História Beyond The Fire - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandra Daddario, Justin Bieber
Personagens Alexandra Daddario, Justin Bieber
Tags Justin Bieber
Visualizações 278
Palavras 3.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOCÊS VIRAM A MINHA CAPA NOVA?????????? EU TO INSANA AQUI AAAAAAAAAAAAAAAAAAA esse ficou curtinho mas prometo compensar no próximo! caso vocês estejam gostando, queria muito que comentassem, isso me ajuda a saber e me incentiva muito a continuar escrevendo ♥

se quiserem falar comigo no twitter, meu user é @wepattie ;)

Capítulo 17 - I've already put.


 

 

“O amor fará você se lembrar

O amor me fará lembrar

Eu sei disso dentro do meu coração

Para sempre será

Para sempre será nosso”

Love Will Remember — Selena Gomez

 

Era sábado de manhã quando Justin sentiu a claridade sob seus olhos, o forçando a acordar. Ele se mexeu, virando um pouco para o lado, evitando os raios solares que entravam pela janela. O pouco que conseguiu abrir os olhos, pode vê-la vestida em seu robe de cetim azul, o mesmo que usara na noite passada. Foi então que se lembrou. Encostada ao batente, Olivia segurava uma xícara e Justin podia jurar que ela o estava observando.

 

— Bom dia — disse ao vê-lo acordar.

— Estou sonhando? — brincou, vendo-a rir e se aproximar.

— Depende — se sentou na cama, colocando a xícara na cabeceira e prendendo os cabelos em seguida. — De qual parte você está falando? — ele se ajeitou no travesseiro, colocando uma mão atrás da cabeça, de modo que pudesse vê-la melhor.

— Molho no vestido, hein? — podia jurar que ela havia corado quando desviou o olhar.

— O que você queria que eu fizesse? — protestou, se deitando de barriga para baixo, logo ao lado dele.

— Foi muito inteligente a sua forma de me atrair para cá — o lençol o estava cobrindo até a cintura.

— Você é muito lerdo, alguém tinha que tomar uma atitude — deu de ombros, então ele a encarou, boquiaberto. — O que foi?

— Eu estava apenas respeitando seu espaço e você diz que eu sou muito... Lerdo? — franziu as sobrancelhas, vendo-a dobrar os joelhos e balançar as pernas.

— Sinto muito, não encontrei uma forma melhor de dizer — havia um sorriso travesso nos lábios dela, coisa que Justin estava começando a gostar em particular.

— Então está se vingando de mim? — puxou-a para perto, deslizando a mão por suas costas e tendo flashes de lembranças das vezes que fizera isso na noite passada.

— O que você acha? — inclinou o rosto, beijando a bochecha dele.

— Eu acho que você fica linda logo quando acorda — algo dentro dela se agitou, querendo que aquele momento se repetisse várias vezes num futuro muito próximo.

— Quer chá? — indagou, pegando a xícara e entregando para ele, que não hesitou e deu um gole. — Sabia que você ronca?!

— Eu não ronco!

— Ronca sim, e muito — devolveu a xícara para ela, que também bebeu.

— Que horas são? — procurou seu relógio.

— Ainda não está na hora de ir embora — disse ela, o encarando por cima da xícara. — A não ser que você queira...

— Claro que não — se sentou na cama, vendo suas roupas espalhadas ao redor da mesma. — Estou apenas preocupado com meus irmãos.

— Falando neles, você os deixou com a Rebecca de novo? — Justin sorriu, notando que havia um pouco de ciúmes na voz dela toda vez que pronunciava o nome da babá.

— Por que? Está com ciúmes de novo?

— Não sei, eu preciso sentir ciúmes? — arqueou as sobrancelhas, vendo-o se divertir com aquilo.

— Talvez — ajeitou-se, dobrando uma perna. — Quando cheguei em casa, depois que saí daqui, acho que ela flertou comigo.

— Toda mulher que conversar com você por cinco segundos não vai perder a chance de flertar, Justin — bebericou mais uma vez o chá.

— Eu sei que eu sou bonito, obrigada por relembrar — brincou.

— Não, é porque você trabalha no corpo de bombeiros.

— O que isso tem a ver?

— Toda mulher adora um herói, Justin — deu de ombros. — Você pode ser o cara mais estranho do mundo, mas se você tiver uma profissão que te faça um herói, elas não vão perder a chance — Justin a encarava, pasmo.

— Você me surpreende cada vez mais, sabia disso?

— Eu apenas sei o óbvio, oras! Além do mais — cruzou as pernas. —, eu não sei se preciso sentir ciúmes depois do que me pediu ontem.

— O que eu pedi? — fingiu, querendo que ela repetisse.

— Você sabe muito bem, não seja fingido.

— Eu quero ouvir você dizer — se aproximou, distribuindo beijos por todo rosto dela. — Diga.

— Não.

— Diz.

— Não vou dizer.

— Por que não?

— Porque não.

— Então me diz o que você respondeu — acariciou o rosto dela, que se aconchegou na mão dele.

— Sim — fechou os olhos por um segundo, abrindo em seguida e o encarando. Soube mais uma vez que queria ficar com ele para sempre, e as borboletas em seu estômago também confirmaram isso. Ao ouvi-la dizer, Justin se calou. Nenhum dos dois disse nada, aproveitando o silêncio confortável que lhes foi proporcionado.

— Eu tenho um presente para você — disse ele de súbito, se levantando e vestindo a cueca. Correu até a sala, procurando pela pequena caixinha. Encontrando-a em cima da mesa, pegou-a e correu de volta para o quarto.

— O que é? — se sentou na cama, entregando para ela.

— Abra — ela pegou, sentando-se sobre as pernas.

— Não precisava... — balbuciou olhando para o pequeno colar. — Eu não posso aceitar.

— Claro que pode — pegou o colar, indo para atrás dela e abrindo o fecho.

— Deve ter custado uma fortuna! — protestou, se inclinando para que ele colocasse. — Não quero que você fique gastando seu dinheiro comprando presentes para mim.

— Não faça uma desfeita dessas comigo — depois de fechá-lo, beijou o pescoço dela. — Deixe-me ver como ficou — ficou de frente para ela, admirando-a.

— E então? — ela ajeitou o robe, tocando o pequeno pingente com o rosto inclinado, tentando vê-lo. Olhou para Justin, que estava com os olhos fixos nela. — O que foi? — ele sentiu sua boca ficar seca, sendo tomado pela mesmo sensação que tivera na noite do jantar, quando a viu antes de sair de casa.

— Acho que eu sou um cara muito sortudo.

— Não seja bobo — Olivia corou, passando a mão pelos cabelos e os soltando.

— Eu quero tirar uma foto — pegou sua calça do chão, procurando o celular nos bolsos.

— Não! — exclamou ela. — Eu não fico boa em fotos, é serio — gesticulou quando o viu puxar o celular.

— Faça uma pose — ele procurou a câmera. — É para eu me lembrar de você sempre que estiver longe de mim.

— Justin, você mora do outro lado da rua — revirou os olhos.

— E quando eu não estiver em casa?

— Vai estar ocupado, não terá tempo para pensar em mim.

— Eu sempre estarei pensando em você, oras — ajeitou o celular, vendo-a esconder o rosto.

— Não, é sério — tentou pegar o aparelho, mas ele não deixou. — Para que você quer uma foto minha?

— Eu já disse — ele ria, tentando segurá-la. — Prometo tirar só uma.

— Só uma? — repetiu ela, estreitando os olhos na direção dele.

— Só uma — ele sorriu, vendo-a se afastar e arrumar os cabelos. Justin ajeitou o celular, enquadrando-a de forma que pudesse pegá-la por inteiro. Olivia ficou de lado, colocando os cabelos na direção oposta, apoiou as mãos na coxa e inclinou um pouco a cabeça, olhando na direção da câmera. Apertando o botão diversas vezes, Justin pode ver as fotos indo para a galeria. Por um segundo ela sorriu, e ele conseguiu capturar aquilo. Sentiu-se hipnotizado por aquele mar de olhos azuis, como se eles quisessem que ele fizesse alguma coisa que ainda não fora revelada.

— Chega — disse ela, voltando ao normal. — Deixe-me ver como ficaram.

— Não, você vai apagar que eu sei — ele colocou o celular de volta no bolso da calça.

— Está brincando?! Eu quero ver! — protestou, gesticulando.

— Um dia — disse ele, por fim.

— Eu te contei que estava recebendo telefonemas onde ninguém dizia nada do outro lado da linha? — ele tinha voltado a colocar o braço atrás da cabeça, deixando Olivia desnorteada.

— Não — franziu a testa.

— Pois bem, eu estava, e achava que era Juan quem estava me ligando — torceu os dedos, ajeitando o laço de seu robe.

— Mas? — Olivia respirou fundo, quase certa de que estava ficando louca.

— Eu tenho a sensação de que não era ele — inspirou, soltando o ar em seguida.

— Como assim? — uma onda de preocupação tomou conta do semblante dele.

— Não sei — ele estendeu o braço livre para ela, puxando-a para si. — Alguma coisa me diz que não era ele.

— Como foi sua conversa com ele? — apoiou o queixo na cabeça dela.

— Eu não disse metade das coisas que gostaria — Olivia fazia desenhos imaginários sobre o abdômen dele. — Mas se eu ficasse mais um minuto perto dele, provavelmente o teria atacado.

— E quanto as ligações?

— Essa aparição de Jack me deixou com uma pulga atrás da orelha, entende? — se levantou, procurando o rosto dele. — Eu não sei muito o que pensar sobre tudo isso.

— Certo.

— Não é para você concordar — o cutucou. — Tem que me ajudar a pensar em algo.

— Mas nós ainda não sabemos o que tudo isso significa, nem mesmo se era Jack quem estava te ligando — Olivia saiu da cama, ficando de pé.

— Vamos tomar café — estendeu a mão para ele que sem hesitar, a pegou. Eles se sentaram a mesa, da mesma forma como fizeram na noite anterior, e tomaram café da manhã.

— A propósito — disse Justin ao pé do ouvido de Olivia enquanto ela lavava alguns talheres. — Eu encontrei sua tatuagem.

 

 

 

 

Havia horas que Jack estava diante da tela de seu computador, olhando para aquelas imagens. Juan tinha feito um péssimo trabalho, mas ele não podia cobrar muito do velho. Quando tentou convencer Olivia de tentar reatarem, Jack ainda não sabia da existência de Juan. Assim, quando ela não quis escutá-lo, Juan caiu na vida de Jack feito uma luva. Juan estava precisando de dinheiro e Jack precisava convencer Olivia a reatar com ele. Era só unir o útil ao agradável. Jack ainda a amava, mas ela não entendia isso. Simplesmente porque não queria! Na primeira vez que fizeram amor, eles trocaram juras de amor e, uma delas, ela disse que o amaria para sempre. E agora estava se envolvendo com o bombeiro. Depois de uma bela conversa, Juan aceitou se juntar à Jack em um plano que tinha tudo para dar certo. Mas agora Juan estava preso e Jack precisava dar um jeito nisso. Na noite em que invadira a casa de Olivia — coisa que não teria sido necessária se ela tivesse aceitado Jack de volta —, Juan fora colocar uma pequena câmera de vídeo no quarto dela, a pedido de Jack. No começo, Juan se recusara a fazer aquilo, afinal, qual a lógica de colocar uma câmera no quarto da própria filha? Sem chances! Mas Jack o convencera de fazer aquela loucura, dizendo que ajudaria Juan a pagar sua dívida. A beira do desespero, Juan acabou indo até uma cafeteria com Jack e o deixado falar pelas próximas duas horas sobre tudo o que iria fazer.

 

Se Jack tinha assistido à conversa de Olivia com o bombeiro logo cedo? Sim. Se Jack tinha assistido a eles dois tendo relações na noite passada? Sim. Se Jack tinha escutado ela gemendo o nome dele? Sim. Jason? Jimmy? Justin? Sim, Justin. Então esse era o nome dele. Não havia conseguido assistir muita coisa, já que estava escuro, mas pode reconhecer a voz de Olivia. Era a mesma voz que ela fazia quando estava fazendo amor com Jack. Ele reconheceria aquilo em qualquer lugar. Ele mal tinha conseguido dormir no quarto alugado no centro da cidade, devido às enxaquecas que vinha tendo. Tomou mais algumas pílulas tarja preta na tentativa de eliminar a dor excruciante que estava sentindo. Abriu sua pequena garrafa de uísque e deu um gole. E depois outro. Em seguida mais três. Sabia que aquilo o poderia matar, mas ele já estava morto por dentro. Ela não quis voltar com ele. Não quis ouvi-lo. Ela tinha que ter escutado! Olivia não podia fazer aquilo com ele. Ela não sabia os motivos dele e não quisera escutar quando ele quis explicar. Ela estava tornando as coisas muito mais difíceis do que deveriam ser. Jack a amava, mas ela estava bancando a difícil. Jack faria de tudo por ela, mas ela estava preferindo se envolver com o tal Justin apenas para provocá-lo. Jack sabia que Olivia não amava Justin, não como ela o amou na época em que ficaram juntos. Jack se casaria com ela, sim. Eles se casariam, o mais rápido possível. Jack sabia que mais cedo ou mais tarde, ela voltaria para os seus braços, arrependida por tê-lo feito esperar todo esse tempo. Tentando substituí-lo com esse tal Justin. Fungou, puxando um cigarro do bolso e o acendendo. Olhando pela janela, Jack mantinha apenas uma fresta da cortina aberta. A claridade machucava seus olhos claros. No dia do festival, Jack tinha ido buscá-la, mas ela beijou o tal Justin bem na frente dele, dando inicio as enxaquecas que não pararam de surgir desde então. Por que ela tinha que tornar tudo tão difícil? Ela não dissera que o amaria para sempre? Quando Olivia esbarrou em Jack, ele já a estava esperando na esquina. A ação de Juan não tinha sido uma das melhores, mas serviu. Afinal, Jack foi a casa de Olivia e eles chegaram a conversar. Ela o serviu de um café. Jack sabia que Olivia não gostava de café, ela preferia chá. Ou ela poderia ter começado a gostar depois de começar a se envolver com o tal Justin. Então Olivia já estava mudando os velhos hábitos por causa desse cara? Não. Ela não podia fazer isso. Simplesmente não podia. Jack gostava de café e ela faria café para ele quando se casassem e fossem morar juntos. Ele compraria uma casa na Espanha e eles se mudariam para lá. Ele trabalharia no mesmo restaurante que trabalhara há um tempo e eles formariam uma família. Olivia daria aulas na universidade e eles leriam o jornal logo pela manhã. Jack a levaria para jantar todo fim de semana e a presentearia sem que ela esperasse. Mandaria flores com um cartão e eles fariam amor quando ele chegasse em casa. Ela deixaria a casa na mais perfeita ordem e o esperaria para jantar. Eles teriam lindos filhos, do jeito que ela sempre quis ter.

 

 

Fechando a cortina, Jack pegou seu casaco, desligou o computador e apanhou as chaves de seu carro. Desceu rapidamente as escadas da espelunca em que se hospedara, deixou algumas notas em cima do balcão para a recepcionista e empurrou a porta. Era sábado de manhã e o frio não estava poupando ninguém. Jack conferiu sua carteira, checando se o dinheiro que precisava estava ali. Sentou-se atrás do volante e dirigiu até a delegacia. Sabia que não podia dirigir depois de beber, mas o que ele podia fazer? Sua vista estava turva e ele estava suando. Minutos depois, estava estacionando de qualquer jeito na primeira vaga que avistou. Se encolheu no casaco quando desceu do carro, indo até a porta de entrada. Podia jurar que seus olhos estavam vermelhos, mas preferiu acreditar que as pessoas achariam que ele havia chorado. E de fato, havia mesmo. Chegou a recepção e pediu para falar com Juan Alonso. A recepcionista, uma mulher branca e acima do peso, disse que verificaria. Jack não gostava de mulheres acima do peso. Mais um motivo para ter escolhido Olivia. Pode notar uma caixa de doces logo ao lado do computador da mulher e sentiu seu estômago se revirar. Jack não gostava de comidas próximas às coisas de trabalho. Por mais que tivesse estudado gastronomia e tivesse trabalhado em vários restaurantes, Jack era muito responsável quando se tratava de ambiente de trabalho. Odiava trabalhar no meio de sujeiras e germes. Já impaciente, Jack viu a mulher se virar na direção dele e dizer que um policial iria acompanhá-lo até a cela de Juan. Mantendo uma certa distância do policial, Jack piscou algumas vezes enquanto andava, sentindo que cairia a qualquer momento.

 

— Dez minutos — anunciou o policial quando levou Jack até uma sala em particular, onde Juan já estava esperando por ele. Depois que Jack passara pela porta, o policial a fechou.

— O que você está fazendo aqui? — indagou Juan, com as mãos algemadas e apoiadas sobre a mesa no centro da sala. Jack franziu o nariz ao inalar o cheiro de mofo que aquele lugar tinha.

— Se acalme, velho — disse ele, sereno. Puxou a cadeira e se sentou. — A culpa não é minha se você não sabe fazer as coisas direito.

— Eu só estou aqui por sua causa! — bateu na mesa, fazendo Jack notar que havia uma veia enorme no meio da testa dele.

— Você colocou a câmera no quarto dela, certo? Fez sua parte do acordo — sua vista estava ficando turva novamente.

— Você está drogado, garoto? — indagou Juan, estreitando os olhos na direção dele.

— É claro que não — bufou.

— Ainda não sei como minha filha pode se envolver com um homem como você — se recostou na cadeira, visivelmente decepcionado.

— É mesmo, Juan? E você acha que é quem para chamá-la de “minha filha”? Acha que tem esse direito? Quem a abandonou foi você!

— E você também não fez isso? — havia sarcasmo no tom de Juan, fazendo o maxilar de Jack travar. — A única diferença entre nós, garoto, é que eu estou preso, e você ainda não.

— Escuta aqui, seu velho — se inclinou e Juan fez o mesmo, como se o desafiasse. — Espero que você não banque o espertinho para cima de mim, ouviu? Não ouse abrir a boca, ou então...

— Ou então o que, Jack? — os dois se fuzilavam, cuspindo as palavras. — O que você vai fazer comigo? Ou melhor, o que você acha que vai fazer com Olivia? Acha mesmo que ela vai voltar com você? Você a abandonou, Jack. A deixou sozinha e simplesmente sumiu — aquilo fora como um soco no estômago de Jack.

— Você não sabe de nada — Jack sabia que ainda podia precisar do velho, por isso ainda não o tinha matado.

— Será mesmo? A única coisa que eu sei Jack, é que ela não vai voltar com você. Ela não te ama mais. Você entende o que eu digo, não é? Ela está com o bombeiro agora, não se lembra mais de você — Juan sorriu, sabendo que aquilo iria ferir o orgulho de Jack. — Ela só sente ódio de você, garoto, e por tudo que você a fez passar!

— Você sabe que a única pessoa que pode te tirar daqui sou eu, não é? Pare de bancar o esperto para cima de mim, seu velho estúpido! — gritou, fazendo Juan rir.

— Eu não tenho mais nada para perder, garoto — gesticulou, relaxado. — Mas você não ouse encostar um dedo em Olivia, está me ouvindo Jack? Caso contrário, eu vou caçar você até o último bueiro registrado, está entendendo? Não coloque essas suas mãos pervertidas em um fio de cabelo dela — a tentativa de Juan de amedrontar Jack falhou, mas ele registrou perfeitamente aquelas palavras.

— Sabe de uma coisa Juan — Jack se levantou, limpando as mãos nas calças. — Eu já coloquei.

 

Voltando pelo mesmo corredor de onde viera, Jack atravessou a porta e correu até o carro. Precisava colocar seu plano em ação, antes que fosse tarde demais. Apertou os olhos, recebendo involuntariamente imagens borradas do tal Justin se movimentando em cima de Olivia, enquanto ela sussurrava o nome dele várias vezes.

 

 

To be continued...


Notas Finais


lembrando que, eu sairei de férias dia 03/07 e só volto dia 17/07, vou tentar escrever uns três capítulo pra não deixar vocês sem nada haha


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...