História Between Crossfire - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Carter Reynolds, Jack & Jack, Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais
Tags Magcon Boys
Exibições 240
Palavras 2.675
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeeeeeeey meu lindos.
Mais um capitulo fresquinhos para vocês.
Acho que desses iram gostar, pq agr sim a fic vai dar aquela reviravolta sabe?
Então, espero que gostem e Boa leitura^^

Capítulo 38 - Capitulo 37 - Maybe a help


Fanfic / Fanfiction Between Crossfire - Capítulo 38 - Capitulo 37 - Maybe a help

37° Capitulo - Maybe a help

 

Naquele momento meu coração palpitou, desde que eu cheguei aqui havia tantos questionamento em minha mente, tantas perguntas, tantas duvidas, mas agora parecia que tudo havia sumido. Respirei fundo e o observei enquanto caminhava de um lado para o outro pelo quarto. Eu nunca havia percebido o jeito que ele andava com autoridade, como se fosse realmente o dono do mundo:

- Anda Floyd.

- Esquece isso Cameron, pode voltar para sua vidinha.

- Não. Eu quero tirar todas as suas duvidas, então comece a falar.

- Tudo o que você me disse é mentira?

- O que seria tudo?

- Sua mãe, seu pai, Shawn, os garotos, aquele lugar...

- Está falando daquele dia que eu te levei para aqueles morrinhos?

- Sim.

- Não é mentira. Aquilo não.

- Então por que me contou? Por que sabia que seu segredo iria morrer comigo?

- Você sempre foi irritante assim? – Ele disse bagunçando seus cabelos e me encarando – Não tem perguntas mais interessantes para fazer?

- Não. Pode me deixar sozinha agora.

- Você quer ficar sozinha mesmo?

- Melhor a solidão do que sua companhia.

- Há alguns dias você não diria isso.

- Há alguns dias eu era uma idiota.

- E a gora não é mais? Duvido.

- Talvez. Mas saiba que você pode ter certeza de uma coisa agora, todo o ódio que você tem por mim é reciproco e se eu sair daqui eu vou acabar com você! – Cameron me encarou e quando eu pensei que alguma reposta engraçadinha fosse escapar da sua boca ou algo assim ele ficou em silencio. Ele apenas estava me olhando. O que estava me incomodando. Ele se sentou ao meu lado da cama e eu me recuei mais para o lado tentando me afastar dele.

- Está com medo?

- O que você acha?

- Eu disse que você não precisava ter medo de mim.

- É mais tudo o que você diz ou quase tudo era mentira.

- Não era mentira Floyd.

- É sim. Eu odeio você. Por que não sai daqui e volta para sua vidinha miserável? Por que não vai tentar arrancar mais dinheiro do meu pai, até o transforma-lo em um sem teto? Por que não tenta acabar mais com a vida do Jack? Por que não se junta com seus amigos e planejam como vão me matar?

- Por que você está agindo assim?

- Queria que eu agisse como? Pelo amor, você fala como se nada estivesse acontecendo. Sai logo daqui.

- Prefiro ficar te olhando.

- O que? Ficou maluco?

- Talvez – Ele se aproximou mais de mim e segurou meu rosto com toda a brutalidade – Por que simplesmente não entra na minha cabeça que você é filha do Vincent. – Fiquei quieta eu não conseguia entender o porquê daquele surto – Eu deveria ver aquele filho da puta no reflexo dos seus olhos. Deveria ver toda a desgraça que aquele idiota trouxe a minha vida.

- E o que você ver então? – Perguntei e Cameron me soltou. Ele ficou me encarando e eu percebi que ele estava fraquejando, o que estava acontecendo?

- Eu via alegria, amor, paz. Agora vejo o ódio por todo seu rosto.

- Não era pra menos não é?

- Não queria que você me odiasse.

- Como não? Para de ser um idiota – Dei um murro no braço dele fazendo o menino rir. O que só serviu para me irritar mais ainda. – Eu odeio você como não odiei ninguém.

- Você odeia mesmo? – Ele se virou para me encarar.

- Sim – Respondi frio – Olha o que você esta me fazendo passar.

- E por que será que eu não acredito nisso?

- Deveria. Eu sinceramente cansei de você.

- Ta bom então Floyd. Por que eu também cansei de você – Ele se levantou subiu as escadas e saiu. Eu senti todo um peso sair das minhas costas e uma lagrima involuntária insistiu em cair. Agora entendo o que as pessoas queriam dizer com “acabou a magia”.

 

Cameron Dallas P.O.V.

Eu estava com a respiração ofegante, já havia socado tanto o volante do meu carro que minha mão estava vermelha. Mas eu não me importava.

Era só eu ver a Floyd que eu ficava assim, nervoso e irritado. Aquela garota conseguia me tirar do serio em alguns minutos. Eu queria poder esgana-la agora mesmo. Respirei fundo e voltei a dirigir não podia desfocar tinha muita coisa para resolver. Tinha que voltar ao “trabalho” normal agora.

Verificar os pagamentos e cobrar os devedores, verificar minha mercadoria e a quantidade que está sendo distribuída pelas ruas e o que está sendo vendido nos galpões. Como estão os negócios no exterior entre outras coisas. Tenho que deixar essa vingança de lado por um tempo e retomar a vida normal.

Cheguei em casa e me dirigir ao meu escritório o qual eu nunca mais havia entrado. Aquele ambiente que eu estava acostumado a entrar todos os dias tinha ficado entranho para mim. Sentei-me na enorme cadeira do centro e comecei a fazer o que tinha que fazer. Era tão estranho voltar a fazer isso. Havia se passado meses, quase um ano que tudo havia mudado, eu havia me desacostumado. Eu tinha tanta papelada para organizar, tantos assuntos intermináveis que só iria aumentar minha dor de cabeça e para piorar a minha pequena discursão com a Floyd continuava a martelar na minha cabeça.

 

Ela disse que me odiava.

 

Eu esperei que algum momento ela fosse voltar atrás que ela iria fraquejar. Mas não. Ela continuava firme e soltando suas palavras frias. Eu também queria odiá-la, mas isso tinha ficado tão difícil. Não conseguia mais enxergar ela como filha do Vincent, como filha do cara que matou a minha mãe. Eu só conseguia ver a Floyd ali, uma garota que estava acabada tanto fisicamente como psicologicamente. Só conseguia ver a minha ruivinha ali, a minha garota.

Levantei-me da cadeira peguei as chaves do meu carro e parti. Sean havia me mandado uma mensagem dizendo que queria se encontrar comigo. O que de fato era estranho, porque ele podia simplesmente vim aqui para minha casa. Eu confio nele, mas não sou nenhum burro e claro chamei todos os garotos e a Lox para ficarem de vigia enquanto eu falava com ele.

Olhei pela janela do carro e para minha surpresa – ou nem tanto – Vincent estava parado em frente à casa do Sean. Eu já meio que esperava por isso, não demoraria tanto para Sean saber que estávamos com sua irmã e é claro que ele iria se revoltar contra nós. Tirei minha arma do porta-luvas e desci do carro. Caminhei até seu encontro e Vincent estava com uma expressão de irritação hilária no rosto:

- Venho me ajudar a comemorar minha vitória?

- Cameron solta a Floyd.

- Seu pedido foi negado.

- O que você quer para solta-la?

- Eu não quero nada.

- Para de ser idiota Cameron. Diga-me o que você quer.

- Você sabe o que eu quero – Falei – Quero você rastejando no chão e implorando. Quero todo seu império, seu dinheiro é isso o que eu quero.

- Você já tem isso. – Vincent abriu os braços – Eu estou lhe implorando.

- Ainda é muito cedo. Precisa sofrer mais.

- Com você não dá pra conversar não é mesmo? – Vincent tirou uma arma dourada do seu terno e eu tirei a minha da minha cintura. – Abaixe a arma. – Ele disse e uns vinte homens com o dobro do seu tamanho vestido corretamente até demais surgiram todos miraram suas armas para mim.

- Acha que eu tenho medo de você? – Vincent caminhou até mim e cada passo para frente que ele dava eu andava um para trás. Mas uma hora esbarrei em um dos seus seguranças que acabou me segurando e era tudo o que o homem precisava. Vincent distribuiu vários socos pelo rosto depois me segurou pela gola da minha blusa e me atirou no chão.

- Está em desvantagem Cameron, será que não entende?

- Acho que é você que não entende – Cuspi o sangue que estava na minha boca no chão. – Eu nunca estou em desvantagem. – Assim que soltei minhas palavras quatro carros pararam ali em frente. Claro que os garotos estavam ali dentro e começaram a atirar para todos os lados e eles não estavam sozinhos. Eles haviam trazido os caras que guardavam o galpão para mim. Vincent continuava ali me encarando pasmo, acho que ele ainda não havia aprendido. Aquilo tinha se tornado uma zona de guerra. Shawn e Matthew correram para me ajudar, mas Vincent não queria larga do osso e continuava ali sem me deixar passar, mesmo com aquele cenário onde qualquer um ali poderia levar um tiro:

- Sai da minha frente Vincent – Shawn gritou impaciente como sempre.

- Primeiro me digam onde minha filha está.

- Ta de brincadeira? Como acha que pode exigir algo de nós?

- Só me diga Shawn – Ele falou – Se não atiro nele. – Shawn deu risada e deu dois tiros no Vincent que caiu com o corpo em cima de mim. Eu o encarei assustado. Matthew me estendeu a mão e eu me apoiei em seu ombro enquanto ele corria comigo para o carro.

Shawn não enrolou deu a partida no carro e correu dali. Eu sentia meu rosto inchando estava ardendo para caralho aquilo. Eu estava tão nervoso que eu nem percebi que Shawn poderia ter matado o Vincent:

- Shawn...

- Eu sei Cameron.

- Foi tão rápido...

- Não era pra ser assim. – Ele disse – Mas ele iria te matar!

- Relaxem – Matthew se pronunciou – Vaso ruim não quebra. Não fácil assim.

Shawn me levou até em casa onde para minha surpresa Floyd e Madeleine estavam lá. O menino me carregou até o sofá. Fiquei o encarando antes me pronunciar:

- O que essas duas estão fazendo aqui?

- Os meninos e Jack estão tentando invadir seus galpões atrás dela, tive que traze-la para cá. – Encarei a Floyd que parecia desinteressada no assunto – E a outra queria saber como você estava.

- Está brincando né?

- Pior que não – Shawn sorriu para mim – Boa sorte.

- Cameron você está bem? – Madeleine correu para cima de mim que dei um jeito de afasta-la.

- Acho que meu estado responde sua pergunta.

- Você não quer ir para hospital?

- Não. Eu to bem.

- Quer alguma ajuda?

- Já disse que to bem.

- O que você aprontou dessa vez que te deixou assim?

- Não é boa hora para conversar sobre isso.

- Aposto que fez merda – Floyd disse se sentando novamente no sofá.

- Talvez. – Falei.

- Quer comer alguma coisa? – Madeleine voltou a falar.

- Não estou com fome – A encarei – Por que está tentando ser prestativa?

- Eu só queria te ajudar de alguma forma.

- Por que isso? Vá pra sua casa é melhor para você. Já ajudou bastante ficando com a Floyd por nós.

- Não precisava de baba.

- Precisava sim, se não quebraria minha casa inteira. – Floyd revirou os olhos e voltou a ler a revista que estava na sua mão.

- Tenho que resolver algumas coisas agora – Falei tentando me levantar, mas Madeleine me puxou para sentar novamente.

- Precisa descansar você ta acabado.

- Não posso deixar Shawn resolver toda aquela merda sozinho.

- Pode sim, Shawn tem mais cabeça para isso que você.

- Eu acho que não, ao contrario de mim, ele é bem menos paciente docinho.

- Tanto faz, quem todo fudido é você. – Ela se aproximou mais – E sabe que sempre pode contar comigo para relaxar. – Ela se levantou – Eu vou indo Cameron, mas você sabe que eu vou voltar. – A morena saiu porta fora e eu dei graças a Deus por aquilo. Madeleine era uma garota muito bacana para mim. Uma das meninas, mas forte que eu já conheci e mesmo assim, conseguiu cair na minha e foi uma das únicas que não foi propositalmente.

- Aposto que está curiosa – Floyd desviou sua atenção da revista para mim.

- Nem um pouco, na verdade estou sentindo um enorme prazer em te ver assim.

- Virou masoquista e não me contou?

- Adoro seu humor.

- Mas hoje realmente não estou para brincadeiras. – Levantei do sofá e fui procurar algo para comer, mas sentir alguém vindo atrás de mim.

- Pensei que não estivesse com fome.

- Eu queria que ela fosse embora . – Falei pegando um pedaço de bolo que provavelmente Shawn comprou para Floyd não morrer de fome aqui.

- Deu para perceber. – Ela disse – Mais uma da sua coleção.

- Não é bem assim.

- Certeza? Da pra ver que ela gosta de você. Tadinha, lamentável.

- Está vendo coisa.

- Não se faça de idiota Cameron, pelo amor, isso é baixo até para você.

- Ta, mas foda-se isso não importa mesmo.

- Não consegue gostar nem de alguém que esta envolvida com esse tipo de coisa.

- Vai voltar a me questionar?

- Não, é perca de tempo, você não tem salvação.

- Como assim?

- Você não tem mais sentimentos pelas pessoas.

- Da onde tirou isso?

- Estou dizendo sentimentos bons Cameron, não o ódio e a raiva que parecem te consumir.

- E porque eu deveria amar alguém? Isso é sinônimo de sofrimento.

- Olha para quem você ta dizendo isso – A ruiva abriu seus braços – Eu estou nessa merda por apenas fazer parte de uma família que eu nem escolhi e por te gostado de você.

- Está vendo que é ai que está o problema. Mesmo sofrendo, continua tendo os mesmo sentimentos pelo seu irmão, pela sua tia e até mesmo pelo idiota do seu pai.

- Não me culpo por isso. Sinto-me bem, sabendo que tem uma parte de mim que ainda continua sentindo algo. Mas pelo menos me livre de tudo o que eu sentia por você.

- Pode repetir isso mil vezes, vou continuar não acreditando.

- Por que não Cameron?

- Chega Floyd – Falei abrindo novamente o armário pegando algumas bolachas recheadas e depois peguei um suco na geladeira – Quer?

- Não, só de vê sua cara me da enjoo.

- Vai à merda – Me estressei.

- Vai Cameron, me conta logo o que aconteceu.

- Sabia que estava curiosa. – Abrir um meio sorriso. – Por que eu deveria te contar?

- Quero agradecer a pessoa que fez isso quando eu sair daqui.

- O que te garante que você vai sair daqui?

- Não sei talvez – Ela suspirou – Mas anda, me conta.

- Seu pai fez isso comigo.

- Como ele fez isso? Ele simplesmente saiu batendo em você?

- Digamos que eu fui encontrar seu irmão e Vincent apareceu e ele me atacou.

- E como você ainda está vivo? Já que provavelmente estava em desvantagens.

- Sabe qual a lei numero um de uma guerra? Conheça seu inimigo.

- Continua...

- Eu o conheço muito bem Floyd, eu sei que Vincent não vai sossegar até te tirar daqui.

- E o que você fez?

- Revidei é claro.

- E onde meu pai está?

- Provavelmente no hospital – Sorri – Talvez não sei, espero que esteja morto.

- O que? – Ela gritou praticamente – Eu vou acabar com você Cameron.

- Não vai.

- Vou sim pode ter certeza disso. Por que duvida tanto?

- Porque Floyd? – Eu ri – Você ficou nessa casa um período sozinha, eu tenho certeza que Madeleine não chegou aqui bem na hora que os meninos te trouxeram. Você sabe que minha casa é uma mina de arma, ou você poderia simplesmente pegar um faca da gaveta e começar a me ameaçar, mas não faz isso.

- Não justifica nada.

- Claro que justifica

- Talvez sim – A ruiva abriu um sorriso estranho no rosto arrancando uma faca da barra da sua calça e eu revirei os olhos.

- O que pretende fazer?

- Você ainda pergunta? – Ela caminhou devagar até chegar a mim. – Eu vou terminar o que meu pai começou.


Notas Finais


Hey lindos, o que acham agora? O que acham que a FLoyd vai fazer?
Acham que ela vai ter coragem de fazer algo contra o Cameron? me digam
e até o proximo xx


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