História Between God and the Darkness - Capítulo 46


Postado
Categorias Supernatural
Personagens Abaddon, Adam Milligan, Alex Jones (Annie Jones), Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Crowley, Dean Winchester, Donald "Don" Stark, Dorothy Baum, Gadreel, Garth Fitzgerald IV, Hannah, Jody Mills, Kevin Tran, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Michael, Miguel, Naomi, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester, Samandriel
Tags Castiel, Crowley, Dean Winchester, Deus, Escuridão, Irmãs, Sam Winchester, Supernatural
Exibições 70
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello, hello my darlings!
Como vai a vida?
Bem, mais um capítulo para vocês - Acho que não tenho nenhum recado importante, então vamos direto a fic

Capítulo 46 - Gift from Bobby


Fanfic / Fanfiction Between God and the Darkness - Capítulo 46 - Gift from Bobby

POV Dean Winchester

Eu e a Samantha estávamos indo juntos no que faltava para o Parque de Yosemite, ela não era muito diferente do Sam no quesito silêncio, a única diferença era que ela não tinha dado uma de psicóloga pra cima de mim, bem, dessa vez.

- Posso? - Ela falou e apontou para o rádio.

- Claro.

Ela ligou e passou algumas estações, só espero que ela não tenha o mesmo gosto chato que o Sam para música, não vou conseguir aguentar uma música da Taylor Swift essa hora da noite.

A company

(Uma companhia)

Always on the run

(Sempre na correria)

A destiny

(Um destino)

Its the rising sun

(É o sol nascendo)

I was born

(Eu nasci)

A shotgun in my hands

(Com uma espingarda nas mãos)

Behind the gun

(Por trás da arma)

I'll make my final stand

(Eu vou deixar minha marca)

And that's why they call me

(E é por isso que me chamam de)

Bad company

(Má companhia)

I can't deny

(Eu não posso negar)

Bad, bad company till the day I die

(Má, má companhia até o dia em que eu morrer)

A Samantha estava batucando no painel da baby e cantando baixo a música.

- Espera, você conhece essa música? - Perguntei.

- Sim, por quê?

- Achei que fosse que nem o Sam com toda aquela frescura para música, não te imaginava ouvindo um rock pacifista – Ela riu fraco e voltou a olhar para fora da baby, precisava animá-la um pouco.

Rebel souls

(Almas rebeldes)

Deserters we've been called

(Fomos chamados de desertores)

Chose a gun

(Escolha uma arma)

And threw away the sun

(E jogue fora o sol)

Now these towns they all know our names

(Agora essas cidades todas elas sabem nosso nome)

The death punch sound is our claim to fame

(O som do soco da morte é a nossa reivindicação à fama)

And that's why they call me

(E é por isso que me chamam de)

Aumentei o volume do rádio e comecei a cantar junto.

 

Bad company

(Má companhia)

I can't deny

(Eu não posso negar)

Bad, bad company till the day I die

(Má, má companhia até o dia em que eu morrer)

 

A Samantha me encarou e começou a rir, pelo menos estava funcionando.

Until the day I die

(Até o dia que eu morrer)

Until the day I die

(Até o dia que eu morrer)

- Vamos lá, canta comigo – Falei e ela negou.

 

(Until the day I die

(Até o dia que eu morrer)

Eye for an eye

(Olho por olho)

Indiquei para que ela continuasse e ela cantou.

And a tooth for a tooth

(E dente por dente)

Continuei.

Blood for blood

(Sangue por sangue)

Ela cantou.

We've all gotta die

(Nós todos temos que morrer)

Ela cantou e minha ficha caiu, só percebi a letra quando já não adiantava mais.

We've all gotta die

(Nós todos temos que morrer)

Ela cantou e baixei o som do rádio.

- Desculpe – Falei.

- Por quê? A música está errada ou dizendo algo que não é real?

- Não, mas…

- Dean, eu não tenho problema quanto a morrer, é uma das coisas que eu não tenho medo.

- Mas não temos que falar disso, não agora.

- E quando então?

- Daqui uns trinta anos, quando você já estiver cansada de aguentar o Sam, sua irmã e eu – Ela riu.

- Que eu me lembre, o papel de otimista é do Sam.

- Mas ele não está aqui agora, ele deve estar dando uma de doutor Phil com a sua irmã.

- E você vai tentar também? - Eu ri.

- Não, não sou bom com isso, vamos apenas curtir mais umas músicas, quero ver quantos clássicos você conhece – Ela riu e concordou.

Passamos mais umas três horas até finalmente chegarmos na Califórnia, o parque era em um lugar de fácil acesso, então não demoramos muito a chegar. Paramos em uma das pousadas do parque, acho que era melhor reservarmos logo os quartos para não ter que ficar em algum hotel a quilômetros dali.

Estacionei a baby e a Isabella parou ao lado, eu e a Samantha saímos da baby e esperamos a Isabella e o Sam. Olhei para a Samantha, ela estava com a mão na cabeça.

- Hei, você está bem? - Ela me encarou.

- Sim, sim, só estou com um pouco de dor de cabeça.

A Isabella e o Sam vieram até onde estávamos.

- Vamos reservar os quartos? - A Isabella falou e olhei para o Sam.

- Nós vamos, vocês duas ficam aqui – Ela foi falar alguma coisa, mas desistiu.

Fomos até a recepção e o recepcionista nos encarou de baixo a cima, já não fui com a cara dele.

- O que posso fazer pelo... Casal?

- Não somos um casal – O Sam falou com toda aquela paciência dele – Somos irmãos.

- Ah me desculpem – Se não estivéssemos ali para descansar, poderia socar aquele cara.

- Queremos dois quartos de casais – O Sam falou e entregou um dos cartões clonados para o homem.

- Desculpe, mas esse cartão não está funcionando – Entreguei outro cartão para o homem, ele o passou e foi negado também – Desculpem, mas nenhum deles está funcionando.

- Nós pagamos – Olhamos para trás e a Isabella e a Samantha estavam ali.

POV Samantha McConnell

- Nós vamos, vocês duas ficam aqui – O Dean falou e eles foram para a recepção.

Olhei para a Bells, ela estava encostada contra o carro dela. Eu tinha que pedir desculpas, odiava ficar assim com ela.

- Bells – Falei e ela me encarou – Eu… - Falei, parei um pouco e respirei fundo – Eu queria pedir desculpas pelo que eu falei antes, eu sei que o que aconteceu não era sua culpa, é culpa dessa marca ou o que quer que seja – Falei e apontei para o peito dela – Eu não quero que a gente fique brigada por causa dessa droga de profecia, não quero perder uma das únicas pessoas que se importam comigo e que eu me importo – Ela me encarou por alguns instantes e depois olhou para o lado.

- Você sabe que da última vez que brigamos de verdade…

- Nós ficamos sem contato por um ano – Ela me encarou e assentiu – Eu sei e por isso não quero que passemos por isso mais uma vez, ainda mais agora, precisamos ficar unidas e passar por essa coisa, juntas, como sempre fazemos – Ela sorriu, veio até onde eu estava e me abraçou.

- Só pra te avisar, provavelmente o Sam vai perguntar sobre essa nossa briga – A encarei – Quando ele veio falar comigo acabei falando demais.

- Você contou alguma coisa?

- Não, mas ele vai querer descobrir o que houve – Assenti e minha dor de cabeça aumentou mais.

- Que droga isso – Coloquei as mãos na cabeça e a Bells segurou meus braços.

- O que houve Sah? É uma visão?

- Não – Fechei meus olhos e quando abri vi várias imagens passando na minha frente, elas diminuíram e começaram a passar mais devagar.

Era na casa do Bobby, ele estava na casa. Ele estava olhando o primeiro andar vazio e foi para o segundo, ele tinha quatro envelopes na mão. Ele foi para a peça que havia deixado as caixas com os livros e colocou os envelopes dentro de um dos livros. As imagens se dissiparam e a dor de cabeça havia sumido.

- Onde estão os livros do Bobby? - Perguntei.

- O quê?

- Os livros que o Bobby deixou na casa dele para nós.

- Estão no porta-malas – A Bells indicou o porta-malas do carro dela e fui até lá – O que houve Sah?

- Eu acho que tive uma visão, mas não do futuro, do passado – Abri o porta-malas e comecei a procurar pelo livro que vi.

- Espera ai, tudo bem ver o futuro, mas o passado? E o que você viu? - Achei o livro e o tirei da caixa.

- O Bobby havia guardado quatro envelopes nesse livro – Virei o livro de lado e caíram os quatro envelopes, cada um deles tinha nossos nomes.

- Certo, isso é bem estranho – Peguei o que tinha meu nome e abri, tinha dinheiro ali e muito – Minha nossa! Ele por acaso roubou um banco?

- Acho que é o dinheiro das coisas que tinha na casa dele – Encarei a Bells – Ele deixou pra nós – Senti outra vez a dor na minha cabeça, mas dessa vez já era familiar.

Vi os Winchester's, eles estavam falando com o recepcionista e tinha algum problema com os cartões.

- Hei Sah, o que foi agora?

- Acho que o dinheiro veio bem a calhar – Falei e fui com a Bells para a recepção.

- Desculpem, mas nenhum deles está funcionando – O recepcionista falou entregando os cartões para o Sam.

- Nós pagamos – Falei e os dois nos encararam – Em dinheiro, dois quartos de casal por favor – Falei e entreguei o dinheiro do meu envelope ao homem.

- Certo – Ele pegou duas chaves e me entregou – Tenham uma boa estadia – Assenti e saímos dali, voltamos para perto dos carros e os Winchester's nos encararam.

- O que foi isso? De onde tirou aquele dinheiro? - O Dean perguntou.

- Versão resumida? - A Bells falou – A Sah teve uma visão do passado onde o Bobby guardou dinheiro para nós e depois viu vocês com problemas nos cartões, simples assim.

- Espera, espera, que dinheiro que ele deixou? Como não vimos isso?

- Ele deixou dentro de um dos livros, é um envelope para cada um de nós – Falei e entreguei os envelopes de cada um.

- O Bobby assaltou um banco por acaso? - O Dean falou e eu e a Bells rimos.

- Eu perguntei a mesma coisa – A Bells falou.

- Porque ele deixou todo esse dinheiro para nós? - O Sam perguntou.

- Não sei, na visão não tinha mais nada.

- Bem, acho que só podemos agradecer o filho da mãe por isso – O Dean falou – Vamos pegar nossas coisas – Concordamos e fomos pegar nossas coisas.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...