História Billdip - De novo, Bill. - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Angst, Bill Cipher, Billdip, Billxdipper, Dipper Pines, Fluff, Gravity Falls, Pós-final
Exibições 314
Palavras 1.072
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Slash
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


(eu sinceramente não sei como o Bill chama o Sixer na versão em português, então vai ficar Sixer ou seis dedos mesmo xc)

Capítulo 14 - Exausto



Bill abriu os olhos lentamente. Sua cabeça latejava e era pior do que a última vez, se sentia cansado como nunca. A primeira coisa que percebeu foi a luz entrando pela janela, deixando as mechas de cabelo que caiam sobre seu rosto ainda mais claras. Com um grunhido, tirou as mechas da frente de seu campo de visão, colocando uma mão na testa e tentando parar a dor de cabeça.
— Eu nunca vi isso acontecer antes, quando ele estava em forma humana ainda tinha seus poderes... Isso provavelmente é exaustão. — Uma voz grossa disse — Ainda é muito cedo para ele usar os poderes assim, esse corpo de adolescente não pode aguentar tudo isso e trocar de forma não é uma possibilidade com essa pequena quantidade de energia. Ele provavelmente já sabia disso, mas queria usar seus poderes logo.
— Bill é irresponsável demais como humano. — outra voz falava, e dessa
vez o loiro reconheceu a voz de seu amado Pinheirinho, que estava sentado na ponta do sofá. Por sinal, o mesmo sofá que Bill estava deitado, com um cobertor sobre seu corpo.
— Ah, você acordou. Como se sente? — perguntou Dipper, com preocupação clara em sua voz. Só agora Bill notou que estava com seu tapa-olho, percebendo que foi provavelmente Dipper que o
colocou para que Stanford não visse seu outro olho. Mas que fofo e considerável da parte dele!
— Já estive melhor. — disse, agora se sentando no sofá.
Geralmente Bill Cipher consideraria dor como algo hilário, mas isso era simplesmente horrível. Sem contar que as roupas formais que estava usando eram extremamente desconfortáveis para ficar deitado no sofá. Agora estava seriamente se arrependendo de ter trocado de roupas assim que conseguiu os poderes...
— O que aconteceu comigo?
— Resumidamente, depois que seus poderes voltaram, você os usou deliberadamente e sua forma humana não aguentou tanta energia. — respondeu a outra voz, que apenas agora Bill percebeu que era de Stanford.
— ...Eu sou forte. É impossível isso ter acontecido comigo.
— Você pode ser, mas esse corpo não. — Dipper respondeu, tentando o empurrar de volta para uma posição deitada no sofá da sala — Tivô Ford disse para você não se esforçar muito, a não ser que queria que sua situação piore.
— E quem disse que ele está dizendo a verdade? Provavelmente ele só disse isso para eu não tentar usar meus poderes. Eu estou errado, Sixer?
Bill lançou um olhar para o mais velho, os dois se encarando por um bom tempo até Dipper resolver interromper.
— Uh... Então...
— Eu preciso de um pouco de ar fresco. Não se metam em confusão. — Stanford disse, extremamente sério, cerrando as sobrancelhas para Bill ao enfatizar a palavra "confusão" e saindo da Cabana, batendo a porta um pouco forte demais.
Bill e Dipper se entreolharam.
— Por que vocês são tão estranhos um com o outro?
— Nós temos um passado complicado, Pinheirinho. — respondeu, se deitando novamente e fechando os olhos.
— Oh.
Dipper queria perguntar mais, mas na situação que Bill estava não era uma boa ideia. Colocou uma mão sobre a testa dele: a febre ainda estava presente, mas ele parecia um pouco melhor que antes.
— Eu sei que você não quer escutar o Tivô Ford, mas você realmente deveria tentar descansar.
— Sério? E se for culpa dele que não consigo usar meus poderes direito? Eu não sei o que ele fez comigo enquanto eu estava dormindo!
— Bill, eu estava aqui e ele não fez nada. — suspirou novamente — Você sabe que eu nunca deixaria ninguém te machucar, mesmo se for o Tivô Ford. Eu tava do seu lado hoje cedo, lembra?
E era verdade. Se não fosse por Dipper, talvez esse corpo humano nem sequer estaria vivo.
— Pinheirinho.
— O quê?
— Me protegendo assim... É um ato tão... tão...
Valente?, Dipper pensou, Corajoso?
— Tão fofo!
— Ugh, achei que você já tinha parado com isso.
— Mas você é adorável, Pinheirinho! Eu quero muito te esmagar. Se quiser, posso arranjar dentes de veado pra você! Quantos você quiser! — Bill disse animado, apertando as bochechas do moreno.
— Bill, não faz isso... — corou, tirando a mãos do loiro de seu rosto — Você precisa descansar. Quanto mais cedo se recuperar, mais cedo vai poder usar seus poderes de novo.
— Mas, Pinheirinho, eu não consigo dormir sem você... — Bill mordeu o próprio lábio inferior na intenção de fazer uma expressão fofa, e droga, estava funcionando muito bem.
— ...Vem aqui.
O loiro se sentou, jogando seu corpo no outro, abraçando a cintura dele e encostando o rosto no ombro do mesmo, puxando o cobertor para cobrir os dois.
— Só até você dormir. Não quero que o Tivô Ford nos veja assim.
— Mhm...
Dipper sorriu, vendo o rosto calmo do outro enquanto dormia. Ainda não conseguia entender como aquele garoto fofo, com o rosto cheio de sardas e cílios longos queria dominar o mundo e causar o apocalipse. Bill já era fofo como um doritinho, mas agora sua fofura tinha sido multiplicada por mil.
Perdido em seus próprios pensamentos, Dipper demorou para perceber que seu tio-avô os observava da porta.
— Como você faz isso? — Stanford se aproximou dos dois jovens, focando sem olhar no loiro.
— O quê? — o moreno corou. Aquela
não era a melhor das situações para ser encontrado por seu tio-avô.
— Bill é muito diferente com você. Eu nunca vi ele agir assim antes, e ele parece confiar muito em você também.
— Oh. Eu não sei... Acho que ele só precisava de alguém que entendesse ele. É claro que eu não passei pelo que ele passou, mas eu tento entender o que ele sente. Não como "Bill Cipher, o demônio dos sonhos", apenas como "Bill". — explicou, passando uma das mãos pelas mechas claras de Bill, falando baixo para não o acordar.
Ford não sabia o que dizer. Dipper era tão ingênuo em dar uma chance para Bill, mas ainda sim parecia se esforçar para entender o demônio e fazer com que ele não se sentisse sozinho. A este ponto, até mesmo Stanford estava começando a acreditar que ele poderia não ser tão horrível assim, apesar de tudo. Porém não significava que Bill já estava perdoado por tudo que fez, tanto à família Pines quanto a cidade de Gravity Falls.
— Dipper, tenho algo a te dizer. Se realmente não vai desistir de Bill, então... — Stanford sorriu, olhando nos olhos de seu sobrinho-neto — Cuida dele. Você sabe, às vezes o Bill pode ser uma peste.
O adolescente retribuiu o sorriso com um maior ainda.
— Sei muito bem como é, Tivô Ford.


Notas Finais


apenas avisando que o próximo capítulo é ó último c:


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