História Biohazard-792 (Interativa) - Capítulo 3


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Exibições 75
Palavras 2.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal! Como estão?
Bem, eu resolvi soltar o primeiro capítulo da fic por que eu realmente estou bastante ansiosa pra começar ela! Espero que vocês gostem do meu estilo de escrever e tals, sou bem antiga aqui no AS - tipo... bem antiga mesmo, huahua - e eu tenho muitas expectativas pra essa fic, então eu realmente espero que vocês a apreciem! :D

Deixe-me explicar como vai ser a fic.

Ela vai ser dividida em arcos, ou seja, como uma série. Existe o arco da cidade, o arco da prisão, o arco de Alexandria, Hilltop, etc (por exemplo). O primeiro arco será passado em Nova York, quando todos os habitantes ficam sabendo da doença e os primeiros infectados começam a aterrorizar tudo. Os personagens ainda vão estar bem imaduros, não sabem pegar em armas ainda, então vai ser uma coisa bem simples. Vou dar mais ou menos uma semana de um arco pra outro, e cada arco ficará com 10 a 12 capítulos! Bem, espero que tenham aprovado a ideia. :3

Sem mais delongas, vamos para o nosso primeiro capítulo. Ele vai apresentar os primeiros personagens, ao decorrer do que o resto do pessoal faz a ficha eu vou colocando os personagens aqui.

Aguardo os comentários! <3

Capítulo 3 - Estágio 1


Fanfic / Fanfiction Biohazard-792 (Interativa) - Capítulo 3 - Estágio 1

Olivia insistia em tomar mais um drinque.

A antiga investigadora da cidade de Nova York, agora sucumbia nos bares da cidade, sempre tomando drinques para espantar o sofrimento. Desde a morte do seu marido, ela simplesmente tocou o foda-se para o mundo e não quis saber de si mesma. Existem traumas que perduram na vida de uma pessoa, e Olivia não soube superar o dela.

- Ei, Olivia. - chamou o Barman. - Você já tomou o suficiente por hoje, quer que eu chame alguém pra te levar pra casa?

- Eu sei me cuidar sozinha. - ela fala indiferente.

E realmente sabia. Olivia se cuidou sozinha nos últimos anos e isso a fez se sentir extremamente sozinha por todo esse tempo. Nenhum outro homem seria capaz de se colocar no lugar do marido dela, o falecido Rick Cooper. Ele teve uma morte trágica, e Olivia viu tudo, isso a fez sentir nojo de si mesma e desejar todos os dias que morresse no lugar dele.

Olivia observa as luzes do bar piscando do lado de fora. Ela paga no balcão e ajeita seu casaco de couro, saindo logo em seguida. As luzes continuavam piscando. Estava perto do Natal.

Olivia se lembra das boas épocas que eram o Natal junto com a sua família. Ela havia se mudado bem nova pra cidade grande e agora desejava ir embora o mais rápido possível.

As pessoas andavam agitadas, animadas para a época mais feliz do ano, para presentear e receber presentes. Infelizmente, Olivia não iria receber e nem entregar presentes para ninguém. Ela continuou andando até a esquina para pegar um táxi. O noticiário da TV passava alguma coisa sobre o CDC, o Centro de Controle de Doenças.

Olivia não deu muita importância, e entrou no táxi quando ele parou na sua frente.

O taxista fala:

-  Eu deveria estar em casa hoje.

- Isso é problema meu? - ela pergunta um pouco fria.

- As pessoas estão dizendo que tem uma doença se espalhando, isso com certeza é problema seu, moça. Deveria ficar perto da sua família, seu namorado.

- Eu não tenho ninguém. - ela fala olhando para a rua que ficava para trás. - Essa doença é perigosa?

- O CDC não informou muita coisa.

- Bem-vindo aos Estados Unidos. - ela ironiza.

- Isso é moleza. Já passamos por isso várias vezes, não é mesmo?

- É... é mesmo.

Olivia mal viu o tempo passar, quando chegou no prédio em que morava e deu a gorjeta para o motorista.

- Se cuide, moça. - o motorista falou, indo embora em seguida.

Olivia deu um pequeno sorriso e entrou no prédio.

Não era lá tão luxuoso. Ela teve que pagar várias coisas quando seu marido morreu e acabou se mudando de apartamento pra esquecer do ocorrido. Esquecer era um trabalho difícil.

Olivia entra em seu apartamento e automaticamente liga a tv. Era o mesmo noticiário que passava no telão da rua, só que agora tudo estava num tom mais sério. Ela aumenta o volume da TV enquanto pega um copo de água e um remédio.

- Este com certeza será uma época não tão legal, ao contrário dos outros anos. Cientista da CDC alertam para que as pessoas evitem locais com muita gente e não comprem nada de restaurantes ou lugares desconhecidos. Um novo vírus escapou do laboratório de Denver e já temos informações de que ele chegou em Nova York.

Olivia se sentou para escutar o jornalista.

- Apesar de tudo isso, sabemos que vamos ter uma grande recaída na economia do país, isso vai afetar muitos comerciantes de lojas e restaurantes, além dos bares também. - O jornalista dá uma pausa e sua feição muda de comum a assustado. - Atenção, uma notícia de última hora nos informa que já existem mais de cinco casos que levam a crer que seja do novo vírus e o número só pode aumentar. O governo nos alerta a ficar dentro de casa e a não receber visitas por enquanto, até que a situação melhore. Logo dentro de 10 minutos, voltaremos com mais informações.

 

 

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Quando Jade soube da notícia, imediatamente ligou para o seu pai vir logo para casa. Ela estava preocupada com a situação e quase ordenou que ele viesse.

Os dois estavam morando na cidade grande fazia pouco tempo. Jade estava gostando do clima, mas nenhum deles esperava que essa doença fosse começar logo quando a vida deles estava prestes a dar certo na cidade grande.

Quando seu pai chegou, ela o abraçou forte dizendo:

- Onde você estava, pai?

- Olha, você sabe que eu não sei pegar metrô.

- O noticiário disse pra evitar locais com muita gente. - ela disse preocupada.

- Pois então eu dei sorte, o metrô estava praticamente vazio. Acho que as pessoas souberam dessa doenças tão rápido quanto a gente. Tive que passar na casa de Richard pra deixar um material de esqui, mas acho muito improvável que ele saia depois dessa notícia.

- Todos estão preocupados, Pai. - Jade fala ligando novamente a TV. - Olhe. O CDC acabou de avisar que cinco casos foram confirmados em Nova York, e pior, num hospital perto desse quarteirão.

- E o que você sugere que a gente faça?

- Temos que ficar em casa o máximo de tempo possível. Temos comida estocada pra um inverno inteiro, e remédios é o que não falta.

- Você fala como se essa doença fosse o fim da humanidade.

- Nunca se sabe. Eu nunca vi o CDC tão preocupado assim, os cientistas estão quase enlouquecendo.

- Falaram dos sintomas?

- Ainda não. Mas ouvi boatos de que tinha a ver com hemorragia interna, algo assim.

O pai de Jade pegou seu crucifixo no pescoço e o agarrou, pedindo por proteção para sua filha e ele.

Os dois estavam mais do que apreensivos. Haviam acabado de chegar na cidade grande, erma novatos e mal sabiam pegar um metrô. Eles eram exatamente o tipo de pessoa que sempre se dá mal em casos de emergência.

Jade abraça o pai novamente enquanto assistem o noticiário. Ela pensa que em qualquer circunstância que as pessoas estivessem, que elas se protegessem. Mas aquilo tudo já era tarde demais.

 

 

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O bar de Benjamin Fletcher andava parado nos últimos dias. Ele havia acabado de fechar todas as portas quando ouviu o noticiário falar de uma doença desconhecida se aproximando. Ben sempre fora um homem um pouco cético, e não gostava de ouvir boatos, mas pelo o que parecia, esses casos eram realmente verdade.

Terminou de colocar o trinco na última janela e aumentou o som da TV, pegando uma cerveja no freezer. Seu bar era modesto, nem luxuoso, nem humilde demais. Ele o reformou e deixou do jeito que queria, e aquele era o seu orgulho, depois de tanta dificuldade que passou na vida.

- O vírus foi denominado de Bio-792, que é uma abreviação de Biohazard. Cientistas estão estudando mas as informações que garantimos é que a doença é altamente contagiosa, ainda não sabemos o que pôde ter causado a infecção, mas acabamos de ser informados que o CDC emitiu agora mesmo um alerta epidêmico. Além de outras informações, sabemos que todos deverão ficar em casa e não sair a custo algum.

Ben simplesmente não acreditou quando ouviu aquilo. Seu bar iria cair pra zero e isso era preocupante.

Ele pegou o telefone e ligou para Amanda, uma velha amiga que morava longe dali. Ele tinha muito carinho por ela, apesar de ser casada.

- Amanda?

- Oi, Ben! Você viu o jornal?

- Vi sim. Já me considero falido.

- Olha, você não tem com o que se preocupar com isso. As pessoas vão evitar locais cheios e isso vai diminuir a chance de você contrair essa doença. Você sabe que eu não aguentaria ver você assim, não é?

- Você fala como se fosse solteira, nos tempos de rua.

Amanda e Ben passaram por quase a mesma coisa. Seus pais abandonaram os jovens e eles passaram a morar em lares temporários ou até mesmo se virar na rua.

- Nos acertamos na vida. Mas eu ainda sinto falta de ficar com você e darmos aqueles passeios, furtar alguma frutaria, haha. - ela ri.

- Você era ótimo no furto. E o seu marido, como está?

- Ele ainda reclama muito. Eu ainda sustento ele e não sei por quanto tempo isso vai durar, Ben.

- Sinto muito, Amanda. Se eu pudesse ajudar de alguma forma...

- Não, Ben. - ela o atrapalha. - Não precisa. Eu preciso que você se cuide, por favor, ok?

Ele demora a responder, mas então diz:

- Eu também quero que você se cuide.

- Ben... eu amo você. Não se esqueça disso, ok?

Ben ouve um barulho estranho e ela desliga repentinamente e ele acha aquilo muito estranho. Ele se assusta quando um mendigo bate na janela pedindo um trocado e ele logo vai dar dinheiro e um pouco de comida pra ele. O mendigo agradece e ele diz:

- Ei, amigo. Se cuide.

O mendigo agradece novamente. No fundo, Ben sabia que algo de errado estava pra acontecer.

 

 

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Theodore Garret bebia um vinho sozinho, sentado na sua poltrona, de frente pra sua lareira. Seu trabalho lhe garantia um bom dinheiro, mas nada disso importava pra ele.

Mas nem sempre The levou uma boa vida. No começo, seus pais o batiam, mas isso não o desanimou. Cursou a faculdade de Medicina e se especializou em Psiquiatria, logo depois em Neurologia e em Neurocirurgia. The é um homem de muita inteligência, mas toda essa inteligência não lhe deu seu bem mais precioso. Apesar de toda a vida que ele levava, Theo não conseguia ter filhos e isso foi o fim da picada para a sua esposa.

Ela pediu divórcio e hoje Theo está pensando em sua vida, e em como acabar com isso logo.

Theo não tinha simplesmente uma razão para viver. Não tinha uma esposa, não tinha filhos, não tinha família. Iria passar o Natal sozinho e isso era o pior castigo para ele.

Depois que desligou a TV, ele resolveu ligar novamente e viu que o CDC emitiu um alerta epidêmico para a cidade de Nova York.

- Que estranho. - ele disse para si mesmo.

Lembrou de ter ido trabalhar e de não ter quase nenhum paciente em sua área. Tudo estava completamente normal mais cedo.

- Tranque suas portas. O alerta epidêmico se tornou maior, e agora temos casos vindos do Brasil e de Paris. O vírus não está só em Nova York. O alerta agora é pandêmico, repito, o alerta é pandêmico. - Dizia o jornalista nervoso.

Theo repousou a taça de vinho sobre a bancada perto da sua poltrona e se levantou quando ouviu um grito vindo da rua. Imediatamente ele afastou a cortina da janela e pôde ver a cena brutal de um homem saindo de sua casa, totalmente ensanguentado, como se tivesse hemorragia interna e seu sangue saísse por todos os seus orifícios.

O homem tentava atacar uma mulher que estava assustada com a sua aparência. Ele agarrou a mulher pelos cabelos e mordeu seu pescoço arrancando a sua jugular. Sangue espirrou por todo perímetro onde eles se encontravam enquanto a mulher gritava de dor até o seu último suspiro.

Theo assistiu a tudo aquilo com um único pensamento em sua mente: "Essa doença faz isso? Essa doença faz as pessoas atacarem as outras?"

Ele trancou a sua porta e esperou por algum sinal, por alguém, mas então se lembrou que não tinha ninguém.

- Eu não vou sucumbir aqui!

Rapidamente, Theo pegou seu casaco e abriu a porta do prédio, mas acabou esbarrando em uma pessoa.

- Ei, me desculpe. - ele disse.

A mulher responde:

- Sem problema. Eu que passei correndo! Ei, você também viu o noticiário?

- Sim, bem, eu acabei de ver.

- Não está pensando em sair do prédio não é?

- É exatamente o que eu estou pensando. E você?

- Achei que eu fosse a única louca.

- Posso te fazer companhia? Eu não tenho ninguém. - Theo fala meio desconfortável. - Ninguém mesmo.

- Não me importo. Também não tenho ninguém. - a mulher fala meio cabisbaixa. - Podemos juntar os suprimentos e sairmos do prédio. O que acha? 

- Estou pensando em chegar numa casa que eu tenho longe daqui. Se tiver alguma parada próxima eu posso te levar até lá, ou se quiser...

- Ótimo. Qual o seu nome? - a mulher pergunta.

- Theodore. Mas me chamar de Theo, e o seu?

- Olivia Cooper.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
No próximo capítulo vão ter outros personagens, eu espero! Por favor, agilizem com as fichas aqueles que reservaram aparência! Haha <3
Até o próximo! Não se esqueçam de comentar! :3


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