História Beyond Two Souls - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Fantasia, Naruto, Romance, Sakura, Sasuke
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Palavras 2.847
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Mais um dia, mais um capítulo. Esse foi particularmente complicado de escrever então espero que gostem! Nos vemos nas notas finais.

Capítulo 5 - Promessas


Os cinco caíram com um baque surdo no chão. Inoichi, impressionantemente, carregava Ino cuidadosamente nos braços. A garota estava fraca e meio inconsciente, mas estabilizada. Sua aparência era muito pior do que seu estado real uma vez que seu quimono estava completamente manchado de vermelho escarlate e sua palidez lhe dava um aspecto pútrido.

- Que droga! – Tsunade bradou levantando-se rapidamente. Eles observaram o local, meio confusos de seu paradeiro, porém logo em seguida se situaram: Sakura os tinha levado ao hospital. De algum jeito, tinham participado de um teletransporte conjunto.

Ela estava recostada em uma das paredes com os braços cruzados, em uma posição relaxada como se fosse uma coisa absurdamente rotineira.

Inoichi colocou a filha em um dos leitos e o silêncio permeava a ação de todos.

- Tudo bem. – Sasuke foi, surpreendentemente, o primeiro a dizer. – Pode começar a explicar. – Ele disse à Sakura.

Apesar de praticamente não se lembrar dela, algumas memórias ainda pairavam na mente do rapaz. Recordava-se vividamente que a moça de cabelos rosa não era conhecida por poderes extraordinários ou chamas esverdeadas. Na verdade, ele sequer tinha conhecimento da existência desse determinado poder.

- Não há nada que eu possa explicar. – Sakura respondeu dando de ombros endireitando seu corpo.  – Eu os trouxe ao hospital, minha parte aqui está feita. Agora eu preciso ir. – Disse virando as costas para o exótico grupo, porém Naruto a interpelou, segurando em seu braço, antes que pudesse sair pela porta.

- Me desculpe Sakura... – Sua voz era suave e ainda sim indicava uma agressividade contida. – Mas você tem muitas explicações a dar.

Sakura sabia que não poderia ir embora dessa maneira. Porém, tinha conhecimento que ela não deveria nem estar ali. Estava em uma posição perigosa naquele momento e voltar a Konoha apenas piorava as coisas.

- Eu vou avisar aos outros que estamos aqui. – Tsunade disse subitamente terminando de analisar o estado de Ino no leito lembrando-se de seu papel como Hokage. Apesar de tudo, o evento ainda estava em procedência e ninguém sabia do paradeiro deles.

Não havia muitas pessoas no hospital uma vez que o festival dava permissão para que todos comparecessem. Com tudo o que tinha ocorrido, Tsunade perdera a noção do tempo e talvez o desaparecimento repentino deles estivesse causando um pânico geral.

– Naruto, Sasuke não deixem que ela saia. – A loira falou enfaticamente o que fez a Haruno arquear uma sobrancelha.

A Hokage passou por Sakura encarando seus olhos esverdeados. Dúvidas giravam em sua mente e ela tentava desesperadamente procurar uma resposta nos enigmáticos olhos cor de esmeralda, porém tudo o que conseguiu foi algo sombrio. A mulher saiu do quarto e Naruto finalmente largou o braço de Sakura.

- Eu sei que vocês querem respostas. – Sakura falou sentando-se em uma das cadeiras de metal cruzando as pernas. – Mas eu não posso dizer nada. – Finalizou com um tom cansado. Estar de volta era exaustivo.

- Uma pessoa não desaparece por treze anos e volta dessa maneira! Nós... Merecemos respostas. – Naruto rebateu irritado. No fundo, o loiro sentia que havia uma traição por parte de Sakura.

Por anos ele e toda a vila acreditaram que ela tinha morrido, mas agora a garota estava bem a sua frente.  O loiro sentia um abandono profundo em relação a ela, sequer parecia a mesma pessoa que conheceu tantos anos antes.

- Eu achei que você estava morta... – Naruto voltou a falar. A agressividade ainda não tinha sumido, mas abria espaço para um sentimento de tristeza sórdida. Nem mesmo o loiro entendia a extensão do que sentia.

A Haruno olhou novamente para Naruto percebendo o abandono em sua postura. Desde que eram pequenos, os dois tinha se tornado motivo de rejeição para a vila e seus moradores, sem motivo aparente. E então, um se apoiou no outro para evitar que a dor do desprezo fosse grande demais.

E ela entendia o que se passava com ele. Ter sumido de tal forma talvez tivesse criado um grande buraco em Naruto. Mas os eventos daquele dia estavam fora do seu controle. Igualmente a situação em que se encontrava: ela não podia falar. Literalmente.

De repente, Sakura sentiu um desconforto. Aquele foi seu primeiro sinal.

Ela estava sendo convocada e precisava ir embora imediatamente ou as coisas apenas piorariam. Levantou-se subitamente da cadeira, o sentimento de urgência pulsando em seu corpo, e foi em direção à porta – não que precisasse daquela cerimônia toda – ela simplesmente poderia ir embora. No entanto, em sua mente algo sussurrava que ela não deveria ser tão expansiva em relação às suas habilidades.  

Porém, Sasuke se colocou a sua frente. Seu olhar era austero e sua postura altiva, o Uchiha sentia-se no controle. Sakura podia identificar em seu olhar a Fênix flamejante que ele representava. Os Deuses tinham escolhido perfeitamente o guardião do Ser Lendário do Fogo.

- Eu preciso ir. – Sakura disse baixo deixando implícito que não seria ele que a impediria de se retirar. Se Sasuke não tinha prestado atenção, ela não era mais uma garotinha indefesa.

- Eu não posso deixar isso acontecer. – Respondeu com a voz grave e os braços cruzados contra o corpo como se formasse uma barreira de proteção. Com o canto dos olhos, ela percebeu que Naruto também fazia um movimento de ataque para que ela não saísse dali.

De todas as pessoas, ele era o que mais tinha o direito de saber o que tinha acontecido. Ele era o que mais ansiava por respostas, uma vez que passou treze anos de sua vida as procurando.  

- Meu tempo aqui acabou. – A rosada disse tentando não fazer nenhum movimento extremo. Ela estava cansada daquele teatrinho e a dor em seu peito, o formigamento nas partes extremas de seu corpo apenas pioravam. – Eu preciso ir embora.

Notou que um corvo acabava de pousar na janela. Seus olhos inconfundivelmente brancos. O segundo sinal havia sido disparado. Não se tratava mais de uma simples convocação, mas de um aviso: se ela não aparecesse logo alguém iria intervir. E aquilo colocava todos no recinto em perigo.

- Sakura... – Ela se surpreendeu ao ouvir a voz de Ino a chamando. A rosada virou a cabeça para olhar a Yamanaka no leito fazendo um movimento de mão para que se aproximasse. – Por favor, fique. Eu preciso que você fique. – Pediu quase como um sussurro, a voz gradativamente tentando voltar a sua força natural.

Por alguma razão, Sakura lembrou-se das palavras da Deusa da Cura alguns minutos antes. Ela pedia que Sakura protegesse Ino e aquilo estava prensado em sua mente, no momento. Por algum motivo, Ino era seu elo vulnerável a esse mundo e ela desconfiava que se olhasse para Naruto mais uma vez a sua vontade de ficar seria maior. Não apenas de ficar, mas proteger.

De alguma forma, ao olhar os olhos azuis ela sentia que tinha um lugar em todo aquele mundo. Todavia, ela tinha consciência que seu lugar não era ali. Nunca tinha sido.

- Eu não posso ficar... – Ela começou a dizer e mais uma vez as palavras de Ilíria circundaram sua mente. – Eu tenho que resolver um problema... Mas eu volto. Agora eu não posso ficar, se eu continuar aqui pode se tornar um problema para vocês.

- Tudo bem. – Ino respondeu ligeiramente mais forte. – Mas prometa que vai voltar. – Pediu mais uma vez e a cada segundo Sakura se arrependia ainda mais de suas palavras. Porque aquela era uma promessa vazia, ela jamais poderia voltar. Esse era o acordo.

A dor se intensificava e Sakura pôde comprovar que ela se enfraquecia naquele mundo. Mais um motivo para não retornar. Contudo, algo dentro dela dizia que seu dever era estar ali. Sakura não acreditava em coincidências e algo muito forte gritava que o fato de todos aqueles eventos terem ocorrido não era algo aleatório. O Universo e o Destino não se convergiam daquela forma à toa.

Ela aproximou-se de Ino e segurou em sua mão. Sakura se surpreendeu com as próprias palavras quando as ouviu:

- Eu prometo. – E desapareceu do quarto.

***

Não conseguiu ficar de pé quando fez a passagem e acabou caindo com os joelhos. A dor era pior do que imaginava.

Atipicamente, estava escuro. O recinto era iluminado apenas por algumas velas mal distribuídas, a maioria em cima da gigantesca mesa de madeira. Juntamente, alguns livros antigos se empilhavam em todos os cantos.

Ele a esperava.

Sakura sequer fez menção que iria levantar, continuo ajoelhada no chão. Porém, desta vez se posicionou de maneira correta fazendo com que sua postura fosse o modo de reverência que ela precisava seguir.

Protocolo.

Mesmo assim, não disse nada. Ele continuou a mexer em alguma coisa, de costas para ela, ignorando sua presença. A garota estava acostumada com aquele tipo de tratamento, contudo achava muito estranho quando se prolongava por muito tempo. Ele a tinha convocado, afinal.

- Levante-se! – Ordenou e ela obedeceu na mesma hora. Apesar de todos os anos que tinha passado ao seu lado, ainda era difícil olhar diretamente para os seus olhos.

Não era um olhar comum. Eles exalavam terror, a morte vinha anunciada no preto do seu olhar circundado por um pequeno anel vermelho escarlate. Alguns diziam que se você olhasse por muito tempo seria capaz de capturar a sua alma. Por isso ela preferia deixar a cabeça abaixada até que ele a obrigasse a fazer o contrário.

Ele aproximou-se silencioso e agarrou seu rosto com violência, obrigando Sakura a encará-lo. Ele mais do que ninguém sabia os medos que a Haruno possuía e sempre usava isso a seu favor. Os dedos esqueléticos e acinzentados, ao mesmo tempo poderosos, ficaram fixados em sua mandíbula, não permitindo que ela se movimentasse.

- Vejo que está bem, minha querida. – Falou largando seu rosto. Sua figura parecia ainda mais imponente de perto. – Mesmo depois de caminhar no mundo dos homens, sem autorização. A sua audácia sempre me impressiona.

- Senhor...

Ela começou, porém foi interrompida brutalmente pela voz demoníaca do ser a sua frente.

- Calada! – Ele estava ligeiramente alterado, mas logo voltou a sua postura normal. Calmo e calculista. – Eu achei que tínhamos um acordo. E você acabou de quebrar cada clausula dele.

Naquele ponto, Sakura já havia percebido que a Deusa não tinha intervindo a seu favor. Por isso ela não confiava nos deuses. Eles obrigam você a fazer o que querem e em troca lhe oferecem uma grande pilha de nada.

Sakura percebeu, naquele instante, que tinha cometido um erro grotesco. E ela iria pagar muito caro por isso.

-Senhor! – Ela decidiu se defender. Apesar do medo que era latente, ela tinha convivido muitos anos naquele lugar. As punições eram severas, de fato, porém ela tinha pagado anos de penitência. Tinha enfrentado inúmeras dores e torturas, o que quer que lhe aguardasse ela estaria pronta. – A Deusa da Cura pediu a minha intervenção.

- É mesmo? – Perguntou com um tom de ironia. – E desde quando você trabalha para ela? Achei que seu contrato era comigo, ou estou enganado?

- Não, senhor. – Respondeu melhorando a postura e limpando a garganta.

Durante seu treinamento, ela tinha aprendido os perigos que o medo poderiam lhe causa e por isso fora ensinada a não sentir medo. Jamais. Porém, ao ficar de frente a ele com o seu espectro diabólico preenchendo o recinto era difícil não emitir o sentimento.

Ela tinha medo apenas de uma coisa. E essa coisa estava a centímetros de distância.

Sakura estava prestes a dizer outra coisa quando foi interrompida novamente por seu chefe, se é que ela poderia chama-lo assim.

- Você é uma boa guerreira. – Falou pegando a espada dela, que ainda se encontrava na bainha. - Desde pequena você mostrou sua irreverência e eu não me importei porque sabia que te fortalecia.

Ele brincava com o objeto reluzente nas mãos quase como se fosse uma caneta. A pele acinzentada pulsava em seus movimentos mais bruscos e as veias roxas saltavam lhe dando uma aparência monstruosa.

Em um movimento ríspido, ele perfurou a espada através do estômago dela fazendo com que Sakura ficasse mais uma vez de joelhos. Sangue começou a jorrar de sua boca e do local da ferida.

Vagarosa e meticulosamente, ele se abaixou ficando a milímetros da face dela. Ela sequer ousaria desviar o olhar. Uma das mãos estava sob o ferimento e ela tentava impedir que expelisse mais sangue por sua boca. O gosto metálico ficava pior a cada segundo.

- Mas algo que te ensinei há muito tempo... – Falou sussurrando em um tom grave enquanto colocava a mão na espada e a empurrava mais para dentro fazendo Sakura gemer de dor. – Nunca me desobedeça.

Finalizou arrancando o objeto com violência o que fez a garota cair no chão. O grito de dor, antes sufocado, irrompeu através de sua garganta causando dor nas pregas vocais.

Ela sabia que mais estava por vir. Ela sabia que havia infringido regras essenciais. Mesmo assim, não tornava a situação melhor. A rosada tinha aprendido a suportar diferentes dores e ferimentos, porém não com ele. Sua presença a desestabilizada.

Antes que ele pudesse continuar sua leve sessão de tortura, alguém abriu a porta com brusquidão. Seu chefe apenas levantou o olhar ainda não acreditando que alguém tivesse a capacidade de interrompê-lo de tal maneira.

Todavia, não era nenhum de seus subordinados. Muito pelo contrário, era um emissário dos Deuses.  

O ser divino adentrou o recinto de forma confiante. Por um momento, Sakura questionou se ele sabia onde estava se metendo com toda aquela empáfia. Caminhava de maneira altiva com o capacete prateado reluzindo em uma das mãos. As magníficas asas azuis preenchiam o cômodo com uma luz capaz de cegar um ser humano.

Tudo a seu respeito significava luz.

Palavras não precisavam ser ditas. Um emissário dos deuses naquela altura poderia significar apenas uma coisa e Sakura, por segundos, agradeceu mentalmente não se esquecendo da promessa de Ilíria de ajudá-la. Não deveria ter duvidado da mesma e esse era um arrependimento que precisaria aprender a carregar.

De qualquer forma, Inval decidiu seguir com as formalidades estabelecidas.

- Abençoados sejam pelos Sóis. - O emissário disse. Seus olhos eram de uma tonalidade azul impressionante, mesmo assim, não o deixavam mais humano ou cálido. Apenas o faziam mais distante e poderoso.

Nenhum dos dois respondeu as saudações. Sakura já havia aprendido a sua lição: ela não respondia aos Deuses.

O sangue já havia cessado e o ferimento se curado. A única coisa que lhe restara era o sangue na boca que a deixava com uma aparência doentia. Combinava com o local em que se encontrava.

Seu chefe, contudo, sequer fez questão de encarar o emissário. Voltou-se a sua mesa jogando a espada da garota aos seus pés. Inval por um momento parou para observar toda aquela cena e olhou de esguelha para Sakura que continuava agachada em uma poça de sangue. Porém, não se pronunciou. Afinal, aquele era o local perfeito para esse tipo de serviço.

- Venho em nome dos Doze Deuses para lhe entregar uma solicitação. - Inval finalmente revelou o motivo de sua visita como se fosse uma grande surpresa. Ele esticou o braço revelando um envelope amarelado com o símbolo das doze casas.  

A presença de Inval no recinto carregava consigo um contraponto ao local árido em que se encontrava. Ele estava ainda mais perto daquela figura acinzentada e no momento eram completamente antagônicos. Os dois eram o perfeito maniqueísmo humano: bem versus mal.

Embora não fosse seguro dizer nada disso a respeito dos dois. Sakura tinha vivido o suficiente para saber que não existia apenas dualismo na vida.

 

Mais do que um pedido, essa solicitação é um alerta.

O planeta Terra já não é mais o mesmo e agora corre perigo. Há milênios juramos proteger não apenas o mundo humano, mas o mundo dos cósmicos e deixamos nossos filhos na Terra para que o juramento não fosse quebrado.

Mas o que vem é maior do que antecipamos.

Pedimos uma intervenção da guerreira de elite Haruno Sakura para proteger nossos filhos e pedimos mais uma vez. Eles não estão preparados para o que vem a seguir. Nem mesmo nós estamos.

Solicitamos que ela fique na Terra, por tempo determinado, para que os Guardiões consigam forças o suficiente para se preparem para o que está por vir. Não apenas a Casa do Cervo corre perigo, como todos nós.

A ameaça que se abate sobre nós é algo que apenas o sobrenatural conseguirá lidar.

 

A carta terminava assim. Vaga do jeito que os Deuses sempre adoraram, porém com informações cruciais. Se até mesmo os seres divinos duvidavam do futuro do universo, as coisas realmente não estavam como aparentavam.

Há muito tempo Sakura havia notado a perturbação no universo. O Destino uma vez sussurrou através dos ventos que algo grande estava por vir, embora ela ainda não pudesse enxergar ou ouvir.

Contudo, ao voltar ao mundo humano, ao ver Kimimaro com aquele poder proibido nas Dimensões Infinitas suas superstições faziam sentido. Algo maligno se aproximava, silenciosamente e por entre as sombras, e ela tinha impressão que não era apenas o planeta Terra que corria perigo.

Talvez, a terra dos não vivos também.

 


Notas Finais


Quem será que é o chefe da Sakura? A pergunta fica no ar...
Esse capítulo não teve tantas emoções, mas possui informações cruciais para o futuro da história.
Quero avisar que, infelizmente, a frequência das postagens vai diminuir bastante porque minhas aulas da faculdade voltaram. O que quer dizer que postar de semana em semana vai ser complicado, porém não vou abandonar o projeto! O próximo capítulo já está sendo escrito.
Qualquer erro me avisem!
Comentários são sempre muito bem-vindos.
Beijos!


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