História BirdTale- Romance Entre Asas - Capítulo 2


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags (friskxsans), Birdtale, Frans, Sanrisk, Sansxfrisk, Sundeymisto, Undertale
Visualizações 290
Palavras 837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Um dia de "folga".


Capítulo 2  -  Atualizado  -  Um dia de “folga”

 

 Pondo os pés na casa, uma onda de conforto invadiu seu peito e ela, estranhamente se acalmou. As paredes eram pintadas de amarelo clarinho e o chão, feito de madeira. Em sua frente havia uma escada que levava para baixo, o que pensou ser o porão, á esquerda uma entrada, onde podia se ver uma poltrona e uma lareira, á esquerda, via-se um corredor com três portas. Em passos largos ela caminha para o corredor, girou a maçaneta, que jurou estar trancada, e se deparou com um quarto que lhe parecia infantil. Um armário de madeira clara, um abajur, baú de brinquedos e uma cômoda com 3 ou 4 gavetas, ela não prestou muita atenção nisso, mas em cima haviam cadernos e tralhas interessantes. Saiu do quarto e foi para a segunda e misteriosa porta, girou a maçaneta, mas ela estava trancada e só então ela reparou que havia uma placa pendurada na porta. “Quarto interditado” – Dizia a placa, ou ela achava que dizia, já que todas as escolas que ela ia, ela era rejeitada e “expulsa”. Deu de ombros e seguiu pelo corredor, onde havia a última porta, parou em frente da mesma e abriu ela. Uma cama de casal, ou algo parecido, uma estante cheia de livros e em cima um vaso que continha flores douradas que se destacavam em tudo. E por ultimo, havia uma mesa e uma cadeira, a mesa continha papéis, canetas, livros e cadernos. Algo parecido com um diário chamou a atenção de Frisk, que com a curiosidade de uma criança, viu-se  com ele em mãos, abrindo e lendo um trecho... “Por que o esqueleto queria um amigo? Porque ele se sentia ossolitário.” – Frisk soltou uma risadinha nasal, fechou o livro lentamente com a mão e o colocou onde o achou. Enquanto se afastava da mesa, sentiu-se culpada por ler as coisas dos outros sem a devida permissão... Ao passar pela porta, sua asa raspou na batente de madeira e uma farpa penetra sua asa direita.

    - OWT!! – gritou – M-minha asa... – Tentou move-la e a única coisa que aconteceu foi dor.

 Maravilha! Se antes elas estavam machucadas, imagine agora. Bufou e resolveu ver a sala que havia á direita quando ela havia chegado. Parecia uma sala de estar... só que com uma única poltrona e uma lareira, mais para frente havia uma mesa com 2 cadeiras... Andou até a poltrona e se sentou na mesma.

    - Fofinho... – Disse para si mesma.

 De repente, um cheiro maravilhoso começou a se espalhar pela sala, hipnotizada pelo cheiro, seguiu ele até uma pequena cozinha composta por uma pia, uma geladeira e um fogão. Em cima da pia, havia uma torta enorme!

Acho que não fará falta...- Pensou, pegando uma fatia, com facilidade, já que a corta já estava cortada e colocou em um prato.

 A torta era fofinha e cheirosa, o gosto deve ser maravilhoso. Pegou um garfo e deu uma garfada na torta, levou o talher com torta até a boca e deu uma mordidinha. Ela abriu suas asas de repente.

    - M-maravilhoso...- Disse de boca cheia e começou a comer mais, aproveitando o gosto com sabor.

 A cada garfada era um “MMMMMMM” em tons diferentes. Deu a ultima mordida em sua torta, já que a mesma se acabara, restando apenas um prato sujo.

    - Queria pegar mais um... mas seria falta de educação – Colocou o prato sobre a pia e seguiu para o primeiro quarto que visitou.

Que sono... dormir um pouco não me faria mal, certo? – Se aproximou da cama e colocou as duas mãos sobre ela – Parece ser fofo... – Usou as duas mãos de apoio e se deitou na cama.

 Torcia para que aquela pessoa de antes não viesse tão cedo... mas era meio tarde para isso, não?

 

Do outro lado das ruínas, uma mulher cabra olhava com atenção cada pedaço do local onde ocorrera a queda de Frisk e avistou uma pena. Agachou-se e pegou a pena, que se segurava pelo dedão e o indicador da cabra.

    - Mas... Um monstro? Nas ruínas? Como ele veio parar aqui? – Virava a pena para os lados, olhando-a com atenção – Penas das mais brancas... Quem teria asas tão puras assim? – Levantou-se e seguiu para sua casa. No caminho pensava em formas de como ele apareceu aqui... Uma coisa que ela não havia reparado, era no dardo com tranquilizante dentre as flores amarelas... Chegando em sua casa, logo de cara estranhou a porta aberta. Adentrou em sua residência e foi em direção a cozinha, e notou um prato sujo na pia e a falta de um dos pedaços de torta. Agora era oficial, alguém invadiu sua casa... ou já se foi, ou ainda estava lá.

 Resolveu vasculhar seu quarto e de algum modo, notou que estava meio revirado, embora tudo esteja no lugar. Suspirou e fechou a porta de seu quarto e foi no primeiro, que era para crianças caídas. Pôs a mão sobre a maçaneta e girou de vagar, começou a empurra-la e...

 



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