História Bite - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Darkfanfic, Vampiros
Exibições 30
Palavras 1.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Gente....GENTE !!!!!
Tô LOUCONAAAA....Sorry, parei.
Bem, primeiramente, deixem-me apresentar formalmente:
Olá, o meu nome é Ana e sou portuguesa.
Adoro escrever e...AIMEUDEUSSSSSESS...
Está é a minhaaa...(1,2,3,4...) 5! Esta é a minha quinta fanfic!
Sim, esta é a primeira que faça que o assunto principal seja vampiros. Fiz uma anteriormente mas essa já falava sobre lobisomens que é relativamente parecido (MAS NÃO IGUAL!)
Ok...ok....eu simplesmente vou deixar-vos ler este primeiro capítulo EVER e quero, QUERO MUITO saber a vossa sincera opinião.
Béjo <3

Capítulo 1 - The firts time...I saw him


15/08/2016

Mais um dia se passara e eu nem tive tempo para dizer um simples adeus aos meus amigos e logo ele me arrastou pelo corredor fora, prensou-me contra uma parede que na hora nem deu tempo para reparar em seus detalhes, lançou um último olhar vermelho e raivoso antes dos seus caninos tornarem-se presas que rapidamente perfuraram o meu pescoço sem espera alguma ou sequer aviso prévio. Eu deveria sentir dor, mas, ao invés, senti raiva, desprezo, nojo, repugnância, ânsia de vómito e vontade de pontapeá-lo. Mas como sou dez menos forte do que qualquer ser humano ou besta que circula nesta Terra não pude fazer absolutamente nada a não ser o que faço habitualmente, ou seja, ignoro e deixo que ele me faça semelhante coisa. Pode ser chamada de fraqueza ou ignorância, mas é o melhor para mim ignorar aquelas atitudes vindas daquele monstro. Que mal fiz eu a ele?

 

20/01/2015 (Flashback)

 

- Meninas, ouvi dizer que um rapaz vai entrar para a nossa turma!

- Sério? Quem é ele?

- Como se chama?

- Meu deus, meu deus! Quero ver se é bonito!

- Pára amiga, tu tens namorado! Não fiques falando de outros!

Aquela conversa alheia não me interessou muito, excluindo o facto de que vai entrar alguém novo para esta turma. Como eu não tenho lá muitos amigos, pode ser que tente fazer amizade com essa nova pessoa. Mas, o problema é que é um rapaz, ou seja, eu sou uma desgraça quando o assunto é rapazes. Das últimas vezes que falei com rapazes, acabei sendo gozada por um ano só porque contei acidentalmente que ainda guardava os meus peluches infantis! Mas o que se passa com esta gente? Todos guardam aquilo que lhes faz sentir bem, neste caso, os peluches faziam-me sentir bem quando estava triste ou sozinha. Mas prontos, eu nunca me dei bem com socializar e coisas que envolvam eu e outra pessoa que tem dotes para julgar-me.

Perco a paciência facilmente, então acabo também por estragar quase tudo, apesar de sempre ser educada e me desculpar posteriormente. O que facilita com que eu não acabe numa maca de hospital com o rosto todo esmurrado

 

30/01/2015

 

Entrei na sala normalmente e a primeira coisa que os meus olhos viram foi um rapaz sentado na cadeira onde nunca ninguém se costumava sentar; de moletom cinzento com o capuz a cobri-lhe a cabeça, de braços cruzados sobre a mesa e de cabis baixo. Deduzi que aquele fosse o novo aluno. Ele é tão solitário. Fez-me recordar a primeira vez que eu entrei nesta turma. Foi exatamente assim que me senti, isolada. Andei até à mesa do rapaz que, até agora, não tinha sequer mexido um músculo desde que olho para ele. Aproximei-me cautelosamente e cutuquei-lhe o ombro.

- O-olá! O meu nome é Sandy, mas podes chamar-me de Sad. "Sad" é a alcunha que a turma me deu por eu ser tão fechada e triste, acho. Mas não te preocupes, eu não sou realmente triste como eles dizem. Bem, talvez...Bom, tem dias! Eu normalmente sou muito bem disposta, como hoje! - disse tudo aquilo alegre e de forma motivadora, mas o raio do rapaz continuava de cabis-baixo, com o capuz a tapa-lhe o rosto e o cabelo, de braços cruzados e sem mexer um único músculo.

- Ham...De-desculpa, é que eu sou muito faladora. Gosto muito de falar de mim e nem deixei que te apresentasses. - Desculpei-me devidamente, tentando puxar assunto e fazê-lo falar algo. Pelo menos fazer com que ele disse-se o seu nome ou até um simples «A». Mas nada, outra vez sem reação.

Deduzi que ele estivesse a dormir ou simplesmente quisesse estar sozinho então, dei meia volta para regressar ao meu lugar, mas logo que lhe virei as costas e dei o primeiro passo, senti o meu pulso a ser agarrado por uma mão extremamente fria. Tão fria que me arrepiei de cima a baixo e fez com a minha alma gelasse naquele mesmo momento. A minha cabeça virou automaticamente e vi o braço do rapaz que ainda à cinco segundos estava quase petrificado.

- S-sim? - Perguntei receosa. Eu não estava a entender. Afinal, ele estava a ouvir tudo?

Ele permaneceu algum tempo sem dizer nada, somente segurava o meu pulso fortemente que até o mesmo começava a ficar vermelho. Depois de dez segundos, ele abriu a boca para falar. Arregalei os olhos quando percebi que os seus lábios estavam demasiado secos.

- Ouvi um pequeno suspiro antes de ele falar - Se não quiseres confusões ou morrer, é melhor manteres-te afastada, miúda.

A voz dele...As palavras frias e roucas. Uma voz tão profunda que estremeceu até com a minha alma. Sem dúvida alguma que aquele moço mexeu bem lá no fundo com meu ser. Mas, o que ouvi não foi nem de longe agradável. Foi sinistro! Arrepiou-me a espinha em menos de dois segundos. "Morrer"? Ele está a ameaçar-me? Ou simplesmente está a dar-me um aviso?

A confusão gerava-se na minha cabeça enquanto o meu coração não facilitava e batia tão fortemente que o meu sangue aqueceu e deixei de ouvi corretamente. Eu fiquei completamente hidra naquele momento. Olhava para a sua boca à procura de respostas ou somente de um ponto fixo para olhar naquele momento de choque.

Tento ser bondosa e é isto que recebo como recompensa! Uau...Ou eu realmente sou um atentado à sorte divina ou sou tão idiota que ajudo quem não quer ser ajudado.

Neste momento, quero falar mas as palavras não me saem. Parece que estão entaladas na garganta e presas na mente. Abri a boca com dificuldade e a tremer.

- Be-bem....Eu tentei oferecer hostilidade já que és aluno novo. Peço desculpa se incomodei, mas se precisares de alguma coisa, avisa. - Finalizei, tirando à força o meu pulso da sua mão e regressando para a minha mesa ainda com o coração acelarando e as pernas bambas.

Bufei e passei as mãos pelos cabelos, tentando afastar todos os pensamentos em relação ao que acabara de acontecer enquanto observava de soslaio o moço de costas para mim.

 

2/02/2016

 

Pela segunda vez, entrei na sala e o avistei, exatamente como das outras vezes. Cabis-baixo, capuz, braços cruzados em cima da mesa...Ele não muda. Ele afasta todos à sua volta, mas ninguém é capaz de gozá-lo, pelo menos não o fazem à sua frente. Todos o temem, e eu começo a saber o porquê. Eu não o temo! Eu receio os seus movimentos e as suas reações. É difícil saber o que uma pessoa destas vai fazer a seguir.

Bufei e revirei os olhos por dar tanta importância à temática e sentei-me na minha mesa. As raparigas, as quais eu deu o nome de cambada de malinhas vieram para à minha volta. Pondo-se todas ao meu redor, tapando a minha visão.

- Então...Sad? É deve ser Sad. O teu nome realmente combina contigo. - Uma delas, o qual acho que se chama Minzy, começou por falar.

- Na verdade, - continuou Sasha - eu acho que a alcunha dela devida ser Alone (sozinha).

As restantes riram-se e eu simplesmente revirei os olhos, levantei-me da cadeira e vidrei o meu olhar em Sasha, que era a que estava de frente para mim.

- Olha, Sandrina, (o seu verdadeiro nome) eu não sei onde queres chegar com esta conversa, mas se for para discutir à cerca de nomes...(olhei todas as outras com um sorriso irónico) Bem, é melhor manteres-te calada. Tu, e todas estas "Marias" que estão aqui. - apontei em geral com o indicador, não desviando sequer o olhar de Sasha e esta engoliu em seco, torceu a boca fazendo uma cara feia e voltou para o seu lugar, arrastando consigo a "matilha".

Passado algum tempo, o professor de Biologia chegou e começou a primeira aula do dia. A mesma decorreu lenta, mas acho que isso é o maior dos tormentos de um estudante (claro que a fila de espera para almoçar também está na lista).

Eu não tenho amigas com quem posso desabafar. Não tenho nem sequer um rapaz que tenha uma grande queda por mim e que fique no meu pé todo o tempo. Não tinha motivos ainda para estar naquela escola, só mesmo o estudo.

Era intervalo de quinze minutos. Ainda dava tempo para eu lanchar num banco do jardim ou ouvir música, o que normalmente eu faço. Sentei-me num banco de pedra vazio que dava uma bela vista para um chafariz que jorrava água gélida para todos os lados; para algumas árvores robustas e verdejantes, cheias de vida, transmitindo vitalidade. Um belo dia sem dúvida alguma.

Retirei do bolso os fones de ouvido que, não por descuido (ops...) ficaram todos enroscados, parecendo um ninho. Demorei algum tempo para desenrolar toda aquela bagunça de fios.

Algum tempo passou. Fiquei a ouvir música durante quinze minutos. Músicas aleatórias, calmas, combinavam com o tempo. Fechei os olhos e deitei a cabeça para trás, encostando-a ao banco de pedra frio. Mas foi nesse momento que senti um cheiro diferente. Masculino, acho. A melhor maneiro para o descrever é pela sua força. É demasiado intenso e, de certa forma, familiar. Abri lentamente os olhos no intuito de verificar se alguém havia sentado ao meu lado sem eu me aperceber. E realmente estava já sentado uma pessoa. Um homem de moletom castanho que já me era conhecido; de calças pretas; debruçado sobre os seus próprios joelhos e com o capuz a tapar-lhe o cabelo. Ergui-me devidamente e tentei olhar disfarçadamente para a cara do indivíduo. Nem foi preciso muito para saber que quem estava ali, sentado no mesmo banco de jardim que eu era o moço que havia me desprezado este tempo todo.

Foi a partir desse preciso momento que as coisas mudaram drasticamente na minha vida.

 

.............................................continua.....

*Rapaz: Jovem; Moço

 


Notas Finais


Então....como foi? O que acharam logo do primeiro capítulo ever? Hum?
Digam-me tudo nos comentários.
Há...vou informar sobre os supostos "horários".
É o seguinte: como eu tenho mais duas fanfics, ainda escola, exames, teste e bloqueio de criatividade...às vezes atraso.
Este é o primeiro capítulo, é natural que demore até postar o outro. Mas não se preocupem, eu também não desisto.
Bem, por mim é tudo e muito obrigada por ler. Espero que tenham gostado e que acompanhem-me na jornada desta fanfic. Béjo do abóbora <3


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