História Between Us - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Daryl Dixon, Enid, Negan, Rick Grimes
Exibições 55
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente
eu to com bloqueio criativo então o cap ficou uma bosta

Capítulo 5 - Tag, Youre It


POV ENID

Não sei pra onde me levam, minha cabeça  dói e eu penso que esse pode ser o meu último momento de vida.

Penso em Carl e no meu amor por ele, penso em Maggie e até mesmo em Olivia. Eles são pessoas inegavelmente importantes para mim.

De repente, sinto as minhas costas colidirem com algo macio, provavelmente uma cama, olho pra cima e me deparo com um teto branco. Já faz um bom tempo que eu não vejo luz de verdade.

- Olá, não fique assustada, eu só vou examiná-la, Negan não quer que você fique doente.- Diz um homem, que provavelmente é um médico ou algo do tipo.

Eu não respondo, apenas o encaro com uma expressão assustada.

Ele fura a minha pele com uma agulha e empurra o líquido, despejando ele na minha veia.

- O que é isso?- pergunto com medo.

- Não vai te matar, querida.- ele dá um sorriso.

- Eu só quero saber o que é isso.- Digo com raiva.

- Não posso te contar.- ele continua sorrindo.

Antes que eu pergunte novamente, meus pais aparecem na minha frente.

Mas os meus pais estão mortos.

O que diabos é isso?

- Vocês estão mortos! Eu vi!- Gritei.

- Não, amor. Estamos vivos, estamos aqui com você. - eles sorriem.

- Não, não, não. Isso não é real.- balanço a cabeça.

- Querida, precisa acreditar.- Meu pai diz com um sorriso no rosto.

Mas aos poucos vejo seus rostos se deteriorando e seus olhos perdendo a vida, eles se transformaram.

Lágrimas saiam dos meus olhos enquanto eu gritava desesperadamente, eu só queria entender o que estava acontecendo.

Uma forte dor na minha cabeça me faz fechar os olhos, então não lembro de mais nada.

POV CARL GRIMES

Abro meus olhos com dificuldade, estou deitado na beirada de uma cama, olho para o lado e não enxergo nada, é muito escuro.

Ah não, eu estou no santuário. Por um momento, pensei que fosse apenas um pesadelo.

Recuo um pouco para não cair da cama e acabo colidindo com algo, acho que é a menina que está aqui.

- Olivia?- Chamo ela calmamente, ela se vira pra mim, mas não fala nada.- Olivia!- falo um pouco mais alto e ela abre os olhos assustada.

- Quem é você?- ela pergunta assustada.

- Carl.

- Eu pensei que fosse só um sonho.- ela fala decepcionada.

- Eu também.

- Então Enid foi levada mesmo?- ela pergunta.

- Sim, tem alguma ideia de para onde a levaram?

- Provavelmente vão torturá-la, choques, alucinações, espancamento ou até mesmo estupro.- quando ela fala isso, sinto o meu coração se quebrar.

- Sinto muito, cara.- Ela põe a mão no meu ombro, em forma de apoio.

- Temos que salvá-la.- falo determinado.

- Não dá.- ela diz.

- Tem que ter um jeito, você promete que vai me ajudar?- pergunto e ela permanece em silêncio.- Promete?- Insisto.

- Prometo.- ela diz firme.

- Obrigado.- sorrio, mesmo que ela não possa ver.

- Tudo bem, Enid é minha amiga, e eu sei o quanto ela amava você. Também sei que você a ama. Isso é lindo.

- Eu só quero ela de volta.- falo.

- Eu também quero ela de volta.- Olivia fala em um sussurro.

Deixo um pequeno sorriso escapar dos meus lábios.

Nos deitamos novamente, esperando alguém abrir a porta para que possamos fugir.

POV ENID

Acordo suada e com a respiração descompassada, meu coração bate rápido e minhas mãos tremem.

Me lembro do que aconteceu e me pergunto se foi só um dos meus sonhos esquisitos. Foi tão difícil me lembrar dos meus pais.

- Tem alguém aí?- pergunto, me levantando da maca.

- Oi, garota. Finalmente acordou, tenho que te contar uma coisa.- O homem que aplicou aquele líquido em mim falou, pela sua cara percebo que é algo sobre Alexandria.

- Fale.- cruzo os braços e me preparo para uma notícia ruim.

- Seu namorado está aqui.- Quando ele diz isso, minha respiração falha e eu começo a suar frio.- Ele veio te salvar, princesa. Só que foi tão burro ao ponto de entrar sozinho e com apenas uma arma.- Soltou um riso.- Antes que me pergunte, ele não está morto.- um alívio percorre pelo meu corpo.

- Onde ele está?- pergunto.

- Na sua cela, mas você não pode voltar pra lá agora.

- Por que não?- exclamo com raiva.

- Ainda não acabou.- ele me puxa pelo braço.

- Não acabou o que?- perguntei, tentando entender a situação.

- Sua sessão de tortura, não podemos te matar, mas podemos te fazer sofrer. Aquele líquido que estava na agulha é uma espécie de droga, causa alucinações.- ele explica.

Agora entendo o meu "pesadelo".

- Vai me dar aquilo de novo?- pergunto com medo.

- Não, não se preocupe. Apenas se deite aqui.- ela bate na maca.

Eu hesitei.

- Vai recusar?- ele ri.- Posso trazer o garoto para ir no seu lugar.- estremeço com a possibilidade de ver Carl sofrendo.

Me deito na maca.

- Boa garota.

Ele traz um fios, com um tipo de pregador nas pontas. Coloca aquilo nas minhas mãos e depois nos meus pés.

- Não vou mentir, isso vai doer muito.- ele vai em direção a uma máquina e se posiciona para ligá-la.

Já tenho consciência do que ele vai fazer, mas tento me concentrar em coisas boas para esquecer a dor.

Penso que Carl está bem e está com Olivia, e eu confio nela, ela vai cuidar dele pra mim.

Ele aperta o botão e eu fecho os meus olhos.

Uma sensação horrível toma conta de mim, meu corpo treme e eu não consigo pensar em mais nada, apenas na dor, parece que ela aumenta a cada segundo, minha cabeça me faz pensar que eu vou explodir. Parece que estão tentando me matar. Minha boca tenta emitir algum som, mas só os gemidos de dor saem.

- AHHHHHH!- Um grito alto sai, antes que eu apague.

Tudo fica escuro.

 

 


Notas Finais


Eu sei que ficou pequeno, mas eu não consegui escrever mais, despulpa.


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