História Between Law and Love - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Visualizações 475
Palavras 2.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIIIIIIIIII ESTRELINHAS DO MEU CÉU! TUDO BOM?

Cara, eu demorei, me desculpem. Mas, estava complicado escrever. MAAAS EU VOLTEI, esse cap não é lá muita coisa, PORÉM, as coisas vão voltar a ficar interessantes a partir do próximo. Teremos mais coisas sobre o passado e família de Camila.

Mas por enquanto, aproveitem.

Capítulo 30 - Cap. 30 - Voltando à ativa.


Pov Camila.

— E então, Camila, como está? — a voz da Dra Jones sou calma e eu lhe lancei um sorriso amigável.

— As coisas estão indo bem — respondi calma, dando ombros.

— Pesadelos? — perguntou, já digitando coisas em seu notebook.

— Ainda nenhum por enquanto — respondi, vendo seu sorriso em minha direção.

— Isso é ótimo, Camila! Mostra que sua mente já está entendendo que não há mais perigo por aqui — disse, me encarando quase orgulhosa — Teve algum surto?

— Hm, não, nada nesses dias, foi tudo bem — respondi, tentando forçar minha mente a se lembrar de algo, sorrindo ao ter um estalo — Vi a arma de Laur...digo, da agente Jauregui, e apesar do receio que sempre tive, não tive nenhuma reação exagerada — lembrei, orgulhosa de mim mesma.

— Muito bom, Camila, sabe que agente Jauregui nunca iria lhe machucar.

Não mesmo. Ela é minha namorada.

Deixei isso apenas em meus pensamentos, mas sorri, assentando alegremente ao lembrar da minha namorada.

— Então, posso deixar o trabalho administrativo e voltar à ativa? — perguntei, quase ansiosa, mas já me desanimando ao ver seu olhar.

— Por enquanto não, vamos esperar pelo menos mais essa semana, tudo bem? — sugeriu, e eu não tive escolha a não ser concordar — Ok, os remédios para dormir estão fazendo efeito?

— Me deixam meio irritada pela manhã, só isso, mas durmo bem,  um pouco demais até — expliquei, a vendo assentir.

— Certo, vou receitar uma dose a menos, me diga de melhorar ok? E se sentir bem algumas noites, tente dormir sem, pode ser?

— Tudo bem.

Saí do consultório, ajeitando minha jaqueta, o dia estava frio em Nova York. Normani se levantou assim que saí, me acompanhando para fora.

— Sabe que pode me perguntar como foi — comentei, já conhecendo os sinais de que ela estava curiosa.

— Quem lhe disse que quero saber? Eu só te trago porque Jauregui, infelizmente, ainda é minha chefe — ela resmungou, enquanto saíamos do prédio.

— Ally é muito mais legal — rolei meus olhos — E, você não precisa dizer, está em seus olhos, querida.

— Cala a boca, Camila — Normani disse irritada, entrando no carro, assim como eu, só que eu estava rindo de sua cara — Ai, só para caso Lauren pergunte, como foi?

— Tem tanto medo assim de dizer que se importa comigo? — provoquei, me ajeitando em seu carro, ligando o rádio e em seguida colocando o cinto — Mas, foi normal, porém, não posso voltar à ativa ainda.

— O quê? Seria bom sua ajuda em algumas coisas — ela murmurou e eu não evitei meu sorriso largo.

— Então eu sou necessária para você? — provoquei, sorrindo de lado, a ouvindo bufar.

— Por Deus, Cabello, como a Lauren te aguenta? — questionou, em um tom quase irritado que me fez rir.

— Me pergunto como é que Dinah gosta de você — retruquei, e só então a fazendo parar de retrucar, ri baixinho, sabendo que minha melhor amiga a afetava.

(...)

Bati o pé impaciente, olhando rapidamente ao redor antes de voltar o olhar para o notebook na minha frente. A sala de reuniões estava vazia, como nos últimos dias, porque era ali que eu estava realizando serviços administrativos. Agradecendo mentalmente Dinah todos os dias, por ter me ensinado tudo que sei sobre computadores, softwares e etc. Depois de três semanas apenas em casa, indo duas vezes por semana em consultas com minha terapeuta, como fui hoje, ela achou que eu havia feito um certo progresso e podia voltar aos poucos ao trabalho, porém, segundo ela, ainda não estava pronta para ficar muito perto de todos os agentes, então, minha mesa no andar de baixo ainda estava vazia, e eu estava na sala de reuniões, trabalhando sozinha.

— Camz? Trouxe seu almoço.

Exceto pelas vezes em que Lauren aparecia.

Sorri para minha namorada que entrava deslumbrante na sala. Esses terninhos femininos sempre foram minha perdição. A vi se sentar ao meu lado, deixando um beijo em meus lábios antes de colocar uma sacola na minha frente que fizeram meus olhos brilharem.

— Hot Dog? — perguntei, só pra ter certeza, sorrindo mais que a boca quando ela afirmou — Oh céus, eu te amo Lauren — beijei sua bochecha, a vendo soltar uma risada enquanto eu abria a sacola e pegava minha comida.

— Então, o que estava fazendo? — perguntou, me olhando cuidadosamente, e encarando o notebook em seguida.

Meu relacionamento com Lauren estava tomando o rumo certo. Perdemos muito do normal em começo de namoro, não teve todo aquele romance de início, e, bem, isso foi culpa do meu TEPT, que estava me deixando instável e difícil de lidar. Porém, de forma, não surpreendente, Lauren lidou com tudo de forma excelente. Ela cuidou de mim, e eu não poderia ser grata o suficiente. Eu estava melhor, muito melhor, com sua ajuda.

— Pagando seus funcionários — respondi, divertida, apontando para a planilha que estava aberta, mostrando os procedimentos que normalmente eram feitos pelo RH do FBI.

— Amor, por que aqui consta que o Mahone vai receber apenas menos da metade do seu salário? — ela perguntou, levemente confusa, e eu não evitei o sorriso. 
— Achei que seria divertido, eu descontei 10 dólares de cada vez que ele foi desnecessário na equipe, 20 dólares de todas as vezes que ele estragou tudo, 25 por cada vez que ele foi um idiota comigo e, simplesmente porque quis, mais 50 dólares porque eu não gosto de ver a cara dele todo dia — respondi, dando ombros, achando tudo muito justo.

Lauren me encarou por alguns segundos, antes de soltar uma gargalhada alta. Sorri só de ouvir, adorava a fazer rir.

— Ok, isso é muito engraçado, mas, deixe o salário dele intacto ok? — pediu, e foi automático minha careta.

— Nem um desconto? — perguntei, bufando quando ela negou — Tem certeza que ele não chegou atrasado nenhum dia? — tentei de novo, sorrindo ao ver Lauren parar para pensar.

— Agora que você disse, acho que ele teve alguns atrasos — ela disse, tentando segurar o sorriso, enquanto o meu já tomava conta do rosto inteiro.

Fomos interrompidas quando Ally bateu na porta, entrando em seguida.

— Ei, Lauren, precisamos de você — Ally avisou, o rosto sério, um pouco preocupado — Informações sobre o novo caso.

Lauren rapidamente se levantou e eu franzi o cenho.

— Aconteceu algo? — perguntei preocupada — Posso ajudar?

— Não se preocupe, baby — Lauren respondeu, sem se preocupar em ser carinhosa na frente de Ally — Apenas continue almoçando e, tente deixar algum salário para meus funcionários, ok? — brincou, beijando minha bochecha, mas vi o relance de preocupação sobre algum caso em seus olhos.

— Tudo bem — assenti, observando as duas saírem da sala.

Soltei um longo suspiro, eu queria voltar à ação. Era entediante ter que resolver somente coisas simples. E, parte de mim, ainda necessitava descobrir coisas sobre meu passado e minha família. Mas ao mesmo tempo, eu ainda tinha esse medo, de sair ali fora, e ver a arma de qualquer um dos agentes, e ter que correr para o banheiro. 

Tudo bem, eu não podia ser tão negativa. Não tinha um pesadelo há uma semana e meia. Não tive nenhum problema relacionado ao meu trauma em dias. Não conseguia entender porque Dra Jones não me liberou. Batuquei os dedos na mesa, encarando a porta por onde Lauren saiu. 

Respirei fundo, voltando à encarar a tela à minha frente, mas fechei os olhos em seguida, tentando clarear minha mente.

Eu estava segura.

Lauren estava segura.

Sofia estava segura.

Repeti as frases que Dra Jones sempre me orientava a dizer quando eu me sentia em perigo. Abri os olhos, com um leve sorriso, me sentindo mais calma e me levantando da mesa, seguindo devagar para o escritório de Lauren, onde uma pequena reunião acontecia sobre algum caso. Me escorei na porta, apenas para ouvir por algum tempo.

— Ok, salão de arte moderna roubado, pinturas originais trocadas por falsas — Lauren os comunicou, fiz uma careta, era totalmente minha área.

Aquela estúpida da Dra Jones estava me fazendo perder casos incríveis!

— Temos dois suspeitos e...

— Na verdade, apenas um, confirmamos o álibi da garota — Ally interrompeu Lauren, que soltou um suspiro frustrado.

— Não temos praticamente nada então! — Lauren exclamou totalmente irritada.

— Bom, temos apenas o faxineiro como suspeito e, bem, acho meio difícil um senhor daquela idade fazer algo — Austin se pronunciou, cruzando os braços.

Lauren o encarou por alguns segundos, antes de varrer a sala com o olhar, e acabar me encontrando na porta, vi sua expressão mudar e se tornar confusa e levemente preocupada. 
— Camila, posso ajudar? — perguntou, tentando manter o tom profissional, o que quase me fez rir.

— É, eu só estava ouvindo — dei ombros, a vendo me encarar cuidadosamente por longos segundos.

— Aí, a Cabello poderia fazer algo útil e nos...

— Eu estava fazendo algo útil, te deixando sem salário — cortei Mahone que me encarou confuso, mas ouvi risinhos por entre a sala.

— Camila, você não foi liberada, não posso te deixar participar — Lauren me respondeu, quase com a mesma careta que eu fazia, antes de se virar para seus funcionários — Ok, quero todos dando 110% nisso, só venham me chamar com informações sobre o caso, dispensados.

Esperei todos os agentes saírem da sala da minha namorada, Normani demorando alguns minutos a mais, falando baixo com Lauren, e só depois dela sair, me aproximei da mesa.

— Me lembro de uma ótima foda que tivemos aqui — comentei, me sentando na mesa, sorrindo de lado para Lauren.

— Nem comece, amor — ela repreendeu.

Sorri pelo apelido carinhoso, a mesma sensação de quando a ouvi me chamar assim pela primeira vez. Uma sensação de calma e felicidade, o coração batendo apaixonado. Era incrível.

— Qual é o caso? — perguntei, tentando ver os documentos que ela analisava.

— Sinto muito, Camila, mas não posso te deixar participar — Lauren disse, quase com um sorriso triste nos lábios.

— Por favor, Lo, eu estou bem. Eu juro. Só me deixe olhar rapidamente — pedi, em insistência, a vendo soltar um suspiro longo.

— Ok, mas tem que ser aqui, e é apenas olhar, você não está no caso — Lauren respondeu seriamente, mas não evitei o sorriso largo de vitória.

Minha namorada me estendeu alguns documentos, e eu quase suspirei em prazer por finalmente fazer algo que eu entendia plenamente e até gostava. Quase ri quando terminei de ler os papéis.

— Qual a graça? — Lauren perguntou, um pouco frustrada, como nos velhos tempos em que eu apenas a irritava.

— Você é meio desatenta para uma chefe de departamento do FBI — provoquei — E seus agentes também!

— Fala logo, Camila — Lauren resmungou, cruzando os braços.

— O roubo aconteceu no dia em que passa o caminhão do lixo nessa parte da cidade — a informei, me levantando da mesa, vendo seu olhar confuso — Quem é o seu suspeito, Lauren?

— Fala sério, ele realmente é só um senhor de idade, ele até nos ofereceu cookies e...

— Lauren, foca no crime, o que ele é?? — a interrompi, me achando muito paciente para lidar com a lerdeza, ou bondade.

— O faxineiro! — exclamou e eu quase vi a lâmpada acendendo acima de sua cabeça — Camila você é um gênio! — disse animada, se levantando, beijando minha bochecha, o que me fez rir, a vendo sair da sala.

Deixei o sorriso permanecer no meu rosto, eu havia lido documentos sobre um roubo e estava perfeitamente bem.

Iria contar isso em minha próxima consulta, e então, queria ver Dra Jones me impedir de voltar à ativa.

(...)

Abracei a cintura de Lauren por trás, assim que entramos em sua casa, não demorando para beijar sua nuca.

— Camila...

— Laur, você disse que eu salvei o dia, não foi? Disse isso no carro, acho que mereço uma recompensa — sussurrei, em seu ouvido, sorrindo ao notar que ela havia se arrepiado.

— Seu ego se infla rápido demais — Lauren comentou, se virando e me empurrando contra a porta da casa.

— Não negue que adora isso — ergui a sobrancelha, a vendo rir, negando a cabeça.

Puxei sua nuca, colando nossos lábios quentes, sua boca devolvendo o beijo na mesma intensidade, minhas mãos puxando sua cintura, trocando de lugar, a jogando contra a porta. Nossas mãos sr encontraram, a prendi sua mão esquerda na parede, deixando o beijo tomar medidas mais quentes e sexy, sentindo sua mão livre descer até minha bunda.

— Dez pratas que elas tiram a roupa.

— Vinte que uma delas se ajoelha ali mesmo.

Lauren me empurrou assim que ouvimos vozes, e vi seu rosto corado assim que ela olho quem estava no sofá. Sofia e Taylor estavam aparentemente rindo da nossa cara.

— Ah, não, não parem por nossa culpa — Sofia provocou, me fazendo revirar os olhos em sua direção.

— Quer saber? Não vamos parar mesmo — afirmei, vendo as três mulheres me encararem surpresas — Só que agora, vai ser um show privado.

Puxei Lauren em direção às escadas, ouvindo as risadas das meninas. Entramos no quarto, fechando a porta, só por preucação.

— Elas vão ficar traumatizadas — Lauren disse divertida, soltando uma risada.

— Pois deveríamos realmente dar motivos para isso — sugeri, já a puxando pela cintura novamente.

— Hm, eu adoraria, porém, eu tenho que fazer uns trabalhos aqui em casa ainda — Lauren murmurou, a cara frustrada quase me fez rir, se eu não estive frustrada também —  Preciso fazer alguns relatórios.

—  Sobre mim? —  questionei, em um tom divertido, mas o rosto sério da minha namorada, fez meu sorriso cair —  Espera, é realmente sobre mim?

— Camz, você sabe que preciso — Lauren lembrou e eu deixei meus olhos olharem para baixo, a tornozeleira começando a aparecer pela calça, soltei um suspiro.

—  É, eu sei, vou te deixar trabalhar — falei, sem a deixar responder e saindo do quarto.

Eu sabia que era o trabalho dela, e também lembrava que eu estava cumprindo uma pena. Só que era difícil lembrar disso no dia-a-dia, enquanto estava trabalhando. Às vezes, eu me sentia apenas uma trabalhadora normal, uma agente do FBI. O problema é que eu não era. E nunca seria. Eu era apenas a porra de uma criminosa que se apaixonou pela a agente que a capturou, e teve a sorte grande que ela também se apaixonasse. 

Desci as escadas, voltando para sala, mas parando no caminho ao ver meu irmão caçula parado em frente a escada.

—  KAKI! —  Jackson gritou animado assim que me viu, e eu ri, estava sendo difícil tirar esse apelido da mente dele.

—  Hey bebê — sorri, o pegando no colo — Cadê Sofia?

— Com Tay — ele respondeu, sorrindo largo por estar em meu colo.

Jackson e Sofia estavam passando ainda mais tempo aqui, e eu sei que minha irmã gostava da companhia de Taylor, e se eu bem conhecia minha irmã caçula, sabia que ela gostava bem mais do que só da companhia de uma amiga. Ri sozinha, seguindo para a cozinha, balançando meu irmão no colo.

— Mila teve sonho ruim? —  Jack perguntou baixinho e eu suspirei.

—  Não, Jack, não tive há um bom tempo — respondi, calma, me mostrado confiante para meu irmão que me encarava.

Ele tinha os olhos da nossa mãe. 

Ouvi passos apressados descendo as escadas, e encarei com confusão quando Lauren apareceu com o celular em mãos, em olhando apreensiva.

— Ei, o que foi? —  perguntei, ainda mais confusa quando ela tirou meu irmão dos meus braços.

— É para você — Lauren disse, engolindo em seco, um pouco preocupada.

Peguei o celular de suas mãos, levando até o ouvido com curiosidade.

— Alô?

— Karla Estrabao? — uma voz grossa soou do outro lado, me chamando pelo meu nome de batismo, me deixando apreensiva.

— Sou eu —  murmurei, mesmo que uma voz em minha mente estivesse berrando me dizendo que eu não deveria ter dito isso.

— A penitenciária feminina de Nova York está te fazendo uma chamada. Deseja aceitar? 

Senti meu sangue gelar, encarando Lauren e meu irmão que parecia estar confuso pelos nossos rostos apreensivos. Respirei fundo, antes de responder.

  —  Aceito — respondi, vendo o olhar surpreso da minha namorada.

A linha ficou muda por alguns segundos enquanto a ligação era transferida, e eu esperei, vendo Lauren se afastar, provavelmente deixando meu irmão com as meninas, antes de voltar, entrelaçando nossas mãos.

— Karla? Sou eu, Sinuhe, sua mãe.

 


Notas Finais


E então? @semiharmonizer
semi-harmonizer.tumblr.com


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