História Between Revenges - Capítulo 106


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Categorias Austin Mahone, Barbara Palvin, Caitlin Beadles, Cameron Dallas, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Personagens Austin Mahone, Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Criminal, Família, Justin Bieber, Romance, Sexo, Trafico, Vingança, Violencia
Visualizações 738
Palavras 2.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá minhas amoras!
Todo bom?
Sorry os errinhos.
Amo vcs

Capítulo 106 - Protetor misterioso


Julie Bieber POV

- A gente não deveria ter contado daquela forma - Cameron suspira - Tio Ryan não está bem com tudo isso.

- E quem está?

- Julie você me entendeu, é o pai dele.

- Cams… - coloco o curativo por cima do machucado finalizando o pequeno tratamento que fiz nele - Fizemos o certo.

- Eu pensei que nunca mais ia te ver - disse me prendendo perto dele.

- Me poupe dos detalhes de como você ficou assustado.

Rimos.

- Mas me conte uma coisa - começo - Como conseguiu escapar?

- Foi como contei para meu pai e os outros, tinha um cara infiltrado lá dentro, não sei direito, foi muito rápido. Ele me dopou e quando acordei estava num carro vindo para casa.

- Se lembrar de alguma coisa me avise, ok?

- Ok.

Me levanto da cama e vou arrumar as coisas de primeiros socorros que havia espalhado. Eu estava com vergonha do Cameron.

Minhas bochechas estavam quentes e ao mesmo tempo que queria olhar nos olhos dele sentia que não deveria.

O silêncio naquele quarto estava insuportável, nenhum de nós se atrevia a dizer uma palavra. Eu nunca cogitei ter uma relação amorosa com o Cameron, eu acho.

Mas tudo isso me fez abrir os olhos, sabe, eu passo muito tempo longe dele mas eu sempre soube que ele iria voltar, ele sempre voltava. E desta vez eu não tive a certeza se ele voltaria para mim, um vazio enorme se formou no meu coração.

Um desespero terrível.

- Louis andou conversando comigo - ele quebrar o silêncio - Você chorou por mim Julie?

Ótimo!

Meu Deus Cameron, mandou bem!

- É, todos nós choramos.

- Mas você chorou também.

Ele se levanta e vem até perto de mim.

- Onde você quer chegar com essa conversa Cams?

- Você não é burra Julie, eu também não sou.

Se aproxima mais.

- Meu pai vai matar você - digo fixando meu olhar no dele.

- Acho que você é alguém por quem vale a pena morrer.

Seu corpo me empurrou delicadamente até a parede atrás de mim e suas mãos seguraram meu rosto gentilmente, com a mesma gentileza seus lábios tocaram o meu.

Recuei de início mas aquilo era algo impossível de fugir. Eu queria tanto quanto ele, era como se o meu coração falasse agisse por mim.

O beijo era calmo e agitado ao mesmo tempo, como comer chocolate com pimenta. Uma mistura de sensações.

Levei meus dedos até sua nuca e os afundei ali.

Suas mãos pareciam dançar perfeitamente pelo meu corpo.

Deus!

Senti um impulso de repente e quando percebi já estava com as pernas em volta da silhueta dele. Agora suas mãos estavam me dando apoio na posição posicionadas abaixo da minha virilha.

Ele sorria entre o beijo, o que me deixava um pouco desajeitada.

- Esperei a minha infância e a minha adolescência inteira por isso - diz.

- Mas nunca tomou atitude…

- Você não dava espaço, se eu soubesse teria sido sequestrado antes.

Ri.

Cameron nos conduziu até a cama ficando por cima de mim.

Ele me beijou novamente só que desta vez mais envolvente, logo sua boca já estava desviada pera o meu pescoço despejando ali algumas mordidas.

Não tive coragem e nem vontade de fazê-lo parar apesar de saber que ficariam marcas ali.

Me atrevi a colocar as mãos por baixo da camisa dele e deixar minha luxúria me guiar por ali.

- Eu me sinto errado por fazer isso - diz - Com tudo isso acontec…

- Cala boca Cameron, não estraga.

Ele sorri de lado e volta a me encher de carinhos.

Ouvi três batidas na porta e meu coração quase parou naquele segundo.

- Meu pai!

Foi a única coisa que deu tempo de falar antes que consegui falar antes da imagem de um Justin sério entrar pela porta e nos encarar.

Cameron saiu de cima de mim em dois segundos.

- Julie será que você pode descer no meu escritório? Precisamos conversar - diz entre os dentes - Com tantas coisas acontecendo acho que preciso te ensinar a se defender, tipo como usar algumas das minhas armas, aquelas escondidas pela casa.

Dito isso ele saiu.

Olhei para o garoto do meu lado e o mesmo tinha uma expressão gelida e assustada.

Ri.

- Foi assim que ficou quando foi sequestrado?

- Não, nunca tinha sentido tanto medo como agora.

Fui até ele é selei nossos lábios.

- Terminamos essa conversa depois.

Sai do quarto e comecei a pensar de como falaria para o meu pai sobre a Alana.

Eu sei que ela não queria que ele soubesse mas a hora já passou, ele não irá fazer nenhum mal a ela. E eu não posso mais esconder isso dele.

Passei pela sala e vi o Louis jogando o bendito videogame.

- Ainda nessa fase loser?

Ele mostra o dedo do meio para mim.

- Talvez eu deva contar a mamãe sobre isso…

Ele levantou e veio correndo até mim, fui mais rápida e entrei correndo no escritório e fechei a porta na cara dele.

Me virei rápido e vi a imagem da minha mãe abotoando falhamente a blusa e meu pai se sentando na cadeira ao lado dela.

Não culpo eles. Da próxima vez bato antes de abrir.

- Eu posso vir outra hora - digo

- Nem pensar mocinha, você me deve explicações.

- Pai eu…

- Não me enrola Julie, como você conseguiu chegar até a sua mãe? Quem te ajudou?

Caralho.

Conto ou não conto?

Minha mãe me olhava por baixo e eu devolvia o olhar indeciso.

- Estou esperando você falar…

- Eu sou a única que tem segredos para contar aqui Justin? - retruco.

- Não vou perguntar novamente - diz em um tom bem mais ameaçador.

- Por que esse Christian te odeia tanto?

- Não troca de assunto Julie.

- Se eu devo explicações, você também deve senhor Bieber. O que você fez para este homem que o fez tirar a mãe de duas crianças por dez anos, huh? Aliás… Que tipo de trabalho você anda prestando para sociedade? “Proteger e Servir”? Ou nas horas livres você aproveita para traficar algumas coisas?

- CUIDADO COM O QUE VOCÊ DIZ! EU SOU A DROGA DO SEU PAI, A ÚNICA QUE DEVE EXPLICAÇÕES AQUI É VOCÊ. VOCÊ TEM 17 ANOS JULIE, AINDA MORA DEBAIXO DO MEU TETO, OU VOCÊ COMEÇA A ME RESPEITAR OU…

- Já chega - minha mãe o corta - Vocês dois estão com os nervos alterados, sugiro que esfriem a cabeça antes de conversarem novamente.

Ela coloca a mão no ombro dele e o acalma com este simples toque.

Eu nunca vi ele se acalmar desta forma, era como se ela tivesse um poder sobre ele.

Ela o solta e vem até mim e me envolve nos seus braços.

- Vá descansar meu amor, eu converso com o seu pai.

Dou uma última olhada no meu pai e saio.

Ele tem que abrir o jogo, todos eles. Estes segredos ainda matarão alguém, já basta todo estrago que fez.

Meu celular vibra.

Tinham duas mensagens não lidas. Uma era a recebida no momento e a outra de horas atrás.

A primeira era do Anthony.

Você me deve um encontro! Que tal hoje às 20:30? Passo para te pegar. Não aceito não como resposta.

Outro que quer morrer.

A segunda dizia:

Te devolvi o Cameron mas nem vá achando que foi para que vocês tenham um final feliz juntos! Você é minha Julie. Conte logo ao seu pai sobre a Alana, ela planeja algo contra você, mas é claro que eu nunca deixaria algo ruim chegar perto de ti, desculpa pela Angel, não tive como chegar a tempo. Eu vou te proteger até o meu último suspiro.

Ok.

Que porra é essa?

Justin Bieber POV

- Ela estava com o Cameron. Na cama.

- Você já disse isso.

- N.A C.A.M.A.

- Justin ela passou a vida preocupada em mim encontrar, passou por um susto enorme com essa história do Cameron. Deixe-me viver!

Suspirei de tentei deixar o assunto de lado.

- Você não vai mesmo me contar como ela conseguiu te encontrar? - pergunto.

- Você continua o mesmo, odeia quando as coisas acontecem sem que você aprove.

- Não é bem assim, eu só quero ter certeza que vocês não estão correndo perigo.

- Quem é Angel? - ela pergunta.

- Tal mãe, tal filha. Viram o jogo em questão de segundos.

- Não respondeu a minha pergunta Justin - se levanta e fica de frente para mim.

- Nem você a minha.

- Droga!

Se vira, abre a porta e sai do escritório.

- Para onde vai?

Vou atrás dela.

Na sala de jantar onde o Louis estava, então ela se junta a ele.

Cadê a Julie? Ela sabe que deve jantar em família.

- Se senta também pai.

Lou sugere.

Fiz o que ele pediu.

- Filho você sabe onde está a sua irmã? - pergunto.

- Eu dei permissão para ela sair como o Cameron

Desde quando a Julie pede permissão?

Não gostei.

Com o inimigo lá fora e a Julie saindo assim não é nada bom.

- Foram cinco seguranças com eles - ela completa.

Começamos a jantar.

- Então Louis… me conta sobre a escola.

Clarke inicia uma conversa.

Ele sorri e responde.

- É ótimo. Ninguém mexe comigo porque todos têm medo do papai.

Riram.

- E as suas notas?

- Nunca tirei um B. Sempre A.

- Estou impressionada - Clarke diz admirando a expressão de orgulho do garoto.

- Faço aulas de primeiros socorros também, comecei o semestre passado.

- Sério? Isso é ótimo.

- Eu quero ser um delegado como o papai e um médico que nem você.

- Vai precisar estudar muito então.

Ela sorri para ele e então os dois se voltam para mim.

- Ficou mudo pai?

Ri.

- Eu estou pensando em como é bom ter vocês dois tão perto de mim assim.

[…]

Julie ainda não tinha chegado.

Clarke fez questão de ficar observando o Louis até ele pegar no sono.

- Não quero dormir no mesmo lugar que outra dormiu - diz.

- A Angel não é nada comparado a você.

- Eu sei que não, ela tentou matar os meus filhos

- É bom saber que você ainda sente ciúmes de mim - digo a trazendo para dentro do quarto.

- Que eu saiba, nunca deixei de ser sua mulher.

- E nunca vai deixar de ser.

A coloquei em cima de cama e comecei a beijar seu corpo, suas mãos fizeram menção de me parar mas consegui ser mais rápido e as prendi.

Subi os beijos para seus lábios e os intensifiquei ali.

Deus, eu senti falta deste corpo.

Eu precisava das minha mãos livres.

- Eu vou soltar seus braços mas não te da o direito de me interromper - sussurro perto de seu ouvido - Estamos entendidos?

Ela balança a cabeça positivamente.

Agora com a mãos livres pude mergulhar livremente pelo seu corpo e me livrar das peças de roupa que o cobria.

Dirigi uma mão até seu seio e massageie ali.

Com a outra comecei a estimular seu sexo.

- Nenhuma outra mulher nunca substituiu você.

Acho que dizer isso a fez ter coragem de enfiar a mão por dentro da minha calça e me masturbar.

- Gosta disso? - sussurra.

Em um piscar de olhos ela já estava por cima de mim.

Sua cintura se mexia em movimentos circulares o que fazia sua intimidade se encostar na minha aumentando ainda mais o desejo de estar dentro dela.

Segurei seu corpo e a ajudei ainda mais a se movimentar.

Seu corpo se inclinou em cima do meu peitoral e sua língua quente desceu por toda extensão dali até chegar ao cós da minha cueca.

Ela escorregou para baixo e começou a tirar a única peça de roupa que me restava com a boca, logo em seguida a cueca já estava longe de nós. Senti a quentura de sua língua me tocar novamente molhando meu membro, com alguns segundos comecei a sentir toda a sua boca me sugando para si com rapidez. Ela levantou os olhos e me pegou a admirando.

Sorriu vitoriosa.

Ela segurava firme enquanto sua boca suave fazia o resto, acariciei seus cabelos e consequentemente acabei os segurando e a guiando nos movimentos.

Ela fazia perfeitamente. Sabia exatamente o que estava fazendo.

Parou por alguns segundos para recuperar o fôlego mas suas mãos continuavam fazendo o trabalho.

- Gostou de foder a minha boca Bieber?

Eu realmente estava ouvindo aquilo?

- Quer tentar foder outros lugares também?

Aquela era a minha mulher? A minha tímida mulher?

A puxei para meu deixar ao meu lado e fiquei por cima novamente.

- Você nem faz ideia do quanto eu quero - digo.

- Então está esperando o quê?

Afastei suas pernas um pouco e me encaixei no meio delas, sem mais nenhuma enrolação comecei a penetra-la, não foi devagar no início. Fui mais rápido e fundo logo de início e ela parecia estar adorando isso. Posso afirmar por conta dos gemidos abafados que saia de sua boca.

As penas dela já estavam em volta de mim, me prendendo a ela.

- Isso é tudo que tem Bieber?

Fui mais rápido.

Mais forte.

Comecei a morder cada bate do corpo dela que consegui.

Eu não tinha chegado ao meu limite mas senti meu orgasmo chegando.

- Você pode colocar seu leitinho em mim bebê!

É, ela tinha sentido também.

Finalmente gozei dentro dela.

Era a melhor sensação do mundo, pelo menos naquele momento.

Me deitei ao lado dela para respirar um pouco e ela fez menção de se levanta mas eu a parei.

- Onde pensa que vai senhora Bieber?

- Tomar um banho.

Ri.

- Quem disse que nós terminamos? - a seguro mais forte, encosto meus lábios perto de sua orelha e mordisco o local - Fica de quatro - sussurro.

Ela sorri balançando a cabeça negativamente e obedece ao meu pedido.

Comecei a masturba-la primeiro com o dedo e em seguida penetrei meu membro.

E aquilo sim foi um tanto brutal.

Mas ela estava gostando.

Em minutos nós dois atingimos o ápice. Juntos.

Aquela sim era a melhor sensação do mundo.

- Ainda quer dormir em outro quarto? - pergunto.

- Quem falou em dormir?

•••

Narrador POV

Frustrada. Era assim que Alana se sentiu ao perceber que alguém agiu antes dela.

Como era possível? Ela trabalhou duro para conseguir a medula para o seu filho e agora isso?

Ela tinha que encontrar a garota seu tempo, ou melhor, o tempo de seu bebê estava esgotando.

Metade de seus fiéis homens já estavam trabalhando nisso. A cidade estava sendo varrida. Não importa que decisões ela tenha que tomar. Alana Hudson nunca perde. Ela ia encontrar a garota, afinal, ela é a única esperança.

Longe dali outras pessoas também procuravam Julie.

- Só a Sara não basta? - Charles pergunta.

- Infelizmente não filho, nós temos quer ter a princesinha do Justin também além do mais, ela é meu presente para você. Ninguém rejeita os Beadles, e você é um de nós. Essa garota tem que pagar pelo que te fez.

- Se ela não está com os Bieber, alguém chegou até ela antes de nós… quem foi?

Já na mansão Bieber, Justin estava desesperado. Não havia contado para Clarke ainda, na verdade, ela ainda dormia. Ele não podia acorda-la com uma notícia assim. Não seria o certo.

Já estava pegando as chaves do carro para sair quando recebeu uma mensagem.

Sua filha está bem, vou cuidar dela até que todos os riscos acabem! Tenha um bom dia senhor Bieber.

Na noite anterior Julie havia saído com Anthony? Tinha dormido com ele? Anthony seria esse protetor misterioso?

Quem poderia responder todas estas perguntas?

Onde estaria Julie Bieber?


Notas Finais


Quem será o protetor maluco? Façam suas apostas kkkkkj até a próxima bbs


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