História Billdip !Swap - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines
Tags Billdip, Gravity Falls, Romance, Yaoi
Visualizações 62
Palavras 1.147
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Festa, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Kuroneko:Atualizei a fic

Capítulo 24 - Mentiras não tem perdão



Cap. 23 Mentiras não tem perdão.
Pov. Bill
Cá estou eu nessa manhã de domingo sozinho em casa com minha caneca de chocolate quente, pote de sorvete de creme e assistindo “Como eu era antes de você”.
- por que você não o deixa logo? Ele vai morrer que eu sei!- disse reclamando.
?- olá!- alguém falou do lado de fora da cabana.
- hum- não liguei pra essa voz.
?- olá? *toc toc toc*
- já vai!- gritei deixando minha Bad um pouco de lado.
?- o- oi eu to perdido- era um garoto, pele clara, cabelos pretos até o pescoço, tinha lindos olhos verdes, usava um casaco azul, blusa branca, uma calça preta e um tênis branco da Nike.
- e o que eu tenho haver com isso?- fui grosso mesmo e foda-se, fechei a porta e voltei para minha Bad... Até ouvir batidas excessivas na porta- TÁ BOM CARAI!- fui até a porta a abrindo- entra!- o puxei pra dentro com raiva.
?- o- obrigado- ele disse meio tímido e corado- p- pode soltar minha mão- percebi que ainda estava apertando a mão dele.
- desculpa- disse soltando a mão dele e ficando meio sem graça.
?- então... O que você tava fazendo?- ele perguntou quebrando o gelo.
- eu tava... Assistindo TV- ele olhou pra sala e viu aquele lindo clima depressivo.
?- v- você tá bem?- ele perguntou meio preocupado.
- estou sim, por que a pergunta?
?- hum... Talvez porque você esteja assistindo um filme de drama romântico, com sorvete de creme e chocolate quente?- ele fala apontando para cada coisa naquele mundo de Bad.
- bem... – eu ia dar uma desculpa, mas ele saiu na frente, desligou a TV e pegou o pote de sorvete.
?- pode continuar- ele começou a comer o sorvete e eu fiquei meio vermelho em ver que ele tomou o sorvete na mesma colher que eu... “Beijo indireto”.
Demoraram mais ou menos uns 5 minutos explicando a historia, mas eu omiti a parte de Dipper ser um demônio e a parte de queimar as roupas dele.
?- nossa cara que droga- ele disse com olhar de pena.
- pois é, mas nem tudo são flores na vida- eu me levantei para colocar a caneca na pia, mas ele foi mais rápido e me deu um abraço.
?- calminha, ele era um idiota- ele disse fazendo cafuné na minha cabeça- se ele deixou você nesse estado tão ruim, ele é um idiota com certeza- eu decidi ceder e o abraçar de volta, mas ele é mais alto que eu, ou seja, meu rosto ficou em seu peito e eu pude perceber que ele não tem batimentos... PERA ELE NÃO TEM BATIMENTOS?!
- Cara você não tem batimentos?!- perguntei me separando um pouco dele e ele me olhou estranho.
?- bem... Essa é uma longa historia- me sentei pegando um pacote de doritos.
- continua ai- abri o pacote e comecei a comer.
?- beleza- ele começou a explicar- eu sou Daniel Karwin, sou um humano meio fantasma e é por isso que não tenho batimentos- ele disse muito de boa e eu tava tipo WTF?!
- quer dizer que você tá m- m- mo...
Dani- morto? Não, eu só não tenho batimentos- ele disse se sentando- qual o teu nome mesmo?- ele perguntou e foi quando eu saquei que não tinha me apresentado.
- meu nome é Bill, Bill Pines, eu sou humano normal e tenho batimentos- disse com um sorriso bobo.
Dani- hahaha eu gostei de você- ele disse rindo e eu meio que corei- você fica fofo corado.
- o- obrigado- disse meio nervoso e ele sorriu “meu Deus que sorriso”- bem... Se você é um tipo de fantasma você tem poder, né?
Dani- claro- ele saiu do próprio corpo!
- AHHH PELO AMOR DA VIRGEM MARIA.
Dani- não precisa gritar esse é meu poder, virar fantasma e meio que consigo atravessar paredes, ficar invisível, possuir corpos e o melhor de tudo tele transportar- ele falou cada coisa realizando as em seguida cada poder.
- que legal!- depois disso ficamos meio que brincando de pique-fantasma, esconde-esconde que ele sempre ganhava e no fim decidimos brincar de invocar o Charlie-Charlie que o Dani dizia ser um cara bem legal.
Dani- agora temos tudo? Velas?
- conferi.
Dani- caneta e lápis? 
- conferi.
Dani- papel escrito sim ou não com uma cruz?
- conferi- depois disso fizemos lá aquela coisa, mas ficou meio pesada a situação.
Dani- fala você- ele disse balançando minha mão.
- Charlie-Charlie cê tá ai?- nada aconteceu.
Dani- fala de novo- ele disse apertando minha mão e eu já tava ficando nervoso.
- Charlie-Charlie cê quer brincar?- eu comecei a suar frio quando o lápis começou a mexer para... O sim!
Dani- agora pergunta se “ele quer?” Você ou eu, pra brincar- ele disse de olhos fechados.
- Charlie-Charlie você quer eu ou o Daniel?- do nada o lápis começou a flutuar e a girar, parando depois de um tempo em... MIM?!
Pov. Daniel 
Eu to fazendo uma trolagem com o Bill, eu sempre tive essa mania de dar susto nos meus amigos sendo novos ou velhos... E é por isso que eu não tenho muitos... Ou melhor, nenhum amigo.Aquele negócio do lápis se mexer fui eu.
- é Bill, parece que- nessa hora sai do meu corpo humano e virei fantasma- VAMOS BRINCAR!- fiz minha voz ficar assustadora e meus olhos verdes ficarem azuis.
Bill- AHHHH!!!- ele gritou de medo.
- HAHAHAHA devia ter visto a tua cara- comecei a rir voltando ao normal.
Bill- seu desgraçado! Eu quase tive um ataque cardíaco se você não tem batimento pelo menos respeita quem tem!- ele disse com um pouco de raiva.
- ok, desculpe foi brincadeira- disse estendendo a mão- esse é meu jeito de começar amizades e se você não morreu de ataque cardíaco é porque você é espacial, então... Amigos?- ele olhou pra mim e eu já esperava um...
Bill- mais é claro- ele apertou minha mão e nós dois rimos muito, passou assim aquela tarde de domingo que, particularmente, foi a melhor da minha vida e olha que eu tenho 18.000 anos então é muita coisa. Depois disso fizemos um lanche e começou uma tempestade lá fora.
- nossa que chuva, né Bill?... Bill?- ele tava encolhido no sofá- você tem medo de tempestade?
Bill- n- não AH!- ele gritou com o barulho do trovão também se escondendo no sofá mais ainda.
- calma, Bill, eu to aqui- o abracei.
Bill- obrigado Dani- ele disse antes de pegar no sono.
- boa noite meu fofinho- disse de um jeito um tanto bobo, mas tudo bem e em seguida adormeci junto ao Bill “eu não sei direito o que sinto por esse humano com batimentos cardíacos, mas eu sei que o quero pra mim, acho que isso é o amor”.
 



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