História BirdTale- Romance Entre Asas - Capítulo 3


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags (friskxsans), Birdtale, Frans, Sanrisk, Sansxfrisk, Sundeymisto, Undertale
Visualizações 240
Palavras 845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - O abraço dela é tão bom...



Toriel abria a porta cautelosamente, sua pata estava sob a maçaneta gélida. Ao deixar aberta o suficiente, colocou o olho entre o espaço e pode avistar uma silhueta com asas dormindo. Afastou o rosto da brecha e tombou a cabeça para o lado.

“Monstro...? Ruínas? Asas?” – palavras como essas pairavam pela sua mente, tentando se encaixar para formar algo compreensível – Bom, se esse monstro está aqui... Como e por onde entrou? Ok, ok, calma Toriel. Vai que ele está ferido, não posso simplesmente bombardea-lo de perguntas... Isso iria assusta-lo.” – Soltou um breve suspiro e abriu a porta. O leve ranger da porta fez com que a silhueta se mexe-se um pouco.

Dois passos cautelosos a fez estar do lado do... humano?! Um breve sorriso se formou na face de Toriel.

- Eh... Criança... – Pôs a pata sobe o que seria o ombro da pequena e a balançou – Vamos... Levante...

Os olhos da humana se abrem lentamente, sua visão se foca, e ao notar o que estava a sua frente, deu um pulo para trás, se encostando na parede.

- Hey! Calma, pode se machucar mais do que já se machucou – Disse Toriel com sua voz calma – Meu nome é Toriel, e eu sou a guardiã deste lugar... Conhecido como Ruínas. Qual seu nome? – Abriu um sorriso gentil.

- M-meu nome...? Ah! É Frisk... – Disse meio sem jeito.

- Belo nome, Frisk! – Se sentou na beirada da cama – Como veio parar aqui? E... oh! Céus! Que belas asas! – Olhou um tanto que surpresa para a humana, que já havia se sentado ao seu lado, em “perninha de índio”.

- Obrigada! As suas também são lindas. – Sorriu amarelo – Eu... – Tombou a cabeça para o lado, fitando o chão – Estava fugindo de homens da cidade e acabei caindo aqui.

- Ah, então você é das aldeias... Bom... Gostaria de tomar banho? Sabe, seus machucados ainda podem infeccionar, se é que já não infeccionaram... – A cabra pôs as mãos sobre seu colo, com uma expressão calma.

- Eu adoraria, mas, não tenho o que vestir. – A achocolatada pressionou os lábios um contra o outro, fitando Toriel.

- Isso não é um problema, minha pequena. – Sorriu a cabra.

QT

A água caia sobre suas asas e suas costas, irritando suas feridas. Frisk fez uma cara de quem acabou de beber café gelado e amargo de uma vez. O banheiro era espaçoso, então dava para esticar as asas normalmente, o que era necessário, já que suas asas ainda estava sob efeito do tranquilizante e elas estavam molengas. A cada passada de bucha era uma careta diferente. Ao terminar sua mini-sessão de tortura, ela sai de baixo do chuveiro e se enrola na toalha que foi entregue por Toriel.

“Ela é realmente dócil...” – Pensa Frisk se secando – “Nem sabe quem sou e já me oferece roupas, cama, comida e amor... Me pergunto o que houve para ela ser assim... E porque ela cuida tanto de mim? Eu sou um humano, não sou? Não foi a minha raça que os empurrou para cá ou algo do gênero?”

QT

Assim que Frisk saiu do banheiro, enrolada em uma toalha, Toriel passou por ela e disse que as roupas estavam em cima da cama. Agora, Frisk estava sentada na poltrona da sala, vestindo um suéter verde a amarelo, juntamente com uma bermuda verde.

- Desculpe a demora, minha criança...- Disse entrando na sala com uma caixa em mãos - Eu não achava a caixa de remédios – Toriel encarou a mais nova sorrindo – Vejo que as roupas serviram direitinho em você – Sorriu mais.

“Se parece com ela...” – Pensou a mulher cabra.

- É... – Sorriu levemente – Desculpe ser um incomodo... – Olhou sem jeito para o chão.

- Você não é um incomodo. É bom ter você aqui... Já faz tempo desde que alguém esteve aqui... – Disse colocando a caixa de remédio sobre a mesa – Bom, agora sente-se aqui e vamos cuidar de você – Puxou uma das cadeiras, se sentando nela. Logo em seguida, indicando com a cabeça para a outra cadeira.

Frisk sorriu e pulou da poltrona, indo em direção a cabra.

QT

Ao terminar os curativos da criança, Toriel fechou a caixa e sorriu para Frisk.

- Esta melhor? – Perguntou a cabra se levantando.

- Oh, estou, sim. Obrigada, mãe...- Colocou a mão sobre a boca. A palavra “mãe” saiu acidentalmente, assim como você acaba chamando seu pai de “tio” e seu tio de “pai” – Desculpe... – Disse retirando a mão da boca.

- Oh... N-não... Tudo bem. Pode me chamar do que quiser... Se me chamar de “mãe” te deixar confortável... – Disse meio sem jeito e emocionada por dentro.

- Não tem problema, mesmo? – Perguntou, recebendo em resposta um balançar de cabeça, indicando que “não” – Tudo bem ,então... Mãe. – Sorriu.

Toriel abraçou Frisk repentinamente, até a autora se surpreendeu, porque isso não estava nos planos dela. Frisk, meio sem jeito, respondeu o abraço.

- Frisk... – A criança olhou para Toriel, em meio ao abraço – Por favor... Fique aqui... Fique comigo... – Os olhos de Toriel estavam se segurando para não ficarem marejados, apertando mais o abraço.

“ O abraço dela é tão bom...” – Pensou Frisk.



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