História Between right and wrong - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber
Exibições 20
Palavras 2.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Between right and wrong - Capítulo 3 - Capítulo 3

 1 semana desde daquele episódio na cantina e o Bieber não tinha ido mais, e nem seus amigos, o que achei estranho, estranho de uma forma boa, mas dizem que a alegria de pobre dura pouco não é? Assim que chego na faculdade dou de cara com ele e seu grupo, passo reto e eles parecem nem percebe minha presença, vou direto ao meu armário e pego as coisas necessárias.

- Bom dia - diz Brooke. 

- Bom dia, e pra você também Anna - digo olhando a duas. Brooke é uma amiga nova que fiz e acabei entrosando ela e Anna.

- Vamos? - pergunta Brooke e assim o sinal toca.

Assim que chegamos na sala, vejo logo quem eu menos queria, Melanie, a menina mais irritante e chata de toda faculdade, ela se acha, como toda típica patricinha é bonita e rica e popular. Passei por ela e fui me sentar no fundo da sala, Anna sentava sempre na frente e Brooke não tinha aula conosco.

- Posso me sentar aqui? - pergunta Somers.

- Claro, Somers - digo e dou um sorriso.

- Pare de me chamar assim, me chame de Chaz - fala ele levantamente irritado e eu riu de sua cara.

- Tudo bem, Chaz - digo e ele me faz "jóia" com a mão. Logo o professor começa a explicar a meteria e nos calamos, meia hora depois, Bieber chega na sala.

- Sr.Bieber, chegou atrasado mais uma vez? O que eu disse sobre isso? - pergunta o Sr.Altman irritado.

- Eu sei, eu sei, relaxa aí meu velho - da um tapinha em suas costas e se senta. Não vou mentir fiquei com vontade de rir da cara do Sr.Altman.

Logo toca para o intervalo, e antes passo no banheiro, chego no refeitório e vejo Anna e Brooke, aceno para elas e vou até a fila. Pego meu lanche que foi apenas um suco de uva e fico destruída tentando abrir o mesmo, quando bato em alguém.

- Porra, sua garota burra do caralho, não olha por onde anda não? - Era Bieber, me controlei para não encher sua cara cheia de tapas.

- Você também não tem olho para desviar não né? - pergunto.

- Mas você que derrubou suco em mim, sua anta, olha minha blusa como que tá - falou e apontou para sua blusa branca, que agora ficou transparente e mostrando sua barriga bem definida.

- Bem feito - digo e dou um sorriso.

- Vem cá, sua mal criada, a burra da tua mãe não te ensinou Boas maneiras não? - pergunta ele e meus olhos se enchem de lágrima.

- Olha aqui seu jumento, nunca mais fale da minha mãe - falo e acerto um tapa em sua cara, e saio correndo, fui correndo até o jardim, me sentei lá e fiquei pensando na minha mãe, em como eu sentia sua falta dela, minha mãe morreu no parto da minha irmã, e eu tinha apenas dois anos, desde de então somos só eu, meu pai e minha irmã, e eu não culpo minha irmã de jeito nenhum, sei que ela não teve culpa de nada, de repente ouço passos e olho para ver quem era.

- Graças a Deus achamos você, amiga - Brooke diz e logo atrás vem Anna.

- Está tudo bem sério, é que aquele menino é muito chato, não respeita ninguém e isso me da nos nervos - digo meio alto.

- Calma, Barbs - diz Anna e passa a mão na minha cabeça e eu sorrio para ela. Elas ficam ali conversando comigo até que temos que voltar para a aula. E até que as aulas passaram rápido, as meninas tinham ido já e eu fiquei arrumando meu material.

- Ei, eu queria que me desculpas por hoje - diz Bieber meio acanhado - não devia ter  falado da sua mãe, desculpa aí esquisita - falou e eu olhei feio para ele.

- Era só isso? - pergunto já com a mochila nas costas.

- Na verdade não, hoje vou dar uma festa e quero que vá como pedido de desculpas - fala e me entrega o convite - e mais uma coisa - ele me empurra na parede fazendo eu dar um grito - olha aqui garota eu não sou tão gentil assim, e se você der outro tapa na cara eu te quebro no meio - fala e me solta.

- Foi bom falar contigo, esquisita - fala e estala a língua no céu da boca e sai.

- Garota maluco - falo para mim mesmo e saio dali.

Quando chega lá fora o motorista já está me esperando. Chego em casa e como sempre sem ninguém, tomei banho e almocei, a liguei para as meninas perguntando se elas queriam ir pra tal festa comigo, como já imaginei Anna não ia mas Brooke sim. Decidi ir dormir e acordei quase em cima da hora, pulei da cama e fui ao banho, vesti uma saia preta e um cropped da mesma cor, calcei um salto vermelho e passei meu batom também vermelho e deixei o cabelo solto. Desci e encontrei meu pai que me olhou de cima a baixo e perguntou:

- Posso saber aonde a senhorita vai? - perguntou e deu um sorriso.

- Uns amigos vão fazer uma festa e vou me encontrar com Brooke lá - explico.

- Entendi, vai voltar ainda hoje ou vai dormir em algum canto? -  pergunta ele arqueando a sobrancelha.

- Não sei pai - digo me aproximado dele para lhe um abraço - te amo, boa noite - desfaço o Abraço e saio.

- Não esqueça que amanhã iremos buscar sua irmã... - grita ele lá de dentro.

(...)

Chego no endereço que tem no papel e fiquei de queixo caído com a casa do Bieber, logo meu telefone toca e era Brooke.

- Alô? Brooks cadê vc? Já estou aqui! - falo.

- Barbs, me desculpa mas aconteceu uma coisa aqui de última hora e não vai dar para eu ir mais, espero que se divirta, Beijos - fala e desliga na minha cara.

Que raiva! Vou ficar sozinha aqui agora, e ainda desligou na minha cara, mas tudo bem, vou dar só um tempinho e vou pra casa, passei pelo os portões e entro na casa, que estava pouca iluminada mas ainda dava pra ver as coisas, desci os degraus que tinha depois da porta e estava tocando algum remix de música, fiquei no canto procurando o bar até que alguém me cutuca viro e era Somers.

- Barbara, que horna minha cara - ele parecia bem alterado.

- Somers! Que honra digo eu, escuta você sabe aonde fica o bar? - pergunto bem alto para que ele possa ouvir.

- Sei sim, é ali - apontou para um espaço mais iluminando e eu me perguntei como não vi antes.

- Ah, valeu Somers - agradeço.

- Valeu, nos se ver por aí - grita e sai dançando e eu fico rindo. Vou até o bar e peço uma caipirinha, e fico bebericando de 5 minutos em 5 minutos, eu sempre fui controlada em relação a bebida, ainda mais que estamos em dia de semana.

- Ora, Ora, não é que a esquisita veio mesmo - diz e vejo Bieber, simplesmente lindo, com suas supras e jaqueta de couro e a calça branca.

- Festa Maneira - digo e levanto o copo e bebo um gole.

- Ah, esta de brincadeira não é? Caipirinha? Meu deus, Júlia me da uma dose de vodka pra nossa amiga aqui - fala com a mulher que está servindo. E logo ela vem com a dose na mão - sabe como bebe né?

- Bieber, você acha que eu nunca bebi? Passa pra cá - tomei de sua mão e tomei de uma vez e taquei o copo no balcão - mais uma Júlia - digo e Bieber ri.

- É assim que eu gosto... - quando ele ia falar barulhos de tiros começaram a ecoar pela a casa e eu o olhei apavorada e fiquei mais ainda quando ele tirou uma arma da do seu cos da calça.

- Bieber... - ele me chamou pra baixo.

- Escuta, você vai subir as escadas e vai entrar no primeiro quarto do corredor, e tranca a porta, e quando tudo se acalmar eu vou lá - disse e levantou para atirar e eu coloquei a mão no ouvido.

- Mas como vou saber se é você - perguntei nervosa.

- Você vai saber, Porra vai logo, se tu quiser viver vai merda, te dou cobertura - diz e se levanta para revidar.

- Mas...

-VAI PORRA - grita e eu começo a correr em direção a escada.

Vi várias pessoas deitadas no chão, eu corria sem parar, eu nem sabia o que estava fazendo só que minhas pernas estavam se movimentando, até que ouvir mais barulhos de tiros e gritos e mais gritos, até que enfim cheguei no corredor e fiquei tentando lembrar qual quarto ele disse, foi o primeiro acho, abri a porta e tranquei com muita dificuldade e vi que as janelas estavam abertas e fui correndo fechar elas.

Me sentei no canto do quarto e fiquei pensando em meu pai, em minha irmã, eles só tinham a mim e se eu morresse eles não iriam sobreviver, ou iriam? Eu não sei, eu nem sei o mesmo o que tinha acontecido e nem sei o por que eu estava ali, só sei que não queria morrer, hoje não, de repente a porta abre e eu começo a falar:

- Por favor, não me mate, eu não quero morrer, prometo que não falo nada pra ninguém não me mata... - ouço uma risada e abro os olhos e vejo aquele tal de Chris rindo.

- Calma, O Justin mandou vir te buscar - diz calmo.

- Você tá louco? Fazer isso? Eu quase morria do coração - falo com raiva e ele me puxa pelo o braço.

Chego lá em baixo e tem vários corpos no chão, o que me faz gelar e avisto Bieber e os garotos sentando, e fiquei aliviada a ver Somers bem.

- Você está bem? - pergunta Somers e eu faço que sim.

- Posso ir agora? - solto meu braço de Chris e Bieber solta uma risada.

- Claro que não, você viu demais hoje mocinha - disse e se levantou.

- Ah, mas foi normal eu estar em uma festa e ter um tiroteio, não se preocupe não falo isso pra ninguém - disse irônica.

- É bom mesmo, se não esquisita tu vai entrar no cano - pegou a arma e mirou em mim, e preparou o gatilho e apertou, e errou, se bem que fiquei com medo, mas não demonstrei.

- Nossa eu bem aqui e errou, nossa que ruim - digo e dou uma gargalhada.

- Duvido tu fazer melhor esquisita - disse ele e me deu a arma.

- E o que ganho com isso - perguntei mirando nele.

- O que quiser - disse e deu um sorriso malicioso.

- Aonde quer que eu acerte? - pergunto ainda mirando nele.

- Ali - disse e apontou para um copo de vidro que estava bem longe, mas se ele pensa que eu sou vou perder ele está enganado. Mirei e acertei no copo, que se quebrou em vários pedaços.

- Bom, eu quero pedir 3 coisas - me virei pra ele que me olhava assustado mas logo voltou a postura normal.

- O que quiser - repetiu a palavras.

- primeiro: quero saber por que pessoas entraram aqui e atiram contra vocês, segundo: quero que algum de vocês vá me deixar em casa e terceiro: deixem a Anna em paz - falei e Justin se jogou no sofá.

- Primeiro: Essa história fica pra depois, segundo: meu motorista te leva e terceiro: tudo bem deixamos a outra esquisita em paz - diz e eu revirou os olhos

- Tudo bem, espero que melhore sua mira - digo rindo e aceno.

- Pode deixar da próxima pega bem na tua cara... - e essa é a última coisa que ouço antes de sair.

Agradeço ao motorista e entro em casa, tudo escuro, meu pai deve estar de plantão, também né policial não tem sossego, tomo um banho e me deito logo adormeço.

 



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