História Between Crossfire - Capítulo 37


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Carter Reynolds, Jack & Jack, Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais
Tags Magcon Boys
Exibições 233
Palavras 2.610
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


hey amores, como já está no final estou tentando postar mais cedo os capitulos, ontem eu ia postar esse capitulo, mas era meu aniversario então não tive tempo.
acho que agr vão querer me matar ainda mais, to até com medo.
Gente, eu escrevi esse ep escutando down do Jason Walker. Então se lerem escutando ela, acho que melhora ainda mais
Mas realmente espero que gostem e Boa leitura^^

Capítulo 37 - Capitulo 36 - Brothers


Fanfic / Fanfiction Between Crossfire - Capítulo 37 - Capitulo 36 - Brothers

36° Capitulo – Brothers. 

 

A morena a minha frente abriu um sorriso. Eu sabia que Madeleine faria qualquer coisa que eu quisesse. Desde que a menina começou a “trabalhar” aqui ela sempre se jogou para cima de mim. Já ficamos algumas vezes e era só questão de eu querer, para ficarmos de novo:

- Como iria querer minha ajuda?

- Ainda pergunta?

- Por que disso agora?

- Não era isso que você queria?

- Mas isso foi muito aleatório Cameron.

- Eu sei.

- Mas eu não estou reclamando – A morena jogou seus braços sobre meus ombros, sua mão segurou meus cabelos e ela me puxou para beija-la. Eu coloquei minha mão em sua bunda e a puxei para mais perto de mim. – Estava sentindo falta do velho Cameron – Não respondi e voltei a beija-la. Puxei uma de suas coxas para cima e a joguei contra a parede, para poder apoia-la.

- Meu deus – Ela suspirou enquanto eu desviava minha atenção para seu pescoço distribuindo alguns beijos e mordidas pelo local. – Precisamos ir para outro lugar.

- Qual você sugere?

- Sua casa. – Ela sorriu e me separei dela.

- Não levo qualquer uma para a minha casa. Muito menos para meu quarto.

- Então para a minha. – Concordei com a cabeça e fomos até o carro. Chegamos à casa da Madeleine que não perdeu tempo e já me jogou em cima da sua casa ficando por cima.

 

Pelo jeito aquela noite seria longa.

 

(...)

 

Acordei minha cabeça estava latejando. Olhei pro lado e vi Madeleine dormindo profundamente. Levantei-me da cama e peguei minhas roupas que estavam espalhadas pelo quartos e as vesti. Caminhei para fora da casa e entrei no meu carro dirigindo até minha casa. Minha cabeça estava girando a todo o momento, talvez o álcool ainda estivesse dentro de mim, ou seja, apenas culpa. Eu precisava sair daqui um pouco esfriar a cabeça estava tudo a mil. Mas eu não posso fraquejar agora, não agora que estou tão perto...

 

Vincent Santori P.O.V.

Cheguei à minha casa, finalmente depois de alguns dias eu precisava voltar aqui. Mas me surpreendi ao encontrar a casa vazia apenas com Jack desmaiado jogado no tapete. Havia uma enorme mancha de sangue no tapete a sua volta:

- Meu Deus – Ouvi Nina murmurar supressa atrás de mim – Precisamos fazer alguma coisa.

- Liga para a emergência. – Minha irmã concordou com a cabeça e saiu com o celular na mão.

- Floyd! – Gritei em vão, com a esperança da menina ainda estar em casa. – O que aconteceu aqui?

 

(...)

 

Três dias depois.

 

Assim que o medico que já era conhecido por mim me ligou fui para o hospital, segundo ele Jack já estava se recuperando. Quando entrei na sala encontrei o Jack sentado na cama, comendo pizza com o celular na mão, mas ele não parecia bem:

- Me conta o que eu já sei.

- Como assim? – Ele perguntou desviando a atenção do celular para mim.

- O que aconteceu na minha casa? Onde a Floyd está?

- Acho que você já sabe a resposta.

- Como isso aconteceu?

- Sua filha Vincent.

- O que a idiota fez dessa vez?

- Ela deixou uma brecha para Cameron entrar lá, nem eu sei como ela fez isso.

- Incompetente.

- Não me culpe a filha é sua.

- Exato. Minha filha está na mão do Cameron, sabe o quanto isso é perigoso? Eu deveria acabar com você!

- Eu fiz tudo o que eu podia.

- Não foi o suficiente.

- O que você queria que eu fizesse?

- Você nunca faz nada Jack, parece capacho do Cameron, um completo imprestável.

- E você aqui me insultando vai ajudar em que?

- A descontar a minha raiva.

- Já sabe o que vai fazer?

- Não ainda. Mas não posso deixar Floyd lá.

- Então acho melhor você começar a pensar em algo.

- Espero que já esteja se recuperando vai me ajudar nessa?

- Que merda. O que você quer que eu faça?

- Nem eu sei.

- Para de ser idiota Vincent – Ouvi uma voz idiota tomar conta do local, quando me virei vi que George havia se ajuntado a nós.

- Chegou quem faltava – Jack comentou irônico.

- Já vai começar a encher o saco?

- Eu só quero ajudar – Ele levantou as mãos em forma de redenção. – Precisar começar a enxergar as coisas por outro lado.

- O que quer dizer com isso?

- Você pode não saber onde Cameron mora, mas sabe onde Sean mora.

- Seja mais especifico.

- Sean não está com Cameron? Então idiota.

- Isso não vai me ajudar em nada.

- Certeza? Pelo o que eu me lembre, aqueles meninos salvaram Sean, quer dizer que ele vale alguma coisa.

- E depois?

- Você vai pensar em alguma coisa.

- Tem que está tudo muito bem planejado, não quero acabar-me fudendo que nem da ultima vez.

- Já faz três dias que Floyd está sofrendo nas mãos do Cameron, já parou para pensar no que ele já fez com ela enquanto você esperava esse inútil acordar? Ainda para te falar algo que você já sabia. Tempo você já perdeu.

- Eu sei disso – Gritei – Mas tem que ser tudo bem planejado. É a minha filha!

- É por isso mesmo.

- Sean não vai querer ajudar, se ele está com Cameron está contribuindo para isso – Jack se pronunciou.

- Estranho pelo o que eu me lembro de que Sean e Floyd são muito apegados um ao outro – Falei – Não sei como ele pode ajudar em uma coisas dessas.

- É esse o ponto Vincent – George disse – Será que Sean sabe disso?

- Cameron está fazendo isso escondido dele?

- Provavelmente.

Sai do hospital e fui direto para a casa do Sean. Eu só sabia onde ele morava porque eu havia obrigado a Floyd a me falar, eu sei que fiz tudo àquilo com ele, mas ele continua sendo meu filho, sangue do meu sangue e eu não posso odiar alguém que tem Santori no sobrenome.

Cheguei e bati em sua porta, o moreno a abriu e me olhou assustado, com certeza nunca imaginaria que eu apareceria ali:

- O que você quer Vincent? – Eu podia ver o ódio em seus olhos e o som grave que sua voz emitiu.

- Tenho certeza que é do seu interesse.

- Fala logo!

- É sobre sua irmã...

- O que tem a Floyd?

- É o que eu também quero saber.

- Como assim?

- O que vocês estão fazendo com ela? O que pretendem?

- Eu não estou te entendendo.

- Eu sei que você e aqueles moleques a sequestrarão.

- Que?

- Sean não se faça de idiota.

- Eu não estou me fazendo de idiota, eu nem do que você está falando.

- Sequestrarão a sua irmã e há uns 99% de chance de ser o Cameron.

- Como pode ter tanta certeza que foi ele?

- Ninguém mais ganharia com isso – Respirei fundo – E ele atirou no Jack.

- Ele não me disse nada sobre isso. – Sean parecia assustado e foi impossível não sorrir.

- Não se deve confiar em todo mundo.

- Eu não acredito que ele fez isso – Sean socou o batente da porta. – Filho da puta!

- Vocês dois foram muito trouxas.

- Quando foi isso?

- Quinta-feira, ou seja, ela esta lá há três dias já.

- Três dias? – Ele perguntou surpreso – Já sabe o que vai fazer?

- Eu estou trabalhando nisso. – Falei – Falou com algum deles por esses dias?

- Sim, com quase todos eles. – Ele fechou a mão em um punho – Que babacas.

- E o que você vai fazer?

- Eu?

- É! Vai deixar te fazerem de trouxa dessa maneira? Vai deixar eles fazerem o que querem com sua irmã?

- Claro que não.

- Então vai me ajudar?

- Nunca pensei que um dia chegaria a isso.

- E você acha que eu pensava nisso? Mas situações extremas pedem medidas extremas.

- Então eu aceito te ajudar. Mas isso não quer dizer que eu vou perdoa-lo por tudo.

- Não vim pedir perdão, vim pedir ajuda, quero um aliado.

- Agora você tem um.

 

Sean Santori P.O.V.

Eu podia esperar qualquer coisa nesse momento da minha vida menos que meu pai apareceria aqui me contando que Cameron sequestrou minha irmã. Eu estou tão nervoso, não imaginava isso deles, não mesmo.

Estávamos saindo esses dias. Eu até pensei que finalmente havíamos nos tornado um verdadeiro grupo, mas pelo visto não.

Meu coração estava acelerado dentro do meu peito, minha mão suava frio e tudo isso era causa da raiva. Eu nunca cheguei a sentir um ódio tão grande. A Floyd nunca teve nada a ver com isso, ela nunca foi desse mundo. A Floyd era a única pessoa que não tinha nada a ver com esse historia e mesmo assim é a que mais ta sofrendo. Por que eles resolveram pegar ela e não eu? Essa pergunta vem martelando minha cabeça desde que Vincent saiu daqui. Por quê?

Mas meu pai quer que eu continue mostrando certa fidelidade a eles para eu poder descobrir onde minha irmã esta escondia pena que eu nunca fui muito bom em fingir, mas tentarei.

Agora é tão estranho pensar que eu não tenho nenhum lado para ficar. Por mais que eu goste de ficar com os meninos eles sequestrarão a minha irmã. E eu não confio um fio de cabelo no Vincent. Se algo acontecer no futuro o que é bem provável, eu sei que estarei sem lado nenhum. Mas quero pelo menos ter Floyd ao meu lado, porque sei que ela é a única pessoa que eu posso confiar de olhos fechados.

Fiquei um tempo pensando em tudo que havia ocorrido. Minha cabeça estava longe, tinha tantos pensamentos, tantas ideias loucas passando em minha mente que eu nem notei quando Mahogany entrou na casa carregando duas pizzas e um refrigerante:

- Claro que não estou precisando de ajudas – Ela comentou irônica e eu me levantei para ir ajuda-la. Colocamos as coisas na cozinha e ela me encarou – Está voando hoje?

- Estou.

- Eu trouxe isso para a gente... Quer assistir algo?

- Sei lá, pode ser.

- Serie ou Filme?

- Pode escolher.

- Qual o seu problema?

- Meu problema?

- É Sean, você está estranho.

- Impressão sua.

- Impressão minha? Serio? Anda, diz o que você tem.

- Não tenho nada.

- Sean...

- Lox, ninguém está com um humor ótimo todos os dias.

- Eu sei disso.

- Então. Hoje não é um bom dia.

- Aconteceu alguma coisa para te deixar assim?

- Não.

- Se você diz – Ela deu de ombros e eu voltei para a sala. Eu sabia que aquilo deixaria um clima estranho entre nós, mas eu não conseguia fingir. Eu estava tão chateado com ela, esperava muito mais dela. – Tem certeza que quer ficar aqui?

- E para onde eu iria?

- Não sei. Não quer sair?

- Quero ficar em casa.

- E o que quer fazer?

- Eu não sei.

- Você quer que eu vá embora?

- Se você quiser ir, pode ir.

- Odeio te ver assim – Ela se sentou no sofá do meu lado – Nunca te vi tão desanimado.

- Essa não seria a parte que você começa a descobrir meus defeitos? – Lox sorriu.

- Pensei que já conhecesse. Mas descobrir que você pode ser mais chato.

- Eu posso ser insuportável sabia?

- Eu sei disso, mas eu aguento. – Ela se aproximou de mim e segurou minha mão. – Sabe que pode contar comigo pra tudo né? Eu sempre vou está aqui para você, para qualquer coisa Sean.

- Eu sei – Respirei fundo. Lox existiu para que assistíssemos a um filme e eu aceitei assim seria uma bela forma de evita-la. Enquanto ela estava concentrada com o filme que passava, mandei uma mensagem para Cameron pedindo para me encontrar com ele amanhã.

 

Floyd Santori P.O.V.

É estranho perceber que o que você sente mais falta quando está em cativeiro é o contado humano. Já fazia três dias que eu estava presa aqui embaixo e tudo o que eu mais quero no momento é ter alguém com quem eu possa desabafar. E conta tudo o que está se passando aqui dentro. A muita coisa armazenada na minha cabeça e eu sinto que a qualquer momento eu vou explodir. Todos os dias Shawn ou às vezes Nash desciam aqui para me dar alimento e algo para beber, mas isso não passava de alguns minutos.

Eu me sentia como um animal, onde eles apenas viam me alimentar e me vigiar. Como se eu não precisava de algo a mais.

Minha cabeça doía demais, eu sentia meus músculos se contraírem, eu sentia falta de ar varias vezes. Meu corpo estava exausto e eu não tinha feito nada.

Mas havia uma explicação. Era minha mente que estava pesada, era informação demais, coisa demais, perturbação demais. Eu já estava enlouquecendo presa dentro da minha casa e agora vejo que ali eu estava no paraíso comparado com agora.

Até agora me perguntou como conseguir ser idiota por tanto tempo. Como me deixei enganar por tanto tempo. Foram meses e meses que ele esteve me enrolando e eu não percebi como eu não percebi? Será que ele foi tão bom ator assim ou eu que fui muito burra?

Cameron nunca foi um amor de pessoa comigo, mas mesmo assim eu existia naquilo, algo me prendia a aquilo, algo que eu não saberia explicar o que.

A única coisa de ficar presa aqui embaixo é que meu ódio por aquele garoto só aumenta, minha raiva por ele transborda dentro de mim. “O amor e o ódio vivem lado a lado”. A pessoa que escreveu isso estava certa, você pode odiar uma pessoa e começar a ama-la, ou amar alguém demais e começar a odiá-la.

Respirei fundo e voltei a rabiscar no pequeno caderno que Shawn havia me dado, segundo ele me ajudaria a aliviar o estresse e aliviava mesmo. Fiquei fazendo uns rabiscos e escrevendo parte de coisas que se passavam na minha cabeça, como se aquilo fosse um diário. Eu tinha feito isso nesses três dias, para não perde a noção também aquilo ajudava.

Ouvi um barulho vindo das escadas provavelmente é Nash ou Shawn trazendo comida novamente. Quando me levantei da cama para pegar a pequena bandeja me surpreendi ao ver quem estava carregando-a:

- O que você veio fazer aqui? – Perguntei sentando na cama novamente.

- Precisava ver em que estado você se encontrava.

- Como pode perceber não estou nos meus melhores, quem sabe amanhã.

- Eles estão te tratando bem?

- Bem que nem animal.

- Como assim Floyd?

- Para de ser sínico Cameron, eu estou sendo mantida em cativeiro, isso não é hotel cinco estrelas.

- Está com fome?

- Isso está envenenado não está?

- O que? – Ele abriu um meio sorriso – Se eu quisesse te matar atiraria em você, seria muito melhor. – Peguei a pequena bandeja da sua mão e a coloquei sobre a cama peguei o sanduiche que estranhamente parecia delicioso e praticamente o devorei usando o suco de laranja para fazer a comida descer mais rápido. – Pelo visto estava com fome.

- E você? Vai ficar ai me olhando?

- Por quê? Não posso?

- Pode é claro que pode. Você pode fazer o que quiser com quem quiser não é mesmo?

- Olha, não é que ela entendeu? Mas há um motivo para eu estar aqui Floyd.

- E qual seria ele?

- Vim responder suas perguntas.


Notas Finais


Proximo capitulo Cam e a Floyd vão finalmente conversar depois disso tudo


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