História Bibidro: The Flash - Capítulo 1


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Categorias Bianca Tatto Marques (BIBI), Pedro "SrPedro" Montanari, Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso
Personagens BIBI Tatto, Pedro "SrPedro" Montanari
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Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, espero que gostem. Boa leitura 🌸🤙🏽

Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction Bibidro: The Flash - Capítulo 1 - Piloto

(Pedro) 

Meu nome é Pedro Allen e eu sou o homem mais rápido do mundo. Bom, as pessoas só conseguem ver uma mancha vermelha correndo pela cidade, advinha? Sou eu. Mas primeiro, pra ouvir essa história, você tem que acreditar no impossível. 

Bom, eu passei a minha vida inteira correndo, muitas vezes dos valentões. Às vezes escapava, mas às vezes não. 

Eu tinha 10 anos quando... bom...

14 Anos Atrás 

Eu estava dormindo, mas acordei com alguns barulhos vindo lá de baixo, na sala. Olho para meu aquário de peixes, e algo muito estranho estava acontecendo, a água do meu aquário começou a subir, como se não tivesse mais gravidade. 

Eu desço pra saber o que estava acontecendo, mas quando chego na sala, minha mãe está dentro do que parece ser um círculo de raios, de repente, vi um homem de amarelo. 

Nora Allen (mãe): corre, Pedro, corre!! 

Pedro: MÃE!! 

De repente meu pai desce também e me segura. 

Henry Allen (pai): Pedro, Corre!!! 

Pedro: MÃE! 

De repente, eu não estou mais na minha casa, como se tudo tivesse sido um sonho, mas não foi. Por sorte, sabia onde estava. Estava a alguns quarteirões da minha casa, volto pra lá correndo. 

Assim que chego, a polícia está na frente de casa e meu pai está algemado e sendo levado até o carro de polícia, por dois polícias. 

Pedro: pai?! PAI!!!! 

Henry: Filho!! Não entra na casa, Pedro!!! - ele olha para os polícias - o que vai acontecer com meu filho?!?! 

Pedro: Pai!!!! 

Henry: PEDRO, NÃO ENTRA NA CASA!! - os polícias empurram meu pai pra dentro do carro e fecham a porta. 

Eu vou correndo pra dentro de casa e vou até a sala, onde estava acontecendo o “acidente”. Vejo vários e vários polícias. Vejo um corpo dentro de um saco azul, me aproximo e me ajoelho ao lado do saco. Levanto ele e vejo minha mãe... morta. 

Pedro: mãe?! - sinto uma lágrima. 

Fábio West (policial): ah, Pedro... não era pra estar aqui. 

?: detetive West, você conhece ela?

Fábio: ah, sim. Nossos filhos são amigos. 

?: e este garoto? O que faremos com ele?

Fábio: está tudo bem, eu vou... levá-lo pra casa. 

Dias Atuais

Eu estava indo para o trabalho, pois estou atrasado. Isso não é nenhuma novidade. 

Eu sou assistente do detetive Fábio West/ meu pai adotivo, eu cuido de analisar os casos e etc. 

vou esbarrando em todo mundo na rua e pedindo desculpa. 

Assim que chego no local do crime, o nosso chefe (chamamos ele de Capitão) começa a dar sermões em mim, como sempre. 

Capitão: atrasado de novo, não é, Sr. Allen? 

Pedro: desculpe, Capitão. Eu estava... - interrompido. 

Capitão: qual vai ser a desculpa desta vez? Não me diga que deve problemas com o seu carro. Eu não acredito mais nessa desculpa, sabe por quê?

Pedro: porque eu não tenho carro... - digo abaixando a cabeça. 

Capitão: chega de atrasos. Analisa logo esse caso. 

Fábio: ah... Pedro... trouxe o que eu te pedi? - fala tentando justificar meu atraso. 

Pedro: ah... - eu penso um pouco - trouxe! - eu tiro metade de uma barra de chocolate do meu bolso - eu... comoium pouco porque fiquei com fome.

O Fábio revira os olhos. 

Pedro: ah... bom... - eu abaixo e analiso as marcas do carro deixadas na cena do crime - o Carro da fuga é um Mustang Shelby GT500. Esse modelo tem um pneu muito largo que é específico dele. É de 30 centímetros com uma banda assimétrica. Tem mais alguma coisa... 

Eu me levanto e vou até o capitão, ele tem uma caneta no bolso de seu casaco, eu pego. 

Pedro: obrigado! - me abaixo de novo e pego um pouco do que estava no chão com a ponta da caneta, eu cheiro - Excremento fecal. Animal, eu imagino. - eu aguardo a caneca em um saquinho plástico, para analisar as fezes depois.

Capitão: essa caneta... meu pai me deu, antes de morrer. 

Pedro: Oh... desculpe. 

~Continua...


Notas Finais


Obrigada por ler. Até o próximo Cap. Bjs.


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