História Between Killers - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Tags Ação, Fairy Tail, Gale, Gruvia, Nalu, Romance
Exibições 59
Palavras 1.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom dia pessoal, espero que gostem do capitulo de hoje, porque a partir desse muitas coisas vão acontecer.

Capítulo 37 - Hora da Ação.


Gajeel

Saímos do hotel e por sorte não vimos a velha que cuida da recepção, senão ela seria capaz de comentar algo sobre os barulhos da noite passada e hoje, não que me importasse mas a Baixinha iria querer sumir e ficar aérea coisa que nesse momento não dá.

Estou ficando descuidado e tenho que voltar ao normal, se eu errar hoje tudo pode ir para o espaço, e não quero prolongar essa caçada mais do que já foi.

Baixinha parece estar em outro mundo, olhando para ela me lembro na nossa noite, antes  tinha dúvida sobre e o que estava sentindo mas eu realmente amo essa baixinha. Aquele Velho do Makarov vai olhar para mim e dizer “Eu te avisei”.

Tento tirar isso da minha cabeça pois algo está errado, Angel não fez mais nenhum movimento  que eu sabia e isso quer dizer que lá vem merda. Ela tá planejando algo com o maldito do Ryos.

Aquele maldito não sabe quando parar.

Levy

Estou muito nervosa, estamos indo de novo atrás daquele homem e isso me lembra daquela noite de horrores. Tenho que me lembrar de usar a arma e não sair correndo.

Tento me lembrar do que Gajeel me ensinou de como atirar, mas eu acho que ser algo natural na hora da precisão.

A estrada está um pouco movimentada, mas aos poucos quando vamos entrando mais para as áreas das chácaras ali perto tudo fica deserto.

As mansões praticamente ficam escondidas no meio do mato, só quando passamos perto de uma delas vejo que é feito de propósito para evitar os curiosos, pois quem ia se dar o trabalho de pegar uma estrada apertada no meio da nada para descobrir se tem alguém morando por ali.

Gajeel sabia muito bem onde estávamos indo, pois passamos por varias bifurcações.

Depois de um tempo paramos poucos menos mata dentro, uma pequena casa estava a frente, era pequena comparada as outras que vimos.

- Pegue a arma e venha – Disse Gajeel me tirando dos devaneios.

Peguei e o segui grata por não ficar sozinha novamente, pois não tinha funcionado. Tudo parecia fechado “como iríamos saber se ele está lá dentro ou já nos viu?” Perguntei a mim mesma.

Gajeel observou antes de entrar no gramado observou tudo por uns minutos e reparei na careta que ele fez. Ele tinha achado algo.

Ele foi para os fundos da casa e eu o segui de perto, tão perto que poderia bater em suas costas.

Tinha uma área nos fundos e a porta estava aberta. Gajeel abriu a porta mais um pouco e reparou na cozinha vazia, eram 14 horas da tarde e estava bem claro nos dando a possibilidade de enxergar tudo o que havia ali.

Ele olhava para tudo e me deixava nervosa até que ao seguir para o corredor pegou na minha mão e me segurou para que eu não ficasse muito longe.

Mas logo que apontamos na porta para o corredor vimos manchas de sangue no carpete.

Gajeel

O silêncio daqui é incomum, parece que não tem ninguém aqui, mas quero conferir.

Seguro a mão de Levy para que ela não se distraia e para que fique perto, o trabalho é dobrado, pois tenho que prestar atenção nela e ao redor, mas é melhor do que deixá-la lá fora, que não foi a melhor escolha.

Olho tudo ao redor, avançou para o corredor e vejo sangue e paro, ouço Levy puxar o ar, sim tem algo morto aqui só pela quantidade de sangue.

Uma figura surge na lateral da escada saindo de dentro ser um dos prováveis quartos, ele não nos vê atrás dele, solto a mão da Baixinha e seguro ele pela garganta, rápido demais para que ele perceba e o jogo no chão, sua arma bate do piso de madeira, barulho que eu não queria, e foi um tiro em sua têmpora antes que ele tenha a chance de recuperá-la.

Outro homem chama um nome, procurando aquele que acabei de matar. Não espero que ele chegue até nós, apareço bem na frente dele, levanto a arma até seu rosto e atiro antes que ele me veja por completo, seu corpo desaba na escada.

Espero apenas alguns segundos, para o caso de haver mais, e depois subo as escadas e vejo que a baixinha me segue.

O segundo andar está destruído, um cachorro está morto a tiros no chão, sinto cheio de pólvora, sangue e de um perfume feminino.

Virando no pequeno corredor vejo as pernas de um corpo caído no último quarto e já sei quem é e quem ainda está aqui.

Paro e falo baixo para que a Baixinha me entenda.

- Levy, vá até o carro é só volte quando ouvir tiros, então abra o porta malas que vai ter um galão com álcool e algum isqueiro e bote fogo em tudo.

Logo para o quarto a frente e não tenho dúvidas ela está lá. Levy precisa sair daqui agora mesmo.

Levy

Como assim ele pede agora para que eu volte ao carro?

- Gaj... – sussurro, mas sou interrompida.

- Você entendeu? Vá agora e só volte quando os tiros tiverem cessado entendeu ai você traga a o que eu te falei e bote fogo em tudo.

- Mas Como? É você? Como vou saber..

- Não precisa se preocupar comigo, apenas jogue álcool em torno de um pedaço da casa e deixe que queime. Agora vai!

Ele estava decidido, antes de ir, beijei sua bochecha rapidamente e sai. Não olhe Eu para os corpos na escada, passei quase correndo por eles, me preocupava com Gajeel.

Ele quis enfrentar o homem sozinho, eu quero muito voltar lá e tentar ajudar mais vou ter um pouco de fé nele.

Vou até o carro, olho para trás e tento ver algo nas janelas, mas nada. Abro o porta malas e encontro o galão com álcool mas não tem isqueiro algum, olho para todos e não acho, volto para dentro do carro para ver se esta lá olho os suportes perto da porta e vejo o porta luvas.

Abro e noto o isqueiro junto com um papel amassado. Pelo o isqueiro e deixo o papel cair e o pego.

O coração bate a mil, ficar aqui até escutar os tiros? Como eu vou aguentar ate lá, e se .... Calada! Eu não quero pensar nisto.

Para tentar relaxar, pois estou quase correndo para lá, abri o papel que estou segurando apenas por abrir e o isqueiro vai da minha mão quando vejo a foto estampada com a palavra “DESAPARECIDA” escrito grande, a garota na foto sou eu.

Gajeel

Sigo pelo corredor e vejo que o homem que eu procurava foi morto com um tiro na boca, e há algumas lesões em seu rosto.

- Vamos parar com esse joguinho Angel – digo antes de entrar no quarto e não preciso confirmar, pois ouço sua risada e ela diz:

- Gaj Gaj eu pensei que você nunca iria descobrir.

Assim que entro vejo o quarto com cacos de vidro pelo chão, mas fora isto o resto está intacto.

- Quando você descobriu? – Ela sussurra teatralmente.

- Ao ver as suas patas na porta do meu carro – digo em um tom neutro, ela vai querer testar minha paciência.

- Me Desculpe por isso Gaj, sabe quando eu vi não resisti.

- O que Rogue quer agora.

- Um não posso dizer, eu só faço o serviço sabe.

Cheguei mais perto dela e ela vem minha direção e passa sua mão em meu peito.

- Sabe Gaj eu ainda lembro-me das nossas noites.

- O maldito de mandou apagar o velho não? Virou a cadela dele.

- Não é verdade, sabe eu não consigo resistir a vocês dois, Gaj você devia deixar a garotinha e voltar para a Phantom para que tudo possa ser como antes.

Ela diz isso descendo a sua mão até a cos da calça, sei como ela joga e não vou cair nessa.

Enquanto ela tenta me distrair um de seus braços esconde uma arma, espero ela chegar um pouco mais perto e pego seu braço e o giro fazendo ela quase gritar e ela solta a arma.

Desarmada pego em seu pescoço e aperto um pouco.

- Diga o que Rogue planeja!

- Gaj.. Não posso dizer merda!! – Ela tenta gritar.

- Não pode ou não quer? Se não tem nada que eu possa saber – digo apontando a arma para sua têmpora e ela fica tensa.

- Ok ele.. Ele sabe que a garota está com você.

- continue

- ... Ele me pediu que eu apagasse você e a levasse para ele.

- O que ele quer com ela?

- eu não.. sei caramba!!

Aperto mais sua garganta até que ela tenta falar e afrouxo um pouco.

- Ele parece ter uma obsessão com ela não sei talvez ele a queria como uma de suas putas.

Trinco os dentes.

- Mas Rô não sabe que sua Levyzinha já é a sua putinha não – Ela disse sorrindo.

Com o seu comentário, tirei a arma de sua têmpora e atirei em sua coxa esquerda, que gritou e apertou as unhas em meu braço.

-Seu...!!

- Diga o resto que sabe.

- Ora Gaj eu sei de muita coisa, pensei bem, eu sei que você estava fodendo com a Levyzinha ontem.

Não digo nada.

- Sabe Gaj vocês acham que eu não presto e que só penso no dinheiro, mas eu não pego a garota do meu irmão.

- Aonde quer chegar?

-Você sabe muito bem, você está transando com a garota de Ryos Redfox.

Olho para ela sem acreditar.

- Você não sabe o que está falando.

- Não se faça de bobo Gajeel, eu ouvi um dia a conversa entre o Rogue ops Ryos e José Porla, ele sabia que vocês são irmãos e foi por isso que ele o colocou na Phantom, achando que vocês dois fariam a dupla perfeita, mas não achou que vocês dois se odiariam e seguissem caminhos diferentes.

Não acreditava, como que ela sabia disso? Mas agora eu ia querer saber disso mais a fundo, e solto seu pescoço e pego a arma que ela soltou no chão.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, os acontecimentos de hoje meio que "explicam" a obsessão que Rogue tem por "destruir" Gajeel. Mais eu pretendo fazer um capitulo mais a frente explicando tudo sobre eles.
Vou postar os capítulos dia sim e dia não, para rever melhor sabe e mudar de ideia no ultimo minuto e alterar algo no capitulo rsrsrs.

Beijos e mais beijos até o próximo capitulo!!!


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