História Between Killers - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Tags Ação, Fairy Tail, Gale, Gruvia, Nalu, Romance
Exibições 91
Palavras 2.615
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boom dia:)))
Espero que gostem do capitulo de hoje.

Capítulo 35 - Mais é especial com você.


Tentei me levantar mais a cabeça girou um pouco, estava meio tonta mas não era nada grave, não estava sentindo nada além de uma pequena dor acima da sobrancelha esquerda, coloquei a mão devagar e vi que tinha sangrado mas agora parecia ter parado. Respirei fundo e me sentei.

- Fique deitada Baixinha, você bateu a cabeça – disse olhando pelo retrovisor.

- Eu estou bem.

- Tem certeza? O..

- Sim tenho, a única coisa que me incomoda é não saber direito o porque daquele homem achar que estão atrás de mim e que ofereceram recompensa.

- Alguém ofereceu recompensa por sua cabeça?

- Foi o que eu entendi, mas quem e porque?

Gajeel ficou em silêncio, e eu também, isso estava muito estranho. Mas no momento não tinha ânimo para nada.

Logo chegamos ao hotel e Gajeel insistiu em me pegar no colo e me levar ate o quarto. O que chamou a atenção de algumas pessoas presentes na recepção e a desculpa foi que eu tinha escorregador e caído na calçada.

Chegando ao quarto ele me pôs na cama e começou a tirar meus sapatos, isso éra o cúmulo! Ele devia achar que eu era uma inválida!

- Gajeel para com isso eu não estou morta!

- Mas quase morreu e a culpa ainda é minha!! – Disse revoltado.

- Não foi culpa sua na verdade não é culpa de ninguém – Disse calmamente para tentar apaziguar ele.

Ele deu as costas e foi até o banheiro e voltou com pequeno kit de primeiros socorros e se agachou para que ficasse na mesma altura a que eu estava sentada na cama.

- Me deixe ver isso aí – Ele disse chegando mais perto.

Gajeel estava tão concentrado nisto que não ousei falar nada, era uma das partes dele que eu não tinha visto ainda.

Ele pegou um pouco de algodão e umedeceu com álcool e aplicou no ferimento em minha testa, ofeguei um pouco, não estava esperando a ardência no machucado.

O que mais me surpreendeu foi o fato dele assoprar em cima machucado para aliviar, o que me tocou muito. Em silêncio ele colocou um pequeno curativo e guardou o resto das coisas.  

Olhei fixamente para ele, que não olhava nem um momento para mim, quando ele estava indo ao banheiro guardar o kit eu me levantei e fuii até ele dando um abraço.

- Obrigada – queria agradecer ele fazer isto pode mim, o que me fez chorar, a loucura de hoje é como ele tinha sido amável de repente me deixou emocionada.

- Ei, baixinha tão chore ok! E não me agradeça por isso.

- Mas...

- Olha relaxa e vai tomar banho – É, o momento fofura dele tinha passado.

O soltei e fui tomar banho, não conseguia parar de pensar em quantas vezes Gajeel tinha me ajudado desde a fuga do complexo;  nossa relação se poderia ser chamado assim tinha melhorado bastante das discussões bobas a grandes beijos, só de lembrar sentia meu rosto esquentar e sorri involuntariamente, não me via com outra pessoa a não ser ele, por mais que ele fosse um mala chato as vezes. Será que eu o amava? Só de pensar senti meu coração acelerar.

Encarei a parede e tentei entender o que sentia, sim eu o amava, não havia outra nome para o que sentia. Mas isto não era o problema é sim se Gajeel sentia a mesma coisa por mim. Talvez sim talvez não, mais eu queria descobrir.

Como, era a questão.

Pensei  fazer várias perguntas mas ele se cansaria e logo não responderia mais, se ei deixasse um bilhete escrito, não! Melhor não! Perguntar frente a frente eu não teria coragem, fora que Gajeel não é alguém que expresse seus sentimentos a não ser a raiva.

Sai do banheiro sem ideias.

As luzes do quarto já estavam apagadas, só a luz noturna entrava pela janela, Gajeel já estava deitado de barriga para cima com o braço em seu rosto, então apenas me deitei sem dizer nada e me aconcheguei perto dele, já tinha me acostumado, não sentia mais vergonha disso, na verdade eu desejava estar mais perto ainda, o que estava passando na minha mente?!

Houve um barulho na fora que assustou e quase pulei em cima dele. Sentindo meu nervosismo, ele me puxou para ia perto de seu peito e me virou, ficando cara a cara comigo.

- O que foi baixinha? – Disse me beijando suavemente.

Retribui o beijo, não queria dizer que estava meio abalada com tudo isso.

O nosso beijo era calmo, até ele por mão em meu rosto me trazendo para ainda mais perto, me fazendo apoiar uma mão em seu peito e outra em seu braço e percebi como ele estava quente, na verdade a atmosfera do quarto estava meio quente.

O beijo foi ficando cada vez mais necessitado e agressivo, e eu não estava se  importando, Gajeel já passava uma de suas mãos pela minha cintura e descia pela minha coxa, o que me impulsionava a beija-lo ainda mais e até que chegou a hora que senti que aquilo ainda não era o suficiente, quando ele passou a mão em minha bunda e apertou de leve, com o toque eu não pensei mais e virei para ficar em cima dele, não sabia mais o que esta a fazendo.

Gajeel ficou tenso no começo mais depois suas mãos voltaram a passar pelas minhas coxas e bumbum e até rapidamente pelo meus seios por cima do pijama.

O beijava com ainda mais vontade, até que senti algo diferente, duro que vinha um pouco abaixo do cos da box dele, involuntariamente, rebolei e ouvi o gemido de Gajeel.

Rebolei novamente e senti suas mãos me apertarem um pouco mais e uma delas por dentro de minha blusa subindo do meu estômago ao seio direito, me arrepiando com seu toque.

Juntei minhas pernas ainda mais forte em sua cintura e ele apertou meu seio, suspirei, ele começou com o polegar massagear, soltei um gemido baixo.

Que sensação era aquela, eu poderia derreter ali mesmo.

Mas Gajeel de repente tirou sua mão rapidamente de dentro da minha blusa e se separou do nosso beijo, colocando as mãos em minha cintura e se sentando rápido.

Olhei para ele meio perdida e decepcionada.

- Hã .... Levy ..olha é melhor.. paramos por aqui – Disse com a voz roca.

E lá estava ele fugindo de novo, não queria que terminasse assim, já tinha chegado a essa fase, porque parar agora? Eu nunca tinha feito algo assim com alguém, mas sabia que faria com alguém que eu amasse e esse alguém era Gajeel.

Ele estava se segurando eu sabia, porque? Será que ele sabe sobre eu não ter feito iaai com ninguém? Sabia que se não fizesse nada ele iria fugir como sempre, então esqueci minha vergonha e segurei seu rosto com as duas mãos e o beijei.

- Levy?! É melhor parar...

-E se eu não quiser parar? Falei olhando para ele.

- ... você não sabe do que esta falando..

- Gajeel eu sei, porque você não me quer? – Já estava achando que ele preferia alguém como Angel.

- Não.. Não é isso Droga! .. olha é que ..  – quanto mais ele tentava se explicar mais corado ficava – .. baixinha você nuncavezissoantesetalvez... queria algo sei lá ... especial?! – Ele disse tão rápido que quase não entendi.

- Mais já é especial... com você – fui sincera, sentia meu rosto começar a esquentar então beijei ele novamente e dessa vez ele não interrompeu.

Gajeel

Eu me sentia culpado, ao vê-la da que jeito, tinha agido sem pensar direito e tinha quase ferrado com tudo.

Enquanto fazia seus curativos imaginava como tudo ficaria se tivesse acontecido algo pior, todos me olhariam como um irresponsável sem coração, claro.

O que não esperava a era o abraço de agradecimento e depois suas lágrimas; queria reconforta-la mas não sou acostumado a isso. Me xinguei em pensamento por estar focando no que poderia ter acontecido que esqueci de como ela estava se sentindo. Ao ver Levy entrar no banheiro logo me arrumei tudo o para dormir.

Deitado me lembrei do que a maldita Angel tinha dito, chegava a ser irônico, como o que ela tinha acabado de falar tinha se tornado realidade em poucos segundos. Sabia que não tinha nada a ver com ela, era apenas um cara querendo “devolver” ela a sua família que pelo jeito tinha oferecido algo para ter notícias dela.

Só notei que ela tinha terminado seu banho quando a baixinha se aconchegou perto de mim, parecia que logo iria pegar no sono mas um pequeno barulho lá de fora fez ela quase saltar da cama, então a virei e puxei para mais perto.

Ela olhava com os grandes olhos para mim, eu poderia olhar neles sempre mas o curativo sempre chamava  minha atenção, gritando o erro na minha cara.

- O que foi baixinha? – perguntei beijando ela.

O beijo estava normal mas aos poucos comecei a perder a sanidade, quando ela subiu no meu colo, eu deveria ter parado aquela hora mas não consegui, fiquei tenso no começo não esperava isso dela.

E não ter parado quando eu senti que devia, cedendo a ela foi um dos melhores erros que tinha cometido.

Ouvir ela dizer que comigo seria especial  mexeu comigo, só me lembrava que tinha que ser mais tranquilo o possível, o que já era quase impossível com ela rebolando em cima do meu pau.

A sua pele era macia, os seios não pareciam ser tão pequenos agora.

-------

Os dois se beijavam como loucos, Levy que estava sentada de frente no colo de Gajeel, cruzou as pernas ao redor no mesmo.

Gajeel mantinha duas mãos percorrendo o corpo da garota, pegou a blusa dela e a retirou, mostrando seus pequenos seios e instintivamente Levy os cobriu envergonhada.

- Não precisa ficar com vergonha eles são perfeitos – Disse ele indo e beijando seu pescoço, fazendo Levy se arrepiar, e aos poucos soltar os braços e abraça-lo.

Os beijos em seu pescoço foram descendo até a clavícula e ombros; Levy não estava mais se importando com nada só no desejo que sentia. Os beijos foram descendo até seus seios onde ele chupou cada um deles demoradamente, quando seus dentes mordiscaram levemente Levy gritou puxando seu cabelo. O que ela sentia era surpreendente e estava quase delirando com a luxúria.

Levy não tinha notado que Gajeel tinha deitado ela na cama e ficado por cima para continuar a trilha de beijos; que foram descendo do estômago até o cos de seu short, onde delicadamente ele retirou e jogou no chão, a deixando apenas com uma calcinha rosa.

Gajeel desceu suas mãos que estavam na cintura dela até suas coxas onde ele as abriu, Levy parecia feira de gelatina quando ele começou a distribuir beijos na parte interna de cara coxa olhando nos olhos dela com os olhos vermelhos vivos.

Subiu a trilha de beijos até que ele estava sobre ela, dando lhe um beijo quente, o que estava entre eles eram as últimas partes da roupa íntima, Levy podia sentir algo duro esfregando em sua coxa, a deixando excitada.

Lentamente ele enfiou os dedos em sua calcinha e a puxou sobre seus quadris e em seguida pelas suas pernas. Gajeel desfez o beijo e passou a mãos lentamente pelas suas coxas e pediu.

- Abra mais para mim – Levy morrendo de vergonha em estar exposta daquela maneira tentou fechar as pernas, mas Gajeel a impediu.

- Não precisa ficar tímida agora, não há razão para isso, você é muito linda – Disse Gajeel já se abaixando e ela as abriu um pouco mais, a vontade que ela tinha dele era muito grande.

Ar quente soprou em sua vagina exposta e uma língua quente traçou seus clitóris.

O choque fez Levy suspirar e seus dedos arranhar a cama, ela não lutou mais seu corpo ficou tenso.

Gajeel lambeu novamente e se apertou ainda mais contra sua vagina movendo sua língua a fazendo gemer quando sentiu a sensação de prazer fazendo suas costas se curvar sobre o colchão.

Gajeel lambia  e chupava o feixe de nervos, fazendo ela arquejar. Não foi gentil quando empurrou suas pernas mais abertas e aninhou sua boca mais apertada contra seu sexo.

Parecia tão intenso que metade dela se mortificou enquanto seus quadris iam de encontro com a boca dele, mas não conseguia parar. Sua boca ficou mais agressiva, e um gemido alto rasgou de sua garganta. A sensação estava tomando tudo dentro dela até que restou apenas o prazer.

Gozou com força, seu corpo estremeceu com a força disso, e Gajeel afastou sua boca de seu clitóris. Suas paredes vaginais se contraíram, e sua língua empurrou para dentro de sua vagina.

- Gaaj... -  Gemeu seu nome,

Ele a fodia com sua língua. Não se importou com o quão assustador soava. Medo era a última coisa que sentia enquanto ele se retirava e a se lançava novamente. Parou de se preocupar com qualquer coisa.

Ele lentamente retirou sua língua e ela abriu seus olhos para olhar o teto, tentado recuperar a respiração, mas ofegou alto quando o dedo dele empurrou para dentro de sua vagina. Deslizou o dedo grosso profundamente ate sentir seu hímen, retirou, e um segundo dedo a esticou lentamente.

Ela arranhou a cama e curvou seus quadris contra sua mão.

- Estou te machucando? – Gajeel perguntou docemente.

Ela balançou a cabeça, incapaz de responder.

Quando os músculos cercaram ao redor de seus dedos ele de repente os retirou, e a olhava com desejo em seus olhos, enquanto retirou a cueca box.

Levy ofegou quando o viu nu com a ereção grossa. Gajeel abaixou-se sobre ela.

- Levy está tudo bem? É isso mesmo que você quer? – perguntou ele com a voz áspera.

- Sim – Disse baixinho, ela não iria desistir agora, não depois de tudo que tinha e estava sentindo.

Gajeel Penetrou-a lentamente, permitindo que seu corpo se ajustasse e ela agarrou sua cabeça, enfiando os dedos nos grossos cabelos para ter onde se segurar. Prazer e dor a dominaram enquanto ele afundava nela rompendo a barreia virginal, fazendo com que pequenas lágrimas caíssem de seus olhos.

Levy teve uma onda de pânico quando ele entrou ainda mais, Gajeel sentindo ela tensa parou, deixando que ela pudesse se ajustar a intrusão. Quando ele finalmente começou a se mover lentamente ela trancou a respiração esperando que a dor ardente novamente, mas ela nunca veio.

Em vez disto sentia um intenso prazer a cada curso, Gajeel a penetrava mais e mais rápido e ela podia ouvir sua respiração áspera. Levy levantou as pernas e enganchou em torno dos quadris dele e ambos gemeram com o maior contato.

Os sentimentos ser Levy cresciam a medida que sentia os golpes de Gajeel dentro dela, que inclinou-se um pouco atingindo um ponto muito sensível e ela gritou com a sensação.

Gajeel estocava profundamente o mesmo local mais e mais vezes até ela não aguentar mais e gozar novamente com o prazer. Ele continuou a batendo contra ela mais forte.

- Eu vou vir – Ele praticamente rosnou e entrou seu rosto contra o pescoço de Levy, retirando quase totalmente dela e a penetrando mais forte, uma vez, duas e em seguida ele meio gemeu e gritou. Seus quadris se sacudiram debaixo de seu corpo enquanto um líquido quente se espalhou pela vagina conforme ele gozou.

Deitaram assim por um tempo, pois os dos estavam sem fôlego, quando ambos estavam respirando quase normalmente Gajeel se apoiou nos cotovelos e lhe deu um selinho.

Ele saiu de cima dela e a puxou para dormirem abraçados.

Levy não disse nada nem ele, ambos estavam apreciando o momento que tiveram e logo dormiram.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, pois eu acho que a Levy gostou srsrsrsrs.
Tenham uma ótima sexta feira!!!! Me desculpem se houver alguns erros.
Até o próximo, beijos e mais beijos.


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