História Billdip - Minha Bolinha de Pelos Demoníaca - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Personagens Originais
Tags Billdip
Visualizações 419
Palavras 1.409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


► A imagem utilizada na capa não é de minha autoria.
► Não estou mais postando essa fanfiction no Nyah!
► Apesar do verdadeiro nome do Dipper já ter sido revelado, decidi manter Dipper mesmo, tanto por costume quanto pelo fato dele ser chamado assim no desenho.

Aqui vou eu com uma nova fanfiction!
Primeiro, gostaria de avisar para quem leu a minha antiga fic "De novo, Bill", essa aqui inicialmente seria uma versão alternativa dela. Porém, acabei mudando bastante coisa e agora não há relação alguma entre as duas, no máximo algumas semelhanças no início!

...Essa fic vai ser uma mistura de fofura e impurezas, preparem-se /q

Capítulo 1 - Um Gatinho Endiabrado


Dipper nunca gostou de gatos.

Nunca teve um porque sua mãe era alérgica, mas não é como se quisesse de qualquer forma, mesmo agora que tinha idade o suficiente para morar sozinho. Gatos eram criaturas peludas e malvadas e sempre o encaravam quando ia à casa de alguém que tinha um.

Por esse motivo, assim que ouviu os miados do lado de fora de seu apartamento, automaticamente tentou ignorar. Realmente tentou, mas era um dia chuvoso, e se sentia mal por qualquer um que não estivesse em casa nesse frio... 

O moreno relutantemente abriu a janela, e ali estava ele: um gatinho pequeno, amarelo, com grandes olhos azuis. A criaturinha tremia de frio, e assim que teve a oportunidade entrou no apartamento e se escondeu debaixo do sofá. Dipper suspirou e fechou a janela, já prevendo as consequências de ter deixado um felino entrar em sua casa. Só por hoje, pensou, não sou tão cruel a ponto de deixá-lo de fora.

Ao escutar um miado baixinho, abaixou-se o suficiente para poder ver o gatinho escondido, encolhido no pé do sofá. O moreno sentiu seu coração apertar um pouco, talvez tal criaturinha não merecesse passar por isso.

Estendeu sua mão para o felino, lentamente.

— Vem cá, gatinho... Não vou te machucar. — disse, baixinho, tentando não o assustar. Mas sua tentativa foi em vão, visto que o gatinho já estava tão apavorado que o movimento de Dipper o fez encolher-se mais ainda.

Dipper saberia que deveria desistir, mas resolveu ao menos pegar uma toalha quentinha e deixá-la próxima ao sofá — talvez estivesse sendo bonzinho demais, provavelmente estava, mas isso não importava mais.

Para a surpresa do jovem, assim que se ajoelhou com a toalha na mão, o gatinho rapidamente espreitou-se para fora de seu esconderijo. Analisou Dipper com os olhos, curioso, e segundos depois já estava deitado no colo dele. Era inegável: o gatinho era extremamente fofo, adorável, e ainda fazia questão de observar Dipper com aquele rostinho inocente.

— Aww, você é um gatinho bonzinho. — murmurou o moreno, vendo o felino se encolher novamente, mas desta vez parecendo confortável.

Envolveu melhor o pequeno na toalha, deixando-o aquecido, e assim que a criaturinha dormiu Dipper sentiu sono também. Era sexta-feira e estava cansado da faculdade, certamente dormir com um gatinho fofo e peludo no colo não parecia uma má ideia.

Não parecia, mas era.

Assim que Dipper acordou, percebeu que o gatinho meigo havia sumido. Não só isso, mas havia sido substituído por uma pessoa estranha com orelhas de gato que dormia em seu colo.

— Quem... Quem é você?! — Dipper perguntou, de certa forma desesperado, como se qualquer um não ficasse apavorado em uma situação daquelas.

E sua resposta foi um miado fino, porém longo; a pessoa estava se espreguiçando e miando ao mesmo tempo. Dipper não havia visto algo tão estranho desde sua época em Gravity Falls, quando era criança!

— ...Eu estou com fome. — falou, ignorando a pergunta de Dipper, então se levantou e se espreguiçou novamente.

Agora o moreno podia vê-lo completamente: era um garoto de cabelos louros, não muito alto, de pele um pouco morena e olhos claros... E estava totalmente nu.

— Ai meu Deus, por que diabos tem um pervertido na minha casa? — Dipper se levantou correndo, pegando uma peça de roupa aleatória que encontrou no sofá e jogando para o loiro — ...Por favor, veste isso!

— Não vou vestir suas roupas nojentas. — murmurou o estranho, lambendo sua própria mão como se realmente fosse um gato — Você tem leite na geladeira?

O rosto de Dipper já estava queimando, em uma mistura de raiva e vergonha.

— Eu- Eu vou pegar o leite se você colocar essas roupas. Ou ao menos se cobre com elas, por favor... — falou desesperadamente, se virando e correndo para a cozinha.

Ao chegar lá, o moreno já estava totalmente apavorado, com um pouco de raiva e muita confusão junto. Quem era aquele cara louco, o que ele fazia ali e por que só de vê-lo Dipper já se sentia irritado? Sinceramente, com aquela atitude, qualquer um ficaria irritado... , pensou, pegando um copo do armário e enchendo de leite. Suspirou e tomou coragem para voltar para a sala; só esperava que o garoto tivesse a decência de ter se vestido nesse tempo...

— Ah, que demora. — O loiro puxou o copo da mão de Dipper assim que o viu, pelo menos agora vestido. As roupas que usavam eram as favoritas de Dipper: os jeans escuros, a camiseta branca e a sua única jaqueta boa. Mas agora estes eram apenas detalhes, o importante era que o sujeito estava vestido.

— E-Então — começou o moreno — Quem é você?

— Você não se lembra de mim, garoto? Pensa bem! — O meio-gato abriu um sorriso largo, terminando o copo de leite e lambendo os próprios lábios.

— Eu não me lembro de ter conhecido alguém tão irritante antes. A não ser...

— A não ser quem, Pinheirinho? — Seu sorriso alargou-se mais ainda, e o loiro colocou o copo sobre a mesa de vidro da sala em um movimento gracioso demais.

— Você..? Mas, como-? Bill?! — Assustado, Dipper recuou rapidamente. Como aquilo era possível? Bill Cipher não estava morto..?

— Aww, você se lembra de mim mesmo depois desses 8 anos! Ou foram 9? Sabia que você sentiria minha falta de qualquer forma! — riu, se jogando no sofá sem tirar aquele sorriso macabro do rosto.

— O que você quer aqui, Bill? — rosnou Dipper, aproximando-se com os braços cruzados.

— Ah, Pinheirinho, como você está atrevido! O Dipper que eu conheci nunca se aproximaria assim de mim- Mas que fofo! — riu mais uma vez, inclinando a cabeça para o lado — Não se preocupe, garoto, meu alvo ainda não é você. Eu preciso exterminar outro demônio primeiro.

— Exterminar outro demônio..? Mas se seu objetivo é realmente esse, por que você veio aqui? — perguntou Dipper, desconfiado e ainda espantado com a situação toda.

— .... — Bill parou um pouco antes de responder, como se estivesse pensando em uma desculpa boa — Talvez eu quisesse fazer as pazes com você!

— Nós dois sabemos que isso é mentira, Bill. Acho que você já pode começar a contar toda a verdade, incluindo a explicação para... Isso. — falou, apontando para as orelhas de gato.

— É uma longa história, garoto. O que importa é que — Se aproximou mais ainda do moreno, quase encostando a ponta de seus narizes — eu quero lhe propor um contrato.

— ... Um contrato?

— Não se lembra? Um acordo, um trato, um contrato! Assim como nos velhos tempos. — Bill sorriu novamente, o que irritaria Dipper se este não estivesse tão apavorado.

O moreno podia sentir a respiração do outro de tão perto que estavam, mas não queria recuar apenas para não demonstrar seu medo.

— Por que eu faria um contrato com você? Que tipo de acordo você está planejando..?

— Simples, Pinheirinho! Você me ajuda por um tempinho, e eu pego leve com você quando for me vingar da sua família.

— O quê?! Não vou te ajudar apenas para você nos matar depois!

— É uma troca justa. Não é como se eu quisesse matar vocês, de qualquer forma. Tortura não necessariamente envolve morte!

— E o que me impede de simplesmente te expulsar daqui nesse exato momento?

— ...Aw, você não faria isso, Pinheirinho.

— Se você não me der um bom motivo em vinte segundos, é o que vou fazer.

— Mas- Você não pode simplesmente-

— Sim, eu posso sim. — Dipper respondeu, irritado, abrindo a porta do apartamento em uma questão de segundos e empurrando o loiro para fora.

— Garoto-

— Eu não sou obrigado a lidar com você, Bill. — o interrompeu, fechando a porta e a trancando sem pensar duas vezes.

Por mais estranho que pareça, nada mais aconteceu. Bill não disse nada do outro lado da porta, nem quando a chuva começou novamente. Dipper morava no primeiro andar do prédio, e a porta de seu apartamento já levava direto para a rua — mas sinceramente não ligava se o demônio estava ou não tomando chuva. A este ponto ele já deve ter ido embora, pensava Dipper, ou ao menos eu espero que ele tenha ido.

Então pelas próximas duas horas, o jovem simplesmente ficou deitado no sofá, pensando no que havia acabado de acontecer. Era uma confusão gigante, e o mais bizarro de tudo era que o famoso triângulo demônio apareceu em sua casa numa forma totalmente estranha: meio-humano, meio-gato, e claramente nu. Que bom que ele colocou as roupas, ao menos...

E foi nesse momento que Dipper percebeu seu maior erro:

Bill ainda estava com as suas roupas favoritas.


Notas Finais


Aí está o primeiro capítulo!
Eu ainda estou meio incerta com essa fanfiction, se continuarei ou não com ela, então qualquer comentário é super importante ´v` ♥


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