História Beyond Than I Know - Fanfic Jungkook - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Nanjoom, Suga, Taehyung, Taeyong, Yoongi
Visualizações 14
Palavras 1.639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Jungkook e Taeyong


Mystic Falls, 20:45

Sophia on

Elizabeth- Bom, devemos voltar a reunião? - Todos, exceto por aqueles homens estranhos, me olharam como se quisessem que eu saísse do local - querida, espere um pouco lá fora, quando acabarmos vamos jantar e você irá com a gente - assenti e saí.

Me vi sozinha naquele outro cômodo gigante, me sentei em um sofá qualquer que havia ali e fiquei pensando sobre o que estavam falando, ¨vampiros¨. Eles só podem estar loucos, mas mesmo que pareça bobagem, eu admito, minha curiosidade está me matando.

Fui interrompida de meus pensamentos pelo som da porta abrindo, de lá saiu aquele mesmo homem que me encarava. Ele fechou a porta atrás dele e caminhou em passos lentos até mim.

???- Sinto que devemos nos apresentar corretamente. Prazer, eu sou Jeon Jungkook, mas pode me chamar de Jeon - estendeu a mão.

Levantei da minha cadeira e segurei em sua mão o cumprimentando.

Sophia- Como você já sabe, eu sou a Sophia, me chame como quiser, e é um prazer conhece-lo também - ele sorriu e olhou cada traço do meu rosto.

Jeon- Agora você está com 15 anos, certo? - assenti.

Sophia- Como sabe?

Jeon- Sua tia me contou...

Sophia- Hum, e você? É aparentemente jovem demais para fazer parte desse conselho - o olhei desconfiada e ele soltou um lindo sorriso.

Jeon- Eu tenho 21 anos, sou uma pessoa influente na cidade, e embora eu não queira estar aqui, é importante manter as diplomacias.

Sophia- Como uma pessoa de 21 anos já possuí influência na cidade? - ele sorriu novamente.

Jeon- Vai se surpreender comigo senhorita... mas isso é história para outra hora. Estou indo buscar uns papéis na sala da prefeita, o que acha de me acompanhar e me contar mais sobre você? - assenti e começamos a andar juntos pela casa.

Jeon- Esteve quantos anos na Itália? - perguntou olhando brevemente para mim.

Sophia- 3 anos.

Jeon- Uau, foi pra lá com 12? - assenti.

Jeon- Como uma criança tão nova faz intercambio assim tão cedo? - mordi os lábios pensando se deveria contar.

Sophia- Vai se surpreender comigo, mas isso é história pra outra hora - repeti sua fala, ele me olhou e sorriu de canto.

Jeon- Admito, você me deixa curioso - ele disse e logo abriu a porta do escritório.

Nós entramos juntos na sala e ele começou a procurar os papéis que precisava. Olhei ao redor, haviam estantes com troféus, livros, muitas coisas com aparência velha.

¨Os lotes de verbena chegarão semana que vem em Mystic Falls e a erva deve ser introduzida na casa das pessoas sem que elas saibam, não queremos preocupar os cidadãos.¨ Li em um papel qualquer que havia em cima da mesa.

Flashback on

Eu e meu irmão, Yuta, estávamos em um acampamento com nossos amigos, nos juntamos todos em uma única barraca, ligamos uma lanterna e começamos a contar histórias de terror, mas no fim, o assunto chegou no ponto mais discutido na cidade: vampiros.

Jackson- Ei, vocês acham que essa história de vampiros pela cidade, é verdade? - naquela época, a cidade estava um caos. Novos mortos apareciam no jornal a cada dia, todos sem sangue, com marcas de mordida. Não se falava de outra coisa. Muitas pessoas começaram a deduzir que eram vampiros, eu achava uma bobagem.

Yuta- Eu acredito que seja, e pelo visto, o governo também acredita - olhamos todos na direção do meu irmão.

Sophia- Como assim ¨o governo também acredita¨?

Yuta- Alguns dias atrás, minha mãe pediu que fosse entregar algumas cartas pra prefeita. Eu fui até a casa dela e quando cheguei, estavam descarregando verbena, muita verbena.

Lisa- O que é verbena?

Yuta- Bom, alguns meses atrás, eu achei um livro no porão de casa, parecia bem velho, nele haviam registros sobre coisas sobrenaturais, mais especificamente vampiros, e de acordo com o livro, a verbena é uma erva que faz mal aos vampiros - nos entreolhamos assustados, pelo visto a coisa era mais séria do que eu imaginava.

Depois daquela noite, por alguns meses as mortes continuaram, e um pouco antes dos meus pais morrerem, elas pararam.

Flashback off

Sophia- Por que estão trazendo verbena para a cidade? - perguntei alto o suficiente para que Jeon escutasse.

Ele me olhou por uns instantes e parecia estar pensando no que dizer.

Sophia- Os vampiros realmente estão aqui? - Jeon aparentou estar um pouco surpreso, creio que ele não imaginava que eu saberia disso.

Jeon- Vampiros não existem - disse sério.

Sophia- Não minta pra mim - falei me aproximando dele.

Jeon- Eu já disse, vampiros não existem - ele falou bravo, pegou os papéis em cima da mesa e saiu da sala.

Suspirei, eu precisava descobrir a verdade, eu nunca acreditei na existência deles, mas quando eu ligo os pontos, tudo parece me levar a uma única resposta: eles de fato são reais.

Aproveitei que estava sozinha, fechei a porta que o Jeon tinha deixado aberta. Comecei a vasculhar a sala, até mesmo a gaveta de arquivos.

¨Elizabeth, você sabe que me marido não pode fazer isso¨ li em um bilhete velho que estava jogado em uma das gavetas.

¨Go Eun, isso é pelo bem da cidade, os cidadãos ficariam agradecidos¨ Go Eun?! Minha mãe...

Queria tentar achar outro bilhete que mostrasse a continuação desse, mas pelo visto não havia mais nada. Me perguntei se ela daria falta deles, no fim eu deduzi que não, guardei os bilhetes no meu sutiã e sai da sala. Fechei a porta sem fazer barulho, quando me virei para ir embora, lá estava um outro homem no corredor, o outro que estava atrás de mim lá na porta. Ele estava apoiado na parede e me olhava sínico.

???- Não me diga que entrou aí por engano - sua voz grossa me causou arrepios.

Sophia- Não, eu não entrei por engano - resolvi abrir o jogo - aproveitando que você está aqui...você faz parte do conselho, certo? - ele assentiu e se desencostou da parede.

Sophia- Ótimo - ele começou a se aproximar aos poucos, tentei manter a postura, mas deu pra ver claramente que eu estava nervosa - agora me diga, por que estão trazendo verbena pra cidade? - me fiz de confiante, mas eu sentia minhas pernas ficarem mais bambas a cada passo que ele dava se aproximando.

???- Por que uma garotinha de 15 anos se preocupa com isso? - ele se encostou em mim, colando levemente nossos corpos.

Sophia- E-eu s-só...estou curiosa - queria me matar por ter gaguejado.

???- Continue curiosa, porque essa pergunta eu não posso lhe responder - o olhei brava.

Sophia- Então pelo visto eu vou ter que continuar a invadir escritórios em busca de respostas - disse irônica.

???- Crianças como você não deveriam fazer isso - ele disse afastando e prestes a ir embora.

???- Aliás, meu nome é Taeyong, e curiosamente, eu espero te encontrar outra vez - sorriu de canto e sumiu da minha vista.

Sophia- Uau, o que foi isso? Eu só posso estar louca - baguncei meus cabelos tentando acordar para a realidade.

Voltei a perambular pela casa, no meio desse passei quase que turístico, avistei o quarto do Tyler aberto. Ele é filho da prefeita, é amigo do Yuta e era um dos meus amigos, mas perdemos o contato quando eu fui para a Itália...na verdade isso aconteceu com todos os outros, aos poucos paramos de conversar. 

Pelo visto ele não estava em casa. Continuei a caminhar e me assustei ao encontrar todos na sala de jantar.

Elizabeth- Onde estava querida? - engoli a seco, Taeyong sorriu sínico e Jungkook me encarou sério.

Sophia- Eu estava no banheiro - sorri disfarçando.

Elizabeth- Ok, então sente-se para comer, está uma delícia.

Sophia- Onde devo me sentar? - perguntei rezando para ficar longe dos dois.

Elizabeth- Sente- se ao lado do Albert - assenti e suspirei aliviada por estar razoavelmente longe deles.

Me sentei ao lado do vereador, uma empregada me serviu com uma sopa que estava aparentemente boa. Senti todos os meus movimentos sendo acompanhados pelos dois.

Todos começaram a conversar e eu como sempre me senti deslocada. A conversa sessou quando se ouviu a porta ser aberta e fechada com agressividade. Virei para trás e tive uma visão um tanto quanto ruim. Lá estava o meu antigo amigo Tyler. Ele estava acabado, aparentemente bêbado, todo cheio de chupões.

Tyler- Sophia? - perguntou cambaleando pra trás.

Sophia- Tyler, o que aconteceu com você? - ele me olhou cabisbaixo.

Elizabeth- Tyler vá para o seu quarto agora! - ele subiu a contragosto, me virei ainda impressionada com o que vira. 

Ele era bem diferente aos 13 anos...

Elizabeth- Me desculpem por isso...ele anda meio descontrolado - algumas pessoas da mesa se entreolharam e expressaram sua reprovação.

Yuta- Eu vou lá falar com ele - se levantou da mesa e foi atrás do amigo.

Voltei a comer, a conversa aos poucos voltou e eu continuei ali, pensativa. 

[...] 

O jantar acabou, minha tia ficou para se despedir do pessoal, meu irmão resolveu dormir na casa da prefeita por causa do Tyler e eu como não tive paciência para me despedir, vim esperar minha tia no carro. Não falei nem com o Taeyong e nem com o Jeon, apenas fingi que não percebia quando eles me olhavam.

Minha tia entrou no carro e deu partida. No caminho conversamos sobre algumas coisas, nada demais. Cheguei em casa e vesti meu pijama, a Anna pelo visto já tinha ido dormir. Me lembrei de estar com os bilhetes no meu sutiã, então eu os guardei na gaveta do criado mudo.

Me deitei na cama e olhei para o teto, algumas coisas começaram a passar pela minha cabeça. Lembranças da Itália, lembranças de Mystic Falls...o fato é que eu ainda não acredito que voltei.



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