História Between Love and Hate - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Nalu
Visualizações 202
Palavras 1.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite!

Primeiramente queria pedir desculpas pela demora. E segundo pelo capítulo não ter ficado do jeito que eu queria, mas espero que vocês gostem. Tive que fazer uma viagem de ultima hora, e não deu para postar, desculpe de novo.

Qualquer erro por favor me avisem.

Boa leitura!

Obs: Vocês viram a capa nova? Foi minha irmãzinha que fez. Muito obrigada Bell adorei. E vocês o que acharam?

Capítulo 14 - Capítulo XII


Capítulo XII

Depois de secar meus cabelos, fui em direção a escrivaninha pegar meu celular onde deixei o mesmo carregando. Depois de alguns segundos ele ligou. Aproveitei para ligar para o meu pai.

_Alo!

_Oi pai.

_Lucy! Um minuto. _Pude notar que ele estava conversando com alguém. _Você já chegou em casa?

_Mais ou menos. _Esfreguei meus braços, estava fazendo um pouco de frio.

_Como assim? _Ele perguntou.

_Fiquei presa do lado de fora.

_Você está na chuva?

_Não. Estou... Estou... _Eu não podia falar que estava na casa do Natsu, ainda mais que estava só nós dois. _Estou na casa de um amigo.

_Sei! _Ele não parecia muito contente. _Cadê a sua chave?

_A Virgo quebrou a dela e pediu a minha emprestada, e eu me esqueci de pegar de volta.

_Lucy você parece que vive no mundo da lua. _Percebi que ele estava sorrindo. _Devo sair daqui uma hora. Tem problema você me esperar?

“Tem problema sim.” Pensei.

_Não pai. Tudo bem. _Estava encrencada. _Você me liga quando estiver chegando.

_Tudo bem! Até mais tarde. _Ele desligou o telefone.

“Ok! Só tenho que ficar com o Natsu por uma hora. Isso não vai ser um problema.”

_A quem estou tentando enganar. _Suspirei, meu dia estava cada dia melhor. _Lucy você só tem que ficar longe dele. _Falei comigo mesma olhando pelo espelho. _Você consegue!

Sai do quarto e fui em direção a cozinha de onde vinha um cheiro bastante agradável. Parei no parapeito da porta vendo o Natsu cozinhando alguma coisa no fogão.

Minha barriga roncou chamando a atenção do rosado. Ele olhou para mim e sorriu.

_Esta quase pronto. _Ele falou enquanto retirava a panela do fogão e colocava sobre o apoio de mesa. _Você pode pegar o suco?

Acenei que sim. Abri a geladeira e peguei a jarra fechando a porta logo em seguida, me virei e trombei com o Natsu quase derramando o suco em nos dois.

_Desculpe. _Falei tão baixo que não sei se ele ouviu, enquanto meus olhos analisam cada centímetro do rosto dele, quando parei em seus lábios carnudos.

_Tudo bem! _Ele falou me acordando do transe.

Me sentei e ele ficou de frente para mim na mesa.

_Nosso almoço é miojo. _Ele falou enquanto destampava a panela, e um miojo nunca me pareceu tão apetitoso. _Sei que não é uma grande refeição mas posso garantir que esta gostoso.

_Para mim parece muito bom.

Depois de nos servirmos comemos em silêncio, mas não foi um silêncio constrangedor foi... agradável.

_Estava uma delícia! _Falei massageando a barriga. Ele sorriu.

_Parece que seu gosto por massa continua o mesmo.

_Ah.. _Tá legal. Isso está ficando estranho. Não imaginava que ele se lembraria disso. Me levantei e peguei os pratos. _Vou lavar as vasilhas. _Ele ia me interromper mas fui mais rápida. _Você cozinhou agora é a minha vez.

Enquanto lavava as vasilhas Natsu ficou escorado na porta. Me virei para ele.

_Você não tem mais nada para fazer não?

_Não! _Ele me olhou de cima a baixo. _Estou bem aqui. A vista está ótima.

“Idiota!”

Depois de terminar sequei minhas mãos no pano de prato. Me virei trombando no Natsu quer estava atrás de mim. Só não cai porque o mesmo segurou na minha cintura.

Eu não sabia o que ou porque mas seus olhos verdes musgo me hipnotizavam, e estávamos nos aproximando cada vez mais.

_Cheguei..

Me soltei do Natsu ficando ao seu lado e de frente para a tia Ginna.

_Lucy! _Ela me olhou surpresa, eu não podia julga-la. _Não sabia que você estava aqui. _Ela olhou curiosa para o rosado.

_Desculpe tia Ginna pela intromissão. E que eu acabei ficando do lado de fora na chuva e o Natsu me ajudou. _Falei sem graça, tinha certeza que estava parecendo um tomate e principalmente por causa da maneira que ela nos encontrou.

Ela veio caminhando em nossa direção. Parou na nossa frente e me puxou para um abraço apertado.

_Não precisa se desculpar. Estou tão feliz de te ver aqui em casa. _Ela se afastou um pouco, seus olhos estavam lacrimejando. _Achei que você não ia mais vir aqui em casa por causa do idiota do meu filho.

Vi Natsu revirando os olhos, me segurei para não rir.

_Que bom que vocês voltaram a ser amigos.

Eu e Natsu nos entreolhamos. Não diria que tínhamos voltado, para falar a verdade nem eu sabia o que dizer da nossa relação. Mas não queria acabar com a alegria da tia Ginna.

Ela me olhou parecendo notar só agora a roupa que eu estava usando. Mas não disse nada.

Depois de conversar um tempo com a tia Ginna meu pai me ligou dizendo que estava chegando.

Fui para o quarto do Natsu depois de pegar a minha roupa que tinha posto para secar. Já vestida ouço o barulho de mensagem chegando, olho para a escrivaninha e vejo o celular do Natsu com setenta por cento de bateria.

“Mentiroso!”

Fui para a sala que era onde eles estavam. 

_Ela sabe? _Pude ouvir a tia Ginna falando, na verdade cochichando.

Natsu me viu na escada e depois a tia Ginna se virou em minha direção. Não sabia o que eles conversavam, mas eu estava muito curiosa.

_Não vai Lucy. Ainda está cedo. _Disse tia Ginna pegando nas minhas mãos.

_Quem sabe em uma próxima. Meu pai já está chegando e tenho umas coisas para fazer. _A abracei.

_Vê se não some.

_Pode deixar. Mas você também pode ir lá em casa, tem muito tempo que você não vai.

Tia Ginna olhou para o Natsu e o mesmo virou o rosto.

“Estranho.” Tinha alguma coisa acontecendo, eu só não sabia ainda o que. Mas iria descobrir.

_E que aconteceram tantas coisas. _Ela falava mas sem olhar para mim. _Mas agora que vocês voltaram a ser como antes as coisas vão melhor. Tenho certeza.

Pude apenas acenar com a cabeça. Lhe dei mais um abraço e sai com o rosado logo atrás.

Me virei para o Natsu.

_Ah... _Não sabia o motivo, mas sempre que eu olhava em seus olhos sentia minhas pernas bambas e dessa vez não foi diferente. “Ele está tão bonito.” Fiquei vermelha com esse pensamento. _Obrigada por ter me ajudado mais cedo.

Ele sorriu.

_Sempre que você precisar.

Fala sério. O que deu nesse garoto?! Sendo tão gentil?! Estava me deixando confusa. Ele se aproximou enquanto eu dei um passo para trás batendo as costas na pilastra. Ele chegou bem próximo do meu ouvido.

_Se você precisar de uma companhia... _Depois ele olhou bem no fundo dos meus olhos. E voltou aos meus ouvidos. _A janela do meu quarto estará aberta.

Ele se afastou, mas não sem antes depositar um beijo na minha bochecha. Estava com os olhos esbugalhados, e vermelha.

Me virei e fui embora ignorando o olhar penetrante nas minhas costas e meu coração acelerado.

Fiquei feliz que meu pai não me fez muitas perguntas. E pareceu não notar que eu estava meio zureta das ideias. 

Como ainda era cedo fui colocar minha série em dia.

_Lucy! Você não vai deitar não? Amanhã tem aula e já está tarde. _Meu pai falou segurando um copo de água.

Olhei para o relógio ejá era mais de meia noite.

_Não vi a hora passando. _Desliguei a TV e dei um beijo no meu velho. _Boa noite papai.

_Boa noite.

Subi e coloquei o pijamas e fui deitar.

Escuto um barulho estranho vindo da janela. E vi alguém na beira da minha cama.

_Natsu?! _Falei com um fio de voz. _O que você está fazendo aqui? Meu pai esta em casa.

Ele subiu na minha cama e veio engatinhando que nem um gato em minha direção. Quando dei por mim ele já tinha tirado minha coberta e estava em cima de mim com nossos rostos bem próximos.

_Eu não me importo. Não aguentei te esperar. _Ele olhou para meus lábios com desejo. _E eu sei que você quer tanto quanto eu.

E me beijou com desejo enquanto suas mãos alisavam meu corpo. E eu agarrei seus cabelos o trazendo mais para mim. O tanto quanto era possível.

 

Despertou em mim as mais inocentes
sensações, os mais cálidos desejos escondidos
em minha alma.
Despertou em mim o censurado.

Flávia Abib


Notas Finais


Foi isso.

Obrigada por ler até aqui.

Até o próximo!


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