História Between Angels - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~ItsCamrenLove

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Deus, Lesbian, Lucifer, Sobrenatural
Exibições 185
Palavras 3.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Fluffy, Mistério, Orange, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeeey, como estão?

espero que bem :)

Ai esta mais um capitulo, Só que ele ficou muito grande, então e eu e a Moni resolvemos o dividir em dois.

A segunda parte sai ate domingo :)

enfim, enjoy ;)

Capítulo 14 - Karla Part.1


Fanfic / Fanfiction Between Angels - Capítulo 14 - Karla Part.1

O passado é contrastado com o presente. Está relacionado com um aglomerado de eventos que aconteceram num certo ponto do tempo, dentro do contínuo do espaço-tempo.Dentro de cada ponto do tempo, existem vários momentos, alguns importantes, outros não. Mas esses momentos importantes que ficam para a historia e quem fazem ser quem somos. 

Las Vegas, 06 de setembro de 2004 

Lauren's Point Of View 

''Lauren, não podemos mais ficar com você, infelizmente você é um problema em nossas vidas. Tem comida o suficiente para uma semana e um cartão de crédito no seu nome, pode comprar o que você quiser com ele. Você já tem 14 anos já pode se virar sozinha. Esperamos que você fique bem. 
Com amor, Mamãe e Papai." 

Reli pela terceira vez aquele pequeno pedaço de papel deixado sobre a bancada da cozinha. Surpreendentemente eu não sentia nada. Nenhum remorso, nenhuma mágoa, afinal quem aguentaria uma pessoa como eu? 
Uma pequena aberração. 
Olhei em volta dando os ombros 
Bem, pelo menos a casa ainda era minha. 

Peguei o cartão que estava junto com o bilhete e caminhei lentamente para a varanda, me sentando nos degraus, o sol tinha acabado de se pôr, era uma noite incrivelmente escura e fria. Pessoas andavam de um lado para o outro. 
Não fazia ideia quantos minutos tinha se passado quando uma pessoa se sentou do meu lado. Era um homem, muito bem vestido de aparência velha e gentil, e possua grandes olhos negros como a noite. 

-Você parece triste. - Ele disse sorrindo para mim, sua voz era muito forte e potente para a idade que ele aparentava ter.

-Não sei se essa e a palavra certa. - respondi depois de alguns segundos. 

-E qual seria essa palavra?- 

-Acho que não te interessa. - Ele começou a rir, colocando a mão no peito como se estivesse ofendido. 

-Uh, menina ácida. - Me limitei em dar apenas um pequeno sorriso. 

-Eu sou Joseph, é você deveria ir a um lugar comigo. - sugeriu. 

Okay, um velho estranho está me chamando para ir a um lugar estranho. 

Vendo que eu continuaria calada ele continuou. 

-Nesse lugar você pode ser quem realmente é, e ninguém te julgará por isso. - 
-Que lugar seria esse?- agora realmente estava interessada. 

-Venha e descubra, ou não tem coragem o suficiente?- ele desafiou levantando e andando em direção do carro. 

Eu poderia ser muitas coisas, mas não era covarde. É afinal, o que eu tinha a perder? 
O percurso foi lento e intimidante, o senhor não falou uma palavra se quer. Ate que paramos em frente do que parecia um galpão velho e abandonado, na parede da frente estava escrito em vermelho reluzente ''Verbis diablo ''. 

Ele saiu do carro, fazendo um gesto para que eu o acompanhasse,reunindo toda corajem que eu tinha, eu obedeci, uma parte minha queria sair correndo e não olhar para trás, outra estava curiosa, ela precisava entrar lá dentro. 

Caminhamos ate o portão de entrada é ele deu três pequenas batidas, sussurrando algumas palavras que eu não pude entender. Um cara do tamanho de um armário, todo tatuado foi quem abriu. E contrariando todas minhas expectativas, lá dentro luzes de todo tipo de cor dançavam no salão, uma música alta deixava tudo mais sensual, havia mesas espalhadas por lugar, o lugar estava lotado. 

Pessoas de todos os tipos se divertiam a maioria já estava sem roupa, e ninguém parecia se importar com isso. O pecado já não importava mais ali. 

-Gostou?- Joseph gritou por cima da música. 

Concordei freneticamente com a cabeça, aquilo era incrível. 

Fomos em direção a uma das mesas, a música alta e o forte cheio de cigarro e sexo marcavam o lugar, e eu adorava. 
Varias pessoas me olhavam algumas curiosas, outras surpresas. Deveriam estar se perguntando o que uma menina daquela idade fazia em um lugar desses. Mas em nenhum momento, elas olhavam como se estivesse me julgando. 

O lugar era confortável, as mesas eram de couro, tinha o variam garrafas de bebidas, e ate mesmo um pote de pirulito. O assento era confortável e macio. 

-Ela logo estará aqui. - Ele sussurrou mais para si mesmo. 

- Ela quem?- perguntei confusa. 

Ele olhou para mim e apenas me deu um sorriso absurdamente perverso, senti um calafrio passar por todo o meu corpo. 

Mas foi quando eu olhei para frente que eu a vi. Ela definitivamente era a mulher mais linda que eu já coloquei meus olhos. Possuía uma áurea de superioridade e elegância. Um vestido escuro como a morte marcava o seu corpo cheio de curvas. Seus cabelos castanhos caiam pelas costas como uma cascata, seus lábios estavam marcados por um batom vermelho como sangue. 
Se existisse uma definição de pecado a terra, definitivamente seria aquela mulher. 

Ela caminhava em direção a saída quando nos viu, ela fixou seus lindos olhos castanhos em Joseph, e uma onda de inveja se apossou de mim, eu queria que ela me olhasse. 

Ela levantou a mão dando um pequeno aceno de despedida em seguida. 

-Ate amanha BooBoo.- Ela gritou, ainda acenando. Sua voz era doce e sensual mas ao mesmo tempo era forte. 
Mas espera! Ela já iria embora? Ela não poderia! Antes que eu fizesse alguma coisa loucura Joseph fez um gesto negativo com a mão, a chamando logo em seguida. 

Então, ela caminhou em nossa direção e em cada pequeno passo meu mundo inteiro tremia perante ela. 

Seu olhar era de expectativa, ela encarava Joseph com ansiedade, talvez ate um pouco de medo. 

-É ela. - ele disse apontando pra mim. 

Seus olhos se arregalaram ainda mais. 

-Tem certeza?- Ele a encarou erguendo a sobrancelha. 

-Sim, apenas obedeça. - 

Ela estremeceu, balançando a cabeça em concordância. 

Joseph então simplesmente se levantou e foi embora, deixando apenas eu e ela. 

Seus olhos castanhos estavam fixados em mim. 

-E-eu sou Lauren.- gaguejei totalmente sem graça. 

-Eu sei.- ela sussurrou, me olhando como se pensasse o que iria fazer comigo. 

Senti minha pulsação aumentando, quando ela se aproximou de mim, se sentado ao meu lado, pegando um pirulito que estava dentro de um pote na mesa, e chupando logo em seguida. 

Nunca achei que alguém chupando um pirulito poderia ser tão sexy, ela fazia movimentos com a língua, colocava a haste para fora e chupava bem devagar, saboreando. 

Soltei um gemido involuntário, observando cada movimento que ela fazia. Como alguém poderia ser tão tentadora assim? 

-Eu sou Karla Estrabão.- ela disse ainda apreciando seu pirulito. 

Karla. Então esse era o seu nome, um lindo nome, poderoso igual ela. 

-Quem é você? Cadê o Joseph?- o que diabos estavam acontecendo.

-Uh, eu já disse quem sou.- Ela me olhou como se quisesse desvendar algo, um enigma. 

Ela gostava de fazer joguinhos e eu simplesmente já estava cansada, foi um dia cansativo. 

A encarei alguns segundos sem saber o que falar. 

-Eu vou embora. - disse já fazendo a menção de me levantar. Porém Karla foi mais rápida colocando a mão no meu peito e me jogando com força de volta na cadeira. 

-Não. - Ela sussurrou ficando cada vez mais perto, muito perto.

-Não?- disse meio tonta pelo o que tinha acabado de acontecer. 

Ela se aproximou dando um pequeno beijo em meu rosto. 

-Você e muito estressada, garotinha. - 

Senti meu sangue esquentar, eu não era nenhuma garotinha. 

-Eu não sou nenhuma garotinha.- 

-Uhum, Me conte sobre você Lauren. O que gosta, o que pretende fazer ou mesmo ate mesmo seus desejos obscuros. - Ela me olhava realmente interessada. Ate parecia que realmente se importava. 

-Eu não tenho segredos obscuros. -Tentei me afastar mas ela não deixou. Ainda carregando um sorriso em seus lábios ela sussurrou em meu ouvido. 

- Todos nós temos monstros interiores, às vezes aparecem em forma de pensamento ou em uma pequena ação, só esperando para serem libertos, e quando isso acontece, somos quem realmente somos, sem regras ou restrições, sem certo ou errado. - ela rebateu. - Por isso eu fiz esse lugar, as pessoas podem ser quem elas são, sem medo, sem consequências ou pecados.- 

-Sem pecados?- 

- Oh, sim. Você tem alguma religião Lauren?- neguei rapidamente com a cabeça. 

-Não acredito que exista um Deus.- 

-Oh pequena Lauren, existindo ou não ele e necessário, já imaginou se as pessoas não tivessem nada em que temer? Se elas fossem quem realmente quem são, se todos esses monstros estivessem livres? Iria ser um caos. Entende? As pessoas não pecam porque elas amam a Deus, elas não pecam porque possuem medo de ir para o inferno. - 

-E você? Senhorita Estrabão, teme ao inferno?- 

Ela deu uma gargalhada, como se eu tivesse sugerido algo absurdo. Mas de repente parou, me olhando com uma intensidade esmagadora. 

-Nem um pouquinho. - ela disse cada palavra pausadamente. - Não se pode temer algo que já esta condenada. -

- Nem mesmo a dor eterna?- estava completamente fascinada com a mulher que estava em minha frente. 

-A dor pode ser boa, se você souber como usa lá. Vou lhe mostrar. - 

Com um movimento rápido Karla subiu em cima de mim, colocando uma perna de cada lado. Colando sua boca na minha, em um beijo urgente e desesperado. 

Ela enfiou suas mãos por entre meus cabelos, puxando fortemente logo em seguida causando uma dor gostosa. 

Eu também a queria fazer sentir, eu precisava. Minhas mãos foram para dentro de seu vestido, agarrando sua bunda fincando minhas unhas ali. 

Forte, bruto, animal. 

Karla gemeu. Um gemido longo e satisfeito. Eu podia sentir seu controle indo embora, podia sentir sua necessidade, e puta merda eu queria mais. Logo em sua boca foi para o meu pescoço e ela mordeu, fincou seus dentes com vontade e força, ate que eu podia sentir as gotas de sangue escorrendo pelo seu queixo. Meu sangue, escorrendo. 

E pelos deuses aquilo estava muito gostoso, minha intimidade pulsava de uma forma que nunca havia feito antes. Eu precisava de mais dessa sensação e eu iria ter. 

E todas as pessoas em nossa volta observavam a nossa interação completamente erótica, e eu fodidamente não importa. 

Karla possuía um olhar completamente obscuro quando pegou uma faca que estava encima da mesa a levando ate sua clavícula, e fazendo um pequeno corte, ela inclinou sua cabeça para trás soltando um o que mais parecia um rosnado de puro êxtase. 

Eu observava cada movimento com uma vontade esmagadora, eu queria, eu a queria, queria apertar a sua linda pele ate que ela estivesse toda marcada. 

Ela se inclinou em minha direção, se oferecendo para mim, e pelos céus , eu não consegui me conter, nem poderia. Levei a boca para o pequeno fio de sangue que escorria em seu pescoço, uma onda de prazer me invadiu, era como um torpor que aumentava a cada momento. 

Mais cedo que eu gostaria ela se afastou, procurando minha boca desesperadamente, os nossos sangue se misturando, em uma dança completamente excitante. 

-Vamos sair daqui.- Karla se levantou e saiu me puxando pela mão, através de todas aquelas pessoas, a segui em silencio por vários minutos, tentando acalmar as batidas do meu coração; ate que paramos de frente a uma porta, totalmente branca. 

Ela dava acesso a um quarto luxuoso, uma cama de casal com lençóis negros se encontrava no meio do grande quarto vermelho. 

Eu ainda sentia o sabor metálico do sangue de Karla quando ela me fez deixar na cama. Sorriu de um jeito maléfico e imponente, ela tinha um corpo escultural, podia ver claramente suas curvas sob o vestido colado. 

Eu estava tremendo. 

-Você está com medo Amorzinho?- Disse bem baixinho no meu ouvido mordendo abaixo da minha orelha. Mas se ela acha que vai me intimidar está totalmente enganada. 
 

- Eu nunca sinto medo. - Lhe mostrei um dos melhores sorrisos irônicos enquanto apertava suas nádegas. 

Seus olhos castanhos estavam um tom mais vermelho e Porra! Aquilo parecia o paraíso para mim. Um paraíso com um céu vermelho como as chamas do inferno. 

-Que garotinha apressada que me deram, não é? Calma que eu vou brincar com você. - Riu e foi tirando minha camiseta, porém não deixei. 

- Está Bravinha?- Ela estava claramente se divertindo com a minha reação. 

- Não me chame de garotinha. - Dei-lhe minha cara brava e meus olhos cerrados. 
 

- Okay okay. Agora cale a boca, porque eu quero tirar a sua roupa e te foder ate quando eu estiver sastifeita. - ela praticamente rosnou.   

E foi ai que frenesi começou. Eu não fazia ideia do que estava fazendo, quando ela tirou cada peça da minha roupa, eu só precisava daquilo, precisava de mais. 
Karla jogou seu cabelo pro lado deitando em cima de mim novamente, me beijou com fome, ela apertava minha cintura, mordia meu lábio inferior e quando fiquei sem fôlego colocou seu joelho no meio das minhas pernas me dando um prazer incomparável. 
-Porra, porra, porra, tão bom.- Eu gemia incoerente. 
 

- Vamos ver se você é melhor gritando ou fazendo gritar.- Não entendi muito bem o que ela disse mas não tive tempo de perguntar o que ela queria me dizer, sua boca foi para um de meus seios. Fechei meus olhos com força, aquilo era tão bom. Puta merda eu tinha que fazer isso mais vezes. 

Quando sua atenção foi para o outro seio, ela se encarregou de dar leves mordidas, e chupadas, o bico do meu seio estava muito sensível até sua respiração sobre eles me fazia vibrar e me contorcer. 

Já sentia o meio das minhas pernas molhar e isso incomodava muito especificamente quando as cruzava tentando fazer com que parasse de escorrer. Karla percebeu minha inquietação e desceu seu tronco até o meio da cama onde meu quadril estava, colocou seu nariz em meu sexo e sorriu pra mim. 


- Quando te encontrei achei impressionante o fato de você ter um cheiro natural de sexo, mas agora estando aqui sinto que é bem mais gostoso do que imaginei que fosse.- Sorriu presunçosa e abriu minhas pernas. 

-Aproveite garotinha.- Antes de reclamar pelo apelido horrível, sua boca já estava na minha intimidade brincando com os lábios exteriores, os mordendo e trazendo para si, passou sua língua pelo meu clitóris circulando-o, e como troca deixei um suspiro cansado e baixo espalhar através do quarto. Vi que ela me aprovou gemendo e me chupando com mais vontade, sua língua passeava pela minha entrada, ora circulando e ora serpenteando para meu interior. 

Minhas pernas tentavam se fechar mas suas mãos nas minhas coxas não deixavam. Karla era realmente muito boa com sua língua, eu me sentia cada vez mais leve ao mesmo tempo aflita querendo tudo que ela poderia me dar. 

Quando o ritmo de sua língua aumentou eu comecei a soltar alguns gemidos sutilmente. 
-Você tem um gosto tão bom Lauren, nunca provei algo tão delicioso. - Karla levantou a cabeça, limpou seu queixo com as costas da mão e a lambeu tudo como uma linda gatinha. 

Karla subiu com beijos do meu corpo até chegar em minha boca e me beijar, correspondi na mesma intensidade, que era lento e erótico. 

Algo cresceu em mim, e eu tive vontade de apertar todas as partes do seu corpo de sentir sua pele entre meus dedos, com isso inverti nossas posições e fui logo mordendo seu pescoço, e ela cheirava muito bem, um perfume doce demais, confesso, mas combinava completamente com sua dona. 

Levei minhas mãos ate as suas costas ate encontrar com o feixe do vestido, agarrei fortemente com as duas mãos e puxei. O vestido foi rasgando lentamente ate virar migalhas no chão, Karla soltou um gemido sôfrego e puxou meu rosto até o seu. 

- Hmm, acho que alguém está querendo ficar no comando. Pena que eu não vou deixar. Você e minha hoje, garotinha. - Karla se virou mais rápido do que minha visão pudesse acompanhar, e meteu suas mãos para o meio das minhas pernas e começou a friccionar meu clitóris com seu dedo indicador, aquilo voltou a me eletrizar e soltar gemidos baixos. 

- Se doer, aproveite. - Ela disse sorrindo, e eu assenti prevendo o que iria acontecer. 

O dedo indicador foi trocado pelo polegar e o indicador começou a me penetrar lentamente, foquei na sua atenção em meu clitóris. 

-Você e tão apertada, porra! Tão gostosa!- Karla beijava meu pescoço enquanto sussurrava indecências no meu ouvido o que me deixou mais relaxada, ela sentiu uma resistência e mordeu minha clavícula até adentrar a barreira que havia. 

Doeu um pouco, mas era bom, era libertador. Minha intimidade pulsou ao seu redor e o ritmo em meus clitóris aumentou, senti iniciar um vai vem lento dentro de mim, enquanto a mais velha suspirava em meu ombro e se esfregava desesperadamente em minha coxa.

-Lauren você está me apertando tanto. Porque tão bom? Você me deixa molhada só de pulsar sobre meus dedos, você está sentindo não é? Como estou molhada?- 

Não consegui responder, em meu ventre se formou algo que até agora era novo pra mim, Karla se esfregava cada vez mais rápido e seus dedos trabalhavam no mesmo ritmo, em instantes me senti ferver, uma sensação se apoderou de mim, e eu não ouvia nada, não pensava em nada, eu mal existia, era só aquilo, aquele torpor.

E pela primeira vez eu senti uma satisfação enorme. Então me permiti descansar sobre o colchão, não demorou muito para que algo quente escorresse sobre minhas coxas e Karla deitar com sua cabeça em meu ombro. 

- Fico feliz em ser sua primeira. - Sussurrou enquanto sua respiração voltava ao normal. 

- Isso não significa nada. - Disse seca enquanto passava minha mão por seu coro cabeludo. 

- Hmm, okay garotinha. - Fingiu não se importar. -Sabe o que eu mais gostei?- Perguntou. 
-Não- 

- O fato de você ficar tão pequena sob meu corpo. - Sorriu e mordeu seus lábios. 

- Eu não sou pequena, Senhora Estrabão. Não vai comentar o fato de você se esfregar em mim igual uma cachorra no cio?-Assoviei tentando atingi-la de alguma forma. 

- Uuh que menininha marrenta e atrevida essa, nem parece que estava gemendo minutos atrás.-  

- Eu não estava gemendo- Disse com os braços cruzados. 

- Claro que não estava.- Piscou pra mim e me beijou novamente mudando totalmente o rumo dos meus pensamentos, não que eu tenha reclamado.  


Notas Finais


Como estamos?

Essa foi a introdução, a segunda parte pega fogo hahaha

Enfim, ate domingo :)

e comentem bastante :)


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