, Kero, Meiling, Sakura, Syaoran
Exibições 8
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Seis meses no Meikai não só tornaram Sakura mais durona e mais preparada para o perigo; ela também aproveitou o tempo para desenvolver umas armas novas…

Capítulo 77 - As novas armas de Sakura


Os seis meses de sofrimento que Meiling previra estavam se passando, tudo medido pela ampulheta de Kero. Faltava apenas mais um dia para aquilo tudo acabar. No começo foi difícil suportar a fome, a dor, o cansaço, mas Sakura superou tudo isso em nome do imenso amor que tinha pelas cartas. Já se acostumara com a sensação horrível das náuseas e dos cortes.

– Você ainda vai sentir todas essas dores, por isso, recomendo que durma quando chegarmos, nem que seja uma semana… – Aconselhou Meiling.

Sakura e Meiling estavam em um treinamento de luta avançado; Sakura atingia Meiling com tudo e a chinesa se defendia como podia. Os golpes das duas eram rápidos e intensos, a cada soco, a cada chute. Sakura conseguiu entrar nas defesas de Meiling, puxou o braço dela e jogou-a com tudo no chão. Até mesmo com a dor Meiling já era bem-acostumada.

– Vamos parar por aqui. Nesse instante, nossos corpos receberam todas essas experiências e só se passou uma hora… – As duas se deitaram no chão quente e penicante e contemplaram o vazio.

– Meiling-chan, eu quero continuar…

– Não posso, eu vou morrer se eu continuar e seu corpo vai ficar muito enfraquecido…

– Pra não ter magia, até que você é durona, encrenqueira! – Observou Kero.

– Aprendi a ser durona antes mesmo de conhecer vocês; eu fiquei tão frustrada por não ter magia que decidi fortalecer minhas habilidades de combate treinando como uma louca pra ajudar o Shoran no que eu pudesse… – Meiling falou do primo querido em um tom afável, que não ouvira faz meses naquele lugar. Sakura percebeu e estreitou os olhos.

– Você gosta muito do Shoran, Meiling…

– E eu só quero que ele continue a te fazer feliz, Sakura! – Meiling deu um sorriso para a cardcaptor.

– E como eu tou, Meiling?

– De quase nada pra alguma coisa. Já dá pra enfrentar ele com uma certa igualdade… eu te ensinei golpes que eu mesma criei…

– Pude ver… já estou pronta?

– Depende de você, Sakura, estar pronta ou não. Eu já te ensinei o que eu sabia, resta você mostrar isso na prática, mostrar pra ele que você sabe…

– Por falar em saber, vamos revisar umas coisinhas que te ensinei…

Sakura e Meiling se levantaram para ouvir Kero.

– Você está dizendo pra modificar o báculo?

– Isso mesmo! O Meikai é um lugar mágico por excelência. Ele é perfeito pra mudar a forma do báculo… no nosso mundo vai ser mais difícil e trabalhoso fazer isso…

– Quer que eu transforme ele em que, Kero-chan?

– Na forma que você acha que vai ficar legal por Chitatsu…

Sakura respirou, tocou a chave em seu pescoço e o báculo brilhou, flutuando entre as mãos abertas de Sakura:

 

Báculo, transforme-se na forma que meu filho achará útil pra cumprir a missão dele! DRAGÃO!

 

O báculo da estrela ficou vermelho e azul e onde havia a estrela, havia a imagem de um dragão chinês, cercado por um círculo.

– Quando eu selecionar o Chitatsu, essa vai ser a forma do báculo dele. É isso que você quer, Sakura?

Sakura afirmou com a cabeça.

– Certo, está feito. Vamos praticar a segunda coisa que te ensinei: transformar o báculo em espada. Está pronta.

– Sim.

 

Báculo! Transforme-se em uma espada afiada para ajudar a sua mestra! ESPADA!

 

Sakura tocou na chave da estrela e uma longa espada saiu de lá, em vez do báculo.

– Essa não é a carta espada e nem é capaz de te ensinar a lutar; é uma forma alternativa para o báculo, se precisar… junto com o que a encrenqueira te ensinou…

– Eu vou acabar com o tal de Zhang! – Sakura brandiu a espada que mais se parecia um florete de esgrima.

– Não se esqueça que você pode transformar ele em um bastão, numa lança, num machado, no que quiser… – recordou Meiling.

– Bem lembrado! – Confirmou Kero.

– Por fim… como criar cartas Sakura! Tá vendo aquela ventania? Capture ela como se fosse um pokémon, Sakura, mas sem perder o estilo!

– Okay, Kero-chan!

Sakura se aproximou da ventania do Meikai e disse, atacando a ventania com a ponta do báculo que virou florete:

Volte a forma humilde que merece; carta Sakura!

 

Uma nova carta Sakura apareceu; a carta ventania.

– Tá vendo aquela cerca? Você pode lacrar ela, Sakura!

– Okay!

Volte a forma humilde que merece; carta Sakura!

 

Outra carta nova apareceu: a cerca. O que elas fazem, somente tentando usar, como Kero disse.

– Agora você está pronta pra chutar o traseiro daquele cara! – Disseram Meiling e Kero.

– Podemos voltar, Sakura, Kero, vamos…

Antes de partirem, sombras cercaram os três e Sakura reconheceu quem eram; era a alma dos mortos que Sakura, Kero e Meiling haviam trazido para lá. Clamavam pelos três, mas não para atormentá-los, mas sim, para incentivá-los a acabar com a organização. Eram homens e mulheres que acreditaram nas promessas de Zhang, as promessas de um futuro melhor que nunca se concretizou. Agora restava a ele passar também pela experiência de sofrer no Meikai, de viver no Meikai ao lado daqueles que enganou:

– Essas almas estão dando força pra vocês, Sakura, Meiling. Elas pedem pra vocês acabarem com eles…

– Kero-chan, como pode?

– Esse é um lugar de expiação, Sakura. Aqui, você paga pelo que você fez. Para eles, você pagou por parte dos seus crimes.

Sakura olhou aflita para Kero.

– Eu sei o que você está pensando, não é culpa sua, mas matar um ser humano exige o preço da mesma vida e esse preço você ainda não pagou…

– Tou vendo que vou ter que voltar aqui de novo… pelo menos vou tá mais preparada…

– Então, vamos nessa? – Chamou Meiling.

Com o chamado de Meiling, suas almas saíram do Meikai como feixes de luz e voltaram aos seus corpos. Ao voltarem ao mundo humano, os três sentiram um imenso alívio; não havia mais uma dor, fome, angústia, vozes atormentando-os constantemente, agora havia apenas uma imensa sensação de alívio e um cansaço extremo que pediu para que seus corpos dormissem por horas, dias; tudo culpa da experiência acumulada durante os “meses” no Meikai.



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