História Between The Living Deads - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Andrea, Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Eugene Porter, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Shane Walsh, Sophia Peletier, Tyreese
Exibições 114
Palavras 2.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capitulo 5


"- Eles pegaram o Glenn! Esse desgraçado e os amigos dele!"

— EU VOU TE ARREBENTAR! - Daryl exclamou com raiva tentando passar por Rick.

O número de zumbis cresceu, o portão parecia que ia arrebentar a qualquer momento.

— Voltem pro laboratório, andem! - todos pareceram entender o motivo das minhas palavras, Rick juntou a bolsa de armas caída no chão e antes que eu o seguisse peguei o chapéu que Glenn deixara cair no momento em que foi pego.

Quando chegamos sentamos o mexicano em uma cadeira, Dixon ficava andando de um lado para o outro enquanto eu e T-dog estávamos escorados em uma mesa.

— Aqueles homens que estavam com você.. nós precisamos saber aonde eles foram. - o xerife o encarou.

— Não vou te contar nada.

— Jesus, cara! Que diabos aconteceu lá? - T-dog perguntou.

— Já te disse, esse bostinha e os amigos dele vieram do nada e pularam em mim! Um deles bateu na Vic!

— Vocês que me atacaram, putos! Ficaram gritando sobre o irmão dele como se fosse minha culpa.

— Eles levaram o Glenn, podem ter levado o Merle também. - comentei.

— Merle? Que nome caipira é esse? Não daria esse nome nem pro meu cachorro! - Daryl avançou sobre ele tentando lhe dar um chute, mas Grimes o segurou.

— Droga Daryl, se afasta!

O mexicano estava decidido a não falar nada, dava para perceber, então resolvi apelar. Glenn tinha deixado sua mochila no laboratório, abri o bolso e peguei a mão decepada. Dei meia volta e sussurrei em seu ouvido:

— Quer ver o que aconteceu com o último cara que nos irritou?

Desenrolei a mão da bandana e a joguei em seu colo, o garoto começou a gritar, se atirou da cadeira e Daryl aproveitou a deixa para segurá-lo pelo pescoço.

— Vou começar com o pé dessa vez! - Rick o puxou.

— Olha, nós só queremos falar com eles, fazer um acordo - o moleque assentiu.

— Precisava mesmo disso? - Grimes sussurrou quando passei do seu lado.

— Se você não percebeu ele não ia dizer nada, pelo menos não sem uma pressãozinha.

O garoto nos levou até o local onde, supostamente, nossos amigos estavam. Grandes portas de madeira e paredes pichadas, típico! Nos escodemos atrás de um muro, Grimes perguntou a T-dog se ele tinha certeza que queria continuar com nossa pequena ideia, o mesmo concordou colocando os cartuxos no rifle.

— Um movimento errado e você leva uma flechada no rabo, só pra avisar. - Daryl mirou o mexicano sentado no chão.

— O G vai tirar a flecha do meu rabo e enfiar no seu – respondeu com empáfia – só pra avisar!

Me agachei a centímetros do seu rosto, olhos semicerrados.

— Ele vai tirar a flecha do seu rabo morto, porque a primeira coisa que eu vou fazer se o meu amigo estiver morto é te degolar. Só pra avisar. - pisquei.

— G? - Rick indagou.

— Guillermo. Ele é o cara por aqui.

— Ok então. Vamos ver o Guillermo.

Com o mexicano na frente e todos armados, caminhamos até a entrada do local, desconfiados, em clima de tensão. As portas se abriram e um homem saiu de lá de dentro.

— Você está bem carinha? - perguntou.

— Eles iam arrancar meu pé!

— Tiras fazem isso? - ergueu a sobrancelha para Rick.

— Não ele, esse ignorante aqui. - sinalizou para D. - Cortou a mão de um cara, ela me mostrou!

— Cala boca.

— Hey – outro cara saiu na rua – aquele caipira me acertou uma flecha na bunda! E essa vagabunda bateu em nós!

— Relaxa Ese, relaxa.. - Guillermo abaixou a mão armada do amigo. - É verdade? Querem os pés do Miguelito? É bem doentio, cara.

— Nós estávamos esperando uma discussão mais calma. - o xerife respondeu.

— O caipira pega o primo de Felipe, bate nele, ameaça cortar seus pés, Felipe leva uma flechada na bunda, sua amiga bate em um dos nossos caras e você quer uma discussão calma? Você me fascina. - ironia escorreu por entre suas palavras.

— Foi no calor do momento. Os dois lados erraram.

— O que você é dele? Não parecem próximos. - Guillermo encarou Rick e Daryl.

— Ele é um do nosso grupo, tenho certeza que você tem alguns como ele.

— Está com meu irmão ai?

— Desculpa, estamos sem garotos brancos, mas eu tenho um asiático. Isso interessa? - G perguntou.

— Nós temos um dos seus e você tem um dos nossos, é uma troca justa. - falei por cima da pistola.

— Não para mim.

— G? Qual é cara? - Miguel entrou em pânico.

— Meu pessoal foi atacado, cadê a recompensa por sua dor e sofrimento? - revirei os olhos, que cara idiota. - Indo direto ao ponto, cadê a minha mala de armas?

— Armas? - Rick se fez de desentendido.

— As que Miguel viu na rua. As que Felipe e Jorge iam voltar para pegar.

— Está errado.

— Acho que não. - seus olhos me fuzilaram.

— Sobre serem suas. Essas armas são nossas, o xerife as pegou em sua delegacia. - completei.

— A mala estava na rua, qualquer um pode chegar e dizer que era sua. O que impede meu pessoal de atirar em vocês aqui e agora e eu pegar o que é meu?

— Você podia fazer isso… ou não? – meu olhar se voltou para o topo de um prédio ao lado, T-dog estava posicionado com G em sua mira.

Guillermo gritou um sinal e dois caras apareceram em cima do prédio, eles tiraram o saco da cabeça de Glenn e mostraram ele amarrado e com uma fita na boca.

— Eu vejo duas opções, ou você volta com Miguel e as armas ou volta armado e veremos qual lado derrama mais sangue. - sem dizer mais todos entraram e as portas se fecharam.

MINUTOS DEPOIS

Estávamos de volta ao laboratório, o xerife colocou a bolsa de armas em cima da mesa e começou a remexê-la.

— Armas valem mais que ouro. - Daryl comentou. - Ouro não protege a sua família nem coloca comida na mesa. Vai desistir de tudo pelo garoto?

— Rick, não! - segurei seus braços – Acha mesmo que eles vão entregar Glenn dessa maneira?

— Está chamando G de mentiroso?

— Você faz parte disso! Quer continuar com seus dentes? - Dixon deu um leve tapa no rosto do garoto, porém com uma pose agressiva.

— A pergunta é: Você acredita mesmo na palavra dele? - T-dog olhou para o xerife.

— Não, a pergunta é: O que quer apostar? Poderia ser mais que armas, poderia ser a sua vida. O Glenn vale tudo isso pra você? - meu queixo caiu.

— Obvio que o Glenn vale Daryl! O que tem de errado com você?

— Devo minha vida a ele. - Rick encarou a todos de uma forma séria. - Eu era ninguém para o Glenn, só um idiota preso num tanque, ele poderia ter ignorado, mas não o fez. Não vou ignorar ele.

— Então vai entregar as armas? - D questionou.

— Eu não falei isso. Nada os mantêm aqui, deviam voltar para o acampamento.

— Glenn é o meu melhor amigo, não vou abandonar ele. - cruzei os braços.

Não sei se foi a história do xerife ou o fato de eu ter me voluntariado, mas T-dog e Daryl ficaram. Grimes distribuiu as armas entre nós, teria sido engraçado, se não fosse trágico, ver uma garota pequena como eu segurando uma doze daquele tamanho. Miguel implorou para que fizéssemos o que G pediu, porém Dixon o calou. Nós o amarramos e amordaçamos, exatamente como haviam feito com nosso amigo e retomamos o caminho de volta. As portas se abriram assim que chegamos, ao entrar fomos recebidos com homens armados. O local se parecia com uma oficina enorme.

— Vejo minhas armas, mas não minha sacola.

— Isso porque não são suas. Acho que eu já disse isso. - rebati Guillermo.

— Vamos atirar nesses tolos, Ese. - Felipe pediu.

— Não acho que percebem a gravidade da situação.

— Não, eu vejo bem. - me distrai por alguns segundos, Rick tinha colocado o chapéu que eu havia pego, ele rasgou a fita que prendia os pulsos de Miguel e o empurrou em direção a Felipe. - Você está com o seu homem. Eu quero o meu.

— Eu vou fatiar o seu garoto. Dá-lo de comida aos meus cachorros, são os canibais mais ferozes que já viu! Comprei eles do próprio Satan!

— Eles só seriam canibais se você desse outros cachorros pra eles comerem.. fora isso são só carnívoros.. - revirei os olhos.

— Já falei como deve ser. - me ignorou. - Vocês são surdos?

— Não, minha audição está bem, você disse pra virmos armados. - ele engatilhou a escopeta e de repente todos ergueram as armas novamente, Rick apontou o cano bem para a testa de G – Então tá, estamos aqui.

Ok, não era o momento pra pensar, mas wow.. wow.. sexy, isso foi sexy! “VITÓRIA! Tem um possível tiroteio a caminho, tem cerca de 50 mexicanos mirando na sua cabeça, dá pra se concentrar?”

— Felipe. - uma voz soou no meio das outras. - Felipe! - uma senhora surgiu no meio da multidão.

— Abuela, volte com os outros. Agora!

— Tira a velha da linha de fogo! - o sotaque sulista de Daryl ecoou no galpão.

— Abuela, escute o seu neto, isso não é lugar para você agora. - G falou um tanto impaciente.

— O senhor Gilbert está com dificuldades pra respirar. - a senhora choramingou. - Ele precisa da sua bombinha de asma. Carlito não a encontrou! Ele precisa do remédio!

— Felipe! Vá cuidar disso – Guillermo nos encarou – E leva a sua avó com você!

— Quem são essas pessoas?

A senhora finalmente nos notou, ficando de frente para nós. Ela usava um robe e pantufas, parecia realmente velha e tinha uma aparência um tanto quanto fofa.

— Não o leve! - ela implorou a Rick – Felipe é um bom menino!

— Senhora..

— Ele tem problemas, mas se recupera – ela o ignorou – nós precisamos dele aqui.

— Senhora.. Eu não estou aqui para prendê-lo.

— Então o que você quer?

— Ele.. - o xerife olhou para os lados procurando por uma desculpa. - está nos ajudando a procurar por uma pessoa. Um amigo chamado Glenn.

— O asiático? Ele está com o senhor Gilbert. Venha, vou te mostrar! - ela docemente o chamou. - Ele precisa do seu remédio!

G deu permissão e passamos por entre seus homens, gentilmente guiados pela velhinha, ela levou Rick pela mão por uma escadaria na rua, passamos pelo pátio e entramos em outro prédio. Um prédio que mais parecia um asilo, e de fato era, estava cheio de pessoas idosas, o xerife tirou o chapéu em sinal de respeito.

Um senhor com falta de ar nos chamou a atenção, ao lado dele Felipe pedia gentilmente que respirasse.

— Glenn! - o abracei. - Graças a deus você está bem..

— Que diabos é isso? - Rick indagou.

— Um ataque de asma.

— Achei que fosse ser devorado por cachorros, cara! - T-dog esbravejou.

Nosso olhar se dirigiu a uma caminha lotada de chihuahuas, uau, comprados do próprio Satan.. Não sabia que ele vendia bichinhos tão fofos.

— Posso fala com você? - Rick pediu a Guillermo e os dois se afastaram um pouco. - Você é o filho da mãe mais burro que eu já vi! Viemos aqui prontos pra matar cada um de vocês!

— Fico feliz que não tenha sido assim.

— Se tivesse, o sangue deles estaria em nossas mãos!

— Nas minhas também, nós teríamos que nos defender. Não seria a primeira vez, proteger a comida, remédios, o que sobrou.. Essas pessoas.., os médicos foram embora, deixaram eles para morrer! - Rick olhou para todos os idosos que nos cercavam – Eu e Felipe fomos os únicos que ficamos.

— O que são vocês? Médicos?

— Felipe é enfermeiro, o que toma conta. Eu.., o guarda.

Guillermo nos levou até uma sala, longe dos senhores e senhoras.

— E o resto de vocês?

— São os manos que vieram ver seus familiares. Viram como era as coisas aqui e decidiram ficar. É uma coisa boa, precisamos dos músculos. As pessoas com as quais nos encontramos desde que as coisas se descontrolaram são do pior tipo, saqueadores.. do tipo que levam as coisas a força.

— Não é o que somos. - afirmei.

— Como eu ia saber? Meu pessoal é atacado e vocês aparecem com Miguel de refém. Aparências.

— Acho que o mundo mudou. - T-dog soou cansado.

— Não, é o mesmo de antes, os fracos são pegos. Então fazemos o que podemos, os manos trabalham nos carros, falam em tirar os velhos da cidade, mas a maioria não consegue nem ir ao banheiro sozinho, então é só um sonho, mantêm a equipe ocupada e isso vale algo. - explicou. - Então pregamos todas as janelas, soldamos todas as portas, deixamos só uma entrada. Eles saem por ai, pegam o que podem para ajudar, vigiamos o perímetro dia e noite. As pessoas daqui me enxergam agora.. e eu nem sei porque.

Guillermo estava certo, o mundo havia consumido as pessoas boas, só algumas restaram e fazíamos o que podíamos para defender as pessoas que amávamos, segurança era tudo que importava agora.

— Porque eles podem confiar. - afirmei, com isso estendi minha escopeta para ele.

Rick começou a separar algumas armas e então nos despedimos, eu tinha a plena sensação de que tinha feito o certo.. do que adiantava viver e abandonar o espírito da coisa? Aquelas pessoas estavam lá, na mesma situação que nós, sobrevivendo.. Caminhamos pela rua de volta ao caminhão.

— Admita xerife, você voltou pra Atlanta só por causa do chapéu. - ri batendo na aba.

— Não espalhe. - sorriu de lado.

— Entregou metade das nossas armas e munição. - Dixon resmungou.

— Não chegou nem perto da metade.

— Pelo que? Um bando de velhotes que vai morrer mesmo? Serio, quanto tempo acha que eles tem?

— Quanto tempo qualquer um de nós tem? - comentei.

— Ah meu deus.. - Glenn soou desanimado.

— Cadê a nossa van? - Daryl perguntou, mirando os trilhos onde antes havíamos estacionado.

— Nós a deixamos bem ai, quem a levaria?

— Merle. - Rick afirmou.

— Ele vai voltar e se vingar do acampamento.. - mordi o lábio. - Bem.. eu não vejo nenhum outro carro..

— Ah não.. que droga, a pé?

Glenn choramingou, na verdade até eu choraminguei internamente, o dia tinha sido muito cansativo e a caminhada até a pedreira era longa. O caminho foi tranquilo sem muitos zumbis, de fato, fora até relaxante, podíamos ouvir os pássaros e eu senti o vento bagunçando meus cabelos. Já era noite quando chegamos na estrada que levava ao topo da pedreira. De repente quatro tiros rasgaram o silêncio da noite.

— CARL! - eu gritei desesperada.

Eu me pus a correr, corri mais do que minhas pernas podiam aguentar, meu peito queimava pela falta de ar, todos deviam estar correndo mas eu era a mais veloz. Gritos e mais gritos, tiros para todos os lados, era tudo o que eu ouvia.

— Por favor, por favor esteja vivo, por favor meu deus, Shane e Lori estão com você, você está vivo.. - murmurei enquanto corria.

Uma hora de zumbis. Foi o que vi quando alcancei o topo da estrada. Shane, Lori e mais algumas pessoas estavam encurraladas contra o motor home de Dale, outros estavam dispersos por entre os carros e barracas. Era obvio que eu queria ajudar todos, mas no momento em que vi Lori sem Carl meu maior objetivo tornou-se encontra-lo. Adentrei a confusão abatendo o maior numero de zumbis que conseguia, joguei um pente para Shane quando o mesmo gritou que as balas haviam acabado.

Cravei a faca na cabeça de um dos mortos-vivos e assim que caiu, atrás de si perto de uma arvore enxerguei Carl. Corri em sua direção, mas um dos zumbis que estavam caídos no chão agarrou meu pé e me derrubou, senti seus dentes rasparem na minha bota, desesperada tentei alcançar a pistola que caira a uns metros de mim.

— SAI DE CIMA DE MIM! - berrei quando ele subiu por cima das minhas pernas.

Uma flecha atravessou sua cabeça e a coisa parou de grunhir, olhei para o lado e longe de mim estava Daryl, ele assentiu com a cabeça e então largou a besta pegando uma das escopetas e voltou a atirar. Carl começou a correr tentando chegar onde eu estava.

— CARL! CARL VOLTA PRA LÁ! - abanei meus braços.

Um zumbi se aproximou dele, peguei a pistola, levantei e no último segundo atirei acertando em cheio seu cranio, puxei Carl pelo braço e ele enterrou o rosto em minha barriga. Dois walkers se aproximaram, disparei na cabeça de um e no segundo, houve só o barulho do gatilho.

— DARYL! EU ESTOU SEM BALAS!

Em meio a confusão o caipira me atirou um pente e puxei Carl para trás de mim, chutei o corpo do maldito e ele caiu no chão gemendo. Recarreguei a pistola e atirei. Rick, T-dog, Daryl e Glenn acabaram com o restante. Aqueles poucos segundos duraram uma eternidade.

— QUERIDA! CARL! - Rick berrou.

— Ele tá comigo, ele está bem. - o menino se soltou de mim e se jogou nos braços do pai, soluçava de tanto chorar.

Voltei minha atenção para o caipira todo sujo e suado, me joguei em seus braços, Daryl enrolou o braço na minha cintura e enterrou o rosto no meu pescoço, ofegante.

— Graças a deus! Você está bem…? Me assustou pra caramba quando aquele zumbi quase te mordeu! - beijou minha testa.

— Graças a você, estou.

Foi em um momento de alívio e silêncio que vimos Andrea, ela chorava ajoelhada ao lado da irmã, Amy, morta. Foi uma cena chocante, ninguém sabia o que dizer ou como agir.

— Agora eu me lembro do meu sonho – Jim falou – Porque cavei todas aquelas covas..

Olhei para os lados, havia uma quantidade enorme de corpos, eles cobriam o chão e alguns deles eram nossos amigos. Shane estava certo, ele tinha precisado de nós e não estávamos lá.


Notas Finais


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