História Between Killers - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Tags Ação, Fairy Tail, Gale, Gruvia, Nalu, Romance
Exibições 79
Palavras 2.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa tarde pessoal!!!
Espero que gostem do capitulo de hoje, o próximo já está em andamento e quero muito ver a reação de vocês rsrsrs porque foi uma ideia que tive de repente, mas as descobertas realmente só no próximo capitulo.

Capítulo 36 - Pela Manhã.


Levy

Acordei com a claridade da janela, olhei ao redor e vi que eram 9:55. Já estava ficando meio tarde, olhei para trás e vi Gajeel dormindo, como sempre, de um jeito fofo, ele estava na mesma posição de ontem, me abraçando, mas seu braço agora só apoiava em minha cintura.

Olhar para ele me fazia lembrar da nossa noite, senti meu rosto e pescoço esquentarem, eu não acredito que fiz aquilo com ele.

Se eu continuasse a olhar para ele e lembrar da noite anterior eu não iria conseguir olhar em seu rosto depois, com ele dormindo já sentia vontade de me esconder embaixo da cama.

Então decidi que era melhor eu ir tomar um banho, me levantei devagar, mas quando caminhei até o banheiro, senti o incômodo em certos lugares que provava o que tinha feito. Não era nada horrível, mas incomodava, então fui devagar até o banheiro e encostei a porta pois se fechasse ela iria fazer barulho e acordaria Gajeel.

Ao me olhar no espelho meu queixo faltou cair, havia marcas pelo meu corpo, eram chupões, estavam roxos e marcavam muito a minha pele clara, qualquer um iria ver isso a quilômetros de distância.

Como eu poderia sair assim?

Senti vontade de matar Gajeel, não quero que todos que me olhassem soubessem do que ocorreu, não era uma exibicionista. Sabendo que aquilo não iria sair tão cedo, principalmente as do pescoço, fui e liguei o chuveiro, gostava da água bem quente tal vez ajudasse em algo.

Quanto a água tinha ficado na temperatura que queria, entrei e deixei a água relaxar os músculos do meu corpo.

Depois de poucos minutos e banheiro já estava embaçado com o calor da água, aquilo era a fica que eu tinha que sair mas não tinha vontade, me lembrei que tinha de lavar o cabelo, quando me virei para pegar o shampoo ouvi uma voz rouca que eu conhecia bem.

- Está tomando banho e nem me convidou.

Me virei e topei Gajeel sorrindo torto para mim notei que estava nu. Corri e desviei o olhar e tentei falar.

- Eu hã .. você estava dormindo e ... queria... lavar o cabelo – Não estava conseguindo formular uma frase normal.

Vendo meu embaraço, ele sorriu ainda mais e entrou no chuveiro me abraçando e me beijou.

- Baixinha, depois de tudo o que fizemos você ainda está com vergonha?! – O que me deixou ainda mais mortificada, meu rosto ardia, culpa? Da água quente.

- Eu não estou com vergonha – Disse me virando.

Ouvi sua risada, ele me abraçou mais forte me apertado para ele, e aquilo não era possível? Ele estava excitado? Me perguntei sentindo algo duro em minhas costas.

Gajeel beijava meu pescoço, e suas mãos apertavam meus seios.

- Ga...- gemi baixinho, enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo.

- Posso levantar você contra a parede e te pegar? – Disse perto do meu ouvido me fazendo arrepiar.

Uma de suas mãos agora apertava minha bunda e a outra tocava a minha vagina, um de seus dedos já estava me deixando louca. Se eu falasse agora só conseguiria gemer então tentei me concentrar para falar algo.

Ele estava me torturando com seu dedo e sua boca em meu pescoço, mas eu queria reverter a situação e meio que sabia como. Me forcei a virar de frente para ele e sem pensar agarrei seu membro fazendo ele guinchar.

- Me deixe tocar em você, me mostre como?! – falei com a única coragem que tinha.

Ele hesitou mais acabei apertando seu membro um pouco mais, o fazendo gemer. Acho que já tinha entendido.

Com as duas mãos Levy o segurou e sua boca abriu e fechou.

Gajeel apertou suas costas contra o azulejo, curvou os quadris e deu-lhe total acesso, enquanto abria mais os pés. Ela pegou seu eixo e correu uma mão entre suas coxas e suavemente massageou suas bolas. Levy se sentia ousada demais, mas não queria parar agora.

Ele gemeu um pouco mais quando ela apertou seus seios contra seu abdômen e o marcou suavemente com as unhas de ambas as mãos. Ele sugou o ar, e gemeu, suas mãos agarraram seus quadris.

Gajeel balançava seus quadris lentamente e ela acariciava, em um momento ele pegou em sua mão e a levou até seu eixo e ela entendeu e o massageava e apertada com uma mão. Olhou para cima para vê-lo com olhos estavam fechados e gemia enquanto encostava sua cabeça contra o azulejo.

Seu corpo ficou tenso, e de repente ele se jogou contra suas mãos com tanta força, que Levy quase bateu na parede e provavelmente teria se as mãos dele não a estivessem segurando. Ela  usava ambas as mãos para acaricia-lo mais rapidamente, sabia que ele estava no limite.

Então ele segurou suas mãos e Levy olhou para ele confusa, mais ele a virou até que as costas dela apertassem firmemente em seu estômago e peito.

Suas mãos deslizaram para baixo de seus quadris, até a frente de suas coxas. Seus dedos agarraram as partes internas de suas coxas e suavemente aplicou pressão.

- Se abra para mim e agarre a parede na sua frente -sussurrou em sua orelha com a voz rouca, a deixando instantaneamente quente por toda parte. Nunca se sentiu tão envergonha e tão pervertida em sua vida, suas pernas separaram para dar lugar para ele involuntariamente.

As mãos de Gajeel acariciaram por dentro de suas coxas, uma mão cobriu sua vagina e ela gemeu quando os dedos dele esfregavam contra seu clitóris. A água batia em suas costas, mas mal notou enquanto ele continuava, sua excitação crescia e esperou que ele a adentrasse por trás com medo e desejo, mas sabia que ele não a machucaria. Seus dedos deixaram seu clitóris e ofegou quando um dedo de repente deslizou para dentro.

Retirando o dedo, ela apertou os olhos bem apertados, pronta, dois dedos a penetraram. A

sensação era maravilhosa, fazendo-a gemer e apertar de volta contra sua mão. Gajeel curvou acima dela, apertou seu corpo contra ela, e a atormentou com o dedo.

Levy curvou suas costas e remexeu contra seus dedos, mas ele retirou os dedos. Ela mordeu seus lábios um pouco frustrada, e logo, ambas as mãos de Gajeel agarraram suas costelas. Ele a virou em seus braços. Seus olhos se arregalaram enquanto olhava fixamente para ele surpresa, enquanto encaravam um ao outro.

- Coloque os braços ao redor do meu pescoço – Disse Gajeel, ela não hesitou.

Ele se curvou para ajudar ela, um de seus braços ao redor de sua cintura e a ergueu tirando seus pés do chão. Suas costas apertaram contra a parede enquanto o corpo dele a prendia lá.

- Ponha suas pernas ao meu redor – ele disse com a voz rouca,

Era difícil de enrolar ao redor dele com seus corpos molhados, mas teve ajuda. Agarrou ele  apenas acima de sua cintura e enganchou seus tornozelos juntos.

A mão debaixo de sua coxa tocava seu clitóris e ela largou seu rosto contra seu ombro, gemendo, e gritou quando seu pênis entrou em sua vagina, a fodendo rápido e profundo. O prazer se tornou tão intenso que não conseguia pensar e a prendia tão firmemente que nem podia se movimentar.

Levy gozou gritando, mas sua boca apertou contra sua pele, abafando o som. Seu corpo

estremeceu. Gajeel aumentou o ritmo dentro dela gemendo alto e ela gritou novamente.

Seu corpo tremia com força, ainda no clímax, enquanto ele estocava forte bem contra seu ponto G. Continuou fazendo isso até que ele meio que gemeu e gritou junto com ela, gozou dentro dela.  

Ambos continuaram na mesma posição por um tempo, então Gajeel soltou Levy, duas suas pernas ainda estavam meia bambas que se apoiou no braço dele.

Ele a surpreendeu com um beijo na testa e se virou para pegar o sabonete, e tomaram banho juntos dando direito a Levy de lavar o grande cabelo negro de Gajeel.

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Eu ainda secava meu cabelo quando me lembrei de algo importante que não poderia poderia ter esquecido. Gajeel e eu não tínhamos usado nenhuma proteção quando fizemos aquilo, só de pensar corri mas isso logo passou ao pensar que eu poderia .. poderia .. não conseguia pensar nisto, não era a hora ainda. E Gajeel nem se importou sobre isso, tinha que falar com ele agora.

Só não sabia como abordar esse assunto.

Sai do banheiro, vi que ele já estava vestido e carregava as armas em cima da cômoda, quem ele iria matar hoje?

- Hã Gajeel, eu preciso falar algo..

Ele olhou para mim confuso, com certeza com todo o rodeio que eu estava fazendo, e meu rosto já fervia.

Vendo que eu não falei nada, ele veio até mim e perguntou.

- O que foi?

- Nós quando hã... Não usamos proteção alguma e.. – Não terminei o iria dizer pois ele me interrompeu com a cara fechada já se virando de costas para mim.

- Não precisa preocupar com isso – Disse azedo.

O que estava acontecendo?

- Por quê?

- Ainda de costas para mim, ele olhou para a janela É pareceu pensar se contaria ou não, depois de alguns segundos ele falou.

- Quando eu trabalhava para alguém, eles faziam o pessoal deles tomar certas coisas e naquele tempo eu não ligava, tomava, não tinha reação alguma, só pensava no trabalho e depois que eu descobri para que era.

- Mas por que isso? – Eu não tinha mais palavras, tinha um monte de perguntas, mas ele parecia cada vez mais sombrio me contando isso.

- Por quê? – Riu sem graça – Para que os caras não tivessem nenhum problema com isso e focassem apenas no que era importante. Os melhores assassinos não tem ninguém para se preocupar não é – O sarcasmo era evidente.

O silêncio predominou dentro do quarto, eu queria perguntar, mas o assunto mexia com ele então deixei quieto. Mais logo Gajeel interrompeu o silêncio.

- Agora vamos! – Disse escondendo as armas em sua roupa como de costume.

- Aonde vamos?

- Atrás do velho, antes que ele fuja.

- Mas ele está mesmo naquele local?

- Não sei, mas se estiver, ele não vai correr – Ele abriu a porta, corri ate a gaveta e peguei a arma que Gajeel tinha me dado, não sabia se teria que usa-la, mas levando em consideração o que aconteceu antes e melhor leva-la. E sai atrás dele que me esperava.

Angel

Demorou um tempinho mais eu achei o casal de pombinhos, sabia que eles não poderiam estar longe e era verdade, estavam em um hotel a 10 km do bar.

Saber o quarto em que estavam foi o difícil, observei por horas até que vi a pequena azulada pela janela no segundo andar que dava vista ao estacionamento e a mata, que foi muito conveniente.

No começo da noite apenas entrei no hotel e fingi para a senhora que cuidava do local que procurava uma pequena garota com os cabelos azuis que estava hospedada neste hotel, porque ela tinha perdido uma coisa sua, e mostrei um celular antigo. Disse que tinha visto quem tinha perdido pela filmagem e que devolveria de manhã já que me hospedaria lá.

A senhora nem se preocupou e logo me agradeceu por ser tão bondosa e me disse que o quarto que me daria estava ao lado do deles. Ótimo.

Agradeci sorridente e cheguei até o quarto. Rô estava estressado por noticias deles e então me prestei a esse papel de escutar a conversa do casal fofo pelas paredes o que era ridículo, mas tinha que faze-lo.

Sabia que Gaj não estaria tão cuidadoso agora por estar preocupado com a Levyzinha.  E era o momento perfeito para talvez conseguir ouvir o que eu queria.

Esperei por algumas horas e nada até que ouço a porta abrir do quarto ao lado e Levyzinhaa falar:

- Gajeel para com isso eu não estou morta!

- Mas quase morreu e a culpa ainda é minha!!

- Não foi culpa sua na verdade não é culpa de ninguém.

Ela devia ter sido levada como eu deduzi, mas por quem?

- Me deixe ver isso aí.

Depois disto apenas escutei sons muito baixos  demais para distingui-los, e uma porta sendo aberta como o som estava distante devia ser a do banheiro.

O tédio estava quase me dominando, quando ouvi barulhos de beijos por um tempo.

Gaj não podia me enganar ele estava ficando com essa garotinha, não ele estava fudendo com ela só pelos gemidos e gritos que ouvia.

Eles não eram nada discretos o que me deu vontade de rir, quando imaginei a cara do Rô sabendo que sua princesinha estava dando para outro cara, ele ficaria irritado, mas seria hilário.

Sabendo que não iria parar tão cedo, coloquei os fones de ouvido e escutei música até perceber que eles tinham terminado.

Me deitei e dormi um pouco, o despertador apitou horas antes de começar a ouvir a movimentação dentro do quarto ao lado, e para minha surpresa eles estavam transando  novamente.

Sim Meu Querido Rô, ficaria triste.

Mas depois dos sons deprimentes que ouvi, escutei algo do meu interesse.

- Aonde vamos?

- Atrás do velho, antes que ele fuja.

- Mas ele está mesmo naquele local?

Me levantei apressada, eles iriam atrás do senhor bêbado, e já sabiam onde ele estava, ah Gaj você me surpreendeu!!

Olhei ao redor do quarto e vi que não tinha deixado nenhuma pista de minha visita e sai apressada pelo corredor, pois logo eles sairiam.

Chegando perto da recepção cumprimentei a senhora rapidamente e disse a ela que já tinha devolvido o celular, desejei um bom dia e dirigi até o local onde meu casal de pombinhos iria aparecer.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, me perdoem se houver erros de português.
Tenham uma ótima semana!!!
Beijos e milhares de abraços!! Até o próximo capitulo que provavelmente vai ser na terça feira.


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