História Better Call Sakura! - Capítulo 79


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Categorias Sakura Card Captors
Personagens Kerberos "Kero", Meiling Li, Sakura Kinomoto, Shaoran Li
Tags Bcs!, Kero, Meiling, Sakura, Syaoran
Exibições 11
Palavras 998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voando sobre o céu de Osaka, acompanhada por seus dois guardiões, Sakura se encaminhava até o esconderijo de Zhang…

Capítulo 79 - Contra Zhang


Era cinco da tarde e o sol estava se pondo em Osaka. Montada nas costas do seu leãozão, Kerberos, e ao lado de seu anjo lindo, Yue, Sakura sobrevoava o edifício Umeda, o estádio do Cerezo Osaka, o canal de Doutonbori e seus turistas, a torre Tsuutenkaku, o templo no monte Arahakasan, o templo sumiyoshi e o castelo de Osaka. Uma visita breve na cidade que Kero tanto amava antes de morrer, dizia. Estavam em direção ao distrito de Hirano, para o prédio em construção ao lado da fábrica em ruínas que servia de lar para a organização. Zhang se escondera lá, discretamente, sem chamar atenção, a espera da próxima ocasião para atacar.

Depois de duas semanas após ir pro Meikai, Makoto disse para Sakura que o FBI estava investigando por todo o Japão em busca dos possíveis esconderijos para Zhang. Robert Ishikawa estava no comando das investigações. Ele era um oficial do FBI e foi convocado para investigar a organização chinesa depois dos atentados contra a polícia feitos por Zhang.

Sakura ficou apreensiva com a revelação, mas Robert pediu calma para ela. Quando teve alta do hospital, o oficial explicou tudo. Disse que Zhang não ficara tão distante do lugar onde Ma Ma morrera, pelo contrário, era visto fazendo visitas periódicas às ruínas daquela fábrica. Sakura disse que era mostra dos sentimentos que ele ainda tem guardado por Shufen; deixou-se ser percebido, ser localizado com facilidade. Robert concordou com Sakura, mas disse também que o trabalho feito por eles ajudou a encontrar Zhang. Ele fazia contatos periódicos com a China para números aleatórios e outros restritos. Os agentes não puderam grampear os números restritos, temiam represálias diplomáticas do governo chinês, mas era indícios de que Zhang tinha contatos com membros do exército, coisa que Meiling suspeitava, mas agora podia ter certeza.

As demais ligações se dirigiam para números da máfia e nenhuma para a família Li. Zhang precisava de ajuda e estava desesperado. Era prova que ele estava sozinho e o contato no Japão havia abandonado-o. Foi através das ligações que ele fez que foi possível localizá-lo, ao invés das idas deles às ruínas da fábrica. Sakura ficou espantada com o poder dos americanos para grampear e localizar pessoas com facilidade não importa aonde estejam. Meiling, que estava ao seu lado com cadeiras de rodas e andava com dificuldades, não se surpreendeu e achou que deveria ter feito isso também.

Robert alertou Sakura para algo: uma barreira mágica envolvia o prédio onde Zhang estava. Era uma forma de saber se pessoas com magia haviam penetrado as defesas do prédio. O que os americanos também sabiam era que qualquer um que se aproximasse da barreira seria recebido por dragões chineses flamejantes que causavam queimaduras terríveis. Os agentes haviam tentado, mas os resultados foram insuficientes; estavam tentando uma nova invasão com um pessoal preparado, mas Sakura despertou primeiro. A missão de Sakura era: penetrar nas defesas mágicas do prédio e quebrar a barreira que o envolvia. Isso significava, alertou Robert, enfrentar Zhang. Se isso acontecesse, Makoto pediu para Sakura continuar a sua missão, sem hesitar, sempre buscando informações, sempre preservando a sua vida acima de tudo.

Sakura preferiu invadir o prédio por cima, pois por baixo, alertara Makoto, chamaria a atenção da população e comprometeria sua identidade mágica. Não podia deixar isso acontecer. Não era como quando enfrentou Dian Ying ou Zhang no meio da rua. A rua estava deserta e a população fugiu de pânico. Com os ataques de duas semanas atrás, a população de Osaka estava mais sensível a qualquer movimento mais agressivo das redondezas para chamar por autoridades. Precisava ter cautela.

Aproximou-se do prédio e os dragões flamejantes chineses saíram da construção. Eram mais parecidos com fogos de artifícios teleguiados do que qualquer outra coisa. Yue sacou seu arco e atirou contra aquelas coisas que imediatamente explodiram ao serem atingidos por flechas. Kero fez a mesma coisa, atacou-os com bolas de fogo e, a medida que avançavam, mais e mais daqueles dragões ondulantes, alaranjados que mais se pareciam com serpentes que ondulavam no ar.

A barreira não foi quebrada, mas Sakura a atravessou com relativo sucesso. Os dragões pararam de aparecer quando pousaram em um dos andares, talvez o décimo. Sakura, Kero e Yue avançaram pelas sombras daquele prédio e perceberam que, na poeira e concreto que pisavam, estava uma série de papéis que Sakura logo reconheceu como jufus, os mesmos usados por Syaoran e Shufen, os mesmos usados por Zhang. Daqueles papéis, homens espectrais se ergueram. Era a sombra dos trabalhadores da fábrica de Hirano que Sakura desativara. Sakura sacou a carta espada para combatê-los, mas Yue pediu para Kero e Sakura avançarem, pois ele cuidaria deles.

Sakura hesitou, mas Kero puxou ela para frente e os dois continuaram avançando pelos andares, ela nas costas do guardião, até o topo do prédio. Antes de chegarem ao topo, onde estaria Zhang, Sakura olhou para baixo e viu que Makoto, Meiling e Robert esperavam por ela do outro lado da calçada, em frente as ruínas da fábrica. Sakura gritou, dizendo que tudo ficaria bem, mas eles não puderam ouvir.

Sakura e Kero correram até o elevador e Kero parou. Pediu para Sakura erguer a espada e convocar os guardiões para dentro da espada; isso impediria Zhang de roubar a carta espada, caso tentasse. Sakura fez como Kero lhe mandou e um brilho dourado e prateado saiu dos corpos dos dois, indo até Sakura. Sakura portava nas mãos não mais a carta espada, mas uma espada feita de ouro e prata com duas asas enormes próximas ao cabo. Chamou aquilo de espada dos guardiões. Kero e Yue disseram boa sorte na mente de Sakura e ela abraçou a espada. Precisava avançar.

Tomou o elevador e chegou ao topo do prédio, onde Zhang aguardava por ela com a mesma roupa do dia do atentado, olhado para um imenso painel com a foto dele, de Meiling, de Syaoran e dele mesmo, quando eram crianças:

– Prepare-se, Sakura, para ouvir verdades inconvenientes…   



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