História Between shots - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Austin Mahone, Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Bebê, Criminal, Família, Justin Bieber, Romance, Sexo, Trafico, Vingança, Violencia
Exibições 375
Palavras 2.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sobre o capítulo de hoje: Escrevi ele ouvindo imagination do Shawn❤
Espero que vcs gostem
Sorry os errinhos

Capítulo 37 - Obrigado por me salvar


Clarke Hudson POV

Depois que o León foi embora e o Chaz abriu a boca para o Justin ele praticamente veio para casa em trinta minutos, isso porque ele tinha ido resolver algumas coisas em uma cidade vizinha.

- Já te falei que não precisava voltar - Falei colocando a Julie no berço.

- Como não? O Chaz ouviu a conversa de vocês - Diz olhando nossa bebê e certificando se ela estava bem acomodada.

- Eu sei cuidar da minha filha - Bufei - E se o Chaz ouviu ele te contou o que eu disse para o León.

- É ele disse.

- Então Justin? Por que toda essa tempestade em copo d'água?

- Eu não sei - Ele suspirou vindo me abraçar.

- Eu deveria ser a insegura aqui.

- E por que isso?

- Porque eu estou feia e gorda, você é bonito, rico e todas as mulheres da nossa rua querem dar para você.

- Mas eu não quero elas, quero você - Disse beijando meu pescoço.

- É, até parece que um homem pode aguentar todos esses dias sem sexo - Me soltei dos braços dele.

- Mas quem disse que nós não podemos fazer algumas brincadeirinhas? - Me segurou novamente perto dele só que desta vez eu estava de frente o que deixou bem mais fácil para que ele me beijasse.

Depois de aproveitar aquela sensação boa que era ter seus lábios grudados nos meus eu parei e me afastei.

- Se eu sonhar que você está me traindo, de novo, cabeças vão rolar - Falei saíndo do quarto antes que pudesse ouvir alguma resposta dele.

Na última vez eu estava grávida e devido às circunstâncias descritas deixei em branco mas agora é bem diferente, ai dele se pensar em alguma outra mulher.

Na sala estavam Ryan e Chaz brincando com o banco imobiliário e a Emily falando no telefone com alguém.

- Posso me juntar a vocês? - Perguntei me sentando perto deles.

- Só se estiver preparada para perder - Chaz diz se abanando com as notas falsas.

- Até parece que ele está ganhando - Ryan riu

- Não acredito, é sério? É claro, estarei lá - Emily praticamente gritava enquanto falava ao telefone.

- O que foi criatura? - Perguntei quando ela desligou.

- Um cara de um evento me chamou para cantar lá está noite - Ela disse animada.

- Mas você é menor, e como ele sabe que você canta? - Ryan questionou.

- Eu enviei uma inscrição para eles e é só pedir a assinatura do Justin já que é o único guardião legal que eu tenho agora.

- Isso está muito estranho - Ryan resmungou.

- Você é tão estraga prazeres - Dito isso a garota saiu sem dar muita atenção para o que Ryan respondeu.

- Já pararam para imaginar como será a Julie na adolescência? - Chaz perguntou mandando o assunto.

- Rebelde, patricinha ou feminista - Ryan deu os ombros.

- Ou seja, cabelo roxo, bonitinha ou gorda. - Chaz diz rindo.

- Que machistas - Suspirei balançando a cabeça.

[…]

Ryan Butler POV

Quando a Emily disse que foi chamada para cantar em um evento eu sabia que já tinha ouvido aquela história antes, só precisei pesquisar um pouco e achei algumas informações de uma gangue que traficava adolescentes para serem vendidas como produtos. No fundo eu queria que não fosse mesmo isso mas todos os pontos combinavam.

- Cadê a Emily? - Perguntei para o Chaz.

- Acabou de pegar um táxi para o evento.

- Droga! Ela deixou algum endereço?

- Na agenda de telefones, acho que ela escreveu lá - Ele disse sem desgrudar do cubo mágico que estava tentando terminar. Corri para a agenda e lá estava o endereço.

Que Deus me ajude.

- Use camisinha filho - Chaz grita enquanto eu corria para fora da casa.

Peguei o primeiro carro que vi na frente que no caso era o do Chaz, ele sempre deixava as chaves por lá.

Comecei a dirigir o mais rápido que podia, acho que ultrapassei uns quatro sinais vermelhos, desculpe pelas multas Chaz. A Emily era mesmo a garota que precisava dos meus cuidados, isso já estava óbvio.

Ela não deveria ter chegado no endereço ainda, era bem longe de qualquer jeito mas eu não achava nenhum táxi indo naquela direção, só um voltando. Travei a passagem dele e sai do carro segurando a arma.

- Como vai meu amigo? - Cheguei perto dele e o mesmo já parecia está bastante assustado.

- Eu não fiz nada para a garota, eu juro - Disse tentando religar o carro mas já estava tremendo ao máximo para conseguir fazê-lo.

- Você só precisa me dizer onde ela está e quantas pessoas tem por lá - Falei em um tom mais baixo.

- Uns caras pegam ela e colocaram dentro de um van mas pareciam ainda está esperando por mais algumas garotas, tem quatro deles lá. Um ficou tomando conta da van e os outros dois fazendo ligações.

- Você disse quatro, e o outro? - Perguntei.

- Eu estava fingindo dele.

Agora me diga uma pessoa mais burra que este taxista. Como ele não pensou em me dizer isto antes?

Não me importei em ajuda-lo, voltei para o carro e comecei a cortar outros caminhos o que deu em uma estrada de terra.

De longe ouvi dois tiros, me senti meio culpado mas continuei seguindo e percebi que já estava perto ao ver a van estacionada na frente de um prédio antigo.

Desliguei o carro e fiquei escondido estudando os homens ali, tive que esperar quase vinte minutos para eles se afastarem e andei até a van estava aberta, que amadores, a Emily estava amarrada e amordaçada, quando ela me vou fiz sinal para fazer silêncio.

Eles estavam recebendo mais algumas garotas e para nossa sorte uma estava dando bastante trabalho.

- Você tem que correr entendeu? Correr muito aquela direção. Vou está bem atrás de você - Falei apontando para onde estava o carro.

- É outra menina? Nós precisamos parar eles - Ela sussurrou terminando de desamarrar os pés.

- Não precisamos não, agora corra - Puxei ela para fora da van.

- Tem três ali, você pode atirar neles enquanto eu distraío eles.

- Tá maluca? É arriscado demais, eu estou sozinho aqui.

- Não vou deixar que destruam a vida dessa garota.

- Emily nós não podemos fazer nada - Falei respirando fundo, assim que eu acabei de falar tiro saiu e a voz da garota que antes gritava dói silenciada. Emily levou as mãos a boca e me olhou assustada.

- Corra - Falei a empurrando na minha frente.

Graças a Deus eles não nos pegaram.

- Eles sabem onde você mora? - Perguntei acelerando mais ainda.

- Não, na inscrição não pedia nada disso - Ela disse abaixando a cabeça.

- Como você pode cair em um golpe assim?

- Eu só estava atrás dos meus sonhos, eu só queria cantar.

Depois disso nenhum de nós falamos mais nada. Parei em frente ao café/bar de um amigo que estava em cheio e ela me olhou estranho.

- Quer cantar? Você pode cantar aqui - Falei sorrindo de lado.

- Mas eu estou bagunçada, meu cabelo está horrível - Disse negando.

- Você disse que queria cantar.

- Sim Ryan mas tem tantas pessoas, não sei se consigo - Balançou a cabeça negativamente.

Eu saí do carro e parei da frente da janela ao lado dela.

- Nós vamos entar lá e você vai cantar, e quando estiver cantando olhe só para mim. Cante para mim - Falei abrindo a porta do carro para ela

- E como isso vai tirar a minha vergonha?

- Apenas faça.

Entramos no local e eu fui conversar com o dono, ele deixou ela cantar, a garota subiu no pequeno palco e começou a me olhar. Sorri para ela e então ela começou a cantar.

- The day I first met you

You told me you'd never fall in love

Now that I get you

I know fear is what it really was

Now here we are, so close

Yet so far,

haven't I passed the test?

When will you realize Baby,

I'm not like the rest?

Don't wanna break your heart

Wanna give your heart a break

I know you're scared, it's wrong

Like you might make a mistake

There's just one life to live

And there's no time to waste, to waste

So let me give your heart a break, give your heart a break

Let me give your heart a break, your heart a break

Oh yeah, yeah..

No dia em que te conheci

Você me disse que nunca se apaixonaria

Agora que entendo você

Sei que era medo na verdade

Agora estamos aqui, tão perto

E ainda tão longe, não fui aprovada no teste? Quando você perceberá

Querido, que eu não sou como o resto?

Não quero partir o seu coração

Só quero dar um tempo ao seu coração

Eu sei que você está assustado, é errado

Como se você fosse cometer um erro

Só temos uma vida para viver

E não temos tempo para desperdiçar, para desperdiçar

Então, deixe-me dar um tempo ao seu coração, ao seu coração

Deixe-me dar um tempo ao seu coração, ao seu coração

Oh sim, sim…

[…]

Elas cantou mais algumas músicas, todos gostaram mas o Jonas, dono do bar, tinha um política familiar e fechou antes das 23hrs. Pedi a ele para continuar lá depois que todos saírem, ele hesitou um pouco mas acabou cedendo.

- Quer comer alguma coisa? - Perguntei assim que a Emily voltou do banheiro.

- Cadê o moço? - Ela perguntou se referindo ao Jonas.

- Ele teve que ir mais cedo.

- Ok, vamos então - Disse indo abrir a porta mas eu já havia trancado.

- O que é isso? - Questionou.

- Achei que você precisaria de alguma bebida depois dessa noite - Coloquei a bebida a no copo e a ofereci para ela, a garota pegou o copo e bebeu o líquido.

- Isso é alcoólico? - Perguntou rindo e se sentou ao meu lado jogando os braços no balcão.

- Escolhi a mais fraca - Ri junto.

- Foi muito legal o que você fez hoje - Disse e logo em seguida suspirou frustada - Ainda não acredito que não consegui ajudar aquela garota.

- Não foi culpa sua, não pense mais nisso - Falei me virando e comecei a encara-la.

- Você me salvou.

- Eu quero cuidar de você.

- Então por que não cuida? - Perguntou sem se mover um um centímetro, segurei seu rosto a trazendo para um beijo.

Deus, como aquele beijo era bom.

Acho que só paramos o beijo por falta de ar, olhei para ela e a mesma estava sorrindo um pouco vermelha.

- Sabe, lá nos fundos tem um quarto onde os funcionários dormiam antigamente - Falei pegando a mão dela, ela só assentiu e me seguiu.

O quarto estava limpo, provavelmente alguém ainda dormia ali, deitei a garota na cama e comecei a tirar os sapatos dela, logo depois foi a vez só jeans apertado e em seguida a blusa.

Deixei uma trilha de beijos pela barriga e fui subindo para o pescoço. Tentei controlar minhas mãos mas era quase impossível, sem perceber já estava apertando seus seios por cima do sutiã.

Deslisei uma mão para suas costas e tratrei de tirar o sutiã, em um piscar de olhos minha boca já estava em um dos seios, ela fechou os olhos e travou os dedos na minha nuca o que me arrepiou no mesmo instante.

Com a mão livre tentei tirar a minha calça e alguns segundos depois consegui me livrar dela e também da camisa que usava. Quando minhas mãos desceram para tirar a única coisa que tampava o sexo dela Emily me reprimiu.

- O que houve? - Perguntei.

- Eu… É que… Acho melhor não…

- Está tudo bem - Tentei tranquiliza-la.

- Não Ryan, eu sou virgem - Disse desviando o olhar.

- Não retiro o que falei antes, está tudo bem a menos que você não queria - Falei acariciando seus cabelos.

- Eu quero, achei que você não iria querer.

- Você é tão linda - A beijei me livrando das nossas roupas íntimas - Não vou te enganar, vai doer. Mas você pode me mandar parar quando quiser - Falei e ela assentiu.

Comecei a me encaixar dentro dela com o maior cuidado possível, segurei as mãos dela logo acima de sua cabeça e a vi gemer, provavelmente seria pela dor então parei de tentar entrar mais e fiquei parado até que ela se acostumasse com o corpo estranho dentro dela.

- Pode continuar - Disse fraco.

A obedeci e continuei com movimentos leves, percebi um líquido quente e logo depois percebi que era sangue. Ela se apavorou um pouco ao ver aquilo e pediu que parasse.

- Está tudo bem, isto é normal - Falei saíndo dela.

Ficamos deitados sem falar nada trocando carícias até que ela me pediu para tentar novamente. Desta vez já tinha se acostumando com a dor e até conseguiu ter um orgasmo, continuei dentro dela despejando meu líquido ali mesmo.

- Isso não é errado? - Perguntou.

- Tudo bem, amanhã você pode tomar um remédio.

Quado estava quase amanhecendo nos arrumamos e voltamos para casa. Chegando lá ninguém estava acordado, a coloquei na cama depois de um banho e mandei que descansasse um pouco. Quando estava saindo do quarto ela me chamou.

- Ryan? - Parei na porta e a olhei - Obrigado por me salvar.


Notas Finais


Eu achei fofo vai hajshus
Gostaram?
Beijos de luz amoras


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