História Bishounen - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 33
Palavras 921
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Bishounen, Fluffy, Musical (Songfic), Slash, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


haroo!!
então, eu amo muito matsuhana; além de ser meu otp no anime é um shipp muito divertido de escrever sobre. por esse motivo resolvi começar a minha matsuhana week!
é muito provável que eu viaje esse fim de semana e fique sem postar, porém na segunda estarei de volta. então tentarei deixar todas as ones prontas para apenas chegar e postar de uma vez!
espero que gostem!

Capítulo 1 - One - você é lindo e eu te amo muito.


Fanfic / Fanfiction Bishounen - Capítulo 1 - One - você é lindo e eu te amo muito.

one | você é lindo e eu te amo muito.

Cinco e sete da manhã. Mattsun fora acordado por pequenos passos abafados no carpete azulado, seguido de um ruído curto e o som do vento passando pela fresta da porta – se virou na cama para checar, sorrindo levemente ao notar que era apenas Hanamaki. Esquecera da insônia que o namorado sofria ao estar ansioso. Bom, não era para menos, já que no dia seguinte se separariam por um mês – o que era muito para eles, visto que nunca se largavam. Entendia que o rosado estava inseguro sobre como reagir, até porque também se sentia daquela forma.  

Se sentou na superfície macia da cama e coçou a nuca, logo se levantando e seguindo o namorado para a pequena varanda existente em seu quarto, não sem pegar dois casacos antes. A última coisa que queria era ver seu parceiro resfriado.

– Oi – murmurou, assustando o menor. Estatelou notando que o mesmo enxugava algumas lágrimas. – ei, ei. O que houve? – colocou o casaco nos ombros alheios, pousando sua mão esquerda em um deles enquanto a direita levantava o queixo do rapaz.

– Nada – Makki mordeu o lábio. Era como uma mania fazer aquilo quando nervoso; as vezes, quando a crise de ansiedade atacava de verdade, aquela área chegava a sangrar. Mattsun era o único que conseguia fazê-lo parar com tal coisa. – eu estou perfeitamente bem, só queria ver o sol nascer.

Os olhos escuros do mais baixo desviavam para qualquer lugar que não fosse o rosto de Issei porque sabia que quando eles se encontrassem o mundo pararia de rodar e ele iria chorar novamente. Quando eles se encaravam era como se todas as estrelas se alinhassem, e então, subitamente, o maior conseguiria tê-lo como um livro aberto. Mas Takahiro odiava seus sentimentos e a sua ansiedade e não queria que ninguém visse a bagunça feita em seu coração apertado.

– Olha para mim – Matsukawa pediu, sussurrando. – por favor, Makki – ah, como o rosado derretia ao ouvi-lo murmurar seu apelido vergonhoso. Lentamente voltou suas íris marejadas para o namorado, este que apenas o observava atentamente. Se encararam por segundos que pareceram décadas, se apreciando, desejando poder falar o quanto se amavam e o quanto queriam continuar juntos. – você é a pessoa mais bonita que eu já vi, sério. Tipo, a sua cara é muito linda. E quando o sol bate nela ela fica mais linda ainda porque o nascer do sol é lindo também, aí faz tipo um combo de coisas lindas e eu te amo muito.

– A maneira como você fala isso é engraçada – comentou o menor enquanto soltava uma pequena risada que era igualmente bela. Maldito Hanamaki com toda a sua beleza. – porque eu estava tendo um ataque e eu sempre fico horrível quando estou tendo um ataque.

– Na real, quando você tem os ataques você só fica mais lindão – os braços do moreno envolveram a cintura do outro, fazendo-o contornar o pescoço alheio por impulso. Começaram a se balançar de um lado para o outro, como em uma dança desajeitada. – porque você é humano e as suas falhas apenas provam isso e te fazem ser melhor, sacou? – abriu um pequeno sorriso seguido de uma risada baixa. – me senti um poeta falando essas coisas. Enfim, eu já disse que te amo e que você é o ser mais bonito da face da terra?

– Já, já disse, Mattsun – o rosado bufou sem conseguir conter a felicidade que sentia toda vez que o namorado dizia tais palavras. E logo aquelas lágrimas tomavam conta dele novamente; automaticamente fechou os olhos, encostando sua testa na curva do pescoço alheio e esfregando delicadamente seu rosto ali, sentindo o cheiro de café de Issei se impregnar em seu cabelo e invadir sua mente quase que o anestesiando. – eu não quero ir embora, eu não sei o que fazer, Tóquio é tão grande e eu sou tão pequeno e eu vou acabar fazendo besteira e me perdendo e tudo vai acabar mal porque eu sempre estrago as coisas, eu—

– Hanamaki Takahiro! – exclamou ele, empurrando levemente os ombros do menor e o assustando novamente. – Pare de pensar bobagens, seu imbecil! Você nunca estraga nada! Na verdade, quando você aparece as coisas... elas ficam melhores – soltou um leve suspiro e olhou fixamente nos olhos arregalados do companheiro. – porque você tem essa coisa de melhorar tudo por onde você passa. Eu não sei se é o teu sorriso ou a tua risada mas é como se as coisas ficassem coloridas na tua presença e eu te amo muito mesmo, muito, muito muito. Quando os ataques vierem você pode me ligar mesmo que eu esteja no milésimo sono nem que seja só para chorar, porque eu vou te ouvir e eu vou estar aqui para sempre te ajudando. Não desista de si mesmo quando você é uma pessoa linda, Makki.

O sorriso doce que o de cabelos rosas lançou foi apenas um agradecimento silencioso, já que palavras não eram o suficiente para demonstrar o quão apaixonado Takahiro era pelo lado gentil que Mattsun raramente demonstrava assim tão fácil. Os lábios de ambos se encostaram em um pequeno e doce beijo, este que era certas vezes interrompido por risadas e suspiros, ou até mesmo sorrisos abobalhados. Ah, como ele era bonito. Ah, como ele era pequeno e fofo. E ah, como Matsukawa o amava.

– Você é incrível, Makki – murmurou enquanto levemente tocava seus narizes e os esfregava em um beijo de esquimó. Tal ação fez o mais baixo rir. – você é incrível e eu te amo mesmo.


Notas Finais




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