História Biohazard-792 (Interativa) - Capítulo 5


Escrita por: ~

Exibições 64
Palavras 2.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem a demora! Fiquei muito ocupada com o lançamento do meu livro e tive que fazer várias coisas, huauhua
Mas já voltei a ativa, e quando houver outro lançamento eu já digo a vocês que irei ficar ocupada!
Sem mais delongas! Eu já arranjei todos os personagens principais, são esses que estão na imagem do capítulo! Os outros personagens serão secundários, ok?
Ainda estou esperando a ficha de uma garota @nojin, e depois dela não estarei aceitando mais nenhuma nesta temporada! Só abrirei na próxima, ok?
Quando abrir mais vagas eu aviso a vocês! Uhuul!
Boa leitura! Não deixem de comentar! <3 <3 <3

Capítulo 5 - Estágio 4.


Fanfic / Fanfiction Biohazard-792 (Interativa) - Capítulo 5 - Estágio 4.

Não foi fácil para Broke sair do manicômio.

Ela teve que andar pelas ruas sozinha e tentar encontrar alguém que a ajudasse. Mas acabou ficando sozinha novamente. Para Broke, a solidão era algo que ela já havia se ajustado. Ficar trancada num hospital psiquiátrico não era nada fácil, e sua personalidade foi moldada de acordo com a sua vivência no hospital.

Uma garota esperta e muito engenhosa não podia ficar dentro de um quarto fechado, esperando ser infectada.

Quando Broke saiu do hospital, a Ala D, onde ficavam os pacientes mais agressivos, já havia sido totalmente evacuada, porém, o ônibus o qual levava os pacientes, foi invadido por infectados e posteriormente tocado fogo. Broke não podia esperar que isso acontecesse com ela também. Simplesmente não podia sentar e esperar coisas piores chegarem.

As ruas estavam vazias, e nenhuma pessoa ameaçava olhar a janela, para observar o lado de fora. Havia sangue espalhado em algumas calçadas. Broke sentiu um calafrio percorrer a sua espinha e subir a sua cabeça. Aquela sensação de alerta, seus sentido estavam aguçados demais para prestar atenção em uma coisa de cada vez.

A roupa do hospital não ajudava, e ela sentia cada vez mais frio. Seus pés descalços doíam no asfalto gelado da rua.

Ela estava assustada, mas precisava arriscar. Não morreria naquele hospital.

Foi quando Broke viu uma pessoa deitada no chão. Era um homem, e estava a meio metro de distância dela.

- Olá? - ela chamou. - Estou precisando de ajuda. Você poderia me ajudar?

O homem não respondeu, e Broke percebeu que havia algo de errado, quando o homem se levantou de uma forma grotesca e se aproximou dela como se fosse uma presa. Broke percebeu que aquele era um infectado. Imediatamente ela começou a correr, pois nem sequer encontrava algo útil pra se defender.

O cansaço não podia vencer a mulher, mas ela não havia comido nada desde o dia anterior. Broke sentiu seu coração acelerar e sua respiração ficar ofegante. Olhou para trás e percebeu que o homem já estava quase pegando nos seus cabelos.

Foi quando num súbito momento, um carro passou de raspão atrás de Broke e atropelou o infectado.

Um homem de preto saiu de dentro do carro e parou em frente ao infectado atropelado, que apesar de ter sido partido ao meio, ainda sentia sede e fome de sangue e carne humana. Broke observou o homem de preto tirar uma adaga do bolso e enfiar na cabeça do infectado, que logo parou de se mover.

O homem olhou para Broke, que apesar de assustada ainda tinha forças para ficar de pé. Ela não sabia o que falar, e nem como falar.

- Você matou aquele homem? - Broke pergunta.

- Ele já estava morto a muito tempo. - O homem responde rápido.

- Você salvou a minha vida! Qual o seu nome? - ela pergunta.

- Erza Black. - ele demora a perguntar - E o seu?

- Broke Vega. Eu... sai do manicômio.

- Eu não perguntei. - o homem fala indiferente. - Bem, eu estou indo a Washington, caso você pare em algum lugar por aí, eu posso te dar uma carona.

- Eu não tenho pra onde ir! Por favor me leve com você!

- Moça, eu nem conheço você.

- E nem eu! Mas mesmo assim você salvou a minha vida, fez uma boa ação. Pra que lugar de Washington você está indo?

- Me disseram que havia uma colônia longe dos infectados por lá. Soube que quem não tivesse infectado poderia ficar por lá até que isso acabasse.

- E se isso não acabar? - Broke pergunta receosa.

- Isso vai acabar. - Erza fala. - Tem que acabar.

Ele caminha até o carro e Broke o acompanha, dizendo:

- Você vai me deixar acompanhar você?

Erza pensa, e por mais que ele não queira, ele diz:

- Você não é uma ameaça pra mim, mas se tentar alguma coisa, eu te mato. Entra pelo outro lado.

Broke fica feliz e entra no carro confortável de Erza, e enquanto ele verifica tudo, ela pergunta:

- Você tem pretensão de juntar um grupo e irmos todos juntos para Washington?

- Bem, talvez. Você foi a primeira pessoa não infectada que eu encontrei faz 2 dias.

- Vamos nos dar bem. - Broke afirma.

Erza dá partida no carro e diz:

- Assim espero.

 

 

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Ben já não aguentava mais ver Aya chorar.

Depois de um tempo, Claire começou a apresentar febre e fraqueza.

- Eu não suporto ver ela assim. - Aya falava.

- Eu também não. Precisamos dos medicamentos logo.

Aya abraça Ben e por mais que ela fosse pequena ele sentia seu coração bater mais forte. Certo que ela era mais nova que ele, mas isso não mudava o fato de que ele já supria bastante carinho por ela. Já fazia uma semana desde que Ben salvou Aya do frio da noite e dos infectados lá fora, e eles não puderam sair pra canto algum. Isso matava Aya por dentro. Saber que Claire poderia estar infectada e não poder fazer muita coisa.

- Aya, olha pra mim, - ele dizia. - Vamos conseguir. Vamos tirar Claire dessa, ok?

Com lágrimas nos olhos, Aya afirmou com a cabeça e voltou a abraçar Ben. Ele se sentia um pouco envergonhado, mas ao mesmo tempo bem. O abraço daquela garota valia muito mais do que mil beijos de uma mulher gostosa. Era sincero, confortável e sem interesses.

Neste momento, alguém batia na porta e Aya logo se assusta. Era a primeira vez em uma semana desde que alguém batia na porta do bar de Ben. Receoso, Ben pega seu cutelo e logo se aproxima da porta, vendo de relance ser duas pessoas, aparentemente indefesas.

Mas Ben tinha se que ser precavido. Ele pergunta:

- Quem está aí?

- Só precisamos de um pouco de água. Por favor. - responde um homem.

- Estão infectados? - ele pergunta novamente.

- Não. Mas há perigo nas ruas, temos informações, por favor nos deixe entrar.

Aya pega uma faca perto do balcão e diz:

- Deixem eles entrarem.

Ben abre a porta e deixa os indivíduos entrarem. Era um homem e uma mulher, ambos sujos de sangue nas roupas e bem cansados.

O homem e a mulher observam o lugar e o homem aperta a mão de Ben, dizendo:

- Obrigado por nos deixarem entrar. Está um caos lá fora. Qual o nome de vocês? Eu sou Theodore e esta é a Olivia.

- Ben. - responde Ben.

- Aya.

- Vocês são parentes ou algo assim? - Olivia pergunta.

- Conheci Aya como estou conhecendo vocês. Ela estava na rua.

- Isso é verdade, Aya? - Theo pergunta.

- Ben não mente. - Aya fala grosseiramente.

Olivia e Theo se entreolham.

- Não precisam desconfiar de mim. - Ben diz. - Eu não faria mal a alguém como Aya, ela veio com Claire e eu ofereci comida as duas. Claire precisa de remédios.

- Podemos ver ela? - Olivia pergunta.

Ben olha pra Aya, que está de trás do balcão e diz:

- Podem. Vamos.

Theo e Olivia seguem Ben. Aya ainda segurava a faca por precaução, mesmo que não quisesse segura-la.

Ao entrar em um quarto dentro do bar, Olivia e Theo souberam do teor da situação. Olivia aponta uma faca para a garota que está deitada e se tremendo de febre. Ben aponta o cutelo para o pescoço de Olivia, Theodore aponta o bisturi para Ben e Aya aponta sua faca para Theo.

- Vocês não vão fazer mal a Claire. - Ben diz.

- Ela está infectada. - Olivia diz.

- Acredite, ela está infectada. - Theo ajuda Olivia. - Nós já vimos isso acontecer, é questão de tempo até ela apresentar hemorragia interna.

- Não digam isso!! - Aya gritaa apontando mais ainda a faca para Theo.

- Ela só precisa de remédios. - Ben diz. - Vocês tem que sair daqui.

- Não podemos. Vai haver uma transmissão, daqui a pouco. O governo vai declarar aos cidadãos o que vai fazer quanto a isso. - Olivia fala.

Ben olha para os dois desconhecidos e pronuncia:

- Ninguém entra nesse quarto a não ser eu ou Aya, estão me ouvindo? Eu posso atirar meu cutelo a uma distância muito boa, podem ter certeza.

- Vamos confiar em você, mas precisa confiar na gente. - Theo diz. - A garotinha está doente. Não tem mais jeito.

- Conversamos sobre isso depois da transmissão.

Os quatro voltaram para o bar e Ben se afastou de Aya para conversar com Olivia e Theo.

- Olhem, eu sei que ela está doente. Eu sei que mais cedo ou mais tarde ela vai morrer, mas eu não posso tirar a esperança da Aya. - Ben fala para os dois.

- Entendemos a sua situação. Vamos ajudar vocês a encontrarem remédios, mas temos que nos certificar do que o governo irá falar primeiro.

- Certo.

Em seguida, todos de juntam em frente a TV e então o plantão de notícias começa. Havia uma única jornalista, e ela não estava muito bem. O que antes podia a ser uma modelo, agora ela estava como gente comum, sem maquiagem alguma e com um nervosismo aparente.

- Boa noite a todos os cidadãos americanos. - Ela começa. - É com grande pesar, que informamos sobre o falecimento do nosso presidente, que apresentou sintomas do nov vírus e veio a falecer esta manhã. E também é com grande pesar que nos despedimos de todos os canais de televisão daqui em diante. Para quem não está informado, todos os canais de televisão estão parados or motivos óbvios: as pessoas estão ficando doentes. Não há quem possa deter a doença, e a CDC fechou suas portas para pesquisas inteiramente internas. Não há mais explicações. Sentimos muito ao dizer que todo o globo continua sofrendo. Os governos continuam caindo e por incrível que pareça, os mortos estão voltando a vida, violentos e sedentos por carne. Eles estão contaminando tudo. -  Ela respira e continua. - Ficar em casa já não adianta mais. Procurem abrigos, andem em grupo, e principalmente, não se esqueçam, os infectados devem ser mortos o quanto antes. Não há uma cura conhecida. A Biohazard 792 está aos poucos destruindo a raça humana. Em Washington, há um abrigo para os saudáveis e vocês poderão encontrar uma esperança por lá. Por favor, sobrevivam. A polícia não vai ajudar vocês. Isso é um alerta de terrorismo biológico, uma pandemia. Só Deus pode nos ajudar agora.

A transmissão acaba e a TV fica totalmente preta.

- Eles desligaram os satélites de televisão. - Olivia diz.

Aya sai de perto de todos para se acalmar e Ben comenta:

- Temos que ficar juntos, procurar outras pessoas e unir forças para chegar em Washington. É a nossa única chance de sobreviver.

Ao dizer isso, eles começam a ver as pessoas saindo das suas casas, alguns desesperados e outros mais desesperados ainda. Aya começa a chorar e Olivia coloca a mão na boca para não soltar um grito de desespero. Estava tudo acabado. A doença havia vencido e eles iriam precisar de ajuda, mas de uma ajuda deles mesmos.

Theo tocou no ombro de Ben e perguntou:

- O que vamos fazer com Claire?

Ben olhou para Aya que estava chorando como uma criança e disse:

- Precisamos de remédios.

 

 

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Mino, Jade e seu pai ouviram a transmissão praticamente estáticos.

- O que merdas vamos fazer agora? - Mino pergunta.

- Juntar suprimentos, pegar mochilas, arranjar armas e darmos o fora daqui. - Jade diz.

O pai dela já estava começando a juntar as coisas.

- Ei, mas calma, e o meu trabalho? - Mino pergunta.

- Por Deus, Mino! Não existe mais trabalho! Estamos em um alerta de perigo biológico, temos que fugir daqui!

- Ok, ok! No que eu posso ajudar?

- Você tem um carro? - o pai de Jade pergunta.

- Tenho. - Mino responde.

Jade chega perto dele e diz:

- Mino, você é o cara.

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Ainda tem mais dois personagens pra aparecer, mas é só nos próximos capítulos!
Não se esqueçam de comentar! Beijos!! <3


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