História Between shots - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Austin Mahone, Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Bebê, Criminal, Família, Justin Bieber, Romance, Sexo, Trafico, Vingança, Violencia
Exibições 517
Palavras 2.571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O capítulo tá muito clichê mas pelo menos ta tendo haushaushsu
Aproveitem e Sorry os errinhos

Capítulo 31 - Você pode me beijar


Clarke Hudson POV

 Silêncio. Silêncio era a palavra certa para definir o que se passava naquela sala, Justin estava paralisado sem conseguir dizer nem uma palavra e eu estava desesperada. 

Pattie iria com toda certeza contar a ele sobre a Amanda mas eu não achei que seria provável que ela contasse que eu sabia já que de um jeito ou de outro ela também estava errada.

 A mulher correu para o Justin lhe abraçando fortemente, ele não expressou nenhuma emoção, apenas levantou o olhar para o teto e suspirou.

 - Ah meu filho, quantas saudades - Disse o apertando mais ainda no abraço. 

- Me solte por favor - Ele resmungou. 

- Não me rejeite filho - Diz Pattie soltando seu corpo é agarrando sua mão dirigindo o olhar para o rosto dele.

 - O que veio fazer aqui? Ou melhor, por que resolveu voltar depois de nove anos? - Ele perguntou friamente. 

- Só depois que o Connor morreu eu pude voltar - Ela disse virando os olhos para mim durante alguns segundos e depois os voltou para o Justin. 

- Nós já sabemos de tudo, pare de mentir. Sabemos que você escondeu a Emily e que a Mia é a sua mãe, que você fingiu a própria morte - Justin esbravejou já um pouco alterado.

 - Suponho que devemos conversar somente nós dois, há tantas coisas que eu preciso de falar. Justin suspirou irritado, passou a mão na cabeça e fez sinal com a mesma para que ela fosse junto a ele para o escritório. 

Era só o que me faltava. 

 Justin Bieber POV 

 - Seja breve. 

- Não me trate assim Justin, eu sou a sua mãe - Ela exclamou se se sentando na cadeira perto da vidraça. 

- Desde quando? 

- Eu sei que eu tenho coisas para explicar mas eu preciso que você se mantenha aberto para me entender.

 - Pois então fale - Falei seco.

 - Vou começar do momento que eu soube que estava grávida da Emily - Ela suspirou pesado e então continuou - Naquela época seu pai já era um homem frio e violento, eu não queria que minha filha passasse por qualquer tipo de dor e ele duvidava que o bebê seria dele então eu decidi que seria melhor afasta-la, eu fingi que havia perdido a criança e precisava de um tempo para me recompor, só precisava de um ano e depois desse ano eu voltei para vocês, eu não me preocupei com você porque eu sabia que ele nunca te faria mal, os dois tinham o mesmo gênio e se davam tão bem… 

- Continue - Falei assim que ela parou. 

- A sua avó sempre quis ficar perto de vocês dois mas não como parte da família, os seus avós por parte de pai só permitiram o meu casamento com o seu pai por achar que eu era rica e com a minha mãe aparecendo isso iria ser desmentido, então, ela concordou em trabalhar na casa. Depois que a Emily nasceu eu achei que meu relacionamento com o Jeremy iria melhorar mas não foi isso o que aconteceu, os anos se passaram e aconteceu aquela viagem sua com ele para o Canadá e eu conheci o pai da sua mulher. Depois que vocês voltaram eu disse que não poderia mais me encontrar com ele mas ele começou a me perseguir e me ameaçou, se eu não me afastasse de vocês, ele mataria você e a Emily. Eu tinha que fazer o que ele queria.

 - Não cogitou pedir ajuda?

 - Eu havia traído o seu pai, ele me mataria. - Eu consegui manter contato com a Emily mas ele nunca deixou que eu me aproximasse de você, quando soube que ele estava morto decidi que iria voltar. 

- E quanto a Mia tentar matar a Clarke?

 - Ela não está na melhor da consciência Justin, eu a deixei em um hospital psiquiátrico - Disse com a voz meio baixa. 

Não consegui falar nada, eu queria acreditar nela com todas as minhas forças e não achava nenhum furo na história dela, parecia que tudo era real.

 - Eu posso abraçar o meu filho agora? - Ela esticou os braços e uma lágrima escorreu pelo seu rosto. 

Fui até ela e a envolvi em um abraço, meu coração queria muito aquilo mas alguma coisa em mim dizia para eu me afastar. 

- Eu senti tanto a sua falta. 

- Eu também filho - Ela disse se soltando - Olhe, vou deixar o endereço do hotel onde estou hospedada, apareça por lá caso precise de algo - Falou anotando o endereço no papel.  

Depois que ela foi embora fui até a cozinha onde Clarke e Emily estavam tentando cozinhar algo.

 - O que ela te disse? - Emily perguntou assim que notou a minha presença. 

- A verdade, nossa mãe foi obrigada a nos deixar - Respondi me acomodando perto da Clarke que estava cortando cebolas, acho que por isso seus olhos estavam lacrimejados. 

- O que a obrigou? - Foi a vez dela perguntar. 

- Seu pai - Falei sério.

 Ela riu irônica e balançou a cabeça negativamente.

 - Jogos e mais jogos - Emily disse repetindo o gesto da Clarke. 

- O que vocês estão pensando? O que ela ganharia mentindo?

 - O que ela mais deseja, sua confiança - Ela disse entregando a bandeja cheia de cebolas picadas para Emily e então saiu. 


Duas semanas depois


 Emily Mallette POV 

 Duas semanas aguentando Pattie entrar e sair desta casa como se fosse parte da família e ainda por cima trocando olhares com a Clarke que dariam medo até no demônio e é claro, se fingindo de boazinha na frente do Justin.

 Duas semanas aguentando os gritos do Justin com a Clarke e ela chorando pelos cantos. 

Duas semanas tentando manter a Amanda afastada. 

Eu e Ryan estamos fazendo o possível para mantê-la longe, ele diz que talvez o bebê possa ser dele e por isso está disposto a tudo para provar isso, a barriga da garota estava grande demais para quatro meses mas até aí nós não damos muita importância até porque ela era magra o bastante para não ser notável uma gravidez. 

Chaz teve que viajar por causa de algumas contas do tal Chris que ficaram abertas na França e ele era o único que poderia movimentar o dinheiro do amigo falecido. 

 - Ah não, não vai atrás de mim com essa roupa - Ryan disse assim que me viu sair do provador. 

- Não coloque muita banca, só vou com você para ajudar a manter aquela vadia oxigenada longe do Justin, não tenho que ir bonita - Falei dando os ombros.

 - Eu já vi que sei escolher vestidos melhor que você - Disse se levantando e indo até as peças de roupa. 

 Hoje iria ter mais uma daquelas festas ridículas e como o Justin e a Clarke estão em pé de guerra ele poderia ter um surto e aparecer lá do nada e a Amanda deu a entender que também estaria por lá.

 E nós vamos em uma missão impossível. 

 Depois de alguns minutos Ryan volta até com alguma coisa preta na mão. Ele jogou as roupas para mim e me mandou para o trocador. 

Ela um vestido preto com renda na blusa e a saia rodada, era curto demais no meu gosto mas Ryan parecia ter aprovado. 

Me lembre de cobrar horas extras por deixar ele vir escolher roupas comigo. 

 - Solte o seu cabelo, e use um salto pelo amor de Deus - Disse assim que chegamos em casa, eu fui logo me arrumar já que estava quase na hora da festa começar.

 Era previsto para as 18:00hrs mas provavelmente iríamos chegar lá três horas depois.


 […] 


 Não tinha visto nem a Clarke e nem o Justin desde de que chegamos, eu já estava arrumada então fui dar uma checada no quarto deles para ver se estava tudo Ok.

 - Clarke? Você está aí? - Bate na porta.

 - Ela está dormindo - Foi Justin quem respondeu, como era de se esperar, nessas semanas de brigas ele fica olhando ela dormir mas nunca deixa o orgulho de lado e tenta conversar. 

 Voltei para sala e o Ryan estava lá.

 Uau, como ele estava lindo! Alguém precisa parar esse menino.

 - Olha, o patinho feio evoluiu - Exclamou arqueado as sombrancelhas. O que tem de bonito/gostoso/atraente/tudo de bom, tem de chato/idiota. 

- Vamos logo. 


 Eu achava que a festa seria calma e com gente velha mas era completamente diferente, estava tudo movimento e cheio de jovens que provavelmente seria filhos dos chefões. 

 - Eu tô vendo a Amanda, mas a essa altura o Justin não vem mais - Ryan disse se sentando em um bar improvisado que tinha por ali. 

- Por que essa garota vem a uma festa assim estando grávida? - Perguntei negando com a cabeça.

 - Por que nós pensamos que o Justin viria se ele ama a Clarke e nunca deixaria ela sozinha em casa já que a Julie pode nascer a qualquer segundo?

 - Por que eles se amam e continuam brigando?

 - Por que a Pattie voltou?

 - Por que a Amanda voltou?

 - Por que nós não vamos nos divertir? - Ele perguntou me encarando. 

- Ah, eu prefiro ficar de olho na Amanda - Respondi. 

- Então fique, eu vou dançar - Disse se dirigindo para pista de dança, fiquei abismada ao ver o tanto de garota em volta dele.

 Até me deu uma amargura no peito. Credo, até parece ciúm...

 - Por que uma garota tão linda está sozinha? - Um garoto que teria mais ou menos a minha idade se aproximou. 

- Essa é velha - Falei sem tirar meus olhos da Amanda.

 - Quem disse que eu estou te passando uma cantada? 

- Quem falou em cantada? - Ri da cara dele de surpresa em me ouvir.

 - Gosto de garotas espertas, como você - Falou e depois pediu alguma bebida para o garçom - A propósito, meu nome é Jason Marvin.

 - É e eu não perguntei - Continuei o ignorando e mantendo minha atenção na Amy que parecia procurar alguém, provavelmente o Justin. 

- Por que você está tão concentrada a filha do Davis? 

 - Conhece a Amanda? - Me virei para ele. 

- Meu pai conhecia os pais dela.

 - Conhecia? - Perguntei.

 - Acho que houve uma tragédia com a família dela alguns meses atrás e os pais morreram, a irmã continua desaparecida - Ele disse pegando as bebidas que o garçom trouxe e me ofereceu uma.

 - Não, obrigado. Quantos anos tinha a irmã dela?

 - Um gole por uma resposta.

 Sem pensar duas vezes engoli um pouco daquele líquido quente.

 - Agora fale.

 - Acho que tem 15 anos.

 Fiquei conversando com aquele convencido durante mais ou menos uma hora, vi a hora que a Amy começou a sair e a segui para ver para onde iria. 

Me escondi atrás de uma parede e a vi dando o endereço para o taxista. Não era o endereço de casa, graças a Deus.

 Ela entrou no carro e logo desapareceu na escuridão.

 Senti duas mãos me puxarem para um lado escuro daquela saída e começar a tentar violar o meu vestido.

 Apesar da escuridão percebi o cabelo castanho do garoto que estava conversando comigo. 

- Me solte seu idiota - Falei socando seu peitoral. 

Ele continuou tentando me beijar, senti meu corpo ter espasmos de nojo e meu coração bater tão forte que poderia ser ouvido a metros de distância. 

A mão dele tentava e teve sucesso em rasgar a renda do vestido deixando a parte de dentro do vestido a mostra. 

- Vai me dizer que não quer isso? Se veio a uma festa dessa vestida desta forma e sozinha é muito óbvio que quer - Ele disse me prensando na parede.

 - Quem disse que ela veio sozinha? 

Nunca achei que fosse ficar feliz em ouvir a voz do Ryan, Jason se destruiu me soltando um pouco e então eu chutei a intimidade dele e em seguida sai correndo para trás do Ryan. 

- Então a putinha aí tem um namoradinho corno? - Jason provocou Ryan ainda segurando a intimidade.

 - Desculpa querido, tá falando da sua mãe e do seu pai? Ou você acha que a cidade inteira não sabe que ela o trai com o jardineiro? 

 Jason ficou calado e depois se afastou murmurando alguma coisa.

 - Vamos - Falei puxando o braço do Ryan.


 Depois que adentramos no carro ele dirigiu sem parar até chegar em um estrada perto de uma floresta.


 - Por favor me diz que você não vai me matar e me enterrar por aqui - Brinquei e ele riu.

 - Na verdade estamos perto de casa, só parei para organizar algumas coisas e dar um sermão em você.

 - Sério? - Perguntei rindo.

 - Tem idéia do risco que correu hoje? Aquele moleque iria te matar depois que te usasse ao máximo - Ele disse batendo no volante, não achei que ficaria tão bravo.

 - Eu só conversei com ele porque ele sabia algumas informações da Amanda, como eu iria saber que o menino era um maníaco. 

- Eu vi o seu sorriso para ele, não precisa sorrir durante uma conversa - Ele disse apertando o maxilar. 

- Quer saber? Eu ri para ele sim, quando se tem a minha aparência qualquer idiota que se aproxima oferecendo o mínimo de atenção o provável é que você se deixe levar - Falei deixando a minha voz travar um pouco, acho que ele percebeu que se aquela conversa não parasse eu iria acabar chorando.

 E então voltou a dirigir.


 Ryan Butler POV 


 Quando entramos em casa a Emily nem esperou que eu perguntasse mais nada e subiu para o quarto. 

Não é que eu estava apaixonado por ela ou qualquer coisa do tipo mas ela era como uma coisa frágil que precisava de cuidados e eu queria dar o cuidado que ela precisava mas ainda tentava me lembrar que ela tinha apenas 17 anos e adolescentes costumam fazer drama por tudo.

 De qualquer maneira eu fui até ela para ver se estava bem. Entrei no quarto sem avisar e lá estava jogada na cama chorando baixinho, como eu previ. 

 - Não precisa de qualquer idiota para te dar atenção, você é linda do jeito que é e ainda tem os olhos claros, já pensou em ser modelo? - Falei chamando sua atenção e esperando tirar algum sorriso dela. 

 Ela me olhou e depois voltou a enfiar o rosto no travesseiro.

 Acho que ela não tinha percebido como o vestido tinha subido conforme havia se deitado e suas coxas estavam aparecendo. 

Droga.

 É a irmã do Justin. 

Mas não dá para negar o desejo por ver o corpo dela.

 Cheguei mais perto e a mesma se sentou me olhando. 

- Não tô com cabeça para suas piadas agora - Disse já com a voz rouca.

 Passei a mão enxugando as lágrimas do rosto dela e a abracei, de início ela recuou mas depois cedeu.

 Segurei seu rosto tentando lutar contra todas as morais que me diziam para não fazer aquilo mas não era algo que eu pudesse controlar mais.

 - Ouça - Comecei a falar - Não quero fazer nada sem a sua permissã… 

 Então ela me cortou 

 - Sim Ryan, você pode me beijar.


Notas Finais


Que clichê no último eu sei mas eu espero que vcs tenham gostado pelo menos um pouquinho.
BABY JULIE TA QUAAAAASEEE
QUE HISTÓRIA HEIN DONA PATTIE
COMENTEM AMORAS
BEIJOS DE LUZ


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